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domingo, 30 de janeiro de 2011

BASE SUBTERRÂNEA EXTRATERRESTRE NO EGITO








“Eis aqui também [diz o grupo Audois) o extrato de uma entrevista que recebemos de um dos nossos correspondentes. Efetuamos sua tradução ao francês julgamos que ela reforça bem a parte do texto de John Lear que em paginas precedentes foi reproduzida.”
“’... Lear passou a interessar-se pelo problema óvni em novembro depois de uma conversa que teve com certos membros da Força Aérea Norte – Americana, os quais, na base aérea de Bentwaters, perto de Londres, observaram três pequenos extraterrestres indo ao encontro do comandante da base, logo após a aterrissagem de seu veículo. 
“ Este é o extrato da entrevista de Linda Howe e Bem Jamison fizera com Larry Warren, em maio de 1986, e que de um diálogo que Larry Warren teve com Bestenza[ou seja, com alguém que esteve em contato com certos Ets e inclusive falou com outros humanos contactados]. Esta entrevista também fala a propósito dos sinais deixados no chão por um óvni após sua aterrissagem em Bentwatres em dezembro de 1980. Linda Howe e Bem Jamison interrogaram Larry Warrem, mas a primeira vista parece que o relato se desenrolou com muita dificuldade, e que certamente eram devidas a postura de Larry Warren que nunca pode se afrouxar. Era como se, em suas declarações, algo o constrangesse; ou melhor, era como que ele sempre se sentisse constrangido por ter que falar certas coisas. A tudo isso acrescente-se também uma grande dificuldade na tradução dos textos. Prosseguiremos, portanto, na parte inicial desta entrevista concernente aos primeiros encontros de Warren com Bestenza, para que ele se reporte ao trecho que nos interessa aqui, entrevista esta sujeita a esclarecimentos ulteriores. Recorda-se ter estado num quarto cheio de coisas ou materiais sofisticados. Contou-me também algumas coisas da sociedade EXXON(Esso) ou também da British Petroleum, sociedades que conjuntamente estavam finalmente construindo túneis subterrâneos[para quê?]. Bestenza disse que conseguiu olhar para dentro [de tais túneis] e que pareciam sombrios, mas nele havia gente, havia homens. 
E também lá existia um grande objeto, uma nave espacial escondida. Depois entrou em outro quarto; não se tratava de uma sala de uma sala comum, mas parecia uma sala de aula. Havia cadeiras confortáveis. Relatou também que diversas vezes não consegui girar a cabeça em direção as pessoas que estavam perto dele. Ai também havia algo que desempenhava o papel de uma tel, uma espécie de tela cuja luminosidade vinha de trás, e isso impedia ver o que havia atrás dela. Bestenza disse que eles[ os Ets que aí se encontravam] estavam sendo comandados por um general ou por um comandante, não se lembra bem quem, e pouco se importou. Depois alguma coisa se moveu atrás da tela, sem que ele pudesse distinguir a silhueta e esta começou a falar-lhe por telepatia. Os que estavam lá presentes contaram-lhe muitas coisas a respeito da religião, de como o governo, o nosso governo [ou governo norte- americano] e a Rússia não correspondiam à imagem que eles sempre pretenderam dar de si. Disseram-lhe que certas bases de outros Ets podem ficar invisíveis. Que tudo aquilo que aparece construído sobre essas bases subterrâneas é só faz de conta, uma máscara, que tudo aí é falso. Que certas autoridades vendidas escondem a verdade daquele que esta buscando saber demais. Eles declaram que os governos estabelecidos [o mundo] não são autênticos, os democráticos, supostamente eleitos pelos povos[ou pela mídia?], e que são uma farsa ou são vendidos. Eu [Warren] teria gostado muito se Bestenza me tivesse explicado melhor mas nunca o fez. 
Howe: .. Acho que ele sabia alguma coisa a respeito, digamos do Papa. 
Nessa ocasião ficou muito sério de calado; de qualquer modo eu não poderia deixar de crer nele.
Howe; Ele me disse que eles lhe contaram que a verdadeira religião não era nada daquilo que costumamos crer. É só uma força organizada que tenta amansar e domesticar as pessoas. Mas há FORÇAS bem mais verdadeiras e importantes no Universo, por cima de que, não importa, mas sempre “Forças Harmônicas” que estão acima de tudo. As corporações militares, disse ele são totalmente ineficazes, como senão existissem. Não passam de uma brincadeira. 
Howe: Você pode lembrar do que mais disse o alienígena? 
Warren: Oh meus Deus! A coisa mais importante, e eu quase esqueci! Eis o que o Bestenza disse: Eles chegaram, e eles estão entre nós, você pode distingui-los e conhece-los. Há muitas pessoas humanas que trabalham com eles e para eles! E então eu lhe perguntei: Como eles fazem para se igualarem entre si e, principalmente, se assemelharem a nós? Ou melhor, o que eles fazem para se parecerem com os seres humanos e com estes se confundirem? Bestenza simplesmente me respondeu: “Eles o fazem, eles conseguem imitar a todos e a tudo.E eles se encontram nos postos chaves do Mundo, nos governos em geral. Essa declaração é que mais me deixou abismado. 

