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domingo, 31 de julho de 2011

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OS LIVROS MALDITOS “Die Rosenckreuzer, Zur Geschichte einer Reformation”.








Jacques Bergier

Parece fantástico imaginar que existe uma Santa Aliança contra o saber, uma organização para fazer desaparecer certos segredos. Entretanto, tal hipótese não é mais fantástica do que a da grande conspiração nazista. É que, somente agora, nos percebemos até que ponto era perfeita a Ordem Negra, até que ponto seus filiados eram numerosos em todos os países do mundo, e até que ponto essa conspiração estava próxima do êxito.É por isso que não podemos rejeitar, a priori, a hipótese de uma conspiração mais antiga.O tema do livro maldito, que tem sido sistematicamente destruído ao longo da história, serviu de inspiração a muitos romancistas, H. P. Lovecraft, Sax Rohmer, Edgar Wallace. Entretanto, esse tema não é somente literário. Essa destruição sistemática existe em tal amplidão, que se pode perguntar se não é uma conspiração permanente que visa impedir o saber humano de desenvolver-se mais depressa. Coleridge estava persuadido que uma tal conspiração existira e chamava seus membros de “persons from Porlock”. Esse nome lhe recordava a visita de um personagem vindo da cidade de Porlock e que o impedia de realizar um trabalho muito importante que iniciara. Encontram-se traços dessa conspiração, tanto na história da China ou da Índia, quanto na do Ocidente. Dessa forma, pareceu-nos necessário reunir toda informação possível sobre certos livros malditos e sobre seus adversários. Alguns exemplos precisos de livros malditos antes de tudo. Em 1885, o escritor Saint-Yves d’Alveydre recebeu uma ordem, sob pena de morte, de destruir sua última obra: “Missão da Índia na Europa e Missão da Europa na Ásia. A questão dos Mahatmas e sua solução”.


Saint-Yves d’Alveydre obedeceu a essa ordem. Entretanto, um exemplar escapou da destruição e, a partir desse exemplar único, o editor Dorbon voltou a imprimir a obra, com tiragem limitada, em 1909. ora, em 1940, desde a sua entrada em França e em Paris, os alemães destruíram todos os exemplares dessa edição que puderam encontrar. É duvidoso que reste algum. Em 1897, os herdeiros do escritor Satanislas de Guaita receberam ordem, sob pena de morte, de destruir quatro manuscritos inéditos do autor que versavam sobre magia negra, assim como todo seu arquivo. A ordem foi executada e não mais existem tais manuscritos. Em 1933, os nazistas queimaram na Alemanha uma infinidade de exemplares do livro sobre os Rosa-Cruzes, “Die Rosenckreuzer, Zur Geschichte einer Reformation”. Uma edição desse livro reapareceu em 1970, mas nada prova que realmente seja conforme o original. Poderia multiplicar tais exemplos, mas podemos encontrar um número suficiente no curso desse livro. Quem são os adversários desses livros malditos? Suponhamos a existência de um grupo ao qual chamarei “ORDEM NEGRA”. A idéia dessa denominação surgiu-me quando comecei a notar, em todas as conferências pró-Planeta e anti-Planeta, um grupo de homens vestidos de preto, de aspecto sinistro, sempre o mesmo. Penso que esses homens vestidos de preto são tão antigos como a civilização: creio que se pode citar entre seus membros o escritor francês Joseph de Maistre e Nicolau II da Rússia. A meu ver, seu papel é impedir uma difusão mais rápida e mais compreensível do saber, difusão que conduziu à destruição civilizações passadas. Ao mesmo tempo que os traços dessas civilizações nos chegam, com eles nos vem, penso eu, uma tradição cujo princípio consiste na pretensão de que o saber pode ser terrivelmente perigoso. Os técnicos na conservação da magia e da alquimia juntam-se, ao que parece, a esse ponto de vista. Pode-se constatar, também, que a ciência moderna admite, hoje, que se torna por vezes muito perigosa. Michel Magat, professor no Colégio de França, declarou recentemente numa obra coletiva sobre os armamentos modernos (Flammarion): “Talvez seja necessário admitir que toda ciência é maldita”. O grande matemático francês ª Grothendieck escreveu no primeiro número do boletim Survivre, a propósito dos possíveis efeitos da ciência: “A fortiori, se evocarmos a possibilidade de desaparição da humanidade nos próximos decênios (três bilhões de homens, três bilhões de anos de evolução biológica...), isto é muito gigantesco para ser concebível, é uma abstração absolutamente nula como conteúdo emotivo, impossível de se levar a sério. Luta-se por aumento de salário, pela liberdade de expressão, contra a seleção para a universidade, contra a burguesia, o alcoolismo, a pena de morte, o câncer, o racismo – a rigor, contra a guerra do Vietnam ou contra qualquer guerra. Mas a aniquilação da vida sobre a Terra? Isto ultrapassa nosso entendimento, é um “irrealizável”. Sente-se quase vergonha de falar disso, sente-se suspeito de procurar efeitos fáceis como recurso a um tema que, no entanto, é o mais antiefeito que podemos encontrar”. E ainda: “Hoje que enfrentamos o perigo da extinção de toda a vida sobre a Terra.

FONTE:OS LIVROS MALDITOS Jacques Bergier




sábado, 30 de julho de 2011

CONSPIRAÇÃO: O VERDADEIRO MUNDO

CONSPIRAÇÃO: O VERDADEIRO MUNDO: "Os povos da antiguidade afirmam que a humanidade já existia antes de aparecer no universo físico, em um nível de existência diferente, em um..."

CONSPIRAÇÃO: UFOLOGIA E ASTROPOLÍTICA

CONSPIRAÇÃO: UFOLOGIA E ASTROPOLÍTICA: "UFOLOGIA E ASTROPOLÍTICA Na movimentada história da Ufologia, livros foram marcando e balizando os grandes momentos, as crises, as muda..."

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CONSPIRAÇÃO: O ASSASSINATO DO PAPA PELA LOJA P2 DA MAÇONARIA: "A eleição havia terminado e a fumaça subia pela chaminé. O novo Papa estava escolhido e, para surpresa dos radicais e conservadores da Igre..."

sexta-feira, 29 de julho de 2011

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CONSPIRAÇÃO: A ORIGEM DA HUMANIDADE E OS NEFILINS Zecharia Sitc...: "Mergulhada na ignorância, a humanidade não conhece à bilionésima fração da verdade sobre a sua origem. O objetivo dessa página é revel..."

CONSPIRAÇÃO: TODA A VERDADE SOBRE OS DISCOS VOADORES

CONSPIRAÇÃO: TODA A VERDADE SOBRE OS DISCOS VOADORES: "Desde o princípio o homem tem olhado para o céu com surpresa e ansiedade. Lá no fundo, sempre suspeitamos que nossas vidas e destinos es..."

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

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domingo, 24 de julho de 2011

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CONSPIRAÇÃO: A Constelação "Cabelereira de Berenice";: "A Terra de Mu A existencia dos continentes desaparecidos se baseia em tradições, em documentos às vezes duvidosos, mas também e..."

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sábado, 23 de julho de 2011

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CONSPIRAÇÃO: As Pirâmides Submersas do Japão: "Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta..."

quinta-feira, 21 de julho de 2011

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terça-feira, 19 de julho de 2011

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Assim Jeú, rei de Israel exterminou a ''Baal''





Jehu (יְהוּא "Jeová é ele", hebraicoYehu) foi o décimo rei de Israel, filho de Josafá,[1] e neto de Ninsi
Ele foi o 11º rei de Israel se contarmos a partir de Is-Bosete, o filho de Saul, e o décimo se contarmos a partir de Jeroboão I.  Jeú reinou sobre o Reino do Norte entre os anos de 877 a  904 a.C , ou seja, por 28 anos. 

Ele era um dos generais do exército de Israel e não descendia da nobreza.

