domingo, 19 de agosto de 2012

A CIVILIZAÇÃO CELTA É A MÃE DE TODAS AS CIVILIZAÇÕES OCIDENTAIS?










O nosso estudo dos monumentos megalíticos dos Celtas, segundo os dados da tradição, não tinha a ambição de resolver o problema, mas sim de expor teses em que, no meio de extravagâncias empíricas, surgiram muitas vezes noções extremamente válidas e dignas de atenção.

Competia a um verdadeiro iniciado, o Mestre dos Ângulos, dar-lhes a explicação científica que, no nosso tempo, é a única que pode convencer o investigador racional.


Um feliz acaso, ou misteriosa intuição, levou-nos a descobrir, com o historiador Eugéne Beavois, uma America secreta de que faustos da Conquista espanhola haviam dissipado a recordação.


E a história dessa America secreta coincidia exatamente com a dos Celtas, dos túmulos e dos menires ao ponto de não poder dissociar deles.


Como resultado, para compreender a Gália e a Grâ-Bretanha célticas tornava-se necessário, ao mesmo tempo redescobrir o México e os mexicanos, ((esses pelasgos da America)) dizia o grande naturalista Alexandre Humboldt.


Assim, a visão panorâmica do passado dos Celtas tomava uma dimensão imprevista, provocava desenvolvimentos fantásticos e relevava um postulado que os celtisistas heréticos tinham já pressentido: a civilização céltica é a mais antiga do Mundo e mãe de todas as civilizações do reinado branco.


TÛMULOS, PIRÂMIDES E OUTEIROS







Os autores antigos, se não consideram a existência de pirâmides na Gália, também nunca falam de agulhas e de mesas de pedra, o que significa que só viram túmulos e outeiros de pedra e terra, os quais não prestam atenção.


Incontestavelmente, diz o Mestre dos Ângulos, pois que inicialmente menires e dólmenes eram obeliscos e pirâmides de Betão, todas as nossas convicções sobre a civilização ocidental são de rever.


Em especial , deve-se saber-se que os grandes cromlecs eram templos com cúpulas em betão, idênticos aos stoupas do Afeganistão, muitos dos quais não passam, nos nossos dias. De colinas de pedregulhos.
O túmulo é com efeito uma pirâmide cônica encobrindo um subterrâneo orientado. No Egito, a pirâmide mais antiga, a de Saqqarah, já só possui arestas extremamente imprecisas e, em redor, outras pirâmides igualmente antigas com a mesma forma dos túmulos célticos.


Na Lídia (Ásia Menor), a necrópole de Aliate, pai de Creso, é um aterro piramidal tendo a base de pedra mas sendo o resto do templo de terra.


Sempre na Ásia menor, em Nemrut Dag, o sepulcro dito de Nemrod é uma verdadeira montanha de pedras e de terra.


No Peru, encontram-se inúmeras pirâmides; em tempos existiu uma em Thiauanaco com o aspecto duma plataforma em degraus (e também dólmenes).


Diz a tradição que ela foi construída por homens de origem divina, de pele branca, olhos azuis e cabelos ruivos, que eram os últimos descendentes de Viracocha.


Viracocha significa: espuma do mar,  que deve aproximar-se da palavra pelasgos: vindos de mares do norte. Mas muito mais significativa é a analogia existente nos estilos arquitetônicos dos Pelasgos construtores de bétilos, dos Viracocha, dos Egípcios, dos Maias e dos Celtas construtores de túmulos ou de pirâmides.


Outrora. Dizem as tradições da Ilha de Páscoa que um rei viracocha, chamado Kon Tiki, emigrou do Peru para a Ilha de Páscoa, como homens de grandes orelhas e cabelos ruivos chamados orejones, que foram os construtores das grandes estátuas pascoenses de cabeleiras vermelhas.


Em Repaiti, na Polinésia, Heyerdahl contou doze pirâmides-castelos nos cumes das montanhas.





O LIVRO DA MORENA

O maior best-seller (livro mais vendido) de todos os tempos é a Bíblia, da qual se tiraram milhões de exemplares. Os livros menos vendidos, pelo contrário são os que relatam a história de nosso país e de nossos antepassados.


Todavia em oposição radical a história bíblica, a dos Celtas do Ocidente é maravilhosamente límpida e doce de ouvir, mágica e perfumada


Disso testemunha O Livro da Morena, ou Leabhar na h-Uidhiri, que deve o seu nome a matéria e a cor de sua capa e pele castanho-escuro. É o mais antigo dos grandes manuscritos em língua gaélica, transcrito cerca do anos 100 por Moelmuiré.


