Google+ Badge

terça-feira, 28 de julho de 2015

GOVERNO GOLPISTA DO BRASIL QUER ENTREGAR PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO PARA OS ESTRANGEIROS QUE PATROCINARAM O GOLPE DE ESTADO





O Ministério de Minas e Energia estuda a possibilidade de participação de empresas estrangeiras na construção de futuras usinas nucleares no Brasil. Segundo o órgão, a alternativa será viável se for comprovado o benefício aos consumidores, com preços aderentes ao mercado e respeito à regulação. Além disso, as formas de viabilização da expansão da fonte nuclear estão sendo avaliadas sob diversos aspectos, como econômicos e ambientais.
Para o vice-presidente da americana Westinghouse para a América Latina, Carlos Leipner, a proposta em estudo é interessante. Segundo ele, é preciso criar um modelo de negócio em que uma empresa fique responsável por todo o projeto 
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/traira-vai-entregar-a-ge-o-programa-nuclear

O principal alvo da operação, nomeada Radioatividade, foi o vice-almirante da Marinha Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente licenciado da Eletronuclear, preso em casa pela manhã. Além dele, mais duas pessoas foram presas temporariamente, entre elas Flávio David Barra, executivo da Andrade Gutierrez.

(Minha Opinião) O Almirante que foi preso pela Policia Federal foi quem desenvolveu o projeto Ultra Secreto do combustível do submarino nuclear brasileiro e nesta mesma época o Brasil sofreu sanções do Clube Atômico liderado pelos EUA para que relatasse a ONU o método que seria usado que era de baixo custo e inovador e acredito que este assunto deve ser tratado pelos militares porque isto diz respeito a segurança nacional e ao Ministério da Defesa e não podem vazar informações para os estrangeiros porque compromete a Segurança Nacional e se tiverem que prender ele mandem para uma prisão militar. 

O Projeto do Almirante despertou a cobiça internacional e deve ser tratado como assunto de segurança nacional.   

Eu acredito quem tem ligação com a CIA e com a ONU a prisão deste Almirante e este assunto deve ser tratado pelos militares para que não comprometa a segurança nacional e não vazem informações para as nações concorrentes.  


         
Silva se afastou do cargo em 29 de abril, após ser citado na Lava Jato por possíveis irregularidades em contratos para a construção da usina nuclear Angra 3. Desde então, o diretor de operação da empresa, Pedro Figueiredo, assumiu interinamente a presidência.

De acordo com a PF e o MPF, a investigação apura irregularidades em contratos firmados entre várias das empresas citadas na Lava Jato com a Eletronuclear. Silva é acusado de ter recebido R$ 4,5 milhões em propina apenas em contratos firmados entre a estatal e as empreiteiras Engevix e Andrade Gutierrez entre 2009 e 2014.

Além disso, Silva participaria de um esquema que funcionava de forma similar ao que atingiu a Petrobras, por meio de licitações combinadas. A investigação se baseou na delação premiada de Dalton Avancini, ex-presidente da Camargo Corrêa e um dos primeiros empreiteiros condenados na Lava Jato, e teria sido confirmada pelo MPF e pela PF.

Segundos os procuradores, na fase de pré-concorrência da construção de Angra 3, houve uma combinação para que apenas dois consórcios disputassem os dois blocos de obras, fazendo com que cada um necessariamente ficasse com um dos blocos. Esses consórcios eram o UNA 3 (formado por Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e UTC) e o Angra 3 (composto por Queiroz Galvão, Techint e pela EBE, do grupo MPE). Todas as empresas são investigadas pela Lava Jato.

Os dois grupos de fato venceram as concorrências e posteriormente se formaram em um único consórcio, o Angramon. Avancini delatou uma reunião entre as empreiteiras na qual foi discutido o pagamento de propina ao presidente licenciado da Eletrobras. 

Segundo o procurador Athayde Ribeiro Costa, que integra a força-tarefa da Lava Jato, o repasse de recursos a Othon Luiz Pinheiro da Silva ocorreu até dezembro do ano passado, nove meses depois de deflagrada a Lava Jato e após a prisão de vários empreiteiros. “A corrupção no Brasil é endêmica e está espalhada por vários órgãos, em metástase”, afirmou o procurador, comparando a corrupção ao momento em que o câncer se espalha por vários órgãos do corpo.


http://www.cartacapital.com.br/blogs/parlatorio/lava-jato-a-investigacao-chega-a-eletronuclear-6751.html?utm_content=bufferf0c03&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

Nenhum comentário:

Postar um comentário

COMENTE AQUI