Jeú deu prosseguimento ao extermínio de toda a família e descendência de Acabe, não deixando vivos nem mesmo os filhos de Atalia (filha de Acabe e Jezabel), que era a esposa de Jeorão, rei de Judá ou do Reino do Sul (2Reis 10.1-17), depois de exterminar toda a descendência de Acabe, Jeú passou a exterminar os adoradores do falso deus Baal,



Aqui está é o coração e a alma da fraternidade interna e invisível. A parte absolutamente mais negra desse coração é o falicismo, a adoração do órgão sexual masculino ereto.

Os obeliscos foram criados originalmente pelos Mistérios Egípcios, e são mencionados na Bíblia. Veja:

"...o rei Jeú disse aos guardas e aos capitães: Entrai, feri-os, que nenhum escape. Feriram-nos ao fio da espada; e os da guarda e os capitães os lançaram fora e penetraram no mais interior da casa de Baal, e tiraram as colunas que estavam na casa de Baal, e as queimaram. Também quebraram a própria coluna de Baal, e derrubaram a casa de Baal, e a transformaram em latrinas até o dia de hoje. Assim exterminou Jeú de Israel a Baal." [2 Reis 10:25-28]

O Deus Todo-Poderoso ordenou que os obeliscos satânicos fossem queimados, mas somente após o rei Jeú executar os adoradores do obelisco, também conhecidos como adoradores de Baal. Assim, a Ordem Negra  dedica-se à adoração aos obeliscos, que foi punida por Deus com a pena de morte. Tenha isso em mente na próxima vez que você contemplar o obelisco no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, ou qualquer outro, como na cidade de Washington, ou na Praça de São Pedro, em Roma!
Falicismo [adoração do membro sexual masculino ereto!]; Hipnotismo;

"A Ordem Negra", não eram de forma alguma um regimento da polícia, mas uma verdadeira ordem religiosa com uma estrutura hierárquica. Quem poderia pois pensar que esse brutal partido nazista era uma ordem sagrada? Tal afirmação pode parecer ridícula, fora de época, mas essa não é a primeira vez na história que uma ordem sagrada é responsável por atos de atrocidades sem nome. Os jesuítas e também os dominicanos que dirigiam a Inquisição na Idade Média, são exemplos gritantes. A Ordem Negra era a manifestação concreta das concepções esotéricas e ocultas da Sociedade Thule. No interior das SS se encontrava outra sociedade secreta, a elite, o círculo o mais íntimo das SS, a SS "Sol Negro". Nosso sol giraria em volta do sol negro, quer dizer, de um grande sol central, o sol primordial, que é representado pela cruz com os braços isósceles. Essa cruz foi desenhada sobre os aviões e os carros do terceiro Reich. Os templários, os rosa-cruzes e muitas outras antigas lojas a empregavam ainda nessa mesma ótica [79].

A Sociedade Thule e aqueles que iriam tornar-se, mais tarde, os SS "Sol Negro" trabalharam em estreita colaboração não somente com a colônia tibetana em Berlim, mas também com uma ordem de magia negra tibetana. Hitler estava em contato permanente com um monge tibetano com luvas verdes que era designado como o "guardião da chave" e que teria sabido onde se encontrava a entrada de Agarthi (a Ariana) [80].
Em 25 de abril de 1945, Os russos descobriram os cadáveres de seis tibetanos dispostos em círculo num subterrâneo berlinense, e no centro se encontrava aquele homem das luvas verdes. Diz-se que foi um suicídio coletivo. Em 2 de maio de 1945, após a entrada dos russos em Berlim, encontraram mais de 1.000 homens mortos que eram, sem a menor dúvida, originários das regiões do Himalaia e haviam combatido com os alemães. Que diabo faziam pois os tibetanos afastados, milhares de quilômetros de sua terra, com uniformes alemães? [81]

Numerosos jovens foram formados pelo "Sol Negro" durante o terceiro Reich; eles eram consagrados no castelo forte de Wewelsburg e enviados ao Tibet para lá continuar a sobreviver e preparar-se para afrontar o grande combate final deste fim de século.

Pelos relatos de Franz Bardon, Adolf Hitler era também membro de uma loja FOGC (ordem franco-maçônica da centúria de ouro), conhecida, de fato, como a 99.ª loja. No que concerne às 99.ª lojas, existem noventa e nove lojas disseminadas pelo mundo e cada uma é composta de 99 membros. Cada loja está sob a dominação de um demônio, e cada membro tem um próprio "demônio" só para ele. O demônio ajuda a pessoa a adquirir dinheiro e poder, mas, em troca, a alma dessa pessoa é obrigada a servir esse demônio após sua morte. E também, cada ano, um membro é sacrificado ao demônio da loja, em virtude do que um novo membro é admitido. Os membros das 99.ª lojas são também dirigentes muito influentes na economia e nas finanças e estão mais presentes hoje do que nunca. As lojas FOGC, quer dizer, as 99.ª lojas, são, pelo meu conhecimento, o pior dos perigos; ao lado delas, o satanismo ao qual se refere a "igreja de Satã" de Anton La Vey, de quem se fala na mídia, é bem inofensivo!
Franz Bardon confirmou que Hitler e a ordem Thule foram um Instrumento entre as mãos de um grupo de magos negros tibetanos.

Somente aquele que sabe isso está apto para compreender a frase de Hitler na ocasião de seu discurso em 30 de janeiro de 1945: “Não é a "Ásia Central" que sairá vitoriosa dessa guerra, mas a Europa e, à frente desta, a nação que, já há 1.500 anos, se revelou como o poder predominante capaz de representar a Europa contra o Oriente e que a representará também no futuro: falo do nosso grande Reich alemão, a nação alemã!”. (Discurso e proclamação de Hitler de 1932 a 1945 s- de Max Domarus).
Em que Hitler se tornou, suscitou muitos mitos. Segundo os dizeres de Franz Bardon e Miguel Serranos (ex-embaixador chileno na Áustria), Hitler fugiu para a América do Sul com o auxílio da 99.ª loja. Até dizem que o cadáver encontrado e cuja dentadura foi identificada como sendo falsa pelo dentista de Hitler teria sido colocada lá pela 99.ª loja. Um jornal alemão de grande tiragem publicou em 5 de março de 1979 que foi encontrado o avião particular de Hitler na selva da América do Sul. Joseph Griner, autor de Das Ende des Hitler-Mythos (O fim do mito Hitler), afirma que Hitler decolou com seu avião em 30 de abril de 1945 do aeroporto de Tempelhof em Berlim.

No início da década de 1970, agentes do Departamento Internacional da Mente de XIAN, uma agência civil central para expor a inteligência começaram a decifrar as peças deste super quebra cabeças, um dos maiores mistérios em eons de tempo, e um dos maiores segredos dos últimos dois milênios. Por que os cidadãos médios mundiais dos anos da década de 1990 jamais ouviram esta versão alternativa da Segunda Guerra Mundial? A resposta a esta pergunta, de modo parcial, vem do próprio Hitler quando declarou:
"O verdadeiro destino do Homem é algo que o homem comum não pode conceber. Se vislumbrasse isso, não teria estômago para o suportar. Nossa revelação faz parte de um estágio final de uma evolução que terminará com a abolição da própria História. Meus camaradas do partido sequer imaginam os sonhos que assaltam minha mente, sequer suspeitam algo do grande edifício, cujas fundações, ao menos, já estarão construídas antes que eu morra. O mundo tem chegado a um ponto tal de saturação e virada química que realizará uma reviravolta que vocês, camaradas não iniciados, não podem entender."
Numa conversa com o Governador Rausching, um homem que tentou alertar ao líder nazista da grande dificuldade de criar o Homem Novo, Hitler respondeu: "O Novo Homem está Agora vivendo dentro de nós, entre nós! Ele está Aqui! E isso não é o bastante para você? Eu lhe contarei um segredo. Habitualmente vejo o Novo Homem. Ele é intrépido e cruel. Às vezes tenho medo dele!