Descreve as aventuras de Condha, nominado Ruadh (o vermelho) ou belo, filho de Cond CET-chathac (das cem batalhas), rei da Irlanda, que reinou de 123 a 153 de nossa era.



10 000 ANOS ANTES DE COLOMBO OS CELTAS DESCOBRIRAM A AMÉRICA


Para o grande público, o velho povo Maia é de raça vermelha e não parece ter qualquer parentesco com a nossa raça branca.



Todavia, se bem considerarmos o problema, impressiona o fato de Brancos e Vermelhos terem um denominador comum: os Altantas, tal como alguns povos da África e da Europa são da mesma raça, e a história dos antigos mexicanos prende-se diretamente à dos Celtas, precede-a, talvez, e a explica na sua parte mais antiga.



Contudo, antes de fazermos uma exposição das tradições Maias, convêm, para seguirmos a ordem cronológica e geográfica , fazermos uma incursão pela mitologia dos índios da America do Norte, isto é, ao país mais próximo da ilha de Thulé, o berço da raça branca e dos Hiperbóreos.



Não pretendemos dar uma solução definitiva ao enorme problema da civilização dos povos brancos, mas de trazer à luz, para os historiadores doutra geração, a teia difícil de revolver que une o ramo ariano do Irão e da Hiperbórea aos seus prolongamentos egípcios, gregos, mexicanos e índios da América.



Os Algonquinos, do Canadá, nomeadamente os da tribo Wapanachkis (que significa: oriental ou povo branco) habitavam a grande Irlanda  e o Hvitramannaaland, que é o país dos homens brancos nas sagas escandinavas.



As tradições dos Algonquinos fazem vir de leste, não os seus antepassados mas os seus civilizadores.
Nas crônicas dos Wapanachkis, também chamados Abenaquis, o amos dos homens e dos animais, Glusgabhé (Giglamesh), foi o Deus da idade do ouro.



Glusgabhé, para uns nasceu a leste do país dos Abenaquis, e para outros (numa grande canoa de granito)



Viajou muitíssimo e, como Hercules, por toda a parte deixou vestígios da sua passagem: gigantescas calçadas, lagos escavados, rochedos quebrados. Ele ensinou a maneira de se fazerem armas e de utilizar as virtudes simples, e depois um dia, afastou-se no seu barco e desapareceu, não para sempre mas até que o seu povo tivesse necessidade dele.



É de notar quanto esta tradição está próxima das de Quetzacoatl- Kukulcan, de Giglamesh e de Hercules.
Manabouch, herói inciador de várias outras tribos de Algonquinos, realizou feitos idênticos e desapareceu também do (lado do Sol nascente) indo através do vasto oceano para um país de rochedos onde se encontrava a sua residência.



Um jesuíta, o padre Allouez, escreve: ((Os Illiniouek, os Outagani e outros selvagens do lado sul creem existir um grande e excelente gênio, mestre de todos os outros, que fez o céu e a terra, e que esta, dizem eles, para os lados do Levante, lá para o país dos Franceses.



Os Chanouanons e os Shaunees, ou Meridionais, afirmavam que os seus antepassados tinham vindo do leste, através do oceano, caminhando sobre as águas.






Nos hieróglifos do Popol Vuh, conta E. Beauvois, via-se que seus antepassados tinham primeiramente habitado para lá do mar, para leste, onde conheciam homens brancos e negros que viviam sem casas (portanto co mo nômades) .


Estes antepassados deixaram o seu país para irem procurar deuses a Tula-Zuiva. Tiveram de percorrer um longo trajeto até lá chegar. Um desse deuses era Yolcuat-Quitzacuat (Quetazacoatl)



OS INICIADORES ERAN CELTAS E EXTRATERRESTRES









Quando os iniciadores deixaram Tulan, o pais disseram-lhes: (( A vossa terra não é aqui; é para lá dos mares que encontrarão nossas montanhas e as vossas planícies. Vocês serão protegidos por Belch (Bél, Belinus?) e por Toh (Tote, Thor?).


