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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O SEGREDO ULTRA SECRETO SOBRE A ANTÁRTIDA (OS ALEMÃES DESCOBRIRAM GRANDES REGIÕES LIVRES DE GELO E COM VEGETAÇÃO E DENSAS FLORESTAS)

Em fevereiro de 1947, o contra-almirante Richard E. Byrd, levando uma Marinha dos Estados Unidos Task Force expedição viajou durante sete horas além do Pólo Norte e chegou a um lugar nunca antes registrado na história. Eles então começaram a penetrar na região da Antartida. Lá ele encontrou uma terra que era verde e exuberante com plantas, flores e florestas densas. 



Existe uma base subterrânea nazista na Antártida. Inspirando-se o interesse de pré-guerra nazista na Antártida e na criação de “Neuschwabenland” (Nova Suábia), o testemunho de alemães comandantes de U-Boat submarinos e do suposto desaparecimento de milhares de cientistas nazistas e engenheiros no final da guerra, pessoal que não pode ser contabilizado pelas relações do Vaticano e de Odessa ou nas atividades da “Operação Paperclip” americana (que levou centenas de cientistas nazistas para os EUA em segredo, como Werner Von Braun, que veio a ser o chefe e número um da NASA). Além disso, o filme analisa as reais possibilidades geofísicas da existência de uma base subterrânea na Antártida.
(notadamente os dos EUA e da Rússia) já sabiam que os nazistas estavam presentes na Antártica. As suspeitas tornaram-se ainda piores ao término da guerra, logo após a aparente derrota do Terceiro Reich e da Alemanha nazista - notadamente pelo inexplicável sumiço dos Discos Voadores, como também pelo inexplicável "sumiço" dos mais altos líderes e oficiais do nazismo. Deliberou-se, então, a formação em 1946/1947 de uma grande força tarefa militar, sob o codinome de Operação High Jump, composta de 3 grandes destacamentos com 13 belonaves, inúmeros aviões de caça embarcados, além de mais de 4.700 soldados fortemente armados - tudo com destino à Antártica de modo a "garantir a supremacia dos EUA naquela região", como principalmente invadir e eliminar a base secreta nazista de Neu Schwabenland. Por outro lado, o anterior encontro do Almirante Byrd exatamente naquela região com SERES NÓRDICOS, os quais se declararam "A RAÇA ARIANA", aumentou as suspeitas de que ele possivelmente tenha encontrado forças nazistas fortemente estabelecidas por lá!

Um verdadeiro massacre -  o que foi o pavoroso inferno sofrido por aquela Força Tarefa na trágica Operação High Jump! Em 26 de fevereiro de 1947, violentamente atacado por UFOs, o destroyer Murdock, apesar de inutilmente ter tentado se defender abrindo fogo com os seus potentes canhões, acabou indo a pique com um saldo de 68 mortes! Um testemunho de um membro daquela fracassada operação, o piloto John Sayerson, é verdadeiramente dramático: - "Eles (os Discos) silenciosamente corriam através dos navios, atacando-os com uma espécie de fogo terrível. Eu estava no convés do Casablanca e não entendia nada, aqueles objetos não produziam qualquer som. Alguns dos nossos aviões de caça Corsairs tiveram tempo de decolar do Casablanca. Antes que eu piscasse um olho, dois deles foram abatidos, caindo na água. Todos, então, foram massacrados pelos raios desconhecidos que partiam das dianteiras daqueles discos voadores. Subitamente, o destroyer Murdock, adiante de nós, tornou-se uma bola de fogo e começou a submergir. O pesadelo continuou por vinte minutos, ocasião em que os discos mergulharam no oceano e que começamos a contar as nossas perdas. Foi horrível!". Curiosamente, o nome do destroyer Murdock foi suprimido da relação das belonaves que participaram da Operação High Jump.



Marinheiro Norte Americano observa a destruição do Destroyer Murdock atacado por um Disco Alemão 

Soldado Norte Americano observa impotente o ataque do disco alemão. 