Warren: Bestenza garantiu-me que por meio deles Ets soube que existiam inúmeras bases subterrâneas por todo o mundo. E que por baixo da superfície das inúmeras bases militares, existem quase sempre instalações subterrâneas abrigando alienígenas[nefastos], e que, aparentemente , bases militares com esta dupla faceta são até bem numerosas. Sob determinado local da Florida se encontra uma das maiores instalações do Mundo. O governo do Peru sabe muito bem qual instalação existe por lá, e é totalmente impotente para fazer alguma coisa contra. Alias, eles nem querem se comprometer [tentando alterar algo] 
Howe: E o que mais ele disse? Era a propósito de religião e outras coisas mais. Era a propósito da vinda dos Ets para a nossa sociedade[ou sociedade humana], com quem tais Ets se pareciam e o que estavam fazendo. Bestenza, depois também falou alguma coisa a respeito dos paises do terceiro mundo, porquanto todos estão perdidos, sem saber que rumo tomar...! 
Warren: A União Soviética conheceu grandes desastres por causa dos óvnis[ou conheceu grandes catástrofes por causa deles]. Dentre os alienígenas, alguns simplesmente não gostam do governo soviético, outros Ets contudo fizeram acordos com eles. 
Bestenza foi informado que os Ets estão aqui, entre nós, há milhares de anos senão a milhões, e que eles sempre estiveram aí. 
Nas terras egípcias chegamos finalmente a uma cadeia de montanhas na península do Sinai onde havia uma enorme torre de radar e outra torre compacta que parecia surgir do nada. Essa cadeia de montanhas nas aparências estava fortemente armada e fortificada. Lá havia uma base que possuía armas nucleares. Que esconderijo era este? Não saberei jamais. Salientaram-me que aí um trabalho de comunicações estava sendo feito em cooperação com o Serviço de Segurança Egípcio[ a mando do “Bilderberg internacional”? [mas então se esta história pe verdadeira, essa naturalmente não é uma base militar subterrânea egípcia, mas sim algo mais envolvendo Ets e humanos nefastos...!] e ninguém nas Terras do Egito sabe de sua existência,a não ser uns poucos. 

Howe: O que Bestenza contou a respeito do Papa? Warren: Não sei bem, mas eles os alienígenas disseram que eles tinham alguma coisa no Vaticano. Os Ets sabem exatamente o que é uma religião é mas nada podem divulgar. Tal revelação os destruiria completamente. 
Howe: E aquela coisa estava atrás da tela? 
Warren: A coisa aparentemente falava a cada um da sal, mas de modo individual. Explicaríamos isto como uma comunicação mental.
Warren: As nossas bases militares são um artifício, são como um cenário de um plano teatral. 
Howe: Mas se eles já se encontram em nosso meio, se eles se assemelham ou torna-se parecidos conosco, e mais, se eles já controlam tudo o que aqui acontece..., qual será o fim de tudo isso? 
Warren: Qual a finalidade disso tudo eu sinceramente não sei. 



Descobriram instalações subterrâneas durante a construção do Metrô no Cairo, no vídeo acima esta mais uma prova, o que mais me impressiona é eles não terem retirado este vídeo da internet, o serviço de inteligência egípcio sabe da presença de inteligências estrangeiras extraterrestres no seu território.  





 " AEROPORTO DESTRUIDO POR ARMAS ATÔMICAS

O Juízo Final veio no 24º. ano, quando Abraão, acampado perto de Hebron, estava com 99 anos. o narrador do Gênesis 18 leva Abraão, e também o leitor, a um encontro com seres divinos. Senhor resolveu revelar-lhe o propósito daquela viagem: verificar as acusações contra Sodoma e Gomorra. Os eruditos há muito vêm tentando encontrar explicações "naturais" para a história bíblica.. a Bíblia agora passa a chamá-los de Mal'akhim, que costuma ser traduzido por "anjos", mas que de fato significa "emissários" Os homens disseram a Ló: 'Quem mais tens aqui além de ti? Teus filhos, tuas filhas, todos os teus que estão na cidade, faze-os sair deste lugar porque vamos destruí-lo'”. As cidades, as pessoas, a vegetação, tudo foi destruído pela arma dos deuses.. A radiação afetou até mesmo aqueles que estavam a uma certa distância. 
O patriarca estava testemunhando uma "Hiroxima", uma "Nagasáqui" - a destruição de uma planície fértil e densamente povoada por armas atômicas. O ano era 2024 a.C. Nessa mesma ocasião houve a destruição do Espaçoporto na península do Sinai e a explosão deixou uma radiação mortal que permaneceu ali por muitos séculos.
O principal alvo do ataque nuclear foi a península do Sinai. Mas a verdadeira vítima, no final de tudo, foi a Suméria. 
Os arqueólogos dessa equipe descobriram que os povoados que ficavam nas montanhas em torno da área foram abruptamente abandonados no século 21 a.C. e permaneceram desocupados por muitos séculos. E mais: até hoje a água das fontes que cercam o mar Morto são contaminadas por radioatividade, que segundo o I. M. Blake, em "A Cura de Josué e o Milagre de Eliseu", artigo publicado em The Palestine Exploration Quarterly, "é forte o bastante para provocar a esterilidade e outras enfermidades em homens e animais que a ingeriram por muitos anos seguidos

O ACIDENTE FOI UMA VINGANÇA DE NAZISTAS E SEUS ALIADOS ALIENÍGENAS SEGUNDO O PAPA DOC

O acidente nuclear de Chernobil ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclear de Chernobil (originalmente chamada Vladimir Lenin) . É considerado o pior acidente nuclear da história da energia nuclear, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido.

Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia (Belarus) e Rússia foram muito contaminadas, resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas. Cerca de 60% de radioatividade caiu em terra em Bielorrússia (Belarus).

