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quinta-feira, 31 de maio de 2012

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segunda-feira, 28 de maio de 2012

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

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terça-feira, 22 de maio de 2012

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

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sábado, 19 de maio de 2012

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

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terça-feira, 15 de maio de 2012

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

O DEMÔNIO GUARDIÃO QUE AJUDOU SALOMÃO (A ESTRELA ALGOL)


ALGOL



Para muitos historiadores e maçons, a prova da origem Templária da maçonaria está no Pergaminho de KIRKWALL, um dos mais antigos documentos maçônicos que se tem notícia. Repleto de antigos emblemas , imagens e mapas, o Pergaminho de Ensinamentos de Kirkwall foi datado do final do século XIV, quando a Ordem do Templo de Salomão foi dissolvida. É um dos poucos registros sobreviventes das Cruzadas na Terra Santa. Feito de linho resistente enegrecido na bordas, sua parte central contêm uma série de símbolos maçônicos pintados que culminam na cena da Criação descrita na Bíblia. Há duas seções laterais que retratam a jornada dos filhos de Israel para a Terra Prometida. Há uma profusão e confusão de ícones: a colméia da industria e o cavalete com a prancha da construção; o esquadro e o compasso, o prumo e o lápis, o pavimento enxadrezado, as colunas de Jaquin e Boaz, um homem cercado por oito estrelas e o olho que tudo vê do discernimento divino.

Outros símbolos mais antigos aumentam o enigma de quem busca interpretar o pergaminho: um sol de seis pontas e uma lua com um rosto, cercada por sete estrelas, brilhando sobre o jardim do Éden. Há também representações geográficas, possivelmente mapas: num trecho de oceano sob uma cadeia de montanhas, uma enguia e um peixe guiam diferentes tipos de baleias e de outras criaturas marinhas. Há também a intrigante imagem de um hermafrodita cor-de-rosa, um Adão confundido com uma Eva sob a sombra de uma Árvore da Vida –o principio gnóstico do masculino fundido ao feminino.



Durante o Julgamento dos Templários em 1307 o Irmão Jean Taillefer de Genay deu testemunho. Ele"foi recebido na ordem em Mormant, uma das três perceptorias sob a jurisdição do Grande Priorado de Champagne em Voulaine. Ele disse que na sua iniciação ‘um ídolo representando uma cara humana’ foi colocado no altar à sua frente Hughes de Bure, outro Burgundiano de uma casa-filha deVoulaine, descreveu como a ‘cabeça’ foi tirada de uma bandeja na capela, e que lhe parecia ser de ouro ou prata, e representar a cabeça de um homem com uma longa barba. O Irmão Pierre d’Arbley suspeitou que o ‘ídolo’ tinha duas caras, e o seu parente Guillaume d’Arbley garantiu que o próprio‘ídolo’, ao contrário de outras cópias, era exibido em capítulos gerais, implicando que só era mostrado aos membros seniors da ordem em ocasiões especiais.” “O tesoureiro do templo de Paris, Jean de Turn, falou de uma cabeça pintada na forma de um retrato, que ele tinha adorado num destes capítulos.”De acordo com o testemunho mais consistente, o ídolo era: “... mais ou menos do tamanho natural da cabeça de um homem, com uma face de aspecto muito feroz, e barba.” –

Depoimento de Jean Tallefer.

INQUISIDOR:
 Agora fala-nos sobre a cabeça.

IRMÃO RAOUL:
 Bem, a cabeça. Eu vi-a em sete capítulos presididos pelo Irmão Hugh de Peraud e outros.

INQUISIDOR:
O que era preciso fazer para a venerar?

IRMÃO RAOUL:
 Bem, era assim. Ela era apresentada, e todos se prostravam, retiravam os seus capuchos, e veneravam-na.


INQUISIDOR:
Como era a (sua) face?

IRMÃO RAOUL:
Terrível. Parecia-me ser a face de um demónio, de um maufé [espírito maligno].Cada vez que eu a via, ficava aterrorizado de maneira que quase não conseguia olhar para ela,tremendo em todos os meus membros.”

