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domingo, 29 de agosto de 2010

UFOLOGIA E ASTROPOLÍTICA





UFOLOGIA E ASTROPOLÍTICA
Na movimentada história da Ufologia, livros foram marcando e balizando os grandes momentos, as crises, as mudanças de rotas... Foi assim em 1950. Em 1953. Em 1955. Em 1963... Este extraordinário livro de Ralph Blum, Toda a Verdade Sobre os Discos Voadores, vem a tona em 1974. Prof. Flávio A. Pereira (outubro de 1976)

Estaremos, a esta altura do século, ás portas do terceiro milênio, habilitados a – aceitar a idéia de que “eles” chegaram aqui antes de nós termos chegado até “eles”?!

Com que objetivos freqüentam o espaço terrestre? Observam bases militares. Pra que? Que dizer de sua Astropolítica?

Prof. Flávio A.Pereira (Outubro de 1976)

Presidente do Instituto Brasileiro de Astronáutica e Ciências Espaciais (IBACE)
Reitor da Escola Superior de Ciências;
Presidente da Comissão Brasileira de Pesquisa Confidencial de Objetos Aéreos Não Identificados;
Presidente de Honra da Associação Brasileira de Pesquisas Exológicas;
Membro brasileiro do Aerial Phenomena Research Organization (APRO), Arizona, EUA.
Vamos ver alguns dos relatos contidos neste livro.


8.000.000.000 –sistemas planetários habitáveis

A suposição de que a raça humana é o único repositório de inteligência no universo, ou que a Terra é o único corpo no qual a vida se desenvolveu, deve ser colocada no mesmo plano que a visão geocêntrica do sistema solar a as crenças da Sociedade da Terra Plana. A estimativa cientifica em vigor é que aproximadamente oito bilhões – isto é: 8.000.000.000 – dos sistemas planetários presumivelmente habitáveis vivem apenas em nossa galáxia! O falecido Dr. James E. MacDonald uma vez ressaltou que enquanto ainda não tivermos nenhuma idéia inusitada de como chegar até Tau Ceti, o estado e o ritmo de nossa tecnologia deveria ser pelo menos interromper aqueles que insistem em que os habitantes de Tau Ceti são incapazes de chegar até aqui. E o astrônomo Fred Hoyle sugeriu a possibilidade da existência de “uma grande rede de comunicações interplanetárias” , mas somos como um pioneiro no sertão, que ainda não tem telefone. Julgando pela história de exploração do nosso próprio planeta, a noção de rotas de comércio interestelar parece bastante razoável. No seu livro The Interrupted Journey (Dial Press, Nova Iorque, 1966), John G . Fuller relata detalhadamente o caso Barney e Betty Hill, O COMEÇO "...Uma outra figura tinha uma face maligna... Ele parecia um nazista alemão. ELE é um nazista... Os olhos dele... seus olhos! Nunca tinha visto olhos como aquele" A citação acima foi feita sob hipnose regressiva por um dois primeiros abduzidos a se tornarem publicamente conhecidos, BARNEY HILL, que - juntamente com sua esposa BETTY - afirmou ter sido abduzido por entidades de pele cinza e levado para uma nave espacial que aparentemente era originada do sistema estelar de ZETA II RETICULI.

Os abdutores cinza alienígenas estavam obviamente trabalhando com um oficial militar humano que tinha toda a aparência de um completo nazista, e que foi encontrado por BARNEY. Embora este incidente tenha ocorrido mais de 15 anos depois da Europa ''supostamente'' ter sido desnazificada. Esta citação pode ser encontrada na enciclopédia paranormal "MYSTERIES OF THE MIND, TIME & SPACE", pag. 1379.

Durante a conversa lhe foi mostrado um mapa estelar do que lhe foi dito serem as estradas para o comercio e os caminhos de exploração, entre certas estrelas em algum lugar no universo. Não foi um astrônomo, mas sim Marjorie Fish quem aceitou o enorme desafio de isolar o modelo estelar especifico, do desenho da Sr. Hill, dentre as centenas de bilhões em nossa galáxia. Marjorie Fish concluiu que o mapa de estrelas havia sido calcado na perspectiva da base da nave. Começando pela suposição de que o nosso sol apareceria no mapa – provavelmente com limite traçado – e que as estrelas básicas eram dois círculos grandes, com linhas que irradiavam deles, Marjorie Fish construiu com esmero, três modelos dimensionais, de dentro de aproximadamente sessenta anos luz do sol, numa tentativa de combinar o modelo estelar especifico ao desenho da Sra. Hill.Finalmente em 1969, nove estrelas apareceram num dispositivo angular muito bem definido para ser coincidência e, rapidamente foi capaz de identificar a maioria da estrelas. Mas só em 1972, depois de seis anos de trabalho intensivo, Marjorie Fish foi capaz de localizar o triangulo de estrelas do plano de fundo, que completava a identificação do desenho de Bethi Hill.