O governo soviético procurou esconder o ocorrido da comunidade mundial, até que a radiação em altos níveis foi detectada em outros países. 

Trecho do livro A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL de Ernesto Bonno,
 revista Contact Ovni e o texto foi traduzido para o português.
         

sábado, 29 de janeiro de 2011

ATENTADOS DA EXTREMA DIREITA NO BRASIL (O HEBREU E A ANTIGUIDADE DOS DISCOS VOADORES)


Aladino Félix é um dos nomes mais polêmicos da Ufologia Brasileira. Félix escreveu livros como Contato com os Discos Voadores, um clássico da literatura ufológica mundial, Mensagens aos Judeus, o Hebreu e A Antiguidade dos Discos Voadores, que se antecipava a Erich von Daniken. E para completar, o autor líder messiânico e acusado de terrorismo, preso pelo Departamento de Ordem Política e Social(DOPS) e demais órgãos de repressão política do regime militar(1964-1985)-


1918, 1979,1980 e 1981 foram anos marcados por atentados terroristas praticados por grupos de militares e paramilitares que resistiam ã distenção política no Brasil.
A abertura política, ainda lenta, vacilava a cada novo atentado terrorista. Em todo o País, multiplicavam-se ligações anônimas com ameaças e falsos alarmes de bomba, que obrigavam a evacuação de prédios inteiros.
No Rio de Janeiro, em 30 de abril de 1981, uma bomba que deveria ser detonada durante um show no Riocentro explodiu dentro do carro dos dois
militares que a transportavam. O presidente da OAB, Bernardo Cabral, presidiu reunião no Congresso Nacional – juntamente com o presidente da Associação Brasileira de Imprensa – ABI,Barbosa Lima Sobrinho - para, com os líderes dos partidos políticos, emprestarem apoio ao presidente João Figueiredo, com o objetivo exclusivo de eliminar o terrorismo que inquietava a Nação e adotar medidas destinadas à apuração dos fatos relativos à explosão que ocasionou a morte de um militar eferimentos graves em um oficial do exército. Durante a reunião foi apresentada uma manifestação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB com o mesmo propósito.

Aladino Félix foi torturado conseguiu escapar e acabou recapturado. Depois de cumprir pena, desapareceu. A meteórica trajetória de Félix é em si mesma um mistério, ele foi responsável por cerca da metade de todos os principais atentados políticos ocorridos em São Paulo em 1968. Tais atos acabaram errônea e convenientemente atribuídos a esquerda, e contribuíram de sobremaneira para disseminar o clima de agitação e desordem que abriria o leque de justificativas para o fechamento total do regime militar, por meio da decretação do Ato Institucional numero 5 – o famigerado AI-5 em dezembro daquele ano. Ligado a altos escalões do governo, Félix insurgiu-se como o primeiro a alertar que um “golpe dentro do golpe” estava em vias de ser implantado, e a denunciar, junto com seus adeptos, as torturas a que foram submetidos nas dependências do Departamento Estadual de Investigações Criminais(DEIC).



O comandante ainda teria postulado que o Sol e os planetas se sustentam no espaço de forma contrária a que a ciência terrena afirma. O Sol não atrairia os planetas, mas provocaria uma repulsão. “ Se até então a ciência não encontrara a solução para o problema dos três corpos, brevemente haveria maior dificuldade com a inclusão de um outro sol em nosso sistema”, dizia Félix, aliás, segundo ele, essa seria uma das razões que atrairia naves extraterrestres aqui, além de nos prevenir contra os perigos a que estávamos expostos com o advento da era atômica.


Durante cinco anos, desde novembro de 1952, Aladino Félix teria conservado em segredo o contato que alegava ter mantido com os tripulantes de um disco voador na Estrada de Angatuba, interior de São Paul, bem como a visita que recebera do comandante deste. Os visitantes que dizia ter encontrado eram altos, tinham suas cabeças raspadas e usavam macacões colantes. Pelo que lhe fora explicado pelo comandante da nave – disse proceder de dois satélites de Júpiter, Io e Ganímedes – as naves deviam sua alta velocidade ao vácuo que formavam com o bombardeio de raios catódicos em toda a parte externa, formando um túnel. Tendo o vácuo sempre a sua frente, o disco podia movimentar-se sem qualquer atrito, em qualquer velocidade e em todas as direções.











Os visitantes espaciais se identificaram como habitantes de dois satélites jupterianos, chamados Io e Ganimedes. Quanto à aparência física, Dino descreve o comandante como um homem alto, corpo esguio de simetria perfeita e com olhos grandes e azuis.
Em seu livro, Dino afirma, entre outras coisas, que há um planeta em nosso sistema solar, conhecido como SS433, que, segundo os extraterrestres, está vindo de encontro à Terra. “Quando chegar à altura do Sol, irá se incandescer”, garantiu. Como os corpos se repelem pela luz, todos os planetas serão afastados de suas órbitas. 

Meteoro cai na Russia e deixa mais de mil feridos 




Seria um presságio do que esta por vir?