Mais de 230.000 milhas quadradas do continente gelado foram mapeados por via aérea e os alemães descobriram grandes regiões surpreendentemente livres de gelo, bem como lagos de águas quentes e cavernas internas. Uma ampla caverna de gelo dentro de um glacial foi relatada como tendo 30 milhas e indo para um lago geotérmico de águas quentes profundo abaixo.























Em 13 de marco de 1956 o Almirante Byrd voltou para os Estados Unidos e disse, "a expedição presentes abriu uma vasta terra nova". (Que mais tarde referido como um "continente encantado no céu.")

Estas explorações foram divulgadas na rádio naquele momento, ter significado no mundo inteiro. Embora milhões de pessoas ouviram a anúncios e comunicados de imprensa, o Governo dos EUA decidiu estritamente censurar a informação e impedir sua circulação. Nenhum detalhe adicional foi dado e os relatórios do contra-almirante Byrd foram ignoradas pela "ciência" e mantido em segredo pelo governo dos EUA.


Agora iremos examinar as várias afirmações de bases nazistas na ANTÁRTICA, que dissemos pode muito bem Ter sido o ponto de origem da nave 'NAZISTA-GREY' que BARNEY e BETTY HILL encontraram durante a experiência deles de abdução. Os fatos históricos são evidentes. No início de 1938, antes da SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, os nazistas começaram a enviar inúmeras missões exploratórias para a região de QUEEN MAUD na ANTÁRTICA. E uma grande corrente de expedições foram também enviadas pela "supremacia branca" da ÁFRICA DO SUL. Mais de 230.000 milhas quadradas do continente gelado foram mapeados por via aérea e os alemães descobriram grandes regiões surpreendentemente livres de gelo, bem como lagos de águas quentes e cavernas internas. Uma ampla caverna de gelo dentro de um glacial foi relatada como tendo 30 milhas e indo para um lago geotérmico de águas quentes profundo abaixo. Várias equipes científicas foram transferidas para aquela área, inclusive caçadores, armadilheiros, coletores e zoólogos, botânicos, agrônomos, microbiologistas, parasitologistas, biologistas marinhos, ornitologistas e muitos outros. Numerosas divisões do governo alemão estiveram envolvidas neste projeto super secreto. É aqui que a corrente da história se perde e somente os ousados historiadores que revêem esta história ousam considerar suas implicações... 

O interesse dos alemães pelos pólos já vinha de longa data. Em 1938, houve uma expedição alemã à Antártida, conduzida pelo Capitão Alfred Richter, comandante do cargueiro Schwabenland. Faziam parte da expedição dois hidroaviões, dois submarinos Tipo II, integrantes da flotilha Weddigen, um quebra-gelo e um cargueiro menor. Nessa longa expedição, os alemães reivindicavam os territórios que a Noruega chamavam de Queen Maud Land, atribuindo-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram de Neuschwabenland (Nova Suábia ou Suávia). A expedição aprofundou os conhecimentos sobre esta região do pólo, cobrindo uma área de 370.072 km quadrados, fotografando quase metade dessa área. Para demarcar o território alemão reivindicado, os hidroaviões lançaram na região algumas centenas de pequenas marcas de metal, com a suástica e um esporão de modo que, ao caírem, ficassem cravadas verticalmente no gelo.
Já depois do começo da Segunda Guerra Mundial, em 1940, os marinheiros do navio corsário Pinguin, comandado pelo capitão Ernst-Felix Krüder, capturou dois baleeiros noruegueses (Ole Wegger e Pelagos, navios baleeiros) quando atracados na Queen Maud Land. Conseguiram depois capturar toda a frota baleeira, um navio de suprimentos (o Solglimt) e onze navios de diversas funções, nas latitudes 59 S, 02 30’ W. Entre 1940 e 1941, esse navio corsário afundaria uma tonelagem total de mais de 136.550 toneladas de cargueiros e navios mercantes aliados, até que em 8 de maio de 1941, o corsário alemão Pinguin, foi perseguido e afundado pelo H.M.S. Cornwall da marinha britânica. Mas os seus irmãos gêmeos, os navios Komet e Atlantis, continuaram em operação até o fim da guerra, naquelas mesmas águas.
A partir de 1940, os alemães usavam U-Boats do Tipo VII e do Tipo VII-C. Existem testemunhos de atividade de submarinos alemães nos mares do sul até pelo menos 1947. Como conseguiram combustível? Pilhavam os navios que capturavam e depois os afundavam? Ou usavam instalações secretas construídas no pólo durante a guerra? O certo é que, em suas pesquisas, os alemães encontraram uma região sem neve, com montanhas e lagos, com um clima quente e úmido. Essa região não era desconhecida no círculo científico, pois já tinha sido avistada antes nos vôos do Almirante Richard Evelyn Byrd, alguns anos antes. Logo se pensou na existência de uma região vulcânica que explicasse o clima quente, mas nunca se entendeu como os lagos tinham vida numa região tão inóspita.

