quarta-feira, 22 de julho de 2015

BOA TARDE LEITORES E ATUALIZANDO SÃO 17:35 EM PORTO ALEGRE NESTA QUARTA FEIRA 22/07/2015 (TENTARAM JOGAR NO LIXO TRÊS DOS MEUS ARQUIVOS MAIS IMPORTANTES E FORAM MAL SUCEDIDOS)



Eu não acredito em coincidências e estou sendo hostilizado e perseguido neste últimos meses e até mesmo na minha casa eles vieram e reviraram as minhas coisas sem nenhuma autorização judicial e se aproveitaram enquanto eu não estava em casa e três dos meus arquivos mais importantes estavam em um saco de lixo e por sorte ou por iluminação eu consegui resgata-los antes que fossem recolhidos pelo caminhão do lixo... e agora eu vou expor aqui para vocês o que as forças ocultas estavam querendo esconder ou jogar no lixo para que eu não divulgasse isto nas redes sociais.... são arquivos muito importantes que falam sobre os ARQUIVOS SECRETOS DO VATICANO falam sobre a MAÇONARIA E O GOLPE MILITAR DE 1964 e o mais importante de todos fala sobre o Médico assassino Josef Mengele e toda a sua trajetória na América do Sul e principalmente aqui no Brasil onde ele deu continuidade as suas experiencias médicas com cobaias humanas e onde ele era protegido pelos militares e pela Igreja ... LEIAM 

  OS ARQUIVOS SECRETOS DO VATICANO


Temos a nítida sensação de que nos encontramos, todos nós, diante de um inaudito explosivo em potencial, que deve ser obrigatoriamente levado a conhecimento das mais altas autoridades. – Carta reservada de Angelo Caloia, presidente do conselho de superintendência de IOR, ao secretário de Estado, Cardeal Angelo Sodano.

As finanças do Vaticano pareciam uma história concluída com os escândalos da década de 80. Com Marcinkus, Sindona e Calvi. Mas tudo recomeça. Depois da saída de Marcinkus do Banco do Papa, tem inicio um novo e sofisticadíssimo sistema de contas em código, nas quais transitam centenas de bilhões de liras. O artífice é monsenhor Donato de Bonis. Contas em nome de banqueiros, empresários, investidores do setor imobiliário, políticos ainda hoje de alto escalão como Omíssis, codinome que remete a Giulio Andreotti.

Títulos de Estado para lavar dinheiro sujo. O dinheiro dos esquemas de corrupção( o maxiesquema Enimont) passou pelo Banco do Vaticano e até o dinheiro deixado pelos fiéis para as missas foi transferido para contas pessoais, por meio de habilíssimas alquimias financeiras.

Em um trecho intrigante e envolvente a partir do acesso a um arquivo secreto, o autor revela detalhes sobre os escândalos financeiros e políticos da maior instituição religiosa do mundo.

leiam a matéria completa no link abaixo

http://www.rodrigoenok.blog.br/2012/12/os-arquivos-secretos-do-vaticano-trecho.html

JOSEF MENGELE NO BRASIL

O médico se amparava na fortuna do pai – multiplicada durante o nazismo graças a mecanização da agricultura e depois na reconstrução do país. Para ajuda-lo, Karl entrou em contato com Jorge Antonio, braço direito de Perón e homem de confiança dos alemães no Rio da Prata. Argentino de origem Síria, el Turco enriqueceu noa anos de 1950 usando seus vínculos com o poder, a ponto de se tornar presidente da filial argentina da Mercedez Benz e sócio de dezenas de outras empresas.

A Mercedes ajudou vários nazistas, a exemplo de Eichman. Mengele, porém não precisou de emprego. Criou suas próprias empresas com o dinheiro paterno. Os investimentos foram feitos por meio do empresário alemão radicado na Argentina Roberto Mertig, dono da fábrica de fogões Orbis. Uma das firmas que ele montou foi a Tameba (sigla em espanhol de Oficinas Metalúrgicas de Buenos Aires). “Ele fabricava hastes de torneira e vendia para Eichmann, que nessa época, trabalhava na industria de sanitários FV, do alemão Franz Viegener”.

O Carrasco levava uma vida social regular na capitalo do Tango(onde esta curiosamente, a maior comunidade judia da América Latina. A ponto de fazer parte de um grupo que jogava Bridge no qual havia judeus, relata Gerald Astor em Mengele OUltimo Nazista. Ele se sentia tranqüilo sabendo que havia uma rede de proteção no Estado. E ela continuou mesmo após o golpe contra Perón, em 1955, afirma Sergio Widder, diretor do Centro Simon Wiesenthal.

Em 1956, um novo negócio, o laboratório Fradofarm(fábrica de drogas farmacêuticas). E voltou a ser Josef Mengele. Na embaixada alemã, deu o nome e endereço e pedou uma cópia da certidão de nascimento. Com ela, obteve uma cédula de identidade argentina.

O nazista saiu do armário(teve até o nome na lista telefônica) para garantir sua participação na herança da família. A essa altura, seu pai estava á beira da morte e ele precisava recuperar seu nome. ‘Se continuasse como Helmut Gregor, não receberia nada. Assim o segundo passo foi retomar a identidade”Diz De Nápoli. O seguinte seria se casar com a viúva do irmão mais novo, Kal Jr.

LEIM A MATÉRIA COMPLETA NO LINK ABAIXO

http://www.rodrigoenok.blog.br/2009/09/joseph-mengele-o-anjo-da-morte.html

A Maioria dos maçons apoiou inicialmente o golpe militar de 1964, por consciência que parte da população tinha perante o estado político do Brasil que era de caos. Cabe saber que esse caos foi um discurso criado pela classe dominante, uma nova Doutrina de Segurança Nacional. Por meio deste, estimulou-se a formação continua dos agentes sócio - políticos que a partir de então incumbem-se de engendrar o caos econômico político social – que não existia – só na cabeça da população. Foi uma manipulação ideológica para dar abertura a realização do golpe com apoio populacional. Nesta fase de argumentações, optou-se por abordar “a concretização da elite orgânica” devido a sua extrema importância. A “elite orgânica”, ou seja, associados que formaram um contexto político – militares, intelectuais orgânicos de interesses econômicos multinacionais – era representada, principalmente pelo IPES(centro estratégico, voltado para algo mais secreto) e pelo IBAD(unidade tática um pouco mais aberta se comparada com o primeiro). A “elite orgânica” possuía muitos maçons em seus quadros e tinha como objetivo agir contra o governo nacional reformista de João Goulart e apresentava em, sua base, estudos técnico – empresariais com fundamentações políticas liberais, portanto eram contra as reformas propostas pelo presidente. A elite orgânica passou a existir no Rio de Janeiro e em São Paulo, efetivamente, em 29 de novembro de 1961, na renúncia de Jânio Quadros, tornando-se ma rede nacional de militantes grupos de ação de diferentes backgrounds ideológicos. A elite unia-se por suas relações econômicas multinacionais e associadas, pelo posicionamento anticomunista e pela ambição de readequar e reformar o Estado. A suposta ameaça comunista era uma farsa e muitos criminosos de guerra nazistas foram recrutados pela CIA e foram usados para torturar presos políticos aqui no Brasil e em outros países como Bolívia e França.

http://www.rodrigoenok.blog.br/2009/06/elite-organica-maconaria-x-classe.html


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