– retirado de M. Michelet, Processo dos Templários.



Depois de pouco mais de dois séculos de existência os precursores dos maçons, os Cavaleiros Templários, adquiriram grandes conhecimentos e riquezas materiais durante o período em que defenderam a Terra Santa. Uma das atividades adotadas e desenvolvidas pelos Templários foi a bancária. Aprendendo com os judeus e muçulmanos, a Ordem do Templo de Salomão se tornou o primeiro banco Europeu. Financiando as guerras dos reis do continente, logo os Templários tinham a monarquia endividada em suas mãos. Acabaram se tornando mais poderosos que o Papa. Dessa forma, atraíram sobre si a fúria de Roma e de seus devedores.
O rei da França estava extremamente endividado e se aliou ao Papa Clemente V para derrubar os Templários. O golpe foi extremo. Na sexta feira 13 de outubro de 1307, o rei Felipe, o Belo, aprisionou de uma só vez mais de 600 Templários dos três mil templários do país. Parte da condenação dos Templários foi devida ao suposto culto ao crânio santo dentro de um relicário de metal precioso - uma crença mágica, comum em vários lugares conhecida como BAFOMÉ. Quando interrogado em 1307, o templário Hugues de Payraud declarou que tinha sentido, adorado e beijado uma cabeça em Montpelier, e que ela tinha dois pés a frente do pescoço e dois atrás. Alguns templários afirmaram sob tortura que o ídolo parecia um diabo, e que os iniciados gritavam ‘Iah Alá”, quando o beijavam, palavras que sugeriam uma crença em Iavé, ou Jeová, e no Islã. A figura do “Homem Verde” um ser mitológico com esse poder regenerativo, remete a cabeça sagrada. Ela esta nas primeiras imagens maçônicas gravadas em pedra pelas guildas de construtores escocesas.


Baseado na descrição do ídolo como um “demónio” tendo “uma face com aspecto muito feroz”, o ídolo poderia muito bem ter sido Asmodeus, o “demónio-guardião” que ajudou Salomão a construir o seu Templo. Uma estátua do demónio guarda a porta da igreja da paróquia de Rennes-le-Chateau.

ALGOL:

(Sobre a estrela e Magia Cerimonial)

”Sob a Cabeça de Algol, eles faziam uma imagem cuja figura era a cabeça de um homem com um pescoço sangrento; eles dizem que ela concedia bom sucesso a petições, e tornava arrojada e generosa a pessoa que a transportasse, e mantinha saudáveis os membros do corpo; também ajudava contra bruxaria,  reflectia os trabalhos malignos e encantações perversas para os nossos adversários”


- que eles (os) veneravam.- que (eles os veneravam) como Deus.- que (eles os veneravam) como o seu Salvador...- que eles diziam que a cabeça os podia salvar.- que [ela podia] fazer riquezas.- que ela fazia as árvores florescer.- que [ela fazia] a terra germinar.”“Uma cabeça de um homem com uma grande barba, cabeça que eles beijavam e veneravam em todos os seus capítulos provinciais, mas isto nem todos os irmãos sabiam, exceto apenas o Grão-Mestre e os antigos.” – instruções de Filipe aos seus senescais.

Na versão de Enoch do hermético  De XV stellis , a figura de Algol é uma cabeça humana com uma longa barba, uma cabeça viril, não feminina, com um pescoço manchado de sangue.O nome [Algol] vem do árabe  Ra’s al Ghul , “Cabeça do Demónio”. Para os escritores dos tempos clássicos, a estrela representava a cabeça da Medusa segurada por Perseu na representação mitológica da constelação. Esta é a Gorgoneum Caput de Vitrúvio e a Caput Gorgonis de Hyginus;Manilius, nos dias de Augusto, chamava-lhe Gorgonis Ora . Os Hebreus, de acordo com R.H.Allen,conheciam a estrela como  Rosh ha Satan ou “Cabeça de Satanás”, mas nalgumas outras tradições ela é identificada com a misteriosa e sinistra  Lilith , a lendária primeira mulher de Adão. Nos mapas do século XVII a estrela aparece frequentemente com a etiqueta Caput Larvae , “A Cabeça do Fantasma”