A razão foi que até o atualizado Catálogo das Estrelas Próximas, Gliese, estivesse disponível, no outono de 1969, as ultimas três estrelas (identificadas pelo Gliese com os números 86.1, 95 e 97) possivelmente não poderiam ter sido determinadas. Assim, em 1964, quando Betty fez seu desenho, a estrela 86.1, não estava registrada em nenhum catálogo de estrelas da Terra e as outras duas estrelas, embora catalogadas, apareciam em posições paralaxes incorretas. Como o Dr. Hynek me disse “nenhum astrônomo na Terra, entre 1961 e 1964, poderia ter sabido que o triangulo de estrelas do plano de fundo, existia na sua presente posição geométrica”.


Do mapa completo de Marjorie Fish parece que apenas viajantes vindo em direção ao nosso sistema solar(Sol), da Constelação Reticulun, poderiam ter marcado a posição daquelas três estrelas. Se o chefe da tripulação tivesse realmente dito a Betty Hill que as linhas sólidas que conduziam para o que foi provado ser Zeta1 e 2 da Constelação Reticulun, diretamente para o Sol, fossem estradas de comércio, poderíamos muito bem ser parte de alguma forma de operação unilateral de comércio! A par de razoáveis considerações sobre o comércio, como poderíamos explicar a enorme distancia de mais envolvida? Uma viajem unilateral de Zeta 1, da constelação de Reticulun até White Mountains, em New Hamphshire, fica a uma distancia de mais de trinta anos luz. Isto é aproximadamente 176 340 000 000 000 milhas ou como Carl Sagan diria:
“extremamente longe”. Todavia, a distância não é um problema, se considerarmos as teorias de Einstein sobre a dilatação do tempo. Se aumentar a velocidade o tempo diminui. Assim, quanto mais perto você de aproximar da velocidade da luz, mais devagar seu relógio funcionará, comparado com os relógios deixados na Terra. No Artigo “Descoberta a Base Planetária do UFO”, Stanton Friedman e B.Ann Slate, escreveram: “O que isto implica é que a tripulação da Constelação de Reticulun não teria que vir mais rápido do que a velocidade da luz para visitar nosso sistema solar e retornar enfrentando a perspectiva de residência num asilo de velhos. Usando o elemento tempo mudança de Einstein, uma viagem unilateral a 80% da velocidade da luz, numa velocidade constante, levaria vinte e dois anos. A 99% daquela velocidade levaria cinco anos e dois meses, mas a 99.9% dessa velocidade, a viagem poderia ser feita em apenas vinte meses!”


