sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

MILITARES TORTURADORES DE 1964 TENTARAM BLOQUEAR O ACESSO A ESTE TÓPICO (A PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF DERROTOU AÉCIO NEVES E O IMPÉRIO DA MÍDIA DO BRASIL)


Ver a cara dos jornalistas recalcados que estavam apoiando o Aécio Neves não tem dinheiro que pague no mundo esta satisfação que estou sentindo... agora eles estão dizendo que o Brasil esta dividido o que não é verdade e foram eles mesmos os jornalistas da Globo e da Revista VEJA  que fizeram de tudo para tentar acentuar esta divisão com suas matérias e reportagens sempre tentando denegrir a imagem do ex presidente Lula e da nossa presidente Dilma, a diferença seria muito maior se não fosse o esforço sombrio desta gente que estava sabotando nós blogueiros e se fazendo de vítimas usando de seu Império das Telecomunicações para tentar eleger o Aécio Neves, a Dilma derrotou o Aécio e o Império das Telecomunicações do Brasil...  


Em depoimento à Justiça Militar, em 1970, quando tinha 22 anos, Dilma afirmou ter sido ameaçada de novas torturas por dois militares chefiados por Lopes. Ao perguntar-lhes se estavam autorizados pelo Poder Judiciário, recebeu a seguinte resposta: “Você vai ver o que é o juiz lá na Operação Bandeirante” (um dos centros de tortura da ditadura militar).

Maurício Lopes Lima foi apontado pelo Ministério Público Federal (MPF), em ação civil pública ajuizada em novembro de 2010, como um dos responsáveis pela morte ou desaparecimento de seis pessoas e pela tortura de outras 20 nos anos de 1969 e 1970. Segundo o MPF, o militar foi “chefe de equipe de busca e orientador de interrogatórios” da Operação Bandeirante (Oban) e do DOI/Codi.

Em entrevista em 2003 ao jornalista Luiz Maklouf Carvalho, Dilma foi perguntada de quem apanhava quando estava presa e respondeu: “O capitão Maurício sempre aparecia”.

Dilma, que era uma das líderes da VAR-Palmares, foi presa em 16 de janeiro de 1970. Ela foi brutalmente torturada e seviciada, submetida a choques e pau-de-arara durante 22 dias. No depoimento à Justiça Militar, em Juiz de Fora, em 18 de maio, cinco meses depois de ser presa, Dilma deu detalhes da tortura no Dops. “Repete-se que foi torturada física, psíquica e moralmente; que isso de seu durante 22 dias após o dia 16 de janeiro (dia em que foi presa)”, diz trecho do depoimento. 

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