Carga Importante
partir daí, dois submarinos e dois cargueiros, adaptados dos navios capturados dos noruegueses, foram colocados à disposição para dar apoio logístico à Nova Suávia. A partir de 1943, os novos submarinos (U-Boot Tipo XXI ou Tipo XXIII), estavam equipados com um novo equipamento, chamado Schnorkel ou Tuba Walter, que lhes permitia permanecer longos dias sob a água. Na verdade, muito antes da guerra, o Professor Walter, brilhante projetista alemão de submarinos, apresentara a resposta, mas somente em teoria. A escassez de tempo, dinheiro e de confiança por parte do Alto Comando Naval, impediram que a idéia do Professor Walter encontrasse lugar no programa de construção de submarinos. O que distinguia o projeto de Walter do desenho ortodoxo era a capacidade de operar em seu elemento próprio e natural: debaixo da água. Em lugar de ter equipamento de mergulho e um motor elétrico, lento, para tentar esquivar-se, submerso, de um destróier atacante, o barco equipado com o equipamento operaria permanentemente debaixo da água, exceto quando o conforto da tripulação exigisse a subida à superfície.
Em lugar do motor elétrico, sua principal propulsão submarina era um motor que obtinha seu suprimento de oxigênio do combustível na forma de peróxido de hidrogênio de alta potência. Um submarino assim equipado, de tamanho médio, podia alcançar a velocidade de 24 nós submerso e mantê-la durante seis horas. As possibilidades desse projeto eram enormes. Possibilitava a um submarino, saindo da Noruega, chegar ao Atlântico Sul sem reabastecer. Da Noruega até a ponta da África são 9.600 km e só aí encontravam uma 'vaca leiteira' (navio ou submarino com provisões), que lhes fornecia combustível e suprimentos para continuarem a viagem. Já no final da guerra, usavam U-Boots que tinham grande velocidade quando submersos e grande autonomia, além de assim estarem à frente dos aliados em tecnologia e desempenho.
Segundo um já citado artigo da revista Brisant, em abril de 1945 dois cargueiros submarinos, o U-530 e o U-977, partiram do porto báltico de Kiel, transportando membros das equipes que trabalhavam no Projekt Saucer, que tinha planos e componentes para aeronaves discóides, os famosos aviões disco. Depois de abastecerem em Christiansund, partiram a 26 de Abril de 1945 e terminaram sua viagem aportando e descarregando na Neuschwabenland. Em Agosto de 1945, aportaram na Argentina, terminando sua viagem. Existe então uma outra questão a ser pensada nesta história. Se estes dois U-Boots cargueiros submarinos partiram de Christiansund no dia 26 de Abril e aportaram no estuário do Mar da Prata, primeiro o U-530 e depois o U-977, no mês de agosto de 1945, aonde estavam estes meses todos?
Segundo o comandante do U-977, o Capitão Heinz Schaeffer, sua missão era patrulhar o Atlântico Sul e quando estavam em Christiansund tinham ouvido pelo rádio as notícias da rendição alemã. Confrontado perante a perspectiva de uma longa permanência nos campos de prisioneiros aliados, o comandante deu a seus tripulantes a opção de serem deixados nas praias de um país amigo. Alguns tripulantes optaram por desembarcar na Noruega, o que ocupou este submarino até 10 de maio. Após o desembarque, atravessaram o Mar do Norte, o Canal da Mancha e finalmente o Atlântico, sempre sem subir à superfície. Após alguns dias, desembarcaram no arquipélago de Cabo Verde, para recolha de suprimentos. Depois de zarparem, seguiram rumo ao Brasil, e só quando se aproximavam do Rio de Janeiro souberam pelo rádio da rendição do U-530, tendo sua tripulação sido entregue aos americanos.
Sem outra alternativa, seguiram o exemplo do outro submarino e, a 17 de agosto, aportaram também eles no Mar da Prata, desceram a bandeira do mastro pela ultima vez e se entregaram às autoridades. Foi esta a história contada por Schraffer quando as autoridades militares argentinas lhes colocaram três questões: 1) Onde tinha estado o U-977 quando o cargueiro brasileiro Bahia foi afundado?; 2) Por que eles só tinham aportado na Argentina 4 meses depois de findar a guerra?; 3) O submarino tinha levado alguém de importância política até a Argentina ou outra praia próxima?

