quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL JÁ COMEÇOU NO ORIENTE MÉDIO COMO PREVISTA POR VIRGIL ARMSTRONG E ESCRITA POR ACHAD HAAN





por Virgil Armstrong

O que você irá ler aconteceu 54 anos atrás e ainda é história não-documentada. Soube desses fatos a 54 anos, mas somente partilhei essas preciosas lembranças, ocasionalmente, em sessões fechadas de alguns workshops que dei sobre Ufologia. Há aproximadamente dois anos atrás, em Zurique, na Suíça, tomava café da manhã com meu velho amigo, o professor James Hurtak, autor do excelente livro, The Keys of Enoch. Jim e eu somos parceiros e amigos há mais de 20 anos, mas devido aos nossos vários compromissos nos encontramos sempre rápida e ocasionalmente.

Nesta manhã de janeiro de 1997, enquanto tomávamos café, Jim contou-me que a Comunidade Internacional de Inteligência afirmava que Hitler havia sido levado do planeta por um UFO. Jim perguntou-me se eu sabia algo a respeito e respondi-lhe que não. Imediatamente, no entanto, comecei a pensar no assunto. Neste meio tempo, Jim deliberadamente foi atender a um telefonema no quarto e desde então passei a não vê-lo mais com os mesmos olhos. Imediatamente após sua partida, enquanto pensava, conclui: "Meu Deus! A Inteligência está correta", e quando avançarmos neste tema você, provavelmente, também concordará comigo. 
Neste ponto, voltemos no tempo, para as últimas horas da II Guerra Mundial e a rendição de Hitler e do Terceiro Reich. Para começar, Hitler e sua esposa, Eva Braun, não morreram no bunker em Berlim, como afirmado pelas Forças Aliadas. Isto finalmente foi provado pelas radiografias tiradas das arcadas dentárias dos cadáveres. Esta mentira, no entanto, teve seus méritos psicológicos, já que a população mundial precisava ser convencida de que o monstro estava morto. A história que não foi contada sobre o que se seguiu à rendição da Alemanha é vista como uma aventura de James Bond; e ela precisa ser corretamente registrada agora para que não se perca no esquecimento. 

Antes de entramos nos surpreendentes fatos sobre Hitler, o Terceiro Reich e o pós- II Guerra Mundial, vamos fazer uma pausa para analisar esse homem que se chamava Adolf Hitler. Lembro-me claramente de uma palestra que dei Frankfurt, na Alemanha, em 1991, diante de uma platéia de aproximadamente 1600 pessoas. Prossegui, dizendo que de acordo com o calendário e a profecia maia (indígena), Hitler era o último Senhor das Trevas. Cada Senhor das Trevas reinava 52 anos e eles eram nove. (Nove vezes 52 anos é igual a 468 anos). O reinado de Hitler começou em 1935 e terminou em 1987.

 Haverá mais uma grande guerra que será abafada, contida, para não chegar a ser global. Provavelmente ela acontecerá no Oriente Médio, e de forma bem clara ela já está escrita neste exato momento. 

Uma questão paralela às guerras, é que deve-se levar em conta que elas são planejadas mais ou menos 50 anos antes de acontecerem. O objetivo delas é acabar é acabar com os nossos jovens, manter os povos dominados pelo medo e fazer os ricos e poderosos cada vez mais ricos e poderosos. Quem você acha que está por trás da construção e da venda de armamentos para os nossos inimigos? Evidentemente são os super ricos e poderosos, mais conhecidos como os Illuminati. Enquanto o povo é enfraquecido ou dizimado, este grupo continua a prosperar indefinidamente. Por enquanto é só. 