A descoberta do Obelisco Negro de Salmanasar III foi um marco importante para a arqueologia bíblica. O Obelisco foi descoberto na cidade de Calah (antiga Ninrode – cidada Assíria) por uma equipa comandada pelo arqueólogo britânico Henry Layard e encontra-se actualmente em exposição no Museu Britânico.
Os especialistas em escrita cuneiforme começaram a traduzir as quase 200 linhas de textos presentes no artefacto. Elas falavam de vários governantes de diversos lugares que haviam presenteado o rei assírio Salmanasar III e prestado homenagem, prostrando-se diante dele.
Vários nomes estavam no texto: Marduk-apil-usur, rei de Suhi, Qalparunda, rei de Patin, Jeú, rei de Israel… Rei de Israel? Sim, o obelisco encontrado por Layard continha o nome de um rei de Israel que a Bíblia também menciona.

O texto, que está logo após o relevo do personagem bíblico, diz: “O tributo de Jeú, filho de Onri: prata, ouro, tigelas de ouro, cálices de ouro, copos de ouro, vasos de ouro, chumbo, ceptros para o rei e hastes de lança eu recebi.
____________________________________________________________________________

_______BIBLIOGRAFIA______________________________________________________________________

- Halley, H. (1983) “Manual Bíblico”, São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Nova Vida, pág. 191


Trecho do livro: AS SOCIEDADES SECRETAS E SEU PODER NO SÉCULO XX
(2Reis 10.1-17)

domingo, 17 de julho de 2011

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sábado, 16 de julho de 2011

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

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CONSPIRAÇÃO: MACACOS CIRURGIÕES E METALURGICOS: "RELATÓRIO DA EXPEDIÇÃO CIENTIFICA MARMADJAIDJAN NA ASIA CENTRAL SOVIÉTICA EM 1969, PATROCINADA PELA SOCIEDADE UNINAL ( sic! ) DE ANTROPOLOGI..."

domingo, 10 de julho de 2011

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CONSPIRAÇÃO: O NAZISTAS SE REFUGIARAM NO BRASIL: "Uma prova de que Adolf Hitler não morreu e que o seu pretenso suicídio, no bunker de Berlim pouco antes da invasão das vitoriosas tropas al..."

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O ANTIMUNDO E A ANTIMATÉRIA

O senhor Manu disse: O ser vivo supremo criou este mundo material animado, e, ninguém deve concluir que Ele tenha sido criado por este mundo material.     




Cosmogonia indo-européia: segundo o Rig Veda 

((não havia ser, ou não ser, ou éter, ou essa tenda do céu, nada a envolver, nada envolvido... mas aquele, esse respirava só, só com ela, cuja vida ele acalenta no seu seio))         

((Além dele, nada existia que depois tenha existido))

((O desejo formado pela inteligência desse tornou-se semente original; a semente tornou-se progressivamente providência, ou almas sensíveis e matéria ou elementos.))

Trata-se, por conseguinte, de um Universo não criado e criado ao mesmo tempo, impensável, desconhecido, que se organizou, fiz Rig Veda, pelo poder da contemplação.

Explicando melhor: a criação e o principio Ele-Ela não podem ser aprendidos e jamais o serão.

BIBLIOGRAFIA: 
Título Original 

Srimad Bhagavatam, Eigth Canto

"Withdrawal of the Cosmic Creations"

The Baktivedanta Book Trust 


O senhor Manu disse: O ser vivo supremo criou este mundo material animado, e, ninguém deve concluir que Ele tenha sido criado por este mundo material.     




DO INFINITAMENTE GRANDE
AO INFINITAMENTE PEQUENO

A teoria da expansão e contração faz pensar que a criação universal esta subordinada a ciclos que vão do infinitamente pequeno ao infinitamente grande, e vice-versa.

Portanto, a matéria estaria na base de tudo. Ela só é densa e continua na aparência; para os físicos, ela apresenta-se sob a forma de estruturas geométricas contendo pequenas bolas em cada um dos seus ângulos.


COSMOGONIAS ANTIGAS

(Cosmogonia significa: teoria da criação do mundo. Atualmente, a esta palavra prefere-se cosmogenese, na mesma acepção.)

Cosmogonia indo-européia: segundo o Rig Veda ((não havia ser, ou não ser, ou éter, ou essa tenda do céu, nada a envolver, nada envolvido... mas aquele, esse respirava só, só com ela, cuja vida ele acalenta no seu seio))

((Além dele, nada existia que depois tenha existido))

((O desejo formado pela inteligência desse tornou-se semente original; a semente tornou-se progressivamente providência, ou almas sensíveis e matéria ou elementos.))

Trata-se, por conseguinte, de um Universo não criado e criado ao mesmo tempo, impensável, desconhecido, que se organizou, fiz Rig Veda, pelo poder da contemplação.

Explicando melhor: a criação e o principio Ele-Ela não podem ser aprendidos e jamais o serão.




O UNIVERSO DO ABADE LEMAITRE

O abade Georges Lemaitre, cônego da Universidade de Lovaina, é criacionista, pois trata-se de um cristão: Considera ele o Universo em expansão: no final dessa expansão tudo desaparecerá.

Uma explosão:




O UNIVERSO DE MARTIN RYLE

O astrônomo do radiobservatório de Cambridge (Inglaterra) supõe ter havido, há treze bilhões de anos, um tremendo cataclismo: toda matéria concentrada num único ponto do espaço explodiu com uma violência inconcebível.

Essa explosão inicial ilustra axioma: E = M, energia igual a matéria.

Os quasars, espécies de onda luminosas, são os primeiros a partir.

As galáxias são projetadas em seguida.

A massa total finita espalha-se cada vez mais; velocidade nula quando o tempo coincidir com o infinito: treze bilhões de anos. Então, todo espaço estará repleto e ocupado, e não haverá mais tempo.
Ou então:

Os destroços vão afrouxar, depois atrair-se-ão mutuamente, provocando uma implosão que marcará o fim do mundo.




O UNIVERSO OSCILANTE DE ALLAN SANDAGE

Universo eterno e finito.

Paradoxalmente, o professor Sandage, do Observatório do Monte Wilson, é obrigado a conceber uma concentração inicial de toda a matéria universal. Essa matéria explode como no universo de Ryle, a expansão inicia-se e dura quarenta e um bilhões de anos.

Em seguida, verifica-se uma marcha inversa, uma contração: quasars, galáxias e nebulosas regressam ao ponto de partida para uma nova explosão. O ciclo de expansão-contração é de oitenta de dois bilhões de anos.

Houve e haverá uma infinidade de ciclos.




COSMOGENESE DE OSCAR KLEIN

Inicialmente, o Universo era uma espécie de nebulosa com um diâmetro de 200 bilhões de anos luz onde o físico sueco supõe a existência de um mundo formado de partículas e de um antimundo formado de antipartículas, isto é, de matéria e de antimatéria.

Partículas e antipartículas estavam disseminadas de mais nesse vasto espaço para terem qualquer possibilidade de se encontrarem.

Por efeito da gravitação universal, matéria e antimatéria condensam-se (contração formando dois mundos distintos)

Passando em seguida ao ciclo da expansão, esses mundos arrastam consigo as suas galáxias, cuja enorme velocidade de fuga se pode imaginar...

Não há interação (explosão) entre o mundo e o antimundo, pois ambos estão separados por uma zona neutra chamada ((ambiplasma)), dominada por uma temperatura intensa. Todavia, nessa zona, partículas e antipartículas encontram-se por vezes, excepcionalmente, provocando explosões junto das quais as nossas bombas atômicas não passam do rebentar de petardos.

Os radiotelescópios captam as ondas de rádio provenientes desses choques da matéria contra antimatéria, e não dos quasars como se pensava.