CASO 42 – O CONTATO Nas primeiras horas da manhã do dia 3 de dezembro de 1967, o patrulheiro Herbert Shirmer, de Ashland, Nebraska, escreveu o seguinte relatório no livro de ocorrências “vi um objeto voador na conexão das rodovias 6 e 63. A comissão Condon descobriu e submeteu o policial a regressão no tempo através de hipnose com Loring G. Willians, um hipnotizador profissional, o patrulheiro Herbert Shirmer falou sob estado hipnótico que foi seqüestrado pelos tripulantes do objeto voador e os descreveu como tendo um metro e quarenta de altura e estavam usando uniformes cinzas colados ao corpo, botas e luvas. Do lado esquerdo do corpo têm um emblema: uma serpente com asas. Suas roupas vão até ao redor da cabeça como um capacete de piloto, a pele de seus rostos são brancos acinzentados, o nariz é achatado, a boca é apenas uma fenda, suas cabeças são finas e mais compridas do que uma cabeça humana, os olhos, levemente oblíquos, embora não fossem como o dos orientais, não piscavam e tinham pupilas dilatadas e apertadas como uma lente de câmera ajustando-se. Os tripulantes da falaram a ele que essa era uma nave de observação, eles se comunicavam através de aparelhos e disseram que estudam nossas línguas da Terra através de uma espécie de maquina, eles tem computadores que podem falar qualquer língua. De onde eles são? Deu uma galáxia próxima. Eles têm bases no planeta Vênus e em outros planetas de nossa galáxia. Eles têm bases na Terra para seus discos? Sim eles têm bases definitivas nos Estados Unidos. Há uma base localizada abaixo do oceano, na costa da Flórida, há uma base na região polar só não disse se era no pólo norte ou no pólo sul. Há outra base na costa da Argentina.
Essas bases são debaixo da terra ou debaixo dos oceanos. Como opera a nave deles? A nave é operada através de reversão eletromagnética. Existe alguma defesa contra UFOS? Eles me contaram que suas naves têm sido atingidas no ar através de radar que interfere em seus equipamentos. Os discos chegam aqui carregados pelas naves-mãe e são libertadas nas bases da terra. O chefe da tripulação mostrou a parte externa da nave onde dois tripulantes estão andando de um lado para o outro com uma postura militar, na tela apareciam três discos com formas diferentes voando em formação em oposição a um grupo de estrelas incluindo a constelação de Ursa Maior. Conta-se a Shirmer que essas são “naves de guerra” voando e um espaço externo. A imagem é de grande profundidade e realismo, a nave mãe é focalizada: têm o formato de um charuto, é muito comprida, esta muito longe da Terra. Eles sabem que estão sendo vistos com freqüência e estão tentando confundir a mente do público.
Ao relatar o Caso 42, o Relatório Condon emprega quase que as mesmas palavras usadas pelo Dr Hynek, depois de ter entrevistado Charlie Hickson em Pascagoula, depois do caso de Barney e Betty Hill, Shirmer é o melhor casodocumentado de sua espécie, o Dr Sprinkle enunciou a opinião de que o patrulheiro acreditava na realidade dos acontecimentos que descreveu, e disse que a mente de Shirmer era uma chave para o futuro. Esta matéria esta no livro Beyond Earth: Man’s Contact With UFOs. Copyright 1974 By Ralf Blun



CARL SAGAN "O MESTRE DOS DESPISTAMENTOS"

Hoje, não há nenhuma evidência clara, eu diria, que nos obrigasse a acreditar que exista vida em outro lugar, muito menos vida inteligente. Há uma tremenda quantidade de lugares. Há uma tremenda quantidade de tempo. E as partículas que compõe a vida estão espalhadas pelo universo. Há, também, uma espécie de tradição de Copérmico: quão extraordinário seria se estivéssemos vivendo no único planeta habitado... as possibilidades contra isso são imensas. O sol é uma, de talvez duzentos bilhões de estrelas, que compõe a Via Láctea... E nossa galáxia é uma entre bilhões de outras galáxias; então temos uma quantidade enorme de números. Para começar, ajudaria, se homens do nível de Carl Sagan não afirmassem numa transmissão de âmbito nacional, que todo o universo deve ser reprimido pelas limitações do nosso conhecimento cientifico. A implicação não expressa é: Porque ainda não podemos alcançar a constelação de Centauro, ninguém no universo é suficientemente adiantado para chegar aqui. Em 1968, durante uma audiência da Comissão de Ciência e Astronáutica do Congresso, Sagan Disse:

“Agora, uma coisa está clara: se existem outras civilizações técnicas, tomando-se ao acaso uma delas, é provável que esteja bem mais adiantada do que a nossa civilização técnica. Por exemplo. Não é provável que exista qualquer outra civilização, nas galáxias, que seja assim tão retrógrada no seu conhecimento técnico cientifico. A terra pode ter sido visitada várias vezes por diversas civilizações das galáxias durante a sua existência geológica. Não esta fora de questão que produtos dessas visitas ainda existam ou mesmo que alguma espécie de base seja mantida (possivelmente automática) dentro do sistema solar para dar continuidade a viagens sucessivas. Bem, se são inteligências, então sabem alguma coisa, a respeito do mundo físico, que não sabemos e, também, sabem alguma coisa sobre o mundo psíquico que não sabemos - e estão usando tudo isso”.

TRECHO DO LIVRO Beyond Earth: Man’s Contact With UFOs. Copyright 1974 By Ralf Blun

sábado, 21 de agosto de 2010

OS CRÂNIOS DE CRISTAL MAIAS, MIXTEXAS E ZAPOTECAS






































De fato , a idéia de que crânios de cristal estejam ligados a poderosos rituais hindus e do Budismo tântrico parece ser bem fundamentada. A iconografia dos crânios é bastante presente a arte tibetana e hindu. Relacionados aos crânios himalaios e tibetanos havia os crânios de jade, esculpidos a partir da valiosa e dura pedra esverdeada.

