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sábado, 8 de outubro de 2016

O RISO MATA O MEDO, E SEM MEDO NÃO PODE HAVER FÉ E AQUELE QUE NÃO TEME O DIABO NÃO NECESSITA MAIS DE DEUS




Incluímos aqui que o primeiro mandamento de uma loja secreta é nunca citar o nome da loja em público: pronunciar mesmo o nome de um irmão da loja é às vezes passível de pena de morte (por exemplo, na 99a Loja). Qualquer um que pronunciasse, por exemplo, o último teorema de Pitágoras, “o octógono”, era passível de morte na escola secreta de Pitágoras. O octógono é uma chave importante para compreender o Merkabah (Mer-ka- bah = dois campos luminosos inversamente rotativos que veiculam corpo e espírito = desmaterialização e teleportação do corpo físico) - designação do campo magnético do er humano - e leva, pois, “à iluminação”, isto é, a uma solução dos problemas que temos. Saber guardar um segredo é uma força interna. Isso permite conduzir bem as operações sem encontrar entraves, complicações legais ou um adversário potencial. Isso dá nascimento também a uma ligação, aquela de um grande saber, entre aqueles que sabem. Nesta parte do livro tomemos conhecimento da cena principal de “O Nome da Rosa”, de Umberto Eco, quando o abade cego pergunta ao inquiridor William de Baskerville: “O que Desejais verdadeiramente?” Baskerville responde: “Eu quero o livro grego, aquele que, segundo vós, jamais foi escrito. Um livro que só trata da comédia, que odiais tanto quanto o riso. Trata-se provavelmente do único exemplar conservado do segundo livro da poesia de Aristóteles. Existem muitos livros que tratam da comédia, porque esse livro é precisamente tão perigoso?” O abade responde: “Porque ele é de Aristóteles e vai fazer rir”. Baskerville replica: “O que há de tão inquietante no fato de que os homens possam rir?” O abade: “O riso mata o medo, e sem medo não pode haver fé. Aquele que não Teme o Diabo não necessita mais de Deus”.

(Esta frase aproxima-nos mais do que podemos imaginar, da solução de muitos problemas que há neste planeta. Muitos dentre os leitores o sabem ou, espera-se, o descobrirão logo. Que o leitor torne a ler, pois, uma segunda vez essa citação). Se uma loja secreta engana o público, mentindo-lhe e Manipulando-o para alcançar um poder político e econômico, em detrimento de outros, guardar um segredo pode tornar-se - como o exemplo precedente - um instrumento de morte. Isso não significa que todas as sociedades secretas sejam destruidoras ou maldosas.Por exemplo, um dos numerosos ramos dos franco-maçons que surgiu em 1307 é oriundo dos templários, que foram perseguidos pelo Vaticano, por ordem do rei francês Filipe IV. Aqueles que puderam escapar da prisão e da tortura imposta pelos inquisidores se refugiaram principalmente em Portugal, na Inglaterra e na Escócia. Lá, eles trabalharam em segredo durante séculos para trazer justiça ao mundo e para fazer crescer os direitos dos seres humanos. Mas a história mostra que, de outro lado, sociedades secretas tais como, por exemplo, “o 33o grau do Rito Escocês dos franco-maçons”, podem ser uma força perigosa capaz de eleger governantes, derrubá-los e de servir-se de alianças secretas para provocar perturbações globais. Muitíssimos livros surgiram tendo como assunto os Illuminati, mas em sua maioria eles estão disponíveis apenas em inglês. O que me constrange é que eles foram escritos frequëntemente por fanáticos, quer sejam cristãos, mórmons, testemunhas de Jeová, quer sejam fanáticos de direita ou de esquerda. Certamente eles perceberam o que se passa entre nós, mas seus argumentos foram muito subjetivos, e eles finalmente puseram a culpa sobre outro grupo ou sobre Satã. Por isso, procuro concentrar de forma relativamente sumária e sem preconceitos os fatos que me parecem ser os mais importantes, concernentes aos mais diferentes setores da política, da religião e das finanças. Assim, toda pessoa, mesmo sem religião, que se sente livre e capaz de refletir por si mesma, deveria poder aceitar esses fatos e ater-se às causas, qualquer que seja a cor de sua pele. O livro deveria, pois, permitir-nos compreender por que os Illuminati não desejam que qualquer um possa ter o direito de saber tudo. Nenhum autor pode provavelmente conseguir dar-nos uma imagem global perfeita do emaranhado das lojas, das altas finanças e da política deste planeta. Este livro visa principalmente a mostrar ao leitor qual é a finalidade dessas pessoas e a forma da qual elas se utilizam para isso. Como já mencionei, a ação dos Illuminati remonta pelo menos até os sumerianos, mas falarmos disso agora nos levaria muito longe e nos faria deixar de lado nossa finalidade. Vamos, pois, começar a interessar-nos pelos franco-maçons. Voltemos nosso olhar para os três últimos séculos, o que é amplamente suficiente, porque se os nomes e as instituições mudam no decorrer da história, a força que permanece, ao contrário, não muda.

Para resumir, diremos que existem muito mais lojas e ordens secretas que este livro não menciona e que elas existem desde a noite dos tempos. Este livro deve permitir compreender que lojas e ordens secretas estão estreitamente entremeadas, e pode levar- nos a pressentir também que existem, mais do que nunca, seres poderosos que têm concepções de valor “um pouco diferentes” das nossas. Este livro existe para dar apanhado global das organizações negativas. Uma vez que nosso mundo material não pode existir senão na polaridade, podemos partir do princípio que há também um potencial muito importante de forças positivas e construtoras que mantém o equilíbrio.


Somente a maior parte dos seres humanos não está consciente da existência de tais forças nem dos efeitos provocados por aqueles que as utilizam com finalidades muito precisas. Isso explica, entre outras coisas, porque eles ainda se deixam abusar tão facilmente. Minha finalidade principal é a de mostrar os caminhos positivos, mesmo tratando desse tema tão negativo, para que possamos ter acesso à nossa liberdade por nós mesmos.

Assim, poderemos “desenvolver” - de conformidade com a nova era - uma nova compreensão das forças cósmicas (Do grego cosmos = ordem), das organizações em seu conjunto global, das relações de pessoa a pessoa e poderemos ampliar nossa consciência. Que o leitor não se desencoraje se não puder dominar de imediato esse fluxo de informações. Se tiver muitas vezes dificuldade de compreensão ou sentir-se perdido nessas confusões, ele não deve pular, entretanto, nenhum capítulo, pois a coerência depende da leitura de todos os capítulos. Que ele não se apresse nem hesite em fazer às vezes duas leituras. A bibliografia permite um estudo autodidata e convida-vos a aprofundar vossa viagem de descobertas através da selva de informações. Minha retrospectiva histórica só leva em consideração a ponta do iceberg ou, para manter-me no assunto, a ponta da “pirâmide”

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