COSMOGENESE DE ANDREI SAKHOROV

O nosso Universo teria nascido dum antiuniverso desaparecido há vinte ou trinta bilhões de anos, fiz o físico russo.

No seus estado inicial, o Universo era constituído principalmente por antipartículas cuja condensação, a temperaturas muito elevadas, teria provocado uma explosão produzindo, como na desintegração atômica, mais matéria do que antimatéria.

O nosso mundo ter-se formado do excedente de partículas-matéria.




COSMOGENESE DE GUSTAV NAAN

A concepção do Universo e Gustav Naan, vice presidente da Academia de Ciências de Estónia, e semelhante á de Oscar Klein.

Ele imaginou a sua teoria invertendo a arquitetura presumível do Universo segundo uma formula matemática muito simples:

Si I (- I) = 0
0 = I (- I)

O mundo e o antimundo de Gustav Naan são da mesma natureza, mas inversos, talvez como os mesmos sistemas solares, as mesmas galáxias e planetas habitados por homens nossos semelhantes.

Entre esses dois mundos existe uma barreira intransponível para o homem sob pena de desintegração: uma barreira do nada.

No ponto zero funde-se o mundo em contração.

Mas do nada pode surgir matéria se ela for compensada no antimundo por uma porção igual de antimatéria.
A cosmogonia védica é admirável, tal como as especulações de físicos de Harward, Cambridge e do Collége de França, baseia-se no imaginário e no inconcebível, no nada que contem qualquer coisa. Ela garante que o homem jamais romperá o segredo do Universo.



A ANTIMATÉRIA

As cosmogeneses de Klein e de Sahkorov não explicam a criação inicial do Universo pois elas partem de um estado de fato, aliás hipotético.

Contudo o conceito de antimatéria obriga a uma explicação.

A bem dizer, ele foi sempre conhecido dos iniciados e sem duvida interfere com o En de aquém e com os universos paralelos que escapam ás nossas investigações.

((Poesia é a verdade)), dizia Goethe antecipando o antimundo e ((o outro espelho)) suspeitado por um grande vidente: Jean Cocteau.

Os físicos franceses Louis de Broglie e J. P. Vigier desde há muito imaginavam, para além das partículas conhecidas, um subuniverso do qual as partículas classificadas (elétrons, prótons, e partículas estranhas) e as antipartículas (antieletrons e antiprotons) não seriam mais do que as primeiras manifestações.

Em suma, o nosso Universo não teria sido senão uma superfície de oceano cujos abismos desconhecíamos.

Deve-se ao físico inglês P. Dirac a teoria das antipartículas que possibilitou, em 1928, a descoberta do
antielectrão, ou positrão, e do antiprotão, de massa igual á dos protões mas de carga negativa.
Em pura especulação, a antimatéria seria assim formada de antiátomos de núcleos negativos, rodeados por positrões.

Em 1966, no Laboratório  Nacional de Brookehaven(E.U.A), foi criado um núcleo de anti-hidrogênio a partir de um antiprotão e de um antineutrão.

Esta descoberta, nos estagio molecular, torna pois admissível a teoria dos antimundos.

Ao contrário de Oscar Klein e de Andrei Sakhorov, o filosofo estoniano Gustav Nann pensa que o antimundo não estaria perdido nos confins do Universo, mas existiria no nosso. Seria um mundo paralelo, de certa maneira.

Alguns sábios julgam mesmo que os fótons (partículas de luz) seriam o resultado da energia suscitada pela combinação das partículas e das antiparticulas.

Em resumo, do choque de um mundo e de um antimundo  nasceria a luz. Ou, por outras palavras, de acordo com as doutrinas secretas: de Deus e do Antideus nasceriam a luz e a criação.

Quando um Universo em contradição atinge o zero que é o nada, ele penetra no antimundo.

Então produze-se uma explosão e uma nova expansão ou antimundo transpõe o ponto zero de inexistência e toma o lugar do mundo desaparecido.






Nessa hipótese, admitindo que Deus rege o Universo, Ele vê-se substituído pelo Antideus e pelo antinuniverso, a cada mudança dos ciclos.

Estas teses não estão em desacordo com as doutrinas formuladas pelo mestre egípcio Anúbis Shénoula, para que a imperfeição e indispensável para garantir a perfeição, tal como o Carnac grosseiro da Bretanha foi necessária para equilibrar o Carnac subtil do vale do Nilo.

Pois tudo contém dois pólos chamados a substituírem-se um ao outro.

((Num mundo único onde reina a simetria, nada pode haver além do nada, o vácuo))
((Os próprios espaço e tempo não existem))



BIBLIOGRAFIA: 
Título Original 

Srimad Bhagavatam, Eigth Canto

"Withdrawal of the Cosmic Creations"

The Baktivedanta Book Trust 


 FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969
  LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa  
                                                                                                                                           

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sábado, 9 de julho de 2011

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

ATENÇÃO A CIÊNCIA. ATENÇÃO AO FOGO (A MENSAGEM QUE OS NOSSOS ANTEPASSADOS DEIXARAM)


Kali significa ferro e yuga era ou período. 

Cernunnos é a divindade misteriosa com chifres, que era adorado pelos Celtas na idade do ferro e em toda a Europa até o final do primeiro século. 



A Tese que apresentamos pode resumir-se da seguinte maneira: uma civilização muito antiga precedeu a nossa. Essa civilização, depois de ter conhecido a rádio, a televisão, o ônibus espacial, a bomba H, desapareceu devido a uma catástrofe atômica. Antes de morrer, sabendo que alguns sobreviventes, salvos da desgraça, após um longo e penoso percurso, continuariam a aventura humana, os nossos antepassados legaram uma mensagem destinada a preservar as gerações futuras da sua funesta experiência:


A MENSAGEM ERA "ATENÇÃO A CIÊNCIA ATENÇÃO AO FOGO"

Alguns os mais sábios, os mais iniciados, devem ter compreendido, traduzido, mas não falaram!

E daí se extrai uma conclusão evidente: existia uma sociedade de mistérios, uma conjuração de iniciados, que, sem duvida, tinha por missão ocultar dos humanos a aventura prodigiosa dos seus antepassados.

Depois desses antepassados, e através dos homens do sílex, dos Sumérios, dos Gregos, dos Gauleses e dos homens da Idade Média, foram transmitindo um conhecimento superior, sem que no entanto fosse revelado pelo menos o essencial, o perigoso!

Os conjurados incluíam nas suar ordens os chefes de sinarquias egípcias, judaicas, indianas, muçulmanas, cristãs; os pontífices religiosos da Europa, Ásia, e da África; certos xamãs mongóis e da América central; e monges ocidentais.

As tradições, as mensagens transmitem-se oralmente, mas, no entanto, existem transcrições na Biblioteca do Vaticano nas bibliotecas dos imãs iniciados do Magreb e do Médio Oriente, nos museus onde se mantêm as tábuas da Babilônia, certamente em Tiahuanaco, no Museu do Homem, em Paris, em Instambul e em Pequim.

Há pelo menos 6000 anos, certos homens sabem determinadas coisas que tem por missão não divulgar.

A ciência, do infinito passado ao infinito futuro, esta sempre no estado do presente.

Já alguns espíritos curiosos e imprudentes tinham pressentido esse fantástico: Anaximandro, Epiturco, Petron d’Himere, Orígenes, Archelaus de Mileto, Plutarco, Lucrecio, Roger Bacon, Descartes, Swedenborg, Yong Milton, Eliphas Lévi e muitos outros. Camille Flamarion no seu tempo, exprimiu hipóteses que os sábios acolheram com um sorriso de comiseração.

Ele interpretou o cosmos, agitou todos os problemas.

No entanto ele abriu caminho ao inacreditável.