Um site da internet (www.greatdreams.com) afirma que, entre os anos 2000 e 2001, “foram encontrados crânios de cristal em algumas cavernas e montanhas remotas. Levaram-se dois anos todas as 22 antigas peças, conhecidas em seu conjunto como OS CRÂNIOS DE BEIJING, possivelmente ligados aos Dropas” . Os Dropas são extraterrestres semelhantes a anões que supostamente desceram das nuvens quando sua nave caiu em uma área montanhosa remota na fronteira entre a China e o Tibete. Ali eles viveram em cavernas , e já se reportou a descoberta de túmulos contendo seus estranhos esqueletos e discos que conteriam informação codificada.

Richard Garvin, que escreveu The Crystal Skull (1973) sobre a pesquisa de Frank Dorland sobre o Crânio de Cristal de Mitchell – Hedges, cita uma fala de Dorland:

“É evidente que o culto ao crânio, ou adoração ao crânio, foi no passado uma pratica entre os povos do mundo todo” diz Dorland. “Das ilhas do Pacífico até o Tibete, do Egito ao México, a adoração aos crânios é encontrada em todo o planeta. Mas em nenhum lugar do mundo o símbolo do crânio foi tão importante como para as culturas da America Central, tanto modernas quanto pré – hispânicas. Nelas a imagem cranial aparece como uma espantosa variação de formas. Por exemplo: no centro do calendário asteca Xolot, irmão gêmeo de Quetzalcoatl, tinha o rosto de crânio; marchetarias formando mosaicos de crânios eram feitas pelos nahuas, e o crânio eram um importante elemento temático na arte em ouro do mixtecas.
Durante dois dias inteiros, pude coordenar a pesquisa feita no crânio de cristal maia no Laboratório Rose – Croix, no Rosicruciam Park, em San Jose, California, em 1980. Como mencionamos anteriormente, o primeiro dia integral de testes ocorreu em 4 de janeiro de 1980, e contou com a presença do dr. Marcel Vogel e de Michel Campbell. O dr. Vogel, que havia previamente trabalhado com o crânio de cristal de Mitchel – Hedges e com o crânio de cristal do Museu Britânico, declarou que todos os crânios de cristal agiam como computadores arcaicos que armazenavam informação .

A sessão que fizemos na tarde do dia 4 de janeiro de 1980 contava com a presença de Michel Campbell. Ele era bastante experiente em psicometria, e já havia sido testado por vários parapsicólogos em Nova York Michael ficou emocionado durante a sessão com o crânio, pois dizia estar “vendo” varias de destruição e violência de dentro do artefato. Mais tarde, ele afirmou que havia visto muitas cenas de transformações titânicas na Terra, cataclismos acompanhados de mortes em massa, de seres humanos e outros, que haviam ocorrido há muitos milhares de anos, neste planeta. Michae também falou que o crânio continha o elemento extraterreno ou, mais corretamente interdimensional. Ele viu um tempo muito distante em nosso planeta quando diferentes formas de vida competiam por quem iria povoar este mundo, o que envolvia formas extraterrenas corpóreas e seres interdimensionais não corpóreos . Há vários livros que já foram escritos sobre diversos aspectos dos crânios de cristal. A avassaladora maioria deles foi escrita por jornalistas ou pesquisadores que não fizeram qualquer pesquisa original por conta própria. Até aonde eu sei, apenas a Sociedade Internacional dos Crânios de Cristal, os Laboratórios pesquisa da Rosa Cruz; os Laboratórios Hewlett-Packard e do Museu Britânico – em suas ocasiões, 1936 e 1996 – realizaram testes e pesquisas legítimas em crânios de cristal.



A COLEÇÃO DE CRÂNIOS DO IMPERADOR MEXICANO

Teriam vários presidentes e imperadores mexicanos guardado tesouros secretos? É exatamente o que o jornalista californiano Sibley S Morril sugere em seu livro Anbrose Bierce, F.A. Michell-Hedges and the Crystal Skull.

Morril sustenta que o crânio de cristal de Michel –Hedges veio de uma coleção especial de crânios de cristal e outros itens que havia sido passada ao longo de gerações desde os tempos dos Astecas até os vários oficiais mexicanos, a começar do período da conquista.

