sexta-feira, 24 de julho de 2015

O QUE É A POLÍTICA? E PORQUE RESOLVI ME INTROMETER NA POLÍTICA AQUI NO MEU BLOG PESSOAL





O mundo da política é basicamente do nível instintivo. Ele pertence à lei da selva: a força é o certo. E as pessoas que se interessam pela política são as mais medíocres e um belo exemplo disto que estou falando foi a votação pelo Impeachment dos deputados Brasileiros que o mundo todo assistiu pela Tv e ficou espantado com o nível intelectual deles. A política não requer outra qualificação a não ser uma, a saber: um profundo sentimento de inferioridade.

A política pode ser reduzida a quase uma máxima matemática:

Política significa sede de poder.

Friederich Nietzsche chegou a escrever um livro, Vontade de Potência. Trata-se um livro muito significativo porque o desejo de poder se expressa de muitas maneiras. Então você tem que entender como política não só a política que é conhecida por esse nome. Sempre que alguém tenta obter algum poder, é política. Não importa se essa esteja relacionada ao estado, ao governo, ao assunto que for...


Eu indico este livro para o ex Presidente Fernando Henrique Cardoso e para os dois últimos candidatos do PSDB que foram derrotados nas duas últimas eleições presidenciais e espero que isto resolva o problema psiquiátrico ou psicológico que eles estão enfrentando e de forma irresponsável envenenando a cabeça de milhões de brasileiros e causando toda esta crise política que nós estamos passando hoje.



Agora eu vou postar uma imagem que responde porque resolvi me intrometer na política aqui no meu blog pessoal .



A mim parece-me bem. Privatize-se Machu Picchu, privatize-se Chan Chan, privatize-se a Capela Sistina, privatize-se o Pártenon, privatize-se o Nuno Gonçalves, privatize-se a Catedral de Chartres, privatize-se o Descimento da Cruz, de Antonio da Crestalcore, privatize-se o Pórtico da Glória de Santiago de Compostela, privatize-se a Cordilheira dos Andes, privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E, finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo… E, já agora, privatize-se também a p que os pariu a todos.”


José de Sousa Saramago foi um escritor, argumentista, teatrólogo, ensaísta, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português. Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998.





Privatizaram a Vale e agora o Rio Doce não existe mais. 


A parábola do pecado original revelado na Bíblia encontra seu verdadeiro significado e uma relação evidente com a hipótese atômica e o receio ancestral, universal, milenar da fusão de metais e mais particularmente do ferro.O ferro sempre foi considerado um “metal maldito” o metal do Diabo e do vulcão. Todos os textos antigos, os Vedas, o Talmude, a Bíblia, os cronistas Hesíodo, Lucrécio, as tradições egípcias, romanas, chamam-lhe o metal vil e pernicioso, e a sua fusão é considerada como arma diabólica.
Outrora, os operários que trabalhavam eram renegados para o último escalão da humanidade, e ainda nos nossos dias, os Haddades, do Saara, últimos astesãos-ferreiros cuja técnica remontaria 6000 antes de Cristo formam uma casta a parte, desprezada pelos outros nômades que vivem acampamentos afastados.         
Acontece o mesmo com os ciganos que praticam a fusão. No entanto, excetuando o ar, a terra e o fogo, é o ferro o guia das civilizações, entes do ouro, do trigo, do tecido, e talvez da madeira. Nada do que constitui o orgulho dos sábios poderia existir sem ele: nem a eletricidade, nem o avião, nem o transatlântico, nem o ônibus espacial, nem a bomba atômica, nem as centrais de energia, nem as oficinas. Pode dizer-se, na formula estabelecida pela nossa civilização, o ferro se identifica com a ciência. Então como pode se explicar a universal maldição que o atacou sempre e em toda a parte senão pelo fato de um cataclismo que ele foi responsável?