Vamos voltar para Hitler e a saga do pós-guerra, mas antes, discutiremos alguns problemas que o comando aliado enfrentou. Hitler insistentemente gabava-se de Ter uma arma secreta e que com ela venceria a guerra. As forças aliadas não levaram sua ameaça a sério, já que erroneamente pensavam que ele se referia ao foguete V-2, que estavam usando para bombardear as ilhas Britânicas. Certamente os foguetes de longo alcance causaram várias mortes e ferimentos, mas eles também eram extremamente imprecisos, poucas vezes atingindo o alvo designado. Contudo, esta imprecisão, combinada com sua capacidade de destruição, era uma arma psicológica extremamente eficaz. Na verdade, teria sido conveniente batizar a precisão do foguete de "seja o que Deus quiser". 
Somente depois de algum tempo a Inteligência norte-americana descobriu que o motivo de orgulho de Hitler não era infundado pois, realmente, ele estava construindo e testando um novo tipo de aeronave que revolucionaria a aerodinâmica. Esta aeronave decolava e aterrissava na vertical, eliminando a necessidade de usar campos de pouso. Ela fazia imediatamente curvas de 90 graus, em alta velocidade, e era duas ou três vezes mais rápida que o avião mais veloz dos aliados, cuja velocidade máxima estava na ordem de 500 nós ou aproximadamente 600 milhas por hora. Além disso, a rede de espionagem levou a crer que ele construiria um segundo avião mais avançado que o primeiro. Esperava-se que ele atingisse uma velocidade maior que 3000 milhas por hora e que carregasse uma arma a laser que penetraria em até 4 polegadas em qualquer coisa que fosse blindada. Isso tornaria qualquer tipo de arma dos aliados, inclusive navios e veículos blindados (tanques), total-mente vulneráveis. Também descobriram que Hitler estava projetando um terceiro avião muito mais poderoso que os dois anteriores. Ele seria capaz de atingir mais de 8000 milhas por hora e, como os outros, realizaria pousos e decolagens verticais. 
Uma rápida análise desta informação levou à conclusão que Hitler venceria a guerra em, mais ou menos, dois meses, se não fosse impedido a todo custo. Infelizmente, o que aconteceu foi a total destruição da Alemanha pelos bombardeios aéreos que objetivaram destruir todos os recursos de que Hitler dispunha, isto é, ruas, estradas, pontes, armazéns (a maioria das cidades), campos de petróleo, fábricas de rolamento, etc. este foi um ato desesperado para impedir que o Terceiro Reich e Hiltler vencessem a guerra. Embora tudo tivesse sido feito para salvar a humanidade de um terrível futuro, continuo a lamentar quando ouço relatos sobre o sofrimento vivido pela população ou quando vejo as ruínas propositadamente deixadas no local, para que o mundo, da mesma forma que os alemães, não se esqueça dos horrores da guerra. 

Sobre a rendição do Terceiro Reich, Hitler e seu grupo de especialistas, composto da SS e outros, realizaram uma imediata retirada estratégica e os preparativos para a continuidade do Terceiro Reich e outra época e lugar. Isto acabou acontecendo na terra da RAINHA MAUD, na Antártica. Os veículos usados para a fuga eram os fantásticos submarinos onda os UFOs desmontados foram guardados, e que às vezes chamados de Haunebu n°1, 2 e 3. O terceiro estava em fase de projeto. 

Os submarinos, com seu corpo de elite, passaram seis meses no mar, tendo como meta chegar à Argentina e à Antártica. As forças aliadas sabiam da fuga e partiram em sua busca para destruí-los, mas encontraram os submarinos somente uma vez. Neste momento os avião das forças aliadas foi destruído. 

Daí por diante, os submarinos passavam um tempo considerável na superfície, habilmente disfarçados de navios. Contudo, temendo ser destruídos ou capturados, os submarinos tiveram de passar a maior parte do tempo submersos. Esta experiência limite só pode ser vista como uma odisséia marítima. Finalmente os submarinos chegaram na Argentina, onde foram recebidos com todas as honras. Foi quando Hitler e Eva desembarcaram e passaram o resto de suas vidas em Buenos Aires. 