Em The Mystery of the Crystal Skulls, Morton e Thomas afirmam que “Rumo ao fim do século XIX, aparentemente se haviam espalhado rumores de que o presidente mexicano Porfirio Dia, tinha um esconderijo de tesouros que se acreditava conter um ou mais crânios de cristal. Dizia-se que estes tesouros haviam sido transmitidos de um Imperador para o próximo, e que davam poderes necessários para governar.

Até aonde eu sei, apenas a Sociedade Internacional dos Crânios de Cristal, ao Laboratórios de Pesquisa da Rosa Cruz; os Laboratórios da Hewlett Packard e do Museu Britânico – em duas ocasiões, 1936 e 1996 – realizaram testes e pesquisas legítimas em crânios de cristal.

Utilizando as designações “contemporâneo” , “intermediário” , e “antigo” para classificação, Nick Nocerino apresentou a técnica scrying ou observação de cristais, a seus alunos. Scrying é um termo arcaico que descreve pessoa tentando interagir com sua própria mente com um cristal para ver “imagens” nele. A técnica mais moderna atualmente em uso chama-se psicometria, que foi popularizada pelo professor J.B Rhine, da Universidade de Duke, em 1930 – ele já foi chamado de “O Pai da Parapsicologia” A psicometria envolve uma pessoa segurando um artefato desconhecido, histórico ou pré histórico que não tenha registros históricos ou de proveniência. Proveniência é um termo usado na Arqueologia que diz respeito a um achado ou escavação que é documentado e registrado com testemunhas para manter um registro acurado dos artefatos, estabelecendo assim uma cadeia de custódia.

Os cientistas concordaram que não havia uma forma cientifica confiável de datar cristal esculpido – problema que permanece até hoje. Todos concordaram, na época, que não havia evidencias do uso de ferramentas modernas em nenhum dos crânios.

Os laboratórios da Hewlett Packard, em Santa Clara, California, estiveram envolvidos no exame de dois crânios de cristal no anos de 1970, Ambos os crânios eram o então conhecido crânios de Mitchel Hedges e o crânio de cristal Maia. Um dos testes realizados nesse crânio foi sua imersão em um banho de álcool pata determinar a polaridade do cristal. Esse indicou que o crânio e o maxilar inferior haviam sido esculpidos da mesma peça de quartzo. Também concluíram que fora esculpido em direção oposta ao veio natural de seu eixo de crescimento, o que mostrava que o trabalho não havia sido feito com uso de ferramentas modernas, uma vez que os cristais se estilhaçariam sob a vibração de uma ferramenta automática. O microscópio eletrônico de varredura não revelou evidencias de marcas de ferramentas metálicas ou do uso de rodas abrasivas para entalhar o dentes.



CONCLUSÃO SOBRE OS CRÂNIOS DE CRISTAL

Em resumo, eu diria que já vimos muitos crânios de cristal que são artefatos antigos. Em estudos e testes feitos por mim e por outros, o crânio de cristal maia, o crânio de cristal ametista, Sha-Na-Ra e o crânio de cristal dos templários, conhecido como “sangue de cristo” mostraram-se genuinamente antigos. Isso completa uma lista de quatro, talvez nove, crânios que conheço que podem ser artefatos antigos inexplicáveis pelos paradigmas convencionais da antropologia.


SOBRE A ORIGEM DOS CRÂNIOS

Para começar, “asteca” era um termo genérico, pois os astecas eram uma confederação de tribos unidas em um império pelas conquistas de uma classe guerreira de povos indígenas mexicanos. Duas das tribos conquistadas por estes povos eram os mixtecas e zapotecas, que eram artesãos superiores e tornaram-se parte da federação asteca. Os mixtecas e zapotecas eram mestres no entalhe em jade e cristal de quartzo, e eles que produziram crânios de cristal para confederação asteca. Meu informe maia Francisco Reyes, afirmou categoricamente que, de acordo com sua tradição, os maias antigos não fizeram nenhum dos crânios de cristal grandes. Ele indicou que os crânios haviam sido ”presentes dos Deuses”, possivelmente vindos de alguma civilização pré- histórica ou de fontes extraterrestres.