Claudio Tsuyoshi Suenaga 

A Verdadeira história de Dino Kraspedon e Aladino Félix

Aladino Félix é um dos nomes mais polêmicos da Ufologia Brasileira. Félix escreveu livros como Contato com os Discos Voadores, um clássico da literatura ufológica mundial, Mensagens aos Judeus, o Hebreu e A Antiguidade dos Discos Voadores, que se antecipava a Erich von Daniken. E para completar, o autor líder messiânico e acusado de terrorismo, preso pelo Departamento de Ordem Política e Social(DOPS) e demais órgãos de repressão política do regime militar(1964-1985)- Aladino Félix foi torturado conseguiu escapar e acabou recapturado. Depois de cumprir pena, desapareceu. A meteórica trajetória de Félix é em si mesma um mistério, ele foi responsável por cerca da metade de todos os principais atentados políticos ocorridos em São Paulo em 1968. Tais atos acabaram errônea e convenientemente atribuídos a esquerda, e contribuíram de sobremaneira para disseminar o clima de agitação e desordem que abriria o leque de justificativas para o fechamento total do regime militar, por meio da decretação do Ato Institucional numero 5 – o famigerado AI-5 em dezembro daquele ano. Ligado a altos escalões do governo, Félix insurgiu-se como o primeiro a alertar que um “golpe dentro do golpe” estava em vias de ser implantado, e a denunciar, junto com seus adeptos, as torturas a que foram submetidos nas dependências do Departamento Estadual de Investigações Criminais(DEIC).

Durante cinco anos, desde novembro de 1952, Aladino Félix teria conservado em segredo o contato que alegava ter mantido com os tripulantes de um disco voador na Estrada de Angatuba, interior de São Paul, bem como a visita que recebera do comandante deste. Os visitantes que dizia ter encontrado eram altos, tinham suas cabeças raspadas e usavam macacões colantes. Pelo que lhe fora explicado pelo comandante da nave – disse proceder de dois satélites de Júpiter, Io e Ganímedes – as naves deviam sua alta velocidade ao vácuo que formavam com o bombardeio de raios catódicos em toda a parte externa, formando um túnel. Tendo o vácuo sempre a sua frente, o disco podia movimentar-se sem qualquer atrito, em qualquer velocidade e em todas as direções.

O comandante ainda teria postulado que o Sol e os planetas se sustentam no espaço de forma contrária a que a ciência terrena afirma. O Sol não atrairia os planetas, mas provocaria uma repulsão. “ Se até então a ciência não encontrara a solução para o problema dos três corpos, brevemente haveria maior dificuldade com a inclusão de um outro sol em nosso sistema”, dizia Félix, aliás, segundo ele, essa seria uma das razões que atrairia naves extraterrestres aqui, além de nos prevenir contra os perigos a que estávamos expostos com o advento da era atômica. O comandante dizia que todos os planetas teriam suas órbitas modificadas. A Terra por exemplo, sob a pressão de dois Sóis, iria ocupar a zona onde hoje se encontra o cinturão de asteróides, entre Marte e Júpiter.

Contato com os Discos Voadores aborda assuntos como astronavegação e a vida em outros mundos. Lança novos conceitos sobre Deus, matéria e energia. Alerta-nos sobre o perigo atômico e discute os erros cometidos por nossas ciências. Os visitantes espaciais se identificaram como habitantes de dois satélites jupterianos, chamados Io e Ganimedes. Quanto à aparência física, Dino descreve o comandante como um homem alto, corpo esguio de simetria perfeita e com olhos grandes e azuis.
Em seu livro, Dino afirma, entre outras coisas, que há um planeta em nosso sistema solar, conhecido como SS433, que, segundo os extraterrestres, está vindo de encontro à Terra. “Quando chegar à altura do Sol, irá se incandescer”, garantiu. Como os corpos se repelem pela luz, todos os planetas serão afastados de suas órbitas. “Com isso, nosso ano passará a ter 1000 dias”, finalizou.



Foi após esses encontros que o senhor escreveu o livro?
DINO – Sim, mas só fui escrevê-lo em 1955. Nesta época, o comandante veio novamente à minha casa. Só que a razão da visita era trazer uma profecia que deveria ser incluída no livro. Esta profecia previa um trágico fim para a humanidade: “De todo será esvaziada a Terra e de todo será saqueada, porque o Senhor anunciou esta palavra: a maldição consome a Terra e os que habitam nela serão desolados. Por isso, serão queimados seus moradores e poucos homens restarão. Os fundamentos da Terra tremem. De todo será quebrantada a Terra, de todo se romperá a Terra e de todo se moverá a Terra. De todo vacilará a Terra como o ébrio e será movida e removida como uma choça da noite”.


Para o senhor, o que quer dizer esta profecia?


DINO – Bem, para eu entender a profecia, o comandante precisou fazer um desenho no meu caderno (que está reproduzido na página 47 do livro). Esse desenho mostra dois sóis... Ele me explicou que – ao contrário do que explica a nossa física clássica – os corpos se repelem pela luz. Explica também que todos os corpos têm luz, mas nós não temos capacidade de perceber isso. A luz é uma força que repele outros corpos. Assim, os astros se movem e não se chocam uns com os outros. Eles se repelem mutuamente. Esse é um fato que os astrônomos não dão nenhum valor... Mas voltando à profecia, ela diz respeito a um novo corpo celeste que iria invadir o nosso sistema e comprometer a vida na Terra.

De que forma esse astro pode nos prejudicar?