Caput Algol, ou a Cabeça do Demónio, é normalmente vista como uma das mais maléficas estrelasno céu e tradicionalmente ‘afligia a face e cabeça ao ponto de decapitação ou estrangulamento’. É a estrela Beta de Perseu, astrologicamente colocando-a no signo de Touro [Minha nota: curiosamente,o signo Touro rege o pescoço...] . A sua natureza é de Júpiter e Saturno. A pedra de Algol é o diamante, e as plantas são o heléboro negro e a artemísia.Algol é chamada "o Demónio", "a Estrela-Demónio" e é também conhecida como "o Demónio que pisca" porque faz parte de um sistema estelar binário no qual uma estrela menos brilhante eclipsa periodicamente a sua parceira mais brilhante. Algol tem uma reputação muito má entre os astrólogos. Vivian Robson diz, “É a estrela mais maligna nos céus.” –  As Estrelas Fixas e as Constelações na Astrologia (Sun Books 1995) 

(Em jeito de conclusão) Na magia cerimonial, a estrela Algol era simbolizada por uma cabeça decepada, uma cabeça de um homem com barba, com aspecto demoníaco; dizia-se que a cabeça protegia contra o mal, trazia boa-sorte, fertilidade e abundância. Lembrem-se que o nome ALGOL vem da expressão árabe «Ras al-Ghul», que significa "Cabeça do Demónio".A cabeça ("Baphomet") venerada pelos Templários era também uma cabeça com barba e aspecto demoníaco. Dizia-se que trazia boa-sorte, fertilidade e abundância, e que "salvava" (isto é, protegia contra o mal).




sábado, 12 de maio de 2012

A Revista Veja e a conspiração para derrubar o Governo Dilma


Documentos da PF mostram que Veja atendia a interesses de Cachoeira


VEJAM O VIDEO COM AS PROVAS E DIALOGOS ENTRE CACHOEIRA E O DIRETOR DA VEJA

Escutas telefônicas gravadas com autorização da Justiça revelaram uma ligação sombria entre o chefe de um esquema milionário de jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira, e a maior revista semanal do Brasil, Veja. As conversas mostram uma relação próxima entre o contraventor e Policarpo Jr., diretor da revista em Brasília (DF).

Segundo documentos da Polícia Federal, Cachoeira teria passado informações que resultaram em pelo menos cinco capas daVeja, além de outras reportagens em páginas internas, publicadas de acordo com interesses do bicheiro e de comparsas. Trata-se de uma troca de favores, que rendeu muitos frutos a Carlinhos Cachoeira e envolveu a construtora Delta.


O escândalo pode levar Roberto Civita, presidente da empresa que publica a Veja e um dos maiores barões da imprensa do País, a ser investigado e convocado para depor na CPI.


Delegado da PF disse que Policarpo Jr sabia da dobradinha Demóstenes-Cachoeira



Carta Capital faz Veja e Globo queimarem a língua.

O depoimento do delegado federal Matheus Mela Rodrigues na quinta-feira à CPI do Cachoeira complicou a situação da revista Veja.

O delegado, que conduziu a Operação Monte Carlo, confirmou que o jornalista Policarpo Junior, diretor da sucursal de Brasília da revista, tinha conhecimento da relação entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres, conforme conta Cynara Menezes na Carta Capital.