Embora a Inteligência Internacional os tivesse localizado, achou melhor que eles vivessem em paz e no anonimato em vez de reacender a ira e o rancor da população mundial, especialmente na Europa e na América. Apesar de ser um agente da Inteligência, tendo trabalhado nove anos na CIA e feito parte dez anos do corpo de elite dos Boinas Verdes (Green Berets) ou Special Forces, eu não tinha provas.
Ela disse que se chamava Julie Monteverio, que tinha morado na Argentina e que era filha de um ex-chefe do Serviço Secreto que cuidava de toda a segurança interna da Argentina. Disse-me que ela e seu pai, um dia, almoçavam em um dos vários restaurantes ao ar livre e que ele, repentinamente, disse-lhe: "Julie, você está vendo aquele homem ali, lendo o jornal?" Ela respondeu, "Sim, papa", e que ele disse que este homem era muito importante, que seu nome era Adolf Hitler e que a mulher sentada ao seu lado era sua esposa, Eva Braun. Não preciso dizer que fiquei muito feliz ao obter a confirmação de que Hitler estava vivo e morando na Argentina. Nesta época ele estava com 80 anos. Supõe-se que ele viveu até os 98 anos de idade. 

Isto nos leva de volta a referência feita pelo professor Hurtak, de que Hitler havia sido levado do planeta por um UFO. Sem dúvida, esta história é verdadeira e tenho certeza de que seu copo foi sepultado com o de Eva Braun, com todas as honrarias, no novo Terceiro Reich que, devido à transformação espiritual que sofreu pelos filhos dos antigos membros do Terceiro Reich, agora é chamado de Quarto Reich. 
Esta é um interessante faceta da evolução do Terceiro Reich na Antártica. Apesar dos membros mais antigos terem sido certamente mais hostis e que objetivassem dominar o mundo, progressiva e inexplicavelmente, seu ponto de vista sobre o seu papel no mundo começou a mudar, tornando-se mais benevolente. Sem sombra de dúvida, suas habilidades eram impressionantes e eles eram a terceira mais poderosa força que pairava sobre o horizonte do mundo. É questionável se os corações e mentes da aristocracia alemã do Terceiro Reich se abrandaram. Provavelmente quando eles morria e eram substituídos por seus descendentes, estivesse determinado que esta extraordinária força seria usada para o bem da humanidade, ao invés de destruir e dominar. Foi excelente para o mundo que esse novo escalão e seus líderes tenham escolhido ser altruístas, protetores do nosso planeta e sua sobrevivência; caso contrário poderíamos muito bem deparar-nos com a extinção nas mãos das facções adversárias, como os EUA com seu conhecimento extraterrestre e sua tecnologia, diante dos inimigos do Quarto Reich. 

Não duvide, nem por um instante, que a impressionante capacidade do novo, ou Quarto Reich existe. Um exemplo disto é um incidente que ocorreu logo após o fim da II Guerra Mundial. Os poderosos do mundo sabiam que os remanescentes do Terceiro Reich haviam se refugiado na Antártica., representando uma certa ameaça para a paz e estabilidade mundial. Conscientes disso, os Estados Unidos foram designados pelos poderes internacionais para erradicar esta terrível ameaça. A América assumiu essa responsabilidade e convocou o aposentado Comandante Richard Byrd para comandar o plano da Força Expedicionária, para erradicar o Terceiro Reich, derrotando assim esta ameaça em potencial. (O Comandante Byrd era a opção mais lógica, devido à sua grande experiência no Pólo Norte, cujo formação geológica e o meio ambiente são similares aos da Antártica). 
Os poderosos deram ao Comandante @yrd totais e inquestionáveis recursos e o período de oito meses para terminar o serviço. Infelizmente, mas agora agradeço a Deuq, ele não obteve sucesso. Ao invés de trabalhar oito meses, foi derrotado pela tecnologia avançada e aterradora, o que resultou na retirada de suas tropas em somente duas semanas. A tecnologia superior do Quarto Reich era tão avançada que as tropas de Byrd foram totalmente inúteis e ineficazes. 

Para exemplificar, recursos psicotrônicos eram usados contra as tropas que avançavam,"tornando-as incapazes, ou se elas persistiam apesar da dor, o cérebro dos soldados era totalmente destruído. Um avião deu de cara com uma barreira eletromagnética. Com o impacto, os aviões e a tripulação foram completamente destruídos. (Esses relatórios posteriormente vazaram). Isto foi em 1947. 

Cinqüenta anos se passaram e só nos resta imaginar o terrível poder que eles têm agora. 