Em 1581, quando do inquérito feito por ordem de Filipe II EM TODOS OS DISTRITOS DO Iucatão, os indígenas declararam que o primeiro senhor de Mutul chamado Cak Mutul, isto é, Homem Branco, viera de leste sem precisar de que região, mas que ele era Indiano. O que levou o padre Diego de Landa a pensar que os Maias descendiam dos Judeus.


O mais celebre dos iniciadores Toltecas foi Quetzacoatl, que era um homem branco vindo do mar da direção leste.


Os Esquimós da Groenlândia não situam a estada dos imortais nas Águas ou na Terra, mas num paraíso subterrâneo onde a temperatura é agradável e os alimentos abundam.


Para os Iroquezes o deus civilizador Tarenyawago descera do céu numa canoa mágica. Pelo contrário, Glusgahbé, o Iniciador dos Abenaquis e dos Micmacs, vivia a leste numa ilha longínqua do oceano.




















OS INCAS ERAM CELTAS?




Sempre se especulou com as tribos Maias do Iucatão e da Guatemala que desapareceram há menos de mil anos((sem deixar traços)), dizem os historiadores anteriores.


O mistério, todavia, é extremamente simples de decifrar.


Os Maias não se eclipsaram na proporção que se lhes atribui; milhares deles permaneceram no seu país, mas sabe-se que os conquistadores espanhóis fizeram hecatombes entre os autóctones, desde o México até Mérida.


Enfim, há que levar em conta um fenômeno de caráter religioso que explica em parte as incessantes migrações desses antigos Celtas que, em oito milênios, passaram de Thulé à América do Norte, depois México, ao Iucatão e, por fim a America do Sul.


Entendemos que as pirâmides e os dólmenes do Peru são obras desses emigrantes. Mesmo admitindo que eles se tenham cruzado com autóctones da America do Sul, não se pode por completamente de parte que os Incas tenham raízes Célticas.


Aliás, nos tempos da conquista, encontravam-se no Peru inúmeros indivíduos louros de tez branca, a quem se chamava ídolos, isto é, descendentes dos grandes antepassados brancos que foram deificados.
Foram identificadas três cidades: La Joya, Atuen e Cochabamba, e os pré historiadores pensam que elas foram construídas pelos ChaChapoyas lendários que se tinham instalado no Peru entes dos Incas. Talvez no tempo dos Aymaras.


Ora, esses chachapoyas pertenciam a uma raça branca, de olhos azuis e cabelos louros, tipicamente ariana.
Os homens dos dois tipos, tal como Arabes, ou Judeus e os Egípcios, são Arianos completos, irmãos de sangue e de raça.


Os Judeus de Inglaterra tem uma tez láctea, olhos claros e cabelos ruívos.


É notável que a dama de honor de miss Universo DE 1968 tenha sido miss Israel, encantadora de cabelos de linho, chamada Mirey Zamir, que era muito mais hiperbórea que a maior parte das concorrentes.
Heródoto afirmava que os Líbios (Egípcios, Tunisianos, Argelinos, e Marroquinos) eram os brancos, o que é evidente.

Scylax, navegador e geógrafo grego, confirmava esta declaração e acrescentava que eles eram louros, naquele tempo(século VI antes de nossa era)

Estas observações reforçam a nossa opinião acerca da miscigenação necessária e bem entendida das raças, no quadro da evolução universal, e condenam o racismo de certos brancos, negros e amarelos.                 

Trecho do Livro
LE LIVRE DU MYSTERIEUX INCONNU, 
Robert Laffont 1969             
                    

Um comentário:

  1. Considerando que o dilúvio é um acontecimento cíclico, conforme a precessão dos equinócios, o que sobra depois dele é muito pouco de qualquer rastro de civilização adiantada, senão os conhecimentos trazidos por aqueles que sobreviverem a estes acontecimentos. Partindo disso, e supondo que isso acontece medianamente sempre em um ponto tal do desenvolvimento da humanidade, em que deixa-se o materialismo e acata ao espiritualismo, a "nova" civilização humana reiniciaria com o que sobrou de tudo e, com "paus e pedras" tentaria reconstruir até de maneira rústica instrumentos úteis na tentativa de garantir que o mínimo que se salvou não se perca por completo. Se as pirâmides são de fato um sintonizador de frequência que herdamos dos Atlantis, tiveram eles sucesso na disseminação disso no pós dilúvio, haja vista é muita coincidência todos terem a mesma ideia de forma tão uniforme...
    Abraços, Rodrigo
    Att
    Daniel Mary
    Analista de T.I
    MG

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