Veja e Cachoeira: As provas definitivas da parceria
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CartaCapital publica na edição que chega às bancas nesta sexta-feira 10 o conteúdo de gravações feitas pela Polícia Federal que mostram a relação profunda do diretor da sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Junior, com o quadrilha do bicheiro Carlos Cachoeira.
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A relação entre eles aparece em uma série de interceptações telefônicas realizadas durante as operações Vegas e Monte Carlo. O objetivo básico da ligação entre os dois, conforme a reportagem de Leandro Fortes, era manter o fluxo de informações para a revista contra alvos específicos. Em troca, Policarpo informava o grupo de Cachoeira sobre o que seria publicado.
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Um momento crucial foi a conversa entre Policarpo e Cachoeira no dia 26 de julho de 2011. O jornalista pede ao contraventor para grampear um parlamentar da base governista, o deputado Jovair Arantes (PTB-GO). Em suma, o diretor da Veja queria saber o que Arantes conversava com os dirigentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ligada ao ministério da Agricultura.
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Na próxima quarta-feira 14, o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), deve ir ao plenário da CPI do Cachoeira para apresentar um requerimento de convocação de Policarpo com base nas informações da Polícia Federal.
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http://www.cartacapital.com.br/politica/veja-e-cachoeira-as-provas-definitivas-da-parceria/





sexta-feira, 11 de maio de 2012

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

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REVISTA CONSPIRAÇÃO: A ORIGEM DA HUMANIDADE E OS NEFILINS (Zecharia Sit...: Mergulhada na ignorância, a humanidade não conhece à bilionésima fração da verdade sobre a sua origem. O objetivo dessa p...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

REVISTA CONSPIRAÇÃO: A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL

REVISTA CONSPIRAÇÃO: A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL: Extratos de ma carta escrita por Winston Serafian e a resposta de George Andrew, publicados na Revista “Contact ÓVNI”, 18, de abril/maio/j...

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REVISTA CONSPIRAÇÃO: Os Extraterrestres na Política Mundial: Os Extraterrestres na Política Mundial Por Pergiorgio Caria Los Angeles (Durante o Congress...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

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REVISTA CONSPIRAÇÃO: A TORRE DE BABEL ERA UMA VIMANA: Somente trezentos anos se passaram após o dilúvio quando as pessoas perversas decidiram novamente se revoltar contra D'us. O...

terça-feira, 1 de maio de 2012

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REVISTA CONSPIRAÇÃO: É POSSÍVEL DELETAR AS MEMÓRIAS HUMANAS? A INFORMAÇ...: É POSSIVEL DELETAR AS MEMÓRIAS HUMANAS? Quando as primeiras Bombas Nucleares Explodiram, em Hiroxima e Nagazaque Não se sabia ao cert...

PRECE DE AKHENATON AO DEUS UNIVERSAL







-Ó Criador de toda vida, que Apareces na Perfeição dasTua beleza, quão múltiplas são as Tuas obras, Ó Deus Único, Senhor de Toda a Eternidade! Do Teu espírito emanam todas as criaturas. Só o Teu amor, a Tua verdade e a Tua bondade governam todas as coisas. Na natureza estão os Teus pensamentos, pois Tu estás na folha da grama, no grão de areia, no raio de luz que flutua no céu, assim como no Todo sem fronteiras! -Ó Tu que vive eternamente: aspiro novamente o doce aroma que vem da tua boca; dia após dia o meu coração contempla a Tua beleza. Tenho desejos incontidos de novamente ouvir a Tua meiga voz e necessito, com todas as forças do meu ser, que meus passos sejam guiados pela beleza da Tua Imorredoura Luz! -Ó Tu que planas acima de todos os firmamentos: dá-me as Tuas Mãos que sustentam o Teu Espírito. Que eu possa recebê-Lo e viver somente por intermédio Dele; lembrar Teu Nome, por toda a eternidade, pois Ele não perecerá jamais! (PRECE DE AKHENATON, AO DEUS UNIVERSAL) 