Os próprios homens pré-históricos fugiam das regiões com minério ferroso, como possuídos de pânico, e fixavam-se sobre boa terra mãe, argilosa e calcária. Ora o homem pré-histórico - homo sapiens - se tivesse esse receio, se estivesse embrutecido, deteriorado... , se tinha descido na escala evolutiva, não teria sido após um cataclismo ou de um acidente a que o ferro estivesse associado?

Quando eu vejo as seis famílias (toda a mídia aqui do Brasil) tentando convencer o povo brasileiro de que ele é incompetente e que todos são corruptos e que devemos privatizar todo o o patrimônio público e vender todas as riquezas de nosso subsolo para os estrangeiros que os financiam para formarem este tipo de opinião eu não posso ficar parado observando e tenho que me tornar medíocre como eles e também me intrometer na politica para o bem das futuras gerações deste país.
Aparentemente, os nazistas entenderam isto, e todos perceberam que os ''banqueiros'' que os mantiveram na Segunda Guerra Mundial é que tinham o poder REAL. Eles compreenderam que o poder econômico é quem dita o poder político, mesmo num país supostamente democrático onde este poder financeiro pode comprar o poder político daqueles que estão muito mais interessados nos confortos físicos imediatos e no status econômico do que no destino a longo prazo de seu país. Os nazistas não poderiam Ter feito o que fizeram sem a ajuda destes traidores ''internos''
         
A TELEVISÃO Á CAPAZ DE:

(captar) no sistema nervoso do globo – as correntes telúricas  - uma energia capaz, em certa medida, de condicionar o comportamento humano.

É exatamente o que, nos nossos dias, se passa com a televisão, que modela, conforme o arquétipo de cada nação, o comportamento psicológico dos telespectadores.

Eles estão agora forjando este sentimento de violência e anarquia quase todas as noites nos filmes da tv e diariamente nas manchetes dos jornais (é so ver as paginas policiais) Quando a opinião pública for dobrada, quando ficar subjugada por esta ideia, eles espalharam aos quatro ventos grupos armados, mas em verdade bodes expiatórios, massas de pancadaria.


Eles planejaram todas estas situações maquiavélicas, face a todas essas manobras de subjugação da humanidade o horror acima descrito aparece e é cotidiano. Só é cego quem não quer ver. E o que se esconde atrás dessa CIA, aquela minoria nefasta, hipnotizadora, terrível, cruel e prepotente? Por outro lado, que os filmes de cinema e das TVs ultimamente só estejam incrementando a violência, é um fato inegável. É por isso também que a violência externa ou do mundo aumenta sem cessar. A escola viva dentro do próprio lar, a TV, o fundamenta. Não há um dia uma noite, uma tarde, que não passe um filme de mortes e assassinatos. Dos jornais e revistas e livros sensacionalistas sobre o crime e os maus tratos então nem se fala. 

Trecho do Livro A Grande Conspiração Universal de Ernesto Bonno 



A televisão é um exemplo de imitação Arcontica.

  Os seres humanos são imitados na televisão, mas a imitação é alterada e é quase sempre obsceno e blasfemo. Estão com inveja do mundo natural e as relações que os seres humanos têm com o mundo natural.




Os mais vis criminosos tornam-se muitas vezes recebedores de atenções, como se houvessem alcançado invejável distinção. Dá –se grande publicidade a seus crimes. A imprensa publica as minúcias revoltantes do vício, iniciando desta maneira outros a pratica da fraude, roubo e assassínio, os tribunais de justiça estão corrompidos; governantes são movidos pelo desejo de ganho e amor aos prazeres sensuais. A intemperança obscureceu a muitos, de modo que o espírito maligno exerce sobre eles quase completo domínio. Os juristas se acham pervertidos, subordinados seduzidos. Embriagues e orgia, desonestidade de toda a sorte, estão representadas entre os que administram as leis. Tal como em épocas passadas, ele o espírito maligno esta operando através muitas Lojas Macônicas, Igrejas Evangélicas e Católicas a fim de favorecer seus desígnios. 

Trecho do Livro de Ellen White 

                  

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