DINO – O nosso sol repele naturalmente a Terra. Segundo as palavras do comandante, virá um outro sol, que também a repelirá. Essa repelência afastará todos os corpos do Sistema Solar, de forma que o planeta Plutão será jogado fora do sistema. A Terra também será afastada, indo até a região espacial dos planetóides, perto de Marte. Ao chegar nesse ponto, começará a fazer o movimento de translação em torno dos dois sóis existentes. Porém – como disse o comandante – para chegar até a região dos planetóides, nosso planeta levará aproximadamente seis ou sete dias.
Nesse período ela tremerá, causando um grande cataclismo. Este sol será detectado pelos cientistas ainda antes do fim do século (lembrar que a entrevista foi feita em 1996). Desta forma, como diz a profecia, a Terra tremerá como um ébrio... infelizmente, com isso, dois terços da humanidade serão extintos.

E foi por isso que o senhor escreveu o livro?
DINO – Sim, por todos os motivos. Foi ele quem me pediu para escrever. Apenas cumpri uma missão... e foi o único livro que escrevi na minha vida. Várias pessoas leram a obra e gostaram muito. Em 1957, alguém levou o livro para a Rússia e, em março do mesmo ano, a Academia de Ciências da União Soviética enviou uma carta para a editora no Brasil. Então, como naquela época havia muita repressão, o Departamento de Ordem Política e Social do governo controlava tudo, principalmente o que vinha da Rússia [risadas]. O pessoal tinha horror a comunistas. O departamento pegou a carta dos russos, abriu-a e foi até a editora tirar satisfações.

Alguns fatos sobre ele

O trabalho de Cláudio Suenaga, 1968, A História Que Tentaram Apagar traz revelações surpreendentes sobre a figura de Aladino Félix e levanta a suspeita de que a sua participação na história daquele conturbado período foi subestimada pelo descaso ou preconceito de nossos historiadores. As informações a seu respeito se resumem a rotulá-lo de louco ou lhe atribuir um papel secundário.

Há muitas evidências de que Aladino tinha contatos com altos escalões do Regime Militar e é provável que acreditasse servir-se deles no seu projeto de tomada do poder. Pode ter sido um inocente útil que acreditava no apoio de alguns militares aos seus planos, ou também um bode expiatório utilizado pob eles para deflagrar a caça às bruxas. Para o pessoal da esquerda, ele não passava de um simples informante ou agente provocador. O Dr. Walter Bühler declarou que Aladino havia sido treinado pela CIA, em Chicago, de onde, “por uma razão qualquer, foi desligado”. As evidências de suas ligações com autoridades militares e as suspeitas de que poderia ter agido cumprindo ordem deles nunca foram investigadas a fundo. Isto é compreensível partindo de quem estava ligado ao regime militar; só não consigo entender o desinteresse dos historiadores em geral, que poderiam talvez levantar fatos inédItos de nossa História. As autoridades sempre negaram qualquer ligação com Aladino e apenas diziam que recebiam dele informações e denúncias, de caráter grave, sobre a situação do país. Mas, na época, falava-se que o terrorismo de grupos paramilitares de direita não começara nos anos 60, mas décadas atrás, nos anos 40 e 50. Aladino também fez esta denúncia, mas tido na conta de “louco”, “místico” e “visionário”, ninguém acreditou que por trás dele pudesse ocultar-se uma “gigantesca rede conspiratória que ao longo dos anos assumiu o controle de todos os aspectos da vida da nação”.

Diz Cláudio, em sua tese: “Os problemas com a Igreja explicam porque Aladino não foi nem mesmo citado no livro “Brasil: nunca mais”, projeto conduzido e coordenado pelos arcebispos da Arquidiocese de São Paulo. A omissão é tanto mais grave se levarmos em conta que Aladino e seus seguidores foram praticamente os primeiros “terroristas” torturados pelo aparato repressivo que se solidificava. Apenas à página 116 deste livro, numa tabela mostrando a atuação de diversos grupos de esquerda, vemos que uma “organização sem identificação” atuou em 1968. Muito pouco para um movimento responsável por quase metade dos atentados cometidos naquele ano em São Paulo.




FONTE: Trecho da Revista Ufo Ano XXIII - Numero 134  
                     O livro sobre sobre Aladino Felix foi escrito pelo historiador Claudio Tsuyoshi Suenaga que pesquisou os arquivos da ditadura em São Paulo.


BASE DE ALCÂNTARA PODE SER ENTREGUE PELO GOVERNO GOLPISTA PARA OS EUA (CRIME LESA PÁTRIA)


SENADO BRASILEIRO JÁ SE NEGOU UMA VEZ A RATIFICAR O ACORDO SALVAGUARDAS TECNOLÓGICAS BRASIL-EUA (ACIDENTE OU SABOTAGEM NA BASE DE ALCÂNTARA?) ÁREAS EM ALCÂNTARA FICARIAM SOB CONTROLE EXCLUSIVO DOS EUA)   

video



“A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) investiga a possibilidade de espionagem e até mesmo risco de sabotagem no programa brasileiro e ucraniano de lançamento de foguetes. Recentemente, a agência elaborou relatório reservado, ao qual a Folha teve acesso, sobre equipamentos de telemetria (que podem captar, enviar e processar dados à distância) instalados em bóias apreendidas em praias que cercam o CLA (Centro de Lançamentos de Alcântara, Maranhão), no dia 11 de outubro do ano passado. É a terceira vez que a agência encontra o mesmo tipo de aparelho nos arredores de Alcântara.
Abin
ma das bóias apreendidas perto de Alcântara;  nelas estavam equipamentos de telemetria,  que podem captar e enviar dados


Uma das bóias apreendidas perto de Alcântara; nelas estavam equipamentos de telemetria, que podem captar e enviar dados
Essas bóias são utilizadas para pesca em alto-mar, na localização de cardumes, mas têm capacidade de interferir nos codigos de navegação dos foguetes se para isso forem programadas, de acordo com a Abin. O equipamento foi submetido à análise do Instituto de Pesquisas da Marinha, no Rio.