A pesquisadora Marianne Zezelic (...) escreveu : “O cristal é um acumulador de magnetismo terrestre.
Mais informações podem ser encontradas no trabalho de Marcel Vogel, pesquisador da IBM que passou 17 anos testando cristais e sua interação com a energia humana.
Mais pesquisas incríveis envolvendo DNA e sua estrutura cristalina vêm sendo realizadas para tentar resolver os mistérios da origem da vida e do processo de evolução. Leiam sobre
“Self Replication and Evolution of DNA Crystals”


TRECHO DO LIVRO “CRÂNIOS DE CRISTAL” Autores David Hatcher Childress e Stephen S. Mehler.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

1966 O CASO DAS MASCARAS DE CHUMBO












1966 O CASO DAS MASCARAS DE CHUMBO

No dia 20 de agosto de 1966, um sábado, dois homens foram encontrados mortos no alto do Morro do Vintém, no bairro Santa Rosa, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro. Nenhum sinal de violência ou luta corporal. Os corpos estavam próximos, um ao lado do outro, deitados de costas no chão, em cima de uma espécie de "cama" feita com folhas de Pintoba, uma espécie de palmeira, as quais foram cortadas com alguma faca ou algo similar. Os corpos estavam bem vestidos com ternos limpos e com capas de chuva. Os corpos já estavam em adiantado estado de putrefação. Do lado dos corpos um estranho marco de cimento, uma garrafa de água mineral magnesiana, uma folha de papel laminado que foi usada como copo, um embrulho de papel com duas toalhas, um par de óculos preto com uma aliança em uma das hastes, um lenço com as iniciais "MAS", duas toscas máscaras de chumbo, um papel com equações básicas de eletrônica e um estranho papel com a seguinte escrita:



16:30 hs. – estar no local determinado.
18:30 hs. – ingerir cápsula após efeito,
proteger metais...

A autópsia realizada nos corpos, pelo médico legista Dr. Astor Pereira de Melo, nada revelou como a "causa-mortis", pois não havia sinal de violência, de envenenamento, de distúrbios orgânicos e total ausência de contaminação por radioatividade. Foram realizados diversos exames toxicológicos, em diversos pedaços das vísceras e todos deram negativos.

Os documentos que portavam permitiram facilmente identificar que eram os sócios radiotécnicos Miguel José Viana, 34 anos e Manoel Pereira da Cruz, 32 anos, moradores na cidade de Campos dos Goitacazes, Interior do Estado do Rio de Janeiro. Os exames grafotécnicos realizados nos bilhetes provaram que a caligrafia era de Miguel José Viana.



Para complicar ainda mais, na noite em que os radiotécnicos morreram, em 17 de agosto de 1966, uma quarta-feira, várias testemunhas telefonaram para a Polícia para informar que viram um disco voador no alto do Morro do Vintém, ou seja, um estranho objeto, de forma arredondada e com um halo de luz intensa, sobrevoando o local onde foram encontrados os corpos.

Até hoje a Polícia não soube explicar o que realmente aconteceu. Um simples latrocínio? Uma experiência parapsicológica mal sucedida? Uma experiência psicotrônica com um fim trágico? Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador?

Para tentar entender o que pode ter acontecido, vamos detalhar, passo a passo, o que eles fizeram desde que saíram de Campos e até que foram encontrados mortos em Niterói.

Agosto/66 – Não se sabe corretamente o dia, mas as duas máscaras de chumbo foram feitas pelos radiotécnicos em sua oficina em Campos, RJ, pois lá foi encontrado o restante da placa utilizada:



Em 16.08.66, à noite, terça-feira, o Manoel Pereira da Cruz informou para sua esposa Neli que iria para São Paulo, juntamente com Miguel José Viana, seu sócio, casado, para comprar um carro usado e alguns componentes de eletrônica para o estoque da oficina. Ele embrulhou dois milhões e trezentos mil cruzeiros (mil dólares aproximadamente) para levar na viagem.

Em 17.08.66, quarta-feira, às 09:00 horas, os radiotécnicos tomam o ônibus na rodoviária de Campos, com destino à Niterói e não São Paulo como haviam informado à família.

Em 17.08.66, quarta-feira, às 14:30 horas, eles chegam na rodoviária de Niterói.

Entre as 14:30 horas até o instante em que eles morreram, a polícia descobriu que eles passaram em uma loja de componentes eletrônicos, onde eles eram fregueses, a Fluoscop, situada na Travessa Alberto Vitor, 13, no Centro de Niterói. Passaram em uma loja e compraram capas de chuva. Passaram em um bar, situado à Av. Marquês do Paraná e compraram uma garrafa de água mineral magnesiana, não esquecendo de pegar o comprovante do vasilhame, para poder devolver na volta. A pessoa que os atendeu, neste último estabelecimento, disse que Miguel parecia estar nervoso e a toda hora consultava as horas no relógio. Aquele dia estava chuvoso e escurecendo rapidamente.