Os Protocolos dos Sábios de Sião "Протоколы Сионских мудрецов" ou "Сионские Протоколы"(Todas as crises econômicas mundias foram planejadas com antecedência)


“Os Protocolos dos Sábios de Sião” foram publicados em 1897, e tornados públicos em 1905 (antes da Primeira Guerra). Escritos, provavelmente por um só homem. Existem fontes que garantem ter sido o judeu Achad Haam – codnome de Ascher Ginzberg – quem os escreveu.


Capítulo 11 - Um plano para um governo mundial


Weishaupt morreu em 1830 com a idade de 82 anos. Em 1834, Giuseppe Mazzini, tornou o encargo da direção da ordem dos Iluminados da Baviera até sua morte em 1872.

Durante sua presidência nessa ordem, ele correspondeu-se com o satanista Albert Pike, "Grão-mestre Soberano do Antigo e Honroso Rito Escocês dos franco-maçons" na jurisdição do sul dos Estados Unidos e futuro fundador da "Ku Klux Klan".

Pike foi nomeado por Mazzini, dirigente das operações para os Iluminados da Baviera nos Estados Unidos. Todos os dois colaboraram enquanto Iluminados de alto nível. Pike encarregou-se dos aspectos teosóficos das operações; Mazzini, daqueles que estavam ligados com a polícia. Quando as lojas franco-maçônicas do Grande Oriente foram descreditadas após as atividades revolucionárias de Mazzini na Europa, este apresentou um plano genial a Pike.

Eis aqui um trecho da carta que Mazzini escreveu a Pike em 22 de janeiro de 1870: Nós devemos permitir a todos os agrupamentos a continuar a exercer como o fizeram até o presente, seus sistemas, suas organizações centrais, sua maneira de corresponder-se entre os graus elevados do mesmo ritual, mantendo sua forma de organização atual. Mas ser-nos-á necessário criar um super-ritual, que deverá manter-se desconhecido e será constituído somente de maçons de alto grau que nós mesmos escolheremos. Esses homens devem ser colocados em absoluto segredo com relação aos irmãos. Esse rito supremo permitir-nos-á reger a franco-maçonaria em seu conjunto, que se tornará ainda mais poderosa, uma vez que ignorará quem é o cabeça. (Lady Queensborough: Occult Theocracy e Gary Allen: Die Insider).

Trata-se provavelmente da elite do 33.º grau do Rito Escocês. A ideologia desse grau é tratada no capítulo que se segue. 

Numa carta de 15 de agosto de 1871, Pike apresentou a Mazzini, dirigente dos Iluminados, um plano grosseiramente traçado, visando a conquistar o mundo, por meio de três guerras mundiais, para erigir a "Nova Ordem Mundial".

A Primeira Guerra Mundial seria colocada em cena para que os Iluminados da Baviera tivessem um controle direto sobre a Rússia dos czares. Em seguida, para que a Rússia pudesse ser utilizada como a "Besta Negra", que serviria aos desígnios dos Iluminados da Baviera em escala mundial.

A Segunda Guerra Mundial seria criada inteiramente manipulando-se as opiniões divergentes que reinavam entre os nacionalistas alemães e os sionistas politicamente engajados. Isso levaria a Rússia a ampliar sua zona de influência e causaria a criação do Estado de Israel na Palestina.

O plano para a Terceira Guerra Mundial seria baseado nas divergências de opiniões que os Iluminados criariam entre os sionistas e os árabes. Programar-se-ia uma extensão do conflito em uma escala mundial.

Uma parte da Terceira Guerra consistiria em confrontar nihilistas e ateus para provocar uma desordem social, que se iniciaria, logo após confrontos de uma brutalidade e de uma bestialidade jamais vistas. Após o cristianismo e o ateísmo serem reduzidos a nada, seria apresentado aos seres humanos a verdadeira "doutrina luciferiana", o que permitiria matar dois coelhos com um só golpe [43].

OBSERVAÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL:
Ao apresentar a Rússia como a "Besta Negra", obriga-se as nações ocidentais a aprovar as alianças supranacionais as quais elas não teriam jamais se concluído por si mesma (OTAN, ONU). Além disso, o império russo, tido como inimigo do mundo, faz florescer um proveito para os banqueiros internacionais.