A hipótese de que o equipamento pode ter sido utilizado para interferir nas comunicações entre os foguetes e a base de Alcântara não foi descartada.
Os técnicos do instituto também ressaltaram o fato de Alcântara estar muito distante das rotas de pesca em alto-mar. Eles trabalham agora numa perícia mais aprofundada.”
A matéria da FSP cita trechos do relatório acessado: 


“A agência tem monitorado o aparecimento de bóias em intervalos de dois em dois anos, nas praias do CLA. Elas são acionadas por controle remoto via satélite e têm capacidade de enviar, transmitir e medir frequência, além de possuírem espaço suficiente para abrigarem corpos estranhos; estão equipadas com bateria de longa duração e painel solar”.


Há de se estranhar a presença dessas bóias no local porque a região não tem indústria pesqueira, não está na rota de barcos que as utilizem para tal, elas não se deslocam para muito distante de onde são colocadas e, no entanto, só são encontradas nas praias próxima ao CLA, apesar dos quilômetros de praias existentes no Maranhão”, continua o documento.

Segundo a matéria da FSP, até hoje, nenhuma empresa no Brasil ou no RESTO DO MUNDO  reclamou os equipamentos encontrados pela Abin.

“Caso isso ocorresse” referindo-se à interferência na telemetria dos foguetes, “não seriam prejudicados apenas os eventuais lançamentos a partir de Alcântara, mas também se colocaria em risco a execução de operações de rastreio de veículos espaciais estrangeiros – serviço prestado pelos centros de lançamento de Alcântara/MA e Barreira do Inferno/RN”, continua o relatório.

A matéria da FSP dá mais detalhes:

“As bóias encontradas em outubro são de dois fabricantes diferentes, um espanhol e outro japonês. O modo de transmissão de dados do primeiro é via satélite. O do segundo, por ondas VHF e/ou UHF. Agentes da Abin envolvidos na investigação ressaltam que, em casos de espionagem, é comum a adaptação de aparelhos normalmente empregados em outras finalidades para camuflar a ação clandestina.

O CLA é um dos locais em que a Abin promove um trabalho preventivo de proteção do conhecimento nacional. A agência tem adotado medidas, em conjunto com dirigentes de centros de pesquisa, empresas estatais e até mesmo em companhias privadas, para tentar impedir que tecnologias desenvolvidas no país sejam alvo de espionagem ou sabotagem.


Além das bóias de pesca, a Abin levanta suspeitas também sobre a presença de muitos estrangeiros na região do CLA, uma área pobre, com pouca atividade e infraestrutura turística. Em 2006, o Grupo de Trabalho da Amazônia, coordenado pela Abin, produziu um relatório que abordou o tema.

O documento informa que, segundo fontes da polícia estadual do Maranhão, havia 116 estrangeiros no dia 15 de maio daquele ano em Alcântara, quando membros do GTA visitaram a base de lançamentos.”

O relatório da ABIN levanta outra situação apurada:

“Não foi possível saber quais as atividades que desenvolviam, tendo em vista que não haveria atividade no Centro de Lançamentos. Os altos índices de exclusão social presentes na cidade de Alcântara deixam a comunidade que ali reside exposta e fragilizada a tentativas de aliciamento e recrutamento por parte de ONGs e agentes a serviço de países que muito teriam a perder com os sucessos dos lançamentos da Base de Alcântara”.

A matéria jornalística enfatiza a suspeita de sabotagem, tomando o imenso cuidado de não citar especificamente a explosão do Veículo Lançador de Satélites, VLS, que vitimou vinte e dois dos principais cientistas e técnicos brasileiros envolvidos no projeto:

“A Abin ainda não conseguiu esclarecer se os aparelhos instalados nas bóias estavam em operação durante lançamentos feitos da base de Alcântara.

No dia 19 de julho de 2007, por exemplo, período intermediário entre duas apreensões (2006 e 2008) dos equipamentos, o CLA lançou o foguete VSB-30. O teste foi parcialmente bem-sucedido. O foguete percorreu o trajeto estipulado e o chamado módulo útil pousou no mar, mas o equipamento não foi encontrado após o lançamento, como previsto.”

Segundo a mesma matéria, na época, o CLA informou que, “durante a queda, houve oscilações no sinal de telemetria, o que dificultou o resgate do módulo após o lançamento”.

A partir do incidente da explosão do VLS o governo Lula decidiu pela construção de uma parceria estratégica com a Ucrânia, tendo sido criada a empresa binacional brasileiro-ucraniana denominada “Alcantara Cyclone Space”, cuja presidência foi entregue ao ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, ligado aos quadros do Partido Socialista Brasileiro, PSB, da base governista. Esta empresa trabalha em dobradinha com outra empresa que agrupa os remanescentes do projeto do VLS anterior, formada em sua maior parte por oficiais militares oriundos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, ITA, sediado em São José dos Campos, SP.

Mas a pergunta precisa ser respondida: quem teria o interesse de sabotar a busca brasileira de autonomia tecnológica? Qual é o país que tem tecnologia e estrutura voltada para tal? É bom que saibamos as respostas, pois quem tem tais atitudes não pode estar sendo sincero quando promete transferir tecnologias que irão permitir a autonomia de um país que busca ser soberano.