Por sua vez, o símbolo da CRUZ (cuja origem não é absolutamente moderna como querem nos fazer crer), foi correlacionada ao corpo do homem, ainda naquele perdido continente, pois ao prestarem adoração ao sol – o Divino Andrógino e o Duplo de Deus -os Antigos Mestres perceberam que a sombra da criatura humana, ao abrir seus braços em 230 reverência diante do astro sustentador da vida, projetava no solo a imagem daquele símbolo. Por extensão, Deus – O Altíssimo -na Sua Infinita sabedoria, também plantou no coração de cada criatura a semente de uma Rosa Espiritual. Pois, coisa maravilhosa, assim como a flor se volta na direção do sol para receber a vida por intermédio dos seus raios, assim também a Rosa Metafísica será nutrida pela LUZ DE DEUS até que atinja a sua perfeição espiritual! Em síntese, só podemos nos admirar com a sabedoria dos Antigos Mestres, pois a Cruz é o corpo e a Rosa será o coração. E a criatura humana, através da evolução, sempre deverá partir para uma próxima encarnação com a sua Rosa plenamente desabrochada! Voltemos, contudo, aos Registros Arcanos quando se referem aos fatos anteriores à instalação de Akhenaton como Mestre supremo da Fraternidade que oficiava no Antigo Egito. 

UM DISCO REFULGENTE, POUSADO SOBRE UMA ROCHA, e este batia como o coração do próprio faraó e SEU BRILHO ERA COMO OURO E PÚRPURA. O faraó prostrou-se diante do DISCO...  O restante da narrativa sugere de pronto que foi mantido um contato entre os tripulantes do disco e o jovem monarca, possivelmente através de contato telepático e também por imposição de controle mental, assim como hoje costuma freqüentemente ocorrer: 

“ Ó Disco, que com o teu brilho refulgente palpitas comoum coração. MINHA VONTADE PARECE A TUA! Ò Disco de fogo que me alumias e o teu brilho e a tua sapiência são superiores ao sol” 


Outro aspecto digno de destaque é a clara diferenciação que Akhenaton fez ao dizer “Teu brilho e Tua sapiência são superiores ao sol”. Logicamente isso não se referia ao sol, mas sim, a algo superior e que além de tudo transmitia sabedoria. Trata-se, portanto, de um fato histórico e devidamente registrado. Teria sido uma revelação para o jovem faraó, digamos quanto às suas “origens”? Ou quem sabe um controle mental que iria mudar radicalmente o curso da História do Egito e, futuramente, o da própria humanidade? Aqui neste ponto, será preciso, certamente, saber ler nas entrelinhas! O certo é que a história trágica da nossa assim chamada “civilização” sempre nos demonstrou que os governos, invariavelmente, sempre estiveram entregues aos tiranos, aos maus e aos megalomaníacos, que, juntamente com os seus grupos de déspotas e oportunistas, pouco, ou na verdade NADA, fizeram pela evolução do homem como criatura divina. Mas Akhenaton era diferente; muito diferente de todos eles. Considerado -muito tempo antes da vinda de outro Avatar, Jesus -, por vários estudiosos como “A Primeira Personalidade da Nossa História”, este homem que podemos considerar com inteira justiça um verdadeiro santo, foi um poeta do amor e sobretudo um grandioso porta-voz de Deus. Conhecido como ATEN-UR-MAA (O Grande Vidente de Áton), Akhenaton promoveu uma mudança radical no Egito, levando-o do henoteísmo (a crença em múltiplos deuses) ao monoteísmo -a crença em UM ÚNICO DEUS, UNIVERSAL, pai de todas as criaturas viventes. Ao instituir a religião do DISCO, o faraó-iluminado ensinou que do inseto mais rudimentar ao Arcanjo mais sublime; do grão de pó à galáxia mais distante e do átomo ao homem, todos os seres deveriam viver sob a égide do Deus-Universal, cuja exteriorização visível era um DISCO-ALADO com amorosos raios sob a forma de mãos que, espalhando-se desde o alto, abençoavam indistintamente todas as criaturas com as dádivas da Luz, da Vida e do Amor! Ao subir ao trono encontrou o país em uma situação insustentável: três quartas partes dos impostos iam diretamente para os famigerados templos dos corruptos sacerdotes do deus Amon. Os gordos e luzidios sacerdotes formavam verdadeiramente um “estado dentro do estado”. Muito mais comerciantes e soldados do que teólogos, aqueles renomados patifes e requintados vigaristas literalmente vendiam os sues sujos favores além de incutir nas massas as mais estapafúrdias crenças e superstições. Akhenaton fechou os templos, dissolveu os exércitos e proibiu a matança de animais. Libertou as colônias oprimidas e colocou todos os militares e sacerdotes em igualdade perante as leis. A parti dali, poderiam ser julgados pelos seus crimes e também deveriam pagar impostos. Todas as riquezas dos templos foram distribuídas entre os pobres e a escravidão extinta. A miséria (e que belo exemplo para os dias de hoje!) era considerada prova de ineficiência do estado. 