Evidentemente, nós teremos todo outro cenário com relação à Segunda Guerra Mundial, bem diferente do que nos foi ensinado nos livros escolares.


Capítulo 19 - Como colocar em cena uma Guerra Mundial?

A aliança dos estados alemães sob Bismarck perturbou "o equilíbrio de forças" que existia há mais de dois séculos na Europa. Até 1871, a Inglaterra havia reinado sobre o continente europeu; essa supremacia tinha sido muitas vezes ameaçada pela Espanha e pela França, mas a Inglaterra sempre saíra vitoriosa. Os alemães, que se tornaram mais poderosos pela aquisição de colônias e também pela extensão de sua força militar, representavam uma grande ameaça econômica e militar para os Illuminati e também para a Inglaterra e sua supremacia na Europa.

Para remediar isso, os banqueiros internacionais que estavam excluídos nessa época, do desenvolvimento econômico da Alemanha, procuraram por todos os meios possíveis frear sua decolagem e controlá-la. Entre 1894 e 1907, foram assinados tratados e mais tratados para que a Rússia, a França, a Inglaterra e outras nações se unissem em caso de guerra contra a Alemanha [57].

Além do mais, a tarefa do "Comitê dos 300" era de começar os preparativos cênicos para a Primeira Guerra Mundial. Uma organização do "front" surgiu do grupo da "Round Table", O "RIIA" (Royal Insttute for Internacional Affairs = Instituto Real para os Negócios Internacionais) [57a]. O RIIA, conhecido também pelo nome de Chatham-House, tinha como seus membros fundadores, entre outros, Albert Lord Grey, o escrivão H. G. Wells, Lord Tovnbee, a eminência parda do MI 6, Lord Alfred Milner, o dirigente da Round Table H. J. Mackinder, o inventor da geopolítica.

O RIIA foi nomeado pelo "Comitê dos 300" para estudar com detalhes a encenação dessa guerra. Foram pessoalmente encarregados Lord Northcliff, Lord Rothmere, todos os dois, membros do "Comitê dos 300", e Arnold Toynbee do MI 6. Esse trabalho foi levado à "Wellington House", onde se desenrolaram as sessões de brainstorming: desenvolviam-se aí as técnicas que deveriam modificar a opinião do povo e levá-lo a fazer a guerra. "Especialistas" americanos tais como Edward Bernays e Waiter Lippman eram dessa área. Lord Rothmere servia-se do jornal que ele editava para testar suas técnicas de "social conditioning" sobre o povo. No fim de um período de teste de seis meses, eles verificaram que 87% do público tinha formado uma opinião a partir do jornal, sem manifestar reflexão ou crítica pessoal. Era isso que eles queriam. Pouco depois, eles submeteram a classe operária inglesa com técnicas de propaganda refinadas. Seu propósito era convencer esses operários a enviar milhares de seus filhos para a morte [57b].

Do lado americano, o presidente Theodore Roosevelt (26º presidente) dizia em seu programa eleitoral de 1912: “Por detrás do governo visível encontra-se um governo invisível que não deve fidelidade ao povo e não reconhece nenhuma responsabilidade. Aniquilar esse governo invisível, destruir a ligação ímpia que liga os negócios corrompidos com a política, ela mesma corrompida, tal é o dever do homem de Estado". Dieter Rúggeberg: Gehcimpoli:ik [58].





Dos 24 protocolos, resumi doze.

A tradução do inglês, afasta-se, talvez, um pouco do texto original, mas o conteúdo ficou fiel. A compilação completa dos protocolos descreve a situação atual do nosso mundo.

1. O controle da Emissão de Dinheiro 

[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim

[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]

[...] crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.
Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.

As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]

Observação sobre a situação atual:

As dívidas dos Estados, dos Länder e das comunidades na Alemanha somavam em 1992 a totalidade de 1.300 bilhões de marcos alemães.

2. O controle da imprensa

[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:
Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...] 
Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência.

[...]

[...] Nenhuma informação será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências.
Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...]

[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição. [...]