Wikileaks confirma objeção dos EUA a Alcântara

“EUA tentaram impedir programa brasileiro de foguetes, revela WikiLeaks
José Meirelles Passos

RIO – Ainda que o Senado brasileiro venha a ratificar o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas EUA-Brasil (TSA, na sigla em inglês), o governo dos Estados Unidos não quer que o Brasil tenha um programa próprio de produção de foguetes espaciais. Por isso, além de não apoiar o desenvolvimento desses veículos, as autoridades americanas pressionam parceiros do país nessa área – como a Ucrânia – a não transferir tecnologia do setor aos cientistas brasileiros.

A restrição dos EUA está registrada claramente em telegrama que o Departamento de Estado enviou à embaixada americana em Brasília, em janeiro de 2009 – revelado agora pelo WikiLeaks ao GLOBO. O documento contém uma resposta a um apelo feito pela embaixada da Ucrânia, no Brasil, para que os EUA reconsiderassem a sua negativa de apoiar a parceria Ucrânia-Brasil, para atividades na Base de Alcântara no Maranhão, e permitissem que firmas americanas de satélite pudessem usar aquela plataforma de lançamentos.


Além de ressaltar que o custo seria 30% mais barato, devido à localização geográfica de Alcântara, os ucranianos apresentaram uma justificativa política: 


“O seu principal argumento era o de que se os EUA não derem tal passo, os russos preencheriam o vácuo e se tornariam os parceiros principais do Brasil em cooperação espacial” – ressalta o telegrama que a embaixada enviara a Washington.

A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que “embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”. Mais adiante, um alerta: “Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”.

O Senado brasileiro se nega a ratificar o TSA, assinado entre EUA e Brasil em abril de 2000, porque as salvaguardas incluem concessão de áreas, em Alcântara, que ficariam sob controle direto e exclusivo dos EUA. Além disso, permitiriam inspeções americanas à base de lançamentos sem prévio aviso ao Brasil. Os ucranianos se ofereceram, em 2008, para convencer os senadores brasileiros a aprovarem o acordo, mas os EUA dispensaram tal ajuda.



Os EUA não permitem o lançamento de satélites americanos desde Alcântara, ou fabricados por outros países mas que contenham componentes americanos, “devido à nossa política, de longa data, de não encorajar o programa de foguetes espaciais do Brasil”, diz outro documento confidencial.


Viagem de astronauta brasileiro é ironizada


Sob o título “Pegando Carona no Espaço”, um outro telegrama descreve com menosprezo o voo do primeiro astronauta brasileiro, Marcos Cesar Pontes, à Estação Espacial Internacional levado por uma nave russa ao preço de US$ 10,5 milhões – enquanto um cientista americano, Gregory Olsen, pagara à Rússia US$ 20 milhões por uma viagem idêntica.



A embaixada definiu o voo de Pontes como um gesto da Rússia, no sentido de obter em troca a possibilidade de lançar satélites desde Alcântara. E, também, como uma jogada política visando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Num ano eleitoral, em que o presidente Lula sob e desce nas pesquisas, não é difícil imaginar a quem esse golpe publicitário deve beneficiar.
Essa pode ser a palavra final numa missão que, no final das contas, pode ser, meramente ‘um pequeno passo’ para o Brasil” – diz o comentário da embaixada dos EUA, numa alusão jocosa à célebre frase de Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, dizendo que seu feito se tratava de um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a Humanidade.
FONTE: 

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/01/25/eua-tentaram-impedir-programa-brasileiro-de-foguetes-revela-wikileaks-923601726.asp

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O terceiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS) , explodiu na rampa de lançamento e matou 21 pessoas. 



Todos os mortos eram técnicos civis do Centro de Tecnologia da Aeronáutica.

No total, cerca de 700 pessoas trabalhavam na operação de lançamento do VLS-1, entro de Lançamento.
De acordo com o Comando da Aeronáutica, o acidente aconteceu às 13h30. 

Primeiro país da América Latina a lançar foguete
Com o lançamento, o Brasil se tornaria o primeiro país da América Latina a enviar um foguete de fabricação própria para o espaço a partir de uma base construída perto da linha do Equador e planejada décadas atrás, durante o regime militar. A base de lançamento de Alcântara, no Maranhão, e seus cerca de 800 cientistas e militares corriam contra o relógio para concluir a montagem do foguete de 20 metros de altura.

O governo militar planejou, originalmente, levar o país à corrida espacial nos anos 1970. O primeiro passo foi a desapropriação de um terreno de 62 mil hectares nas proximidades da cidade de Alcântara, onde foram construídas as instalações de lançamento.

Até agora, no entanto, os cientistas e militares brasileiros não conseguiram realizar seu sonho, quase 25 anos e centenas de milhões de dólares depois. Em 1997 e em 1999, os foguetes lançados se destruíram pouco depois da decolagem devido a problemas técnicos.

Desta vez, porém, na base de Alcântara, havia uma determinação renovada para garantir o sucesso da empreitada. Ribeiro, que trabalha vestido com uniforme militar e dirigiu as tentativas de lançamento de 1997 e 1999, se dizia confiante no fato de os problemas anteriores terem sido resolvidos. O major-brigadeiro não convidaria repórteres para acompanhar o lançamento.

Veículo de lançamento de satélite

Os funcionários do laboratório de Alcântara deram início à montagem do foguete (Veículo de Lançamento de Satélite, VLS) de US$ 6,5 milhões no dia 1º de julho, quando começaram a chegar os componentes enviados de São Paulo.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) montou dois pequenos satélites, que carregam equipamentos de posicionamento, um transmissor para comunicações e uma bateria.