O vigia Raulino de Matos, morador no local, viu quando Manoel e Miguel chegaram ao pé do morro em um jipe, juntamente com outras duas pessoas, até hoje não identificadas. Manoel e Miguel desceram do jipe e subiram o morro à pé.

Na manhã de 18.08.66, quinta-feira, um garoto de 18 anos, Paulo Cordeiro Azevedo dos Santos, que estava caçando passarinhos, viu os corpos e avisou o guarda Antônio Guerra, que servia na radiopatrulha. Posteriormente, esse guarda foi ouvido pelo Delegado Venâncio Bittencourt, que comandou as investigações, para saber porque demorou dois dias para ir ao local onde foram achados os cadáveres. Admitia-se que o guarda ou outra pessoa teria revistado os cadáveres, para se apropriar do dinheiro, mas nada ficou comprovado.

Em 20.08.66, sábado, dois dias depois, por volta das 18:00 horas, um garoto também de 18 anos, Jorge da Costa Alves, estava procurando sua pipa junto com outros meninos, quando sentiram um forte mau cheiro e localizaram os corpos. Jorge avisou a Segunda Delegacia de Polícia (2a DP) de Niterói.

Em 21.08.66, domingo, pela manhã, a Polícia, os Bombeiros, jornalistas e curiosos subiram o morro para resgatar os corpos. No bolso de um foi encontrado a quantia de 157 mil cruzeiros (68 dólares) e no bolso do outro 4 mil (menos de 2 dólares), além dos relógios.

Assim, a Polícia iniciou as investigações. Um dos bilhetes e o sumiço do dinheiro reforçaram a hipótese de um terceiro personagem. Também a ausência de uma faca ou objeto cortante, utilizada para cortar as folhas de Pintoba, reforçou essa hipótese, mas as máscaras de chumbo não combinavam com a situação e nem o estranho bilhete. A hipótese de uma terceira pessoa indicava que ela teria dirigido a pesquisa, mas não teria participado.

Mais tarde, a Polícia prendeu o amigo Elcio Correia Gomes, espírita, que introduziu os dois radiotécnicos em estranhas e grandiosas experiências. Tempos antes, os três causaram uma enorme explosão, na Praia de Atafona, no Interior do Rio de Janeiro. A explosão foi tão grande e causou um clarão enorme, que a população pensou que estava ocorrendo um terremoto. Esse acidente foi objeto de investigação por parte da Marinha Brasileira. Como a Polícia não encontrou provas contra o Elcio, ele acabou sendo libertado.

Após os jornais terem anunciado essas duas estranhas mortes, a Sra. Gracinda Barbosa Coutinho de Sousa, informou que, na noite de 17.08.66, entre 19:00 e 20:00 horas, juntamente com três filhos, duas meninas e um menino, estavam passando, de carro, pela Alameda São Boaventura, no bairro Fonseca, quando a filha Denise, de 7 anos, chamou a atenção da mãe de algo no alto do morro. Viram um objeto multicolorido, ovóide, de cor alaranjado, com um anel de fogo de onde saíam raios azuis em várias direções. Após a imprensa divulgar esse depoimento, várias outras pessoas se encorajaram e ligaram para a Polícia informando que também tinham visto tal objeto luminoso no mesmo local, dia e hora.

Técnicos em eletrônica fundamentaram a hipótese de que Manoel e Miguel foram mortos por um raio, pois nesse dia chovia muito. Argumentaram que eles estavam em um local alto, com uma máscara de chumbo no rosto. Os corpos teriam sofrido ligeiras queimaduras, as quais só não foram constatadas na autópsia porque as marcas se desfizeram com a decomposição dos cadáveres. Essa hipótese não foi confirmada pelo médico legista.

O Padre Oscar Gonzalez Quevedo, professor de parapsicologia, na época, deu um depoimento ao jornal O Globo, informando que máscaras de chumbo eram usadas em testes mortíferos de ocultismo. Disse que o ocultismo admitia que dos novos mundos emanavam irradiações luminosas, por exemplo, capazes de afetar aquilo a que chamavam de "terceiro olho", e fulminar o experimentador. Daí a necessidade da proteção com as máscaras de chumbo. Nesse tipo de experiência, o experimentador deve ingerir uma quantidade de droga que lhe permite entrar em transe e deve estar em jejum para provocar o desequilíbrio físico e mental. Essas experiências são conhecidas como psigama e hiperestesia. No primeiro caso o experimentador procura liberar a alma para conseguir captações espirituais, e na segunda, os nervos hiperexcitados são o instrumento pelo qual o homem procura sentir aspectos sutis da realidade que o cerca. O Padre Quevedo frisa que para conseguir êxito em qualquer uma dessas experiências, são indispensáveis muitos exercícios e perfeito estado físico.