[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete sua própria Opinião 
 nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião  ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]

Observação sobre a situação atual:

Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR”, todos os dois estreitamente ligados (explicarei mais adiante o que são essas organizações).

3. A extensão do poder

[...] Seremos para o público, o amigo de todos. 
[...] Nós apoiaremos a todos, anarquistas, comunistas, fascistas [...] e particularmente os operários. Ganharemos sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, um instrumento muito útil. [...] 





4. O controle da fé

[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [...]
[
...] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos. [...]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos


[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levá-los a certo nível de confusão. [...]

[...] A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]

[...] assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). [...] 

6. A aspiração ao luxo

[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos de sorte que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos. [...]

[...] Eles estarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]

7. A política utilizada como instrumento


[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo seu aspecto político.

[...]

[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]

[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos marionetes, nossos escravos, que é o povo. [...]

[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com sua participação nas reuniões e com sua adesão às associações. [...]

[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família e seu poder educativo. Impediremos também o surgimento de personalidades independentes. [...]
[
...] É suficiente deixar um povo governar a si mesmo durante certo tempo (a democracia) para que ele se transforme numa população rica em caos. [...]
[
...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde seu nascimento, foi educado para tornar-se um soberano independente tem a compreensão da política. [...]

[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens dos quais necessitamos, será facilitado por nosso modo de tocar sempre o lado mais sensível da natureza humana, isto é, a cupidez, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]

8. O controle da alimentação

[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [...]

[...] Agiremos sobre as massas pela falta, a inveja e o ódio que disso resulta. [...]

[..] Mas todo proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode viver em autarquia. É a razão pela qual é preciso, a todo preço privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais, [...] encher de dívidas os seus proprietários. [...]

9. O papel da guerra

[...] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar de seu poder. É preciso fomentarmos as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]



[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem nos enfrentar, é preciso responder a eles com uma guerra mundial. [...] 

10. O controle por meio da educação

[...] Não incitaremos os gojim a obter uma aplicação prática de sua observação imparcial da história mas os convidaremos para que tenham reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]
[...] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]


[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]

[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]

Comentário: Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dizem aquilo que eles querem que saibais!).

11. O controle das lojas franco-maçônicas

[...] Criaremos em todos os países da Terra lojas franco-maçônicas, nós as multiplicaremos e atrairemos as personalidades que se destacam. [...]

[...] Colocaremos todas essas lojas sob o domínio de nossa administraçao central que somente nós conhecemos e que os outros ignoram completamente. 

[...] Quem ou o que é que pode vencer um poder invisível? Eis aí onde se encontra o nosso poder. A franco-maçonaria não judia nos serve de cobertura sem o saber.
Mas o plano de ação de nosso poder continua sendo um segredo para todo o povo e mesmo para o restante da confraria. [...]

12. A morte 

[...] A morte é o fim inevitável para todos, por conseqüência, é preferível conduzir para ela todos os que são obstáculo para “nós”.
Após ter elaborado esse projeto para dominar o mundo (a “Nova Ordem Mundial” = “Novus Ordo Seclorum”), o banco Rothschild teria encarregado o judeu bávaro Adam Weishaupt de fundar a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviéra”.

Por: Jan Van Helsing


"Quando tudo começou, o céu era aqui na terra. O globo terrestre era o lugar onde
a presença divina queria ficar-mais do que em mundos espiritualmente evoluídos.
Os homens, porém, expulsaram a presença divina de suas casas através de uma árvore da sabedoria,
de um homem que matou o próprio irmão, de todas as coisas ruins que faziam uns aos outros...

Como foram os homens que baniram a presença divina, só os próprios homens
podem trazê-la de volta. E isso começou com Abraão, que proclamou a unidade do mundo como um todo.

E termina conosco; sim, com todos nós. Nossa geração trará o Céu de volta à Terra."


Rabino Menachem Mendel Schneerson, memórias
(Den Himmel auf die Erde bringen [Trazendo o céu à terra], p.21)

Texto extraído do livro "Governo Oculto do Mundo"-De Wulfing von Rohr
Ed. Madras, p.11, edição 2002

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