Os satélites, guardados juntos em um compartimento, seriam lançados em uma órbita baixa da Terra (cerca de 750 quilômetros acima da superfície), menos de oito minutos depois do lançamento e quando o último estágio do foguete fosse descartado.

O sucesso do lançamento significaria uma grande vitória para o Brasil. Conforme autoridades, a base de Alcântara tem potencial para se tornar um dos maiores centros de lançamento de satélite do mundo.

A base é a mais próxima da linha do Equador já construída, o que permite aos foguetes levar menos combustível e cargas mais pesadas, já que se aproveitam das forças centrífugas do planeta. Em julho, o governo brasileiro assinou um acordo com a Ucrânia, prevendo que Alcântara será a base de lançamento dos foguetes Cyclone.

"Por razões de segurança, toda a investigação está sendo mantida em absoluto sigilo. A hipótese de sabotagem foi considerada remota, mas não inteiramente descarta pelo Ministro da Defesa, José Viegas."

"Investigações posteriores concluíram que a explosão, que consumiu as cerca de 40 toneladas de combustível sólido do foguete, foi causada pela ignição prematura de um dos motores do foguete, deflagrada por uma centelha elétrica."





O que poucos Sabem

É que este José Viegas era e é um embaixador. Ficou em 03/04 ( somente estes anos ) no Ministério de Defesa.
Na época se envolveu pessoalmente na avaliação do " acidente ".
Embaixador em ministério de defesa, aham...
O motivo da saida foi ridiculo também , este homem não tem perfil nem cartel para ser ligado a segurança/defesa.
Mas fazer o que .... que fique na Italia . 



ESTE VIDEO http://www.youtube.com/watch?v=JGCfMMLzI90&feature=player_embedded

Noticia da época
Os coronéis reformados Frederico Soares Castanho e Roberto Monteiro de Oliveira, membros da Associação dos Militares em Reserva do Paraná (Asmir-PR), apontam indícios veementes de sabotagem na explosão do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1) no último dia 22 de agosto, no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).
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Essa hipótese é levantada cada vez mais por especialistas, militares e políticos.
Militares expõem “indícios veementes” de sabotagem ao VLS
Os coronéis reformados Frederico Soares Castanho e Roberto Monteiro de Oliveira, membros da Associação dos Militares em Reserva do Paraná (Asmir-PR), apontam indícios veementes de sabotagem na explosão do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1) no último dia 22 de agosto, no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).
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Essa hipótese é levantada cada vez mais por especialistas, militares e políticos.
Já no mês de março os coronéis apresentaram documento em que apontavam “indícios veementes de sabotagem nos fracassos dos lançamentos dos protótipos VLS-V01 e V02”, ocorridos em 1997 e 1999, com a suspeita de ser o governo dos Estados Unidos o principal suspeito pelas falhas dos dois primeiros protótipos do VLS.
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O primeiro lançamento aconteceu em 2 de novembro de 1997, com o objetivo de pôr em órbita um satélite de sensoriamento remoto do INPE e o segundo em 11 de dezembro de 1999, que colocaria em órbita o satélite Saci-2, também do INPE. As denúncias foram publicadas em artigo do jornal “O Imparcial”, do Maranhão.
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Significativamente, a empresa privada norte-americana que foi contratada para fazer o revestimento no primeiro protótipo do VLS segurou o máximo a entrega.
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Continua: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2003/09/262569.shtml


Parte de outra matéria
Atualmente, a base de Alcântara é considerada o melhor espaçoporto do mundo em localização geográfica. Por estar próxima à linha do Equador, permite uma economia de até 30% de combustível nos foguetes. Na prática, isso significa gastar menos ou poder mandar para o espaço cargas mais pesadas. Como os Estados Unidos são os donos da maior parte do lucrativo mercado de lançamento de satélites comerciais, eles tentaram, em 2001, fechar um acordo para “alugar” a base brasileira para seus lançamentos. Mas havia vários detalhes importantes no acordo de salvaguardas tecnológicas proposto. Um deles determinava que nenhum brasileiro poderia fazer inspeções no que estivesse sendo trazido dos Estados Unidos para Alcântara. A proposta gerou muitos debates no Congresso e foi engavetada como violação da soberania nacional.

Menos de uma semana após a explosão em Alcântara, a tese de sabotagem tomou vulto em duas notinhas da coluna do jornalista Cláudio Humberto – publicada em vários jornais do país. No dia 27 de agosto, foi citado Ronaldo Schlichting, pesquisador da corrida espacial e perito em armas. Dizia a nota: “Schlichting sugere bala do fuzil Barret .50, que alcança 3 quilômetros, como possível ‘impacto de objeto no foguete’”. No dia seguinte, outra referência à sabotagem, desta vez nas palavras de um professor do Centro Tecnológico da Aeronáutica. “O cientista Edison Bittencourt nega ‘ignição espontânea’ num dos quatro motores do foguete que explodiu em Alcântara. Sugere onda eletromagnética disparada do espaço ou de pequeno dispositivo, inserido no motor e controlado a distância”, escreveu o colunista.


Link: http://super.abril.com.br/ciencia/sabotagem-tio-sam-446333.shtml



Referências

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/01/25/eua-tentaram-impedir-programa-brasileiro-de-foguetes-revela-wikileaks-923601726.asp