Schraffer respondeu que nunca estivera na região onde o cargueiro Bahia tinha sido torpedeado, justificou sua demora com a história acima narrada e afirmou nunca ter transportado nenhuma pessoa de importância. Semanas depois, uma comissão anglo-americana desembarcou na Argentina e submeteu o comandante a um interrogatório mais demorado. Os enviados americanos insistiram na presença de Hitler ou de Martin Bormann no submarino, e se eles tinham sido desembarcados na Patagônia ou em alguma base secreta na Antártida. Perante as repetidas respostas negativas de Schraffer e do comandante do outro submarino, Otto Wehrmut, estes foram levados para um campo de prisioneiros perto de Washington, EUA, onde foram interrogados novamente. Por fim, quando os americanos se cansaram, entregaram os dois aos britânicos em Antuérpia, onde foram interrogados durante meses, igualmente sem obterem outras respostas. Finalmente libertados, Schaeffer e Wehrmut regressariam à Alemanha, mas depois emigraram: Schaeffer para a Argentina e Wehrmut para o Brasil, bem aqui pertinho de São Paulo.
Um ano depois disso, os EUA organizavam até então a maior expedição ao Pólo Sul, sob o único propósito de circunavegar a costa Antártida e mapeá-la. Tratava-se da Operação Highjump (1946/1947), comandada pelo RADM Richard E. Byrd (USN Ret.), oficial em comando da Task Force 68, pelo RADM Richard H. Cruzen (USN) e Captain George J. Dufek (USN), comandante do Grupo Oeste (Task Group 68.3). Esta expedição foi composta por 4.000 homens, uma força militar sem dúvida espantosa, especialmente se considerarmos que se tratava de uma expedição científica e que a guerra já tinha terminado. É certo que, no final do conflito, os EUA tinham equipamento e homens em excesso e que podiam reunir facilmente esses meios. Mas é estranho que o primeiro ponto a ser tocado na costa fosse precisamente Neuschwabenland, a 27 de janeiro de 1947, dividindo-se a expedição em três.
Trata-se pois de um transporte de hidroaviões (USS Pine Island), um destróier (USS Brownson), um navio tanque (USS Canisteo), outro transporte de hidroaviões menor (USS Currituck), um destróier armado com 2 catapultas (USS Henderson), um navio tanque (USS Cacapon), um navio de comunicações (USS Mt. Olympus), dois navios de suprimentos (USS Yancey e USS Merrick), um submarino (USS Sennet ), dois quebra-gelo ( USCGC Burton Island e USCGC Northwind) além de um porta-aviões (USS Philippine Sea), seis aviões de transporte R4D, seis hidroaviões Martin Mariner PBM, seis helicópteros, etc.