Agitaram o famoso, o todo poderoso carbono 14 que vai de cinqüenta por cento até 5568 anos; atinge oitenta por cento de 5000 a 10000 anos e, em seguida, o carbono pode também indicar 15000 ou 50000 á escolha ou segundo apetece. Na América, o procedimento do carbono 14 é muitas vezes denunciado como um Bluff e uma fraude.

 Não existe nem uma possibilidade em mil de o homem descender do macaco.

Transmitir a ciência sem ter o poder temporal absoluto teria sido para os iniciados o recomeço do crime ancestral de que tinham por missão preservar a humanidade.

A tradição e o bom senso militam a favor de antepassados superiores que tenham cumprido uma cadeia completa de evolução antes de soçobrar, devido a um cataclismo atômico que a ciência repudia, mas que é admitido pelos textos sagrados e pelas tradições. Essa catástrofe nuclear não pode ser fixada nem calculada, pois falseou o processo natural de  modificações celulares e provocou espontaneamente mutações que em condições normais de pressão e temperatura teriam exigido vários milhões de anos.

A parábola do pecado original revelado na Bíblia encontra seu verdadeiro significado e uma relação evidente com a hipótese atômica e o receio ancestral, universal, milenar da fusão de metais e mais particularmente do ferro.O ferro sempre foi considerado um “metal maldito” o metal do Diabo e do vulcão. Todos os textos antigos, os Vedas, o Talmude, a Bíblia, os cronistas Hesíodo, Lucrécio, as tradições egípcias, romanas, chamam-lhe o metal vil e pernicioso, e a sua fusão é considerada como arma diabólica.
Outrora, os operários que trabalhavam eram relegados para o último escalão da humanidade, e ainda nos nossos dias, os Haddades, do Saara, últimos astesãos-ferreiros cuja técnica remontaria 6000 antes de Cristo formam uma casta a parte, desprezada pelos outros nômades que vivem acampamentos afastados.          
Acontece o mesmo com os ciganos que praticam a fusão. No entanto, excetuando o ar, a terra e o fogo, é o ferro o guia das civilizações, entes do ouro, do trigo, do tecido, e talvez da madeira. Nada do que constitui o orgulho dos sábios poderia existir sem ele: nem a eletricidade, nem o avião, nem o transatlântico, nem o ônibus espacial, nem a bomba atômica, nem as centrais de energia, nem as oficinas. Pode dizer-se, na formula estabelecida pela nossa civilização, o ferro se identifica com a ciência. Então como pode se explicar a universal maldição que o atacou sempre e em toda a parte senão pelo fato de um cataclismo que ele foi responsável?

Os próprios homens pré-históricos fugiam das regiões com minério ferroso, como possuídos de pânico, e fixavam-se sobre boa terra mãe, argilosa e calcária. Ora o homem pré-histórico – homo sapiens – se tivesse esse receio, se estivesse embrutecido, deteriorado... , se tinha descido na escala evolutiva, não teria sido após um cataclismo ou de um acidente a que o ferro estivesse associado?

Era esse acidente que seria necessário identificar para compreender a Pré-história ... o drama da Pré-História.

A hipótese de uma humanidade superior sujeita a uma explosão atômica há centenas de milhares de anos e, evidentemente, a intervenção de extraterrenos descobrem certos elos de semelhança que somos obrigados levar em consideração: o incompreenssível embrutecimento do homem pré-histórico; a maldição do ferro; as mensagens transmitidas pela maior parte das teologias; o mito do paraíso perdido.
                                                                     


História

O nome "ferro" deriva do latim "ferrum", enquanto o anglo-saxónico "iron" tem origem no escandinavo "iarn". Muitas histórias fabulosas se contaram ao longo dos séculos, descrevendo como o ferro meteórico caía na Terra enviado dos céus como uma dádiva dos deuses ao Homem. Não é, no entanto, necessária nenhuma explicação romântica para a descoberta do ferro, se atendermos à facilidade com que se reduz o ferro a partir dos seus minérios. Diz-se mesmo que o primeiro ferro produzido foi obra do acaso, quando pedaços de minério de ferro foram usados em vez de pedras nas fogueiras nos banquetes, onde o fogo era mantido tempo suficiente para permitir a redução. Seguiu-se a observação que as mais altas temperaturas obtidas quando o vento soprava, produziam um melhor material. Tentou-se então conseguir através de várias artimanhas uma rajada de vento artificial, até se conseguir criar uma fornalha de fundição.

Desde tempos pré-históricos que os utensílios de ferro têm vindo a ser usados: descobriram-se mesmo alguns em explorações arqueológicas na pirâmide de Gizé, no Egipto, que têm provavelmente 5000 anos de idade; na China julga-se que a utilização do aço remonta a 2550 a.c.. Também nos é indicado pelos poetas védicos que os seus antepassados pré-históricos possuíam o ferro, e que os seus artesãos já tinham adquirido técnica considerável na transformação de ferro em utensílios.

Tendo em atenção que os objectos antigos de ferro são muito menos frequentes que os de bronze, os arqueólogos posicionaram a chamada Idade do Bronze antes da Idade do Ferro. De facto, o bronze é mais facilmente extraído e trabalhado do que o ferro, pensando os arqueólogos que deixou de ser o utensílio e a arma dominante das civilizações cerca de 500 a.C.. A escassez do cobre e a abundância do ferro levou o povo hindu a desenvolver técnicas de trabalho deste metal, que mais viriam a ser transmitidas à Europa, onde se salientaram os Etruscos do norte da Itália.

Pouco tempo depois da queda do Império Romano, a produção do ferro desenvolveu-se bastante na Espanha tornando-se famosas as lâminas de aço de Toledo e seus artesãos. Estes iriam para a França e Alemanha onde introduziram a sua peculiar forja catalã, cujo desenvolvimento viria a originar as grandes fornalhas de fundição. Os produtos da forja catalã eram ou uma espécie de ferro maleável ou aço; as grandes fornalhas produziam uma variedade de ferro que não podia ser forjado ou temperado, embora fosse adequado para todos os tipos de moldagem de resistência moderada.

A descoberta, por Cort, de um processo de transformação deste tipo de ferro em ferro forjado, com custos de produção consideravelmente mais baixos que os possíveis com a forja Catalã, deu um grande ímpeto à produção de ferro na Inglaterra.

Cronos - Deus do tempo. Protege a sabedoria e as criaturas 






Hesíodo foi um dos dois grandes poetas gregos da idade arcaica. Junto com a de Homero, sua obra constitui um dos pilares sobre os quais se edificou a identidade helênica.

Hesíodo viveu por volta de 800 a.C. na Beócia, região situada no centro da Grécia. Passou a maior parte da vida em Ascra, a aldeia natal. Sabe-se que viajou a Cálcis, na ilha de Eubéia (a cerca de 800m da costa grega), com o objetivo de participar dos jogos funerários realizados em honra de um certo Anfidamos, e foi o ganhador do prêmio. Sabe-se também - sempre pelas informações do próprio poeta - que depois da morte do pai, seu irmão Perses corrompeu os juízes locais e apoderou-se da maior parte da herança que correspondia a ambos.





Por esse motivo, em suas obras, Hesíodo exalta particularmente a virtude da justiça, cuja guarda atribui a Zeus. Hesíodo relata ainda que foi pastor, até que lhe apareceram as Musas e ordenaram-lhe "cantar a raça dos benditos deuses imortais".

Dessa exortação nasceram a Gênese dos deuses e Os trabalhos e os dias, as duas únicas obras autênticas do poeta que permaneceram. A Gênese dos deuses parece ser o primeiro poema escrito por Hesíodo. Relata a sangrenta história dos deuses da mitologia grega pré-homérica. No início existem o Caos, a Terra e Eros.

