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sábado, 30 de maio de 2015

INTERCEPTEI ESPIÕES NORTE AMERICANOS QUERENDO SABER O QUE OS RUSSOS ESTAVAM LENDO NO MEU BLOG (PORTO ALEGRE 23:08 DESTA SEXTA FEIRA)

INVESTIGAÇÃO E PRISÕES DO FBI PODEM TER COMO OBJETIVO AS SANÇÕES CONTRA A RUSSIA E A PRÓXIMA COPA DO MUNDO QUE SERÁ NA RUSSIA? EUA PODEM BOICOTAR A COPA DA RUSSIA COMO FIZERAM NAS OLIMPÍADAS DE MOSCOU?  


Agentes do FBI apreendem objetos na sede da Concacaf, em Miami, como parte da operação que investiga corrupção no futebol. Foto: Wilfredo Lee/AP

São os EUA mobilizando seu aparato legal interno em prol de questões geopolíticas
 "Os americanos foram derrotados na disputa pela Copa de 2022. Os ingleses perderam o Mundial de 2018. Então, sinceramente, este foi um movimento também da mídia desses dos países. Se a Copa do Mundo de 2022 fosse nos EUA e a Copa de 2018 na Inglaterra o FBI não seria mandado para Zurique. "Há empresas nos EUA muito mais corruptas do que a FIFA, pode ter certeza"  Até porque não há um número de vítimas nos EUA que justifiquem tamanha mobilização
O secretário de Estado americano, John Kerry acusou o governo russo de ter um comportamento covarde ao apoiar os rebeldes, minando o acordo de cessar-fogo.
Segundo Kerry, "sanções adicionais" a Moscou estão nos planos.
"A Rússia se envolveu em um processo absolutamente óbvio e cínico nos últimos dias", disse ele. "Não vamos ficar assistindo e aceitando esse comportamento completamente covarde às custas da soberania e integridade de uma nação."
Um porta-voz do Kremlin, no entanto, disse que sanções não vão ajudar a resolver a crise na Ucrânia.

A investigação do FBI que culminou na prisão de nove dirigentes da Fifa em Zurique pode ter ligação com as sanções do Governo Norte Americano contra a Russia já que a próxima Copa no Mundo será realizada naquele país e a NSA através FBI procura encontrar ou forjar o envolvimento de dirigentes Russos com dirigentes da FIFA que foram presos em Zurique, estão querendo questionar a colocar sob suspeita a escolha da Russia como sede da Copa do Mundo? é preciso lembrar do boicote aos Jogos Olímpicos de Verão de 1980, realizados em Moscou, na União Soviética, fez parte de um conjunto de ações das nações ocidentais destinadas a protestar contra a invasão soviética do Afeganistão ocorrida um ano antes.
Os EUA podem boicotar a Copa do Mundo da Russia alegando como motivo a Invasão da Ucrânia? esqueceram que na Ucrânia e nas regiões ocupadas pelos supostos Rebeldes só vivem Russos ou descendentes de Russos e a Ucrânia não é o Afeganistão.  
O boicote foi liderado pelos Estados Unidos da América e seguido por mais de sessenta países.
   O processo movido pela Justiça dos Estados Unidos envolve 18 pessoas. São quatro réus já condenados, que assumiram a culpa por diversos crimes, e outros 14 acusados (incluindo os dirigentes), sendo dois desses brasileiros: o ex-presidente e atual vice-presidente da CBF José Maria Marín e o empresário José Lázaro Margulies.

Meus leitores eu não sou louco e quero que leiam agora a opinião de um Professor Norte Americano.

John Shulman, que estudou direito em Harvard, fala sobre o escândalo na Fifa

"Com essa ação, os EUA enviam dois recados. Para o mundo, o de que o nosso sistema legal pode te pegar se você estiver fazendo algo errado. Internamente, mostramos que tomamos a iniciativa de resolver a corrupção dos outros", diz o professor.

E John entende tanto de geopolítica quanto de futebol. Seu currículo de mediador inclui diversos trabalhos ao redor do mundo, incluindo no Oriente Médio, na Índia e em Ruanda. Sobre o "soccer", uma curiosidade: o hoje professor já jogou profissionalmente na Índia, onde, segundo ele, foi o primeiro jogador ocidental por aquelas bandas.

"Os Estados Unidos nunca deram a menor bola para o futebol. De repente, pela primeira vez na história, o The New York Times vem com a primeira página inteira falando do assunto. Aí eu me pergunto: por quê?", questiona John. Para o professor, há vários pontos obscuros no envolvimento americano. "A logística de uma operação internacional deste porte simplesmente não vale a pena. Até porque não há um número de vítimas nos EUA que justifiquem tamanha mobilização", argumenta ele. "Há empresas nos EUA muito mais corruptas do que a FIFA, pode ter certeza", crava o especialista. 

"Para mim, trata-se claramente do seguinte: são os EUA mobilizando seu aparato legal interno em prol de questões geopolíticas. No caso, para colocar pressão na Rússia (sede da Copa de 2018), com quem o país tem tido problemas recentemente, e no Qatar (sede da Copa de 2022), onde também existem questões geopolíticas". 


John cita ainda a chance para os EUA desestruturarem uma organização que, corrupta ou não, tem tentáculos de poder que fogem ao seu alcance. "A ONU está presente em vários países, mas os EUA têm poder sobre ela. Isso não acontece com a FIFA, o que causa uma ruptura da hegemonia 


   

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