Como, em razão dos vários interesses contrariados, começaram os focos de revolta, Akhenaton resolveu separar o joio do trigo. No sexto ano do seu reinado, a 350 quilômetros de Tebas, 
rio abaixo, deu início à construção da cidade de Aket-Aten (o Horizonte de Áton), cujas ruínas são hoje conhecidas como Amarna. Transferiu a sede do governo para lá e todos aqueles que assim o desejassem estavam livres para seguí-lo. Assim cresceu e prosperou uma das mais belas e espiritualizadas cidades da antigüidade, foco das artes mais refinadas e onde o Deus-Único não era adorado em templos soturnos e obscuros mas, sim, a céu aberto onde seus benevolentes raios pudessem abençoar a todos. Enquanto isso, dentro do próprio Egito a situação fervilhava. Sacerdotes, militares e até juizes corruptos que foram destituídos das suas “funções” arregimentavam mercenários com a finalidade de derrubar o governo e voltar à cômoda situação antiga. Enfim. Toda uma escória de oportunistas que sempre existiram através dos tempos e ainda hoje (a História é cíclica) nos importunam! Aket-Aten, a cidade do Horizonte, era somente paz, harmonia e amor enquanto todo o país fervilhava em ódio, em meio a uma incontrolável convulsão social. Horemheb, um general que ambicionava o trono do Egito, liderou a marcha contra a cidade. Começou aquilo que poderíamos chamar de “a inquisição egípcia”, com os templos invadidos e todos os fiéis do Deus-Único covardemente caçados e assassinados. O caos e espalhava: casas eram invadidas, a turba furiosa violentava as jovens, massacrando impiedosamente os velhos, as mulheres e as crianças. O sangue e a crueldade, tão abominados por Akhenaton, tomavam conta daquele sítio sagrado. Gritos de dor se misturavam á algazarra dos invasores sedentos de sangue e pilhagens. Soldados desfilavam com as cabeças dos seguidores do faraó espetadas nas pontas das suas lanças. Os arqueiros egípcios, tão temidos na antigüidade, invadiam os lugares de culto, onde os fiéis esperavam a morte com cânticos e preces, e ali promoviam cenas de uma atrocidade ímpar. O faraó, com o coração tomado de dor, recolheu-se aos seus aposentos onde possuía uma altar dedicado ao Absoluto. Muito provavelmente naquele momento talvez não pudesse entender a ingratidão dos homens. Ele era uma alma verdadeiramente iluminada, quem sabe um santo, exatamente aquele por quem os habitantes da Terra desde sempre clamaram nas suas preces e agora o repudiavam! O sangue continuava a correr lá fora. Os gritos de dor e sofrimento aumentavam enquanto que algo maravilhoso simultaneamente ocorria. Ouçamos novamente os velhos registros (grifos nossos): “Uma LUZ NO CÉU, que parecia um segundo sol, se aproximava. Na verdade, ela estava guardando a cidade de Aket-Aten, desde cedo, naquele fatídico dia. Seu brilho aumentava na medida em que se avizinhava do palácio real. Os saqueadores, atemorizados, ficaram estáticos, brandindo as suas armas manchadas pelo sangue. E o faraó, profundamente entristecido, entregou-se a um poder imenso e desconhecido! Esse fatídico dia, precisamente 24 de julho de 1350 A.C. é talvez um dos grandes mistérios da Arqueologia, pois o suposto corpo mumificado do grande faraó foi intensamente procurado porém jamais encontrado. Aliás, não poderia mesmo. Uma outra inscrição muito antiga nos diz precisamente isso: 