Preparando a Volta

O chefe das operações navais, Chester W. Nimitz , deu o nome à expedição e suas ordens eram de treinar homens e testar materiais nas condições do Pólo, consolidar e estender a presença americana na área, instalar e manter bases na Antártida bem como investigar possíveis bases desconhecidas, desenvolver técnicas para estabelecer e manter bases aéreas no gelo, com particular atenção às técnicas de operação no interior da Antártida, com um levantamento hidrográfico, geográfico, geológico e meteorológico da área. Uma base foi estabelecida no local chamado de Little America III, local da base da expedição de Richard Byrd em 1939/1941. Esta base, chamada agora de Little America IV, foi o ponto de partida para a exploração, principalmente da parte costeira. Mas esse não foi o primeiro programa de exploração polar da marinha americana. Em 1945-46, a Operação Frostbite deslocou diversos navios que acompanhavam o novo porta-aviões Midway a uma ilha fora da costa da Groenlândia, também chamada de ilha dos ursos, aonde foram encontrados equipamentos e instalações abandonadas, possivelmente pelos alemães, inclusive docas de submarinos.
O relatório oficial da Operação Highjump afirma seu completo sucesso, relatando-se aí que reuniu mais informações e dados do que aquela que era previamente conhecida. Notícias logo vinculadas pela imprensa relatavam a perda de vários aviões e homens e, embora a expedição fosse durar 8 meses, regressou logo aos EUA, em fevereiro de 1947, ao final de 8 semanas. Por que os aliados invadiram a Antártica em 1947? Se isso foi uma expedição, por que tanto aparato militar? Por que os americanos nunca informaram quantos aviões foram perdidos? O que aconteceu então?
Ainda mais intrigante foi a declaração do Almirante Byrd a um repórter: “necessary for the USA to take defensive actions against enemy air fighters wich come from the polar regions”. Inimigos de uma natureza nunca especificada. Que 'caças inimigos' seriam esses? Será que os aviões americanos não foram acidentados, mas 'abatidos'? Quanto à construção de instalações subterrâneas ou não na Neuschwabenland, não existem dúvidas sobre a capacidade técnica da Alemanha Nazista para as construir neste território. As construções subterrâneas alemãs na Europa assumiram proporções gigantescas e os trabalhadores e materiais poderiam ter sido transportados discretamente até o Pólo Sul. As enormes fábricas e instalações secretas no Harz, só foram descobertas após a guerra, e bases menores e mais secretas tinham toda a possibilidade de permanecerem secretas durante o tempo necessário.