A situação ficou mais complicada quando a Polícia descobriu uma morte bem semelhante, quatro anos antes. José de Sousa Arêas informou que em 1962, um técnico de televisão, foi encontrado morto, no Morro do Cruzeiro, em Neves, sem nenhum tipo de violência, com todos os seus pertences e também com uma máscara de chumbo. Ele se chamava Hermes de tal e foi no alto do morro para tentar "captar" sinais de televisão sem o auxílio de nenhum aparelho eletrônico. Disse que ele engoliu um comprimido redondo e morreu porque não estava fisicamente preparado para a empreitada, que oferecia possibilidade de vida ou morte.

Depois de muita investigação e várias hipóteses levantadas, em 25.08.67, os corpos foram exumados, para ser realizado uma nova série de exames, no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas nada foi descoberto.

Em maio de 1969, a Justiça Brasileira arquivou o Processo por falta de provas.

Em 1980 um novo mistério. O cientista e Ufólogo Jacques Vallée, que trabalhou para a NASA, veio ao Brasil exclusivamente para pesquisar esse caso. Ao chegar no local, em companhia de sua esposa, do detetive Saulo Soares de Souza e do repórter policial Mário Dias subiram o morro e lá ficaram estarrecidos. No local onde foram encontrados os corpos, não havia vegetação e estavam demarcados, como se alguém tivesse contornado os corpos, e o solo estava como se tivesse sido calcinado.

Assim, o Mistério das Máscaras de Chumbo até hoje continua sendo uma grande incógnita. A Polícia não conseguiu esclarecer o que aconteceu e nem o Poder Judiciário. O que realmente aconteceu? Um latrocínio bem elaborado? Uma experiência parapsicológica mal sucedida? Uma experiência psicotrônica com um fim trágico? Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador? Não sabemos. Se você tiver algum fato novo que possa ajudar a esclarecer este caso, por favor, entre em contato conosco.

Paola Lucherini Covo é diretora do INPU (www.inpubr.com.br) e do INFA

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA


VEJAM O VÍDEO E TODAS AS ARMAÇÕES E MENTIRAS DA MÍDIA NORTE AMERICANA 

O padrão global, aqui no Brasil, na Venezuela, nos Estados Unidos,na Argentina, na Itália, onde quer que seja, é pura farsa e se insere no contexto do embate entre os que defendem o mundo "globalitarizado" sob o domínio militar dos EUA e da OTAN 














A Revolução Não Será Televisionada



"O impressionante documentário produzido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O'Briain sobre o golpe contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, põe a nu toda e qualquer defesa que se possa pretender fazer dos meios de comunicação de massa em qualquer lugar do hemisfério ocidental.

O padrão global, aqui no Brasil, na Venezuela, nos Estados Unidos,na Argentina, na Itália, onde quer que seja, é pura farsa e se insere no contexto do embate entre os que defendem o mundo "globalitarizado" sob o domínio militar dos EUA e da OTAN

O documentário foi exibido no Brasil pela TV Câmara, TV Escola e TV Senado, lógico quando a Globo iria mostrar um trabalho assim? Nunca. Cada vez mais fica evidente que a série de reportagens que Miriam Leitão fez na Venezuela, na semana que antecedeu ao golpe, foram preparação da opinião pública, tentando mostrar um governo desacreditado, quando desacreditadas estão as elites.

Kim Bartley e Donnacha O'Briain estavam na Venezuela trabalhando numa outra idéia, um documentário sobre o governo bolivariano, quando foram pegos de surpresa pelo golpe, no interior do Palácio Miraflores e puderam, sem qualquer espécie de edição, apenas ordenar as cenas, mostrar o instante em que a mentira televisiva, foi um golpe da televisão privada associada a generais corruptos e empresários (empresário são sempre corruptos, o adjetivo é desnecessário), enfrentado e abortado por uma espetacular reação do povo.

A cena da posse do mafioso Pedro Carmona na presidência e os instantes que antecederam a prisão de Chávez são magistrais. No instante Carmona a elite, os 256 homens e mulheres mais importantes da Venezuela, como os nossos daqui, os de