“Nosso faraó Akhenaton foi a voz escolhida de Áton, poiso próprio Deus-Único, COMO UM DISCO FLAMEJANTE, SE APROXIMOU DA TERRA e o levou, como se fosse um redemoinho de vento, sem voz. E ele foi ELEVADO, porque houve sublimes mãos que, de fato, o ELEVARAM. Um disco flamejante, como um redemoinho de vento e além de tudo silencioso. Que descrição mais perfeita para a movimentação de um OVNI! Por oportuno, devemos lembrar que o faraó Akhenaton, de acordo com as poucas estátuas e murais que sobreviveram à fúria dos revoltosos, já que a Cidade do Horizonte foi destruída até a última pedra, nos mostram uma figura muito divergente dos padrões terrestres! Dotado de conformação andrógina, o seu corpo era “disforme”, de acordo com os nosso padrões. Ancas muito largas, cabeça exageradamente grande e comprida e certas outras peculiaridades levaram muitos estudiosos a considerá-lo “epiléptico”, ou talvez doente. Mas, acrescentamos, se foi doença terá sido a maior e mais sublime de todas as que tocaram a face deste planeta! De fato, a religião Cósmica do Deus Universal, assim como preconizada por Akhenaton, era por demais adiantada para o seu tempo, como ainda hoje estaria milhares de anos à nossa própria frente. Lamentavelmente temos visto que as armas e os interesses escusos sempre tiveram a força suficiente para fazer um povo aceitar qualquer fé e qualquer governo, por mais absurdos e temerários que possam ser. No seu tempo, o imortal faraó detinha o poder temporal do império mais rico e também dos exércitos mais fortes e temidos da antigüidade. Em nenhum momento, porém, deles se utilizou para propagar ou mesmo impor a sua doutrina. 

Poderia, através de um simples gesto e da sua vontade real, ter se utilizado também do sangue e da violência para castigar e reprimir os seus opositores, ou mesmo aqueles que recusavam os seus ensinamentos. Mas não foi assim! Ao contrário, deixou-nos a sua última mensagem: “O Reino do Eterno não pode ser colocado dentro dos limites terrestres., O medo, o ódio e a injustiça voltarão a reinar e os homens sofrerão realmente. Seria melhor não ter vindo para que visse todo o mal que há sobre a Terra. Os exércitos podem destruir os Templos de Deus, pedra por pedra. Os sacerdotes podem apagar o Nome Dele de todos os monumentos. Mas para destruir Deus, terão que arrancar todas as estrelas do céu e até mesmo o próprio céu para destruir seu Verbo” Assim, com a partida dos grandes sábios atlantes, pela primeira vez a Sagrada Luz se extinguiu na Terra. A ascensão de Akhenaton foi a segunda. E, pela terceira, o mundo novamente entrou em trevas quando perdemos aquele que foi O Maior de Todos os Mestres: 



FONTES
Trecho do Livro INSÓLITO - Sergio Russo
MANUAL ROSACRUZ – Biblioteca Rosacruz – Editora 

Renes Ltda. 
SÍMBOLOS E MITOS DO ANTIGO EGITO – T. Rundle 
Clark – Hemus Editora Ltda. 
B I B L I O G R A F I A :
NAS FRONTEIRAS DO DESCONHECIDO – INSÓLITO- Sérgio O. 
Russo – Ed. Tecnoprint Ediouro 
AS MANSÕES SECRETAS DA ROSACRUZ – Raymond 
Bernard – AMORC – Ed. Renes 
O EGITO DOS FARAÓS – Frederico A. Arborio Mella -
Hemus Editora Ltda.