E a situação era essa: várias missões enviadas naquele local não tinham sucesso e, quando partiam para o confronto direto, acabavam por ter várias baixas em suas fileiras sem que acontecesse o mesmo com os discos que saiam do que se acreditava ser uma das entradas da colônia alemã subterrânea na Antártida. Indignados com tantos fracassos, os altos comandos militares chamaram o homem mais experiente em vôos polares naquela época: o Almirante Richard Evelyn Byrd (foto ao lado). Sua experiência compreendia várias viagens aéreas ao Pólo Norte e Sul, no final das décadas de 20 e 30, organizando e participando em várias missões aéreas nas zonas mais gélidas do planeta Terra. 
E assim, Richard Evelyn Byrd, junto do contra-almirante George Dufek, ainda no final de 1946, foram responsáveis pela preparação e comando de uma operação gigantesca para a destruição da colônia alemã de Neu-Schabenland, nomeada de “OPERATION HIGHJUMP”, que era constituída por:
Ø      6500 homens (norte-americanos, ingleses, australianos e – por incrível que pareça - soviéticos).
Ø      01 navio capitânea: MOUNT OLYMPUS.
Ø      01 navio-catapulta (lançadores de aviões): PINE-ISLAND.
Ø      01 submarino: SENNET.
Ø      02 fragatas: HENDERSON e BROWNSEN.
Ø      02 navios de apoio: YANKEE e MERRICK.
Ø      02 porta-aviões: PHILIPPINES e CURRITUCK.
Ø      01 navios cisterna: CAPACAN.
Ø      01 quebra-gelo: NORTHWIND.
Ø      01 navio petroleiro: CANISTEEO.  
O resultado desta operação foi uma evacuação rápida da missão comandada por Richard Byrd com cerca de 1.500 baixas entre homens e materiais. Fracasso total! No meio do caminho para regresso aos Estados Unidos, Richard Evelyn Byrd fez uma declaração numa conferência para a imprensa no Chile (para desespero das autoridades), em 05 de março de 1947, que pode ser considerada uma das maiores provas de tudo que aqui está sendo exposto: “A Terceira Guerra Mundial poderia começar a se concretizar a partir dos Pólos, devido às estranhas naves, aviões e discos que por lá apareciam e circulavam constantemente sobre os céus da Antártida”. Como presente de seu comando devido à sua sinceridade com a imprensa, Richard Evelyn Byrd ganhou uma aposentadoria feliz e totalmente isenta de despesas de sua parte (totalmente paga pelo seu governo como gratidão) num respeitável manicômio norte-americano. E esta operação foi ironicamente apelidada pelas fileiras militares norte-americanas de “PENGUIN WAR”(Guerra dos Pingüins), já que o alto comando insistia em dizer para a imprensa que na Antártida não existia nada além de pingüim. 
Por uma questão de conveniência, todo os comandos militares do mundo (que sabiam muito bem o que estava acontecendo) passaram a não incomodar a colônia alemã subterrânea de Neu-Schabenland. Possivelmente se convenceram que não eram somente alemães que estavam combatendo, mas forças externas ao nosso planeta. Na verdade, há um grande número de teoria à respeito desta colônia, mas todas unânimes em afirmar que alemães estavam agindo conjuntamente com a mesma civilização que teria fornecido o plano para construção da máquina discoidal que permitia atingir o “Além” ou o “Outro Lado”. A última operação definitiva que se tem notícia foi em 1956. Possivelmente motivada por causa da declaração pública de uma expedição científica chilena naquele continente. A declaração descrevia o avistamento de vários objetos voadores inusitados com forma de charuto e disco. Pelo que consta, os norte-americanos resolveram tentar uma última operação para tentar ocupar a colônia e, para tanto, que foi uma operação exclusivamente norte-americana, os oficiais resolveram radicalizar totalmente suas manobras militares: duas ogivas nucleares foram detonadas, sendo uma no subsolo (onde se supõe ser uma das saídas de acesso ao Neu-Schabenland) e outra em plena atmosfera. Resultado: totalmente ineficaz no combate da colônia. Porém, muitosexperts na pesquisa desses eventos defendem que essa operação resultou em algo nada benéfico para a nossa civilização: o início do buraco na camada de Ozônio de nossa atmosfera.
Chegamos num ponto onde não há fatos, mas hipóteses. Obviamente que é impossível descreve-las uma a uma. Assim, lançaremos dados que podem estimular cada pessoa formar uma opinião sobre como esses eventos podem ter repercutido sobre nossa civilização e os seus desdobramentos até os dias atuais. Vale ressaltar que muitos pesquisadores garantem que isto teria sido o inicio da interação entre nossa civilização e inteligências alienígenas. Que eles têm nos acompanhado desde o início de nossa existência – não há a menor dúvida - mas agora estamos falando de interação. O que resulta, mesmo que somente a nível militar/governamental, em contatos e até mesmo possíveis acordos: 
01 – A colônia alemã da Antártida levou os alemães a terem contatos frente-a-frente com os alienígenas e estes interagirem com os alemães na Antártida. Tenho que informar que estas inteligências e seus tratados não são nada benéficos a nossa civilização e as inteligências que acompanham o desenvolvimento de nossa civilização não tem nenhuma ligação com eles e já nos avisaram sobre este perigo. Isso talvez justifique a razão por que algumas testemunhas de observações do fenômeno ÓVNI descrevem com tanta regularidade que os supostos tripulantes “grays” estavam acompanhados, freqüentemente, por outros alienígenas de aparência humana com características idênticas às dos povos “nórdicos” – alemães? 
02 – Não há como não mencionar que os desenhos dos projetos e algumas fotografias dos discos modelo HAUNEBU II são praticamente os mesmos discos fotografados e filmados por George Adamski; que por sinal descreveu seus tripulantes como sendo iguais a nós e loiros angelicais parecidos com o povo “nórdico”. 
03 – Não teria sido a única solução para os Estado Unidos, União Soviética, Inglaterra e outras potencias militares do nosso planeta buscar estabelecer acordos com outras civilizações e, assim, poderem tentar se igualar tecnologicamente no potencial militar observado na Antártida? 
04 – É claro que não podemos descartar a possibilidade dos alemães terem selado seus próprios destinos ao se depararem com os alienígenas que não teriam uma intenção amistosa. Assim, os alienígenas terminaram na Antártida o serviço “incompleto” dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. 
05 – Segundo Virgil Armstrong, Hitler e sua esposa, Eva Braun, não morreram no bunker em Berlim, como foi afirmado pelas Forças Aliadas. Isto finalmente foi provado pelas radiografias tiradas das arcadas dentárias dos cadáveres. Esta mentira, no entanto, teve seus méritos psicológicos, já que a população mundial precisava ser convencida de que o monstro estava morto. Hitler e Eva estavam num dos submarinos da gigantesca esquadra de que teria ido para a Antártida. Mas Hitler e Eva Braun não foram para a Antártida. Eles estavam num dos três submarinos que se desprenderam da esquadra, no que teria ido até a Terra do Fogo. Por fim, Hitler e Eva Braun desembarcaram na Argentina e passaram o resto de suas vidas em Buenos Aires. Embora a Inteligência Internacional os tivesse localizado, achou melhor que eles vivessem em paz e no anonimato em vez de reacender a ira e o rancor da população mundial, especialmente na Europa e na América. Segundo Virgil Armstrong, ele nunca teve uma prova definitiva disso até conhecer uma mulher em Chicago, Illinois, nos Estados Unidos, quando fazia uma conferência e um workshop. Na platéia havia uma jovem que, enquanto Virgil contava a história de Hitler e Eva, insistentemente levantava a mão, demonstrando muita urgência em falar com ele. Ela disse que era importantíssimo conversar em particular com Virgil. Mais tarde, Virgil foi jantar com esta jovem. Ela disse para Virgil que se chamava Julie Monteverio, que tinha morado na Argentina e que era filha de um ex-chefe do Serviço Secreto que cuidava de toda a segurança interna da Argentina. Disse que ela e seu pai, um dia, almoçavam em um dos vários restaurantes ao ar livre e que seu pai, repentinamente, disse-lhe: “Julie, você está vendo aquele homem ali, lendo o jornal?” Ela respondeu:“Sim, papa” e assim seu pai teria lhe dito que este homem era muito importante, que seu nome era Adolf Hitler e que a mulher sentada a seu lado era sua esposa, Eva Braun. Deveríamos nos perguntar se o “carrasco nazista” Mengele não chegou em São Paulo da mesma forma (conforme o que foi apurado a alguns anos atrás, Mengele teria vivido o resto de sua vida com impunidade no Brasil)?  
06 – Falando sobre Virgil Armstrong, ele tem uma teoria interessante (e questionável) sobre tudo isso: Virgil diz que o terceiro Reich se tornou uma espécie de quarto Reich na Antártida e que hoje não tem a menor ligação com as monstruosidades que os nazistas cometeram na época da Segunda Guerra Mundial. Virgil diz que a interação com forças externas fizeram com que as novas gerações da Neu-Schbenland tivessem uma mentalidade absolutamente diferente da que tinham antes – inclusive teriam evoluído muito, espiritualmente falando, graças ao convívio com os alienígenas. Hoje ele tem certeza que os habitantes de Neu-Schbenland velam pela segurança de nosso planeta sem influir em nossa sociedade. Eles estariam constantemente “pingando” contatos nos quatro cantos do planeta (George Adamski?) de forma gradativa e lenta para nos preparar para um futuro convívio com várias civilizações. Essa proteção inclui o monitoramento e a neutralização de invasões por forças externas “não muito positivas” para a nossa civilização (será que isso teria alguma coisa a haver com os raros casos em que são descritos ÓVNIS perseguindo um outro ÓVNI e o derrubando? Temos algo assim na casuística russa e que fora testemunhado por centenas de pessoas – vários discos perseguindo e disparando feixes de luz num outro mais à frente que parecia estar tentando fugir desesperadamente até que, finalmente, acabou atingido e caindo em local ignorado). E todos os governos já teriam sido contatados há muito tempo – eles sabem muito bem dessa atuação de Neu-Schbenland. Os norte-americanos não se conformariam até hoje que os alemães tenham ido tão longe e pressiona todos os outros países para não estabelecerem relações com a colônia Neu-Schbenland. Virgil falou que, após ter dado algumas palestras defendendo essa hipótese, ele já recebeu várias vezes recados em bilhete anônimo que diziam “estávamos aqui hoje assistindo sua palestra”. Habitantes de Neu-Schbenland? 
07 – A África do Sul detectou duas explosões nucleares na região de Neu-Schbenland, uma subterrânea e a outra teria sido na superfície (ops... a última operação militar norte-americana não passou desapercebida). O resultado disso foi um grave protesto de muitos países que exigiam o fim das explosões nucleares na Antártida. Isso gerou um tratado de não utilização de armas nucleares na Antártida até o ano 2.000. E os Estados Unidos também assinaram o tratado (com seu prazo de validade hoje vencido).  
08 – Além da tão referida Antártida, muitos pesquisadores defendem que os nazistas tenham se escondido em mais dois locais secretos (possivelmente subterrâneos): em Serra de Mendonza, Córdoba (Argentina) e no planalto central (Brasil). Com relação ao Brasil, o local exato seria onde estariam os vestígios de uma antiga civilização chamada de Akakor. O interessante é que o livro “Cronicas de Akakor”, que retrata justamente esta suposta civilização antiga que havia residido na região do Planalto foi proibido no Brasil e o seu escritor, Karl Brugher, convenientemente assassinado em circunstâncias muito suspeitas. Como se não bastasse tudo isso, alguns investigadores colocam que realmente há uma grande possibilidade de algumas pequenas aldeias indígenas terem sido sumariamente dizimadas por militares brasileiros por terem várias palavras em alemão inseridos em seus idiomas e, em alguns casos, foram encontradas pistolas automáticas alemães na tribo. Não é preciso dizer que essas supostas pequenas aldeias se localizavam naquela área e que não há, de fato, a menor prova disso tudo. 
09 – Na revista Ufo nº 58, O ufólogo Rubens Junqueira Vellela, que já fez parte de uma expedição à Antártida, teria tido um avistamento ufológico que foi comentado no mundo inteiro. Em suas pesquisas, Rubens Junqueira Vellela teria obtido um contato surpreendente na qual lhe é confirmado que várias nações alienígenas manteriam uma base no subsolo da Antártida. 
10 – Graças à parceria entre Allen Dulles e Reinhard Gehlen, a Gestapo foi transplantada intacta para dentro dos Estados Unidos como a CIA, sem o conhecimento ou consentimento dos cidadãos americanos (fonte: "Extra-Terrestrials among us"). No 40º aniversário da Segunda Guerra Mundial, o então presidente norte-americano Reagan colocou coroas de flores nos túmulos dos soldados da SS. As raízes deste gesto simbólico são profundas (fonte: "Relatório Krill" - janeiro de 1988).

Eu Rodrigo Veronezi Garcia deixo o meu aviso aqui, os alemães estavam buscando seus ancestrais superiores e acabaram encontrando os inimigos dos mesmos que haviam sido expulsos da superficie do planeta, estas inteligências que estão em contato com os alemães não tem planos nada bons para nossa civilização e os tratados que fizeram serão uma desgraça para a humanidade se forem cumpridos. o 4 reich na realidade é refém destas inteligências e estão sendo usados por eles contra a civilização aqui nos EUA existe uma guerra interna e os alemães tentam eliminar seus inimigos políticos nos EUA.       

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