Da Terra (ou Gaia, ou Géia) nasceu Urano, o primeiro rei dos deuses, que contraiu matrimônio com sua mãe. Entre os filhos de ambos encontra-se o titã Cronos, que se rebelou contra Urano e, depois de castrá-lo, governou o universo. Cronos foi destronado pelo filho Zeus, que fundou o panteão helênico clássico. Os trabalhos e os dias trata de temas mais terrenos.

A primeira parte é dedicada a mitos que ressaltam a necessidade do trabalho duro e honesto. Exalta a Justiça, filha predileta de Zeus e única esperança dos homens.

A segunda parte do poema tem propósitos didáticos: estabelece normas para a agricultura e para a educação dos filhos, além de mencionar superstições do dia-a-dia. Diferentemente de Homero, Hesíodo não se ocupou das esplêndidas façanhas dos heróis gregos. Seus temas são os deuses, regentes do destino do homem, e o próprio ser humano, com suas fadigas e misérias.

Dividiu a história da humanidade em cinco períodos, da idade do ouro à do ferro, das quais o último correspondia ao difícil período histórico em que ele próprio viveu.

Para Hesíodo, só o trabalho e o exercício das virtudes morais permitem aos seres humanos chegar a uma existência discretamente feliz na infausta idade do ferro. Hesíodo morreu, ao que tudo indica, em Ascra.

No mito de Prometeu e Pandora, Hesíodo nos dá um panorama da Era de Ferro: doenças, a velhice e a morte; a ignorância do amanhã e as incertezas do futuro; a existência de Pandora, a mulher fatal, e a necessidade premente do trabalho. Uma junção de elementos tão díspares, mas que o poeta de Ascra distribui num quadro único. As duas Érides, as duas lutas, se constituem na essência da era de ferro.
A causa de tudo foi o desafio a Zeus por parte de Prometeu e o envio de Pandora. Desse modo, o mito de Prometeu e Pandora forma as duas faces de uma só moeda: a miséria humana na Era de Ferro.
A necessidade de sofrer e batalhar na terra para obter o alimento é igualmente para o homem a necessidade de gerar através da mulher, nascer e morrer, suportar diariamente a angústia e a esperança de um amanhã incerto.


É que a Era de Ferro tem uma existência ambivalente e ambígua, em que o bem e o mal não estão somente amalgamados, mas ainda são solidários e indissolúveis.


Eis aí por que o homem, rico de misérias nesta vida, não obstante se agarra a Pandora, “o mal amável”, que os deuses ironicamente lhe enviaram.


Se este “mal tão belo” não houvesse retirado a tampa da jarra, em que estavam encerrados todos os males, os homens continuariam a viver como antes, “livres de sofrimento, do trabalho penoso e das enfermidades dolorosas que trazem a morte”.


As desgraças, porém despejaram-se pelo mundo; resta, todavia, a Esperança, pois afinal a vida não é apenas infortúnio: compete ao homem escolher entre o bem e o mal.


Pandora é, pois, o símbolo dessa ambiguidade em que vivemos. Em seu duplo aspecto de mulher e de terra, Pandora expressa a função da fecundidade, tal qual se manifesta na Era de Ferro na produção de alimentos e na reprodução da vida.


Já não existe mais a abundância espontânea da Era de Ouro; de agora em diante é o homem quem deposita a sua semente no seio da mulher, como o agricultor a introduz penosamente nas entranhas da terra.


Toda riqueza adquirida tem, em contrapartida, o seu preço. Para a Era de Ferro a terra e a mulher são simultaneamente princípios de fecundidade e potências de destruição: consomem a energia do homem, destruindo-lhe, em consequência, os esforços; “esgotam-no, por mais vigoroso que seja”, entregando-o à velhice e à morte, “ao depositar no ventre de ambas” o fruto de sua fadiga.

Texto escrito por: Lilia Cristina de Souza Machado nasceu no Rio de Janeiro, em 7 de fevereiro de 1957, é aquariana, graduada em Inglês pela Cambridge University, graduada em História pela Universidade Veiga de Almeida, pós-graduada em Arte e Cultura, na Universidade Cândido Mendes, e estudante do conhecimento humano, especialmente dos ramos do imaginário.


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Ogum dá aos homens o segredo do ferro


Na Terra criado por Obatalá, em Ifé,
os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade.
Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos
feitos de madeira, pedra ou metal mole.
Por isso o trabalho exigia grande esforço.
Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa.
Era necessário plantar um área maior.
Os orixás então se reuniram para decidir com fariam
para remover as árvores do terreno e aumentar a área da lavoura.
Ossaim, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro
e limpar o terreno.

Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido.
Do mesmo modo que Ossaim,
todos os outros orixás tentaram,
um por um, e fracassaram
na tarefa de limpar o terreno para o plantio.
Ogum, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então.
Quando todos os outros orixás tinham fracassado,
Ogum pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno.
Os orixás admirados, perguntaram a Ogum de que material
era feito tão resistente facão.
Ogum respondeu que era de ferro,
um segredo recebido de Orunmilá.
Os orixás invejavam Ogum pelos benefícios que o ferro trazia,
não só à agricultura, como à caça e até mesmo a guerra.


Por muito tempo os orixás importunaram Ogum
para saber o segredo do ferro,
mas ele mantinha o segredo só para si.
Os orixás decidiram então oferecer-lhe reinado
em troca de que ele lhes ensinasse
tudo sobre aquele metal tão resistente.
Os humanos também vieram a Ogum
pedir-lhe o conhecimento do ferro.
E Ogum lhes deu o conhecimento da forja,
até o dia em que todo caçado e todo guerreiro
tiveram sua lança de ferro.
Mas, apesar de Ogum ter aceitado o comando dos orixás,
antes de mais nada ele era um caçador.


Certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora
numa difícil temporada.
Quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho.
Os orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado.
Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado.
ogum se decepcionou com os orixás,
pois, quando precisaram dele para o segredo da forja,
eles o fizeram rei
e agora diziam que não era digno de governá-los.
Então Ogum banhou-se,
vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas,
pegou suas armas e partiu.


Num lugar bem distante chamada Irê, construiu uma casa
embaixo da árvore de acocô e lá permaneceu.
Os humanos que receberam de Ogum o segredo do ferro
não o esqueceram.
Todo mês de dezembro, celebram a festa de Iudê-Ogum.
Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros
fazem sacrifícios em memória de Ogum.
Ogum é o senhor do ferro para sempre


Mitologia do Orixás (Reginaldo Prandi)



Segundo a Mitologia Grega, os homens foram criados não apenas uma vez, mas cinco, constituindo as gerações de Ouro, Prata, Bronze, Heróis e Semideuses e ferro. Os mitos gregos tratam principalmente da quarta geração, quando heróis e semideuses habitavam o mundo.

A última geração, a do Ferro, é a que habita ainda hoje sobre a terra. Através dos seus aedos e poetas, ela vive com a recordação da geração heróica que a precedeu.

Mas apesar dessa raça não ser tão grandiosa quanto a anterior, os homens pertencentes a ela conseguiram, com muito trabalho, superar os problemas e provações que enfrentaram. Muito desse mérito cabe aos esforços do titã Prometeu, o deus que mais amou os homens.

Prometeu dedicou sua vida a uma missão sagrada: ajudar os mortais a viverem uma vida melhor. Os homens pertenciam então à geração de bronze. Os ensinamentos do titã, no entanto, não desapareceram junto com essa geração, mas passaram para as seguintes.

Foi ele quem lhes deu o fogo, que tinha obtido da forja de Hefesto. Então os ensinou a fundir minérios e a construir utensílios. Também mostrou como domesticar animais, navegar mares e combater doenças com ervas medicinais.

Porém, os homens da terceira geração eram muito altos e, com a ajuda do fogo, tornaram-se muito fortes. Desgostoso com esse poder, Zeus resolveu puni-los, tomando de volta o presente de Prometeu e o escondendo no alto do Olimpo.

Mesmo contra a vontade do senhor dos deuses, o titã foi escondido ao Olimpo e tomou novamente o fogo, dando-o à humanidade, desta vez para sempre.

A cólera de Zeus não teve limites: ele castigou duramente os homens, levando-os à completa destruição, e puniu o bondoso titã com o pior tormento que se podia imaginar; amarrou-o a uma rocha, para que durante toda a eternidade uma águia viesse diariamente lacerar-lhe o fígado, que tornava a se reconstituir à noite.

Neste volume, o leitor encontrará uma narração detalhada do mito de Prometeu e de outras histórias que se relacionam com ele e o contextualizam. Stephanides conta também os mitos de outros importantes deuses e heróis, como Orfeu, o maior músico que já existiu sobre a Terra, Dioniso, o deus do entusiasmo, da alegria e do vinho, e Dédalo, o único homem que conseguiu construir asas para voar.

Autor: Menelaos Stephanides



   FONTE: HISTOIRE INCONNUE DES HOMMES
Depuis cent mille ans
1963 by Robert Laffont, Paris
LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L - Lisboa    

domingo, 3 de julho de 2011

A BIBLIOTECA SECRETA DO VATICANO
























Já em 1876, o arqueólogo francês Wiener escrevia:

Um dia virá em que poderemos dizer a respeito das civilizações clássicas dos Egípcios, dos Caldeus, dos Bramas: estais catalogadas nos nossos livros como sendo das mais antigas, mas a ciência prova que a civilização pré-inca de Tiahuanaco é vários milhares de anos anterior á nossa. No seu livro Um Roman de Tager – La Guerre Nouvelle, o arqueólogo e escritor René Gau concede a essa teoria da Atlântida e a origem extraplanetária dos Atlantes uma contribuição nova baseada na descoberta, em Ur, de chapas gravadas que estariam na posse dos serviços políticos americanos. Estas chapas, provenientes das buscas arqueológicas efetuadas por Wooley, em 1927, são autênticas, acrescentam ao estudo da Primi-historia indícios que se adaptam curiosamente ás hipóteses que formulamos juntamente com os sábios e historiadores de vanguarda: os russos Jirov e Agrest e os franceses Lucien Barnier, Louis Pauwels, Jaques Berguier e Jean Nocher. Eis o que René Gau escreveu. A narrativa prosegue da seguinte forma: 
“(Soube através da tradução dos textos gravados que as jóias tinham um valor arqueológico muito maior do que o comercial. Elas constituíam preciosos talismãs vindos dos Atlantes que os tinham obtido de seres ditos humanos, irmãos afastados das estrelas. Eles visitaram-nos um dia, vindos das profundezas siderais vindos sobre um navio voador... Essa descoberta viria a servir de base a outras pesquisas arqueológicas, visto que ela confirma os dizeres de Platão, incluindo, além disso, a noticia espantosa da existência de irmãos da nossa humanidade terrestre, nitidamente superiores a nós, originários de outras galáxias.)”     


A cidade mais antiga do Mundo

É pela Porta do Sol que se penetra no mundo ignorado de Tiahuanaco, que proclama o seu antigo esplendor da Bolívia. A origem de Tiahuanaco perde-se nos milênios. Os Incas, quando da conquista do Peru por Fernando Pizarro, afirmaram que jamais tinham conhecido Tiahuanaco senão em ruínas. Os Aimaras, o povo mais antigo dos Andes, diziam que a cidade pertencia aos primeiros homens da Terra e que fora criada pelo deus Vira Cocha. Garcia Beltran tinha certos documentos inéditos relativos ás tradições andinas que tinham pertencido ao seu antepassado Gacilaso de la Vega. A História, que se detinha nas ultimas dinastias faraônicas, acabava de dar um salto ao passado e prolongava-se agora até o décimo milênio antes da nossa era, senão mais longe. Eis o que revelavam os documentos secretos de Garcilaso de la Vega, traduzidos e comentados por Beltran. Os escritos pictográficos de Tiahuanaco dizem que na era dos tapires gigantes, seres humanos muito evoluídos, apalmados e de sangue diferente do nosso, vindos de um outro planeta, encontraram, conforme lhes convinha, o lago mais alto da Terra. Ontem, essa lenda ter-nos-ia feito rir. Hoje, os nossos homens rãs copiam artificialmente os dedos apalmados dos colonos de Tiahuanaco.
Com os seus poderosos telescópios, os visitantes siderais procuraram portanto uma altitude e um lago favoráveis ao seu organismo e a sua vida anfíbia. A astronave do lago Titicaca Desta forma, os documentos do descendente de Garcilaso de la Veja referiam-se a uma Eva de origem extraterrestre e a engenhos interplanetários. E davam precisões espantosas. Na Era Terciária(há cerca de 5 milhões de anos), quando ainda não existia qualquer ser humano sobre o nosso planeta, povoado apenas por animais fantásticos, uma astronave brilhante como ouro pousou sobre a ilha do Sol do lago Titicaca. Dessa astronave desceu uma mulher semelhante as mulheres atuais quanto ao corpo, dos pés até os seios; mas tinha a cabeça em forma de cone, grandes orelhas e mãos apalmadas com quatro dedos. As suas mãos indicavam que existia água em abundância sobre o seu planeta original e que representava um papel primordial na vida em Vênus. Os Grandes Orelhas (ou Orejones) formavam uma casta superior na América do Su, e emigraram até a Ilha de Páscoa. As estatuas gigantes de Páscoa e Bamiyan têm todas grandes orelhas e é curioso notar que os Budas da índia têm igualmente a mesma particularidade. Por outro lado, foram os Orejones que, segundo Garcilaso de la Vega e Cieza de Leon, ocultaram os tesouros dos antepassados, cujos esconderijos jamais foram divulgados pelos iniciados. Esta mulher caminhava verticalmente como nós, era dotada de inteligência e tinha, sem duvida, a intenção de criar uma humanidade terrestre, pois teve relações com um tapir, animal rugidor, que nadava em quatro patas. Ela gerou vários filhos. Essa prole, oriunda de um cruzamento monstruoso, nascia com dois peitos e uma inteligência diminuta, mas os órgãos reprodutores mantinham-se os do tapir-porco. A raça estava fixada. Um dia terminada a sua missão, ou talvez cansada da Terra, e desejosa de voltar a Vênus, onde poderia ter um marido a sua imagem, a mulher levantou de novo vôo em sua  astronave. Eis o que se encontra escrito no frontão da Porta do Sol em Tiahuanaco.


A linguagem dos cordões

Gonzáles de la rosa, que viveu muito tempo no Peru, refere-se as declarações do quipocamaio (interprete dos quipós incas) Catari, que, tendo se retirado para Cochabamba no século XVI, traduziu para os jesuítas a linguagem dos enigmáticos cordões com nós. O manuscrito da tradução foi entregue por volta de 1625 pelo cônego de Chuquisaca(Sucre), Bartolomé Cervantes, ao jesuíta A. Oliva. A partir de então, o documento manteve-se secreto – na Biblioteca do Vaticano- , mas o essencial do seu conteúdo é conhecido.

Eis em resumo a tradução do velho Catari comentada por Gonzales de la Rosa.
“(O nome primitivo de Tiahuanaco era Chucara. A cidade era inteiramente subterrânea e o que existia na superfície era apenas a estância de corte de pedras e a aldeia dos operários. A cidade subterrânea seria a chave de uma espantosa civilização que remonta aos tempos mais recuados. Tinha-se acesso a cidade por várias entradas que foram vistas pelo grande naturalista francês Alcide d’Orbigny e pelos viajantes Tschudi, Castelnau e Squier, os quais falam em galerias sóbrias e fétidas que desembocam na praça de Tiahuanaco.
Essa cidade subterrânea fora edificada para permitir que os habitantes ali encontrassem uma temperatura mais agradável, o que prova bem que a altitude nunca variou. Perto do lago Titicaca existia um palácio de que não restam vestígios, pois sua construção deve remontar, segundo os textos, á época “”da criação do mundo”” O primeiro senhor de Chucara, quer dizer Casa do Sol, chamava-se Huyustus; ele dividira o globo em vários reinos. Os últimos habitantes de Chucara não foram os Aimaras mas os Quéchas. Em Tiahuanaco, os mortos eram enterrados deitados. Nas ilhas do lago vivia uma raça branca e barbuda. Para Gonzales de la Rosa, os antepassados dos Uros eram os fundadores de Tiahuanaco. Essa tradição muito conhecida, mesmo dos americanistas, apoia a tese da origem estrangeira dos colonos instalados em redor do lago Titicaca. Aliás, todas as tradições asseguram que, precedendo de muitos milênios o advento dos Incas, se estabelecera no Andes uma raça de homens brancos.


Garcilaso de la Vega escreve:

O Deus Sol, antepassado dos Incas, enviou-lhes nos tempos muito antigos um de seus filhos e uma de suas filhas para lhes transmitir o conhecimento, delegados que os homens reconheceram como divinos devido ás suas palavras e a sua pele clara. Pedro Pizarro, primo do conquistador, diz em sua crônica.
As mulheres nobres são agradáveis de contemplar; sabem-se belas e são de facto. Os cabelos dos homens  e das mulheres são loiros como o trigo e certos indivíduos tem a pele mais clara que dos espanhóis.
Nesse país vi uma mulher e uma criança cuja pele era de uma brancura fora do vulgar.). Um certo americanista, Denis Saurat, apoia a hipótese da existência de uma linha de sedimentos marinhos com a extensão de 700 quilometros. Essa linha escreve ele, principia perto do lado Umayo, no Peru, a cerca de 100 metros de altitude acima do nível do Titicaca, passa ao sul desse lago, a 30 metros acima do nível da água, e termina inclinando-se cada vez mais para o lado sul ... Existiu, portanto ali um mar, explica ele, e prossegue algumas páginas mais adiante: Os cais do porto de Tiahuanaco ainda existem e estão situados, não ao lado do lago desaparecido, mas sobre a linha de sedimentos...


Os petróglifos da Porta do Sol reservam grandes surpresas aos astrônomos e aos técnicos da astronáutica. Os desenhos talvez representem engenhos interplanetários assim como descrevera o descendente de Galrcilaso de la Vega: O ideograma sobre a cabeça da personagem é uma astronave terrestre(cabeça de jaguar: força, vida terrestre; cones estilizados: cabinas, povoações; cabeça de condor: viagem ao espaço.)

O Mistério de Prometeu 
Prometeu era filho de Climene, a Oceânida de pés maravilhosos. Ele deu aos homens “um explendoroso raio divino, iludindo uma segunda vez”, diz Hesíodo, a prudência do Senhor do Trovão” Júpiter encolerizado, castigou cruelmente os mortais, devido a esse fogo. A história de Prometeu surge então luminosa a claridade rosa e branca das bombas de Hiroxima, de Nagasaque. Imaginemos, após uma certa aclimatação, um cosmonauta Venusiano abandonando Tiahuanaco, atravessando o atlântico e abordando a África estéril e o Egipto, onde a consciência dos homens começa a libertar-se. Essa mensagem extraordinária, que se assemelha a mensagem Bíblica do pecado original e de Lúcifer, anjo caído vindo – ou – a vir – do planeta Vênus, não podia de forma alguma ser compreendida pelos homens antes do 7 de agosto de 1945(bomba de Hiroxima)

Seja como for, cerca de 15.000 anos antes de nossa era, Tiahuanaco entrava na noite do esquecimento e Abidos. Heliopolis, Tebas, Menfis, Carnac e Sais abriam para o mundo ocidental as primeiras paginas da História Desconhecida dos Homens.


O POPOL VUH  FOI TRAFICADO

O Mais  importante desses documentos, o Popol Vuhu ou livro do conselho, que relata acontecimentos anteriores ao dilúvio, foi transcrito em latim no século XVI por um sábio quiche que muito provavelmente, era um espanhol católico. Possuímos uma notável tradução do francês devida ao erudito abade Brasseur de Bourbong e também alguns extratos de uma exegese publicada rcentemente pelas edições Payot.
É do conhecimento do público eu o planeta Vênus regia a religião Maia, sem duvida após o aparecimento deste planeta no nosso céu visível, há 5000 anos. A maioria das pirâmides é-lhe dedicada; Quetzacoatl e Kukulka, os dois maiores deuses do panteão Maia, são personificações do planeta brilhante; em todos manuscritos Maias, os sinais de Vênus florescem em cada página... Ora, fato extraordinário, excetuando o abade Brasseur de Bourbong, todos os autores obedecendo sem duvida a recomendações de Black-out, silenciam o papel de Vênus na civilização Maia e, as vezes, conseguem até nem mencionar o nome do planeta. Coincidência curiosa, na Bíblia manifestam-se as mesmas instruções de prudência ------a respeito da “ESTRELA” que os Hebreus reincidentes tinham a desagradável tendência, sem duvida hereditária, para quererem adorar ao mesmo tempo que o touro(impropriamente chamado Bezerro de Ouro). E acontece que essa estrela é precisamente Vênus. e que esse touro, símbolo dos anjos, genitores, representa também os Iniciadores venusianos, nos Maias, nos Fenícios, nos Assírio Babilônios e nos Incas.
Em resumo, tudo se passa como se desde há três mil anos uma conjuração se empenha-se em esconder uma verdade perigosa para as nossas instituições e as nossas religiões. Uma verdade cuja chave seria o planeta Vênus.                     

DUAS EMIGRAÇÕES DE EXTRATERRENOS

Os textos sagrados hindus revelam que os antepassados dos Arianos não tinham nascido na Terra, mas numa estrela da Via Láctea (Sírio é uma estrela da Via Láctea) “O Caminho de Ariaman é o caminho que vai duma estrela a Terra” (texto védico) A segunda ingerência atestada por numerosos textos, foi a dos venusianos.

Durante muito tempo, os astrônomos pensaram que o planeta Vênus pertencia ao sistema solar desde há milhares de anos. Conseguimos, graças aos nossos documentos, que o observatório de Paris admitisse que o caso de Vênus merecia ser reconsiderado. E sabemos que alguns astrônomos, antecipando-se a verdade que em breve acabara por impor-se, admitem facilmente a irrupção de Vênus-cometa no nosso sistema solar. 


A tradição Inca diz que quando Orejona aterrou sobre a Pedra Sagrada da Ilha do Sol, no lago Titicaca, ele trouxe do seu planeta vegetais, animais, e “outras coisas” De acordo com a lenda pré-colombiana, o deus Tvira mandou erigir em honra a Orejona, sobre o local do rochedo sagrado, um templo onde estavam guardadas várias “pedras negras”. Essas pedras chamadas Kala e associadas ao Deus-Sol de forma misteriosa desapareceram do lago Titicaca. Essas Kala, em numero de três serão as que atualmente se veneram na Kaaba de Meca ou estarão encerradas na parede? Assim como a pedra de Lúcifer e as “pedras negras’ dos Andes, as das Arábia teriam uma origem celeste: teriam vindo do céu, como dádiva do anjo Gabriel a Abraão em recompensa da vitória do patriarca sobre o demônio; uma outra tradição afirma que caíram de Vênus. A grafite da cave do Kohistan, nas índias, com idade de 14.000 anos e que representa a Terra ligada a Vênus por um caminho de traços. As descrições na Bíblia, e nas tradições de todos os paises da conquista da Terra por seres vindos de algures de Vênus e da Lua.             


FONTE: HISTOIRE INCONNUE DES HOMMES
Depuis cent mille ans
1963 by Robert Laffont, Paris
LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L - Lisboa