sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

STAR WARS E O LIVRO ÉPICO MAHABARATA O GRANDE SEGREDO DE GEORGE LUCAS E SUA INSPIRAÇÃO PARA ESCREVER GUERRA NAS ESTRELAS




VEJAM A SEMELHANÇA DAS NAVES DO FILME STAR WARS COM AS NAVES (VIMANAS) DA ÍNDIA ANTIGA NAS FOTOS


O AVIÃO DE COMBATE MAIS MODERNO DO EUA ERA UM PROJETO DA ALEMANHA NAZISTA BASEADO NAS VIMANAS QUE EXISTIRAM HÁ MAIS DE 5 MIL ANOS 
OS PROJETOS DA ALEMANHA DURANTE A SEGUNDA GUERRA FORAM CAPTURADOS PELOS ALIADOS

Harrison Ford era Carpinteiro e fez uma carreira brilhante como ator vejam ele na foto ainda jovem construindo um studio para Sergio Mendes.  




O criador de Star Wars, um dos maiores filmes de ficção científica de todos os tempos, nasceu em Modesto, Califórnia, em 14 de maio de 1944 e nem pensava em trabalhar com cinema. George Walton Lucas Junior queria mesmo era ser piloto de corridas de carro. Entretanto, depois que ele terminou o segundo grau, um acidente grave acabou com seus sonhos de piloto.

O acidente, que mudou sua vida, impediu Lucas de se tornar piloto como ele queria, mas por outro lodo, abriu as portas para que ele se tornasse um dos melhores cineastas de todos os tempos. A paixão por carros e velocidade, claro, continuam até hoje e foram a inspiração para seu primeiro filme de sucesso “American Graffiti” de 1973.

Lucas que já tinha certa afinidade por câmeras acabou se transferindo para a University of Southern California, uma conceituada escola de cinema, onde fez seu primeiro filme de ficção científica: “THX-1138:4EB” com o qual ganhou o prêmio do “National Stundent Film Festival” em 1967-68. Na época ele havia conhecido Francis Ford Coppola (que já havia dirigido “Finian’s Rainbow” pela Warner Brothers) e acabaram se tornando amigos e criando uma companhia de cinema chamada “American Zoetrope” em 1969.

O primeiro projeto da companhia foi uma adaptação do filme de Lucas. Porém o filme, que foi lançado em 1971 com o nome “THX-1138”, era técnico e filosófico demais e mesmo tendo certo reconhecimento pela crítica, acabou não fazendo sucesso junto ao público.

Coppola começou a trabalhar na produção de seu próximo filme “The Godfather” (1972) pela Paramount Pictures. Lucas então resolveu criar sua própria companhia de cinema a “Lucas Film”.

George Lucas ficara um pouco intimidado com o fracasso de seu primeiro filme. Mas, mesmo assim, resolveu voltar a trabalhar em seu próximo projeto “American Graffiti”. Desta vez Lucas acertou em cheio, trabalhando com jovens talentos como Harrison Ford que era carpinteiro(que depois trabalharia com ele em outros filmes) seu filme faturou cerca de US$50 milhões quando, para ser produzido, precisou de apenas US$780.000. Com este filme ele ganhou o Globo de Ouro e recebeu cinco indicações para o “Academy Award”.

Confiante novamente, Lucas resolveu criar um novo projeto e durante os anos de 1973-74 ele escreveu “Star Wars”, inspirado em um filme do Flash Gordon e “Planeta dos Macacos”e o que poucos sabem é que esta inspiração citada ao público é uma mentira porque eles se inspirou foi no Livro Épico da Índia o Mahabarata que fala sobre naves voadoras que existiram na Índia há mais de 5 mil anos e fala sobre uma guerra nos céu e uma batalha entre as Forças da Luz e as Forças das Trevas (o lado negro da força descrito no filme)  a Batalha entre Semi Deuses e Demonios com suas Vimanas (naves) no Oceano de Leite (VIA LÁTEA) . Em 1975 ele criou mais uma companhia a “Industrial Light and Magic” para produzir efeitos especiais e que foi a responsável por criar todos os efeitos do filme “Star Wars”. Quando finalmente foi lançado em 1977, “Star Wars” remodelou o conceito de “blookbuster” e recebeu sete indicações ao Oscar ganhando todas. ^


De todos os relatos antigos sobre a ocorrência de máquinas voadoras em passado remoto, nenhum se compara com as referências à Índia. Os Vedas, antigos tratados filosóficos e religioso da Índia antiga, estão repletos de narrações sobre essas máquinas voadoras. O termo utilizado é , proveniente do Sânscrito e que significa literalmente objeto celestial (objeto que pode voar nos céus) ou máquina voadora. Um sinônimo da palavra em Sânscrito é ou nau de onde derivou a palavra latina navio, nau ou nave. Desta forma, significa literalmente, nave ou aeronave.
No Rig-Veda, o mais antigo dos textos védicos e a mais antiga escritura conhecida, há uma referência à chegada de Vata ou Vayu o semi-deus do vento.

Olhe a grandeza da carruagem ( ) de Vata,
Irrompendo ela vai,
Como um trovão é seu ruído,
que toca aos céus
e produz uma luz brilhante
(um clarão avermelhado)
num turbilhão de poeira sobre a terra.
--- Rig-Veda

O Mahabharata, o Ramayana e o Srimad-Bhagavatam, que estão entre as Escrituras Sagradas mais reverenciadas da Índia, estão repletos de descrições várias sobre essas aeronaves. São descritas desde naves de transporte individual (para um só passageiro) até estruturas mais complexas compreendendo muitos andares e algumas são descritas como pequenas cidades. Umas, ao se moverem, fazem um barulho de trovão com descarga de fogo e fumaça, enquanto outras aeronaves produzem um som melodioso sem emissão de fogo e gases, e outras ainda são completamente silenciosas.
Um comentário sobre Ayodhya, a capital do reino do Senhor Ramachandra, é reproduzido a seguir:
"As sete maiores cidades do Reino do Senhor Rama, eram conhecidas como 'As sete cidades dos Sábios'. De acordo com os textos antigos indianos, as pessoas tinham máquinas voadoras denominadas . O antigo épico hindu descreve um como uma aeronave circular de duplo-pavimento com janelas circulares e uma cúpula de vidro muito semelhante com as descrições conhecidas de disco voadores ou, ainda, de formatos cilíndricos. Havia pelo menos quatro diferentes tipos de que podiam viajar a velocidade do vento." 4
No Srimad-Bhagavatam entre inúmeras citações encontramos a seguinte passagem:
"Certa vez, enquanto o Rei Citraketu estava viajando no espaço exterior em um brilhante e refulgente aeroplano que lhe foi presenteado pelo Senhor Vishnu . . . " 5
--- Srimad-Bhagavatam Sexto Canto , Parte 3

O Mahabharata descreve o aeroplano pertencente ao malévolo Salva, feito de ferro e que podia viajar a grandes velocidades, pairar, mover-se em qualquer direção em zig-zag, causar a ilusão de ser muitos ou ficar completamente invisível.
Os não se prestavam apenas para o transporte utilitário de passageiros, mas eram utilizadas desde passeios de lazer até o uso militar. Existem descrições de verdadeiras batalhas aéreas envolvendo atacando outros ou destruindo exércitos em terra. A literatura não é somente pródiga em descrições acerca das atividades e usos dessas aeronaves, mas existem textos que explicam minuciosamente os processos de construí-las. Entre esses textos os mais famosos são o Vaimanika-sastra, o Samarangana Sutradhara, o Dronaparva (parte do Mahabharata) e outros. 

O Droanaparva descreve um tipo de feito de ferro, no formato de uma esfera e que podia se mover em todas as direções a grandes velocidades devido a expulsão de um poderoso jato de ar, gerado pela combustão de mercúrio. O Samarangana Sutradhara informa sobre máquinas de ferro de formas aerodinâmicas movidas a mercúrio e que ejetavam uma chama de fogo de barulho ensurdecedor pela parte traseira do veículo.

No Samarangana Sutradhara, diversos tipos de aeronaves são mencionadas com detalhes acerca de seus usos e construções. Nesse tratado, a palavra aparece apenas uma vez. O termo comumente empregado é yantra, que significa máquina. Existem yantras com um aparelho propulsor (motor), dois, quatro e muitos. Os descritos com propulsão a mercúrio, ou outro líquido, são ditos como producentes de ruídos ensurdecedores. Uma observação bastante interessante é feita com respeito aos que usam duas asas e que ejetam chamas de fogo e fumaça ou que apenas ejetam uma forte corrente de ar: esses não podem se mover para trás ! Alguns são descritos como movidos a sons musicais, ou tonalidades melodiosas; esses são muito versáteis e muito velozes, quanto à maneira de voar. Alguns são fabricados de madeira leve e resistente, enquanto outros são feitos de ferro. Há uma distinção entre os usados para deslocamentos de um local para outro em viagens curtas, os utilizados para longas distâncias e aqueles usados para viagens interplanetárias. Essas diferenças fazem-se verificar nos materiais usados e na forma a que são movidos, segundo tipo de viagem a que se destinam.

Os também são associados com o termo laghima, traduzido como anti-gravidade. Nessa associação, algumas máquinas voadoras são impulsionadas por essa energia mental, responsável pela habilidade de levitar dos yogis. O Vaimanika-shastra, descreve esse tipo de aeronave movida a laghima juntamente com o tipo mecânico. Neste tratado, existem vários capítulos dedicados à construção de vários tipos de , mecânicos e movidos a energia sutil.

Notemos que à época em que os desenhos foram feitos, em 1923, estávamos ainda muito distantes da década de 60, quando teve início a exploração espacial moderna em que o projeto Gemini e Apolo usavam cápsulas espaciais de formato cônico para facilitar a reentrada na atmosfera terrestre. O desenho do Shakuna- 6 (abaixo) foi executado pelo mesmo T. K. Ellapal seguindo as mesmas referências de escrituras antigas. Nesse trabalho, vemos um modelo bastante avançado.





Outros textos védicos antigos fazem claras referências às aeronaves do passado. O Kautilya-Astrashastra menciona várias classes de homens de negócio ou tecnocratas, entre eles os kaubhikas "capazes de conduzir aeronaves com muita habilidade". Outro termo significativo é akasha-yodhinah que signica "aquele que pode lutar do céu". No Yuktikalpataru de Bhoja (300 a.C), nos versos 48-50, há uma clara menção aos .
Muitos desses textos eram guardados no maior segredo, pois a tecnologia dos jamais poderia cair em mãos erradas, pois havia o risco de serem utilizadas de forma bastante destrutiva. Quanto às aeronaves de passeio, há descrições de como as classes mais abastadas costumavam sobrevoar as cidades em suas aeronaves e até assistiam apresentações de dança e teatro do alto, no conforto de suas .

Essas aeronaves eram dotadas de conjunto de lentes e espelhos especiais, que criavam a ilusão de que uma única nave parecesse ser um grupo de muitas, de parecerem paradas quando estavam em fuga ou de parecerem estar em movimento quando estivessem paradas. Às vezes podiam desaparecer por completo, saindo do campo de visão de qualquer potencial agressor, simulando truques de invisibilidade.

Antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, sabe-se que especialistas alemães visitavam com freqüência a Índia e o Tibet, sempre a procura de textos relacionados com tecnologias da antiguidade. O mesmo interesse foi despertado em especialistas soviéticos, durante o período da guerra-fria, com finalidades de pesquisar tecnologias referentes aos , não se sabe se para otimizar o programa espacial ou de armamentos bélicos. Curiosamente, cientistas soviéticos descobriram em cavernas do Deserto de Gobi e no Turquestão o que eles mesmos denominaram "instrumentos antigos usados em veículos de navegação cósmica". Os 'instrumentos' são objetos hemiféricos feitos de vidro ou porcelana, tendo um cone em uma extremidade com uma gota de mercúrio dentro.
As partes mais interessantes dos tratados originais relacionados aos não se encontram mais disponíveis. Na verdade sempre foram considerados textos secretos. O que se sabe, contudo, é que existem muitas referências a esses tratados em outros trabalhos que os mencionam; alguns tão antigos quanto os originais, outros como comentários posteriores e mesmos esses , não obstante, são textos igualmente antigos e de reconhecida fidedignidade.

Parece que não há muita novidade, nos tempos atuais. Pelo menos, nada do que não se tenha pensado antes. Assim como o termo nave, que se refere a um objeto de navegação moderno, na verdade provém de um termo igualmente empregado em tempos remotos ( em Sânscrito), não apenas o termo, mas o próprio objeto, como conceito, parece já ter existido. Uma curiosidade, é que na antiguidade, e mesmo agora, a cúpula ou abóbada principal dos Templos na Índia são chamadas de nave ou , da mesma forma que nos Templos e Igrejas modernas, aqui no Ocidente. 
É realmente muito bom olhar para o passado e perceber que muito da tecnologia da qual dispomos hoje parece ter sido, em algum momento, bastante comum. Pelo menos isso nos retira um pouco da vaidade e arrogância por sermos capazes de dominar tecnologias avançadas. Por outro lado, podemos imaginar que a civilização humana parece caminhar em círculos: criando e recriando, descobrindo e redescobrindo, conhecendo e esquecendo as coisas que nos facilite a existência. Isso não significa dizer que não somos realmente criativos, originais. Significa sim, que em todos os momentos em que estivermos diante de desafios, podemos encontrar soluções. As soluções podem ser semelhantes, em essência, mas diferentes nos detalhes; isso porque, estamos sempre diante dos mesmos desafios, dos mesmos obstáculos, não importa se estamos numa situação de utilizarmos nossos poderes intuitivos ou racionais. O que realmente importa é que tenhamos consciência de nossa incrível capacidade de inventar ou construir aquilo que nos sobrevém em sonhos.


"Robert Oppenheimer , pai da bomba atômica moderna, perguntaram a Oppenheimer se sua bomba atômica, que destruiu Hiroshima e Nagasaki, no Japão, tenha sido a primeira do gênero a ser detonada, ele respondeu: “Bem, sim. Pelo menos na história moderna”. Oppenheimer, além de grande cientista, foi um dos maiores conhecedores do épico hinduísta Mahabhárata." 


(O criador da bomba atômica disse isto: Nosso programa atômico foi o primeiro,sem contar as guerras nucleares do passado distante, Oppenheimer era um estudante de livros da Índia antiga, tais como o Mahabharata, Bhagavad Gita.)

[Um pouco sobre Oppenheimer:Em seu primeiro ano como estudante de graduação em Harvard,Oppenheimer foi admitido em pé de pós-graduação em física com base nosseus estudos pessoais. Como estudante, ele nunca teve uma aula de física. Em1933, ele aprendeu sânscrito e conheceu o Indiologista Arthur Ryder, em Berkeley. Ele leu o Gita em sanskrit. Mais tarde, ele desenvolveu um grande interesse em textos antigos da Índia. Depois, ele citou sua visita à Índia comoa coisa mais influente em sua vida. Durante pós-Segunda Guerra Mundial, suas palestras foram considerados algumas das melhores. Para cada teoria que ele explica, sempre dá uma citação do Mahabharata ou Gita. Ele fala sobre Shiva e Krishna, mesmo durante a "Trindade" citou um verso do Mahabharata.Isto não são histórias de ficção. Isto são notas de história. Elas falam de vimanas voando. Vimanas eram veículos reais e a origem da 'Aviões'. Grandes guerras foram descritas nos textos antigos. Armas poderiam literalmente nivelar a terra como um campo de força em movimento. Na Índia antiga, encontramos as palavras certas para medições de comprimento, uma foi descrição da distância de ano-luz e uma outra foi do tamanho de um átomo. Somente uma sociedade que possuía a energia nuclear teria a necessidade de tais palavras. Quando Oppenheimer disse: 'Eu me tornei o destruidor de mundos ", ele estava citando esses livros antigos. Acredite ou não, mas os desertos em um grande número de continentes hoje são o resultado de (pré-históricas) guerras nucleares.Historiador Kisari Mohan Ganguli diz, que os escritos sagrados indianos estão cheios de tais descrições, que soam como uma explosão atômica igual, como as experiências em Hiroshima e Nagasaki. Ele diz que as referências em textos antigos, mencionam carros de combate voando no céu e uso de arma final. Uma antiga batalha é descrita no Drona Parva, uma parte do Mahabharata. "A Passagem fala de combate onde as explosões de armas finais dizimar exércitos inteiros, fazendo com que multidões de guerreiros com cavalos, elefantes e armas acabam sendo levadas como se fossem folhas secas das árvores",


Referências e Créditos

1- Foto originalmente publicada no site www.stevequayle.com
2- Dr. Benjamin B. Olshin, "Mechanical Mythology: Private Descriptions of Flying Machines as Found in m.mEarly Chinese, Korean, Indian, and Other Texts"
3- Kwon Tokkyu, em um texto coreano de 1923
4- D. Hatcher Childress, "Ancient Indian Aircraft Technology Anti-Gravity Handbook"
5- A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, "Srimad-Bhagavatam, Publicado pela BBT - Los Angeles, 1975"
6- Imagens originalmente publicadas no site -- www.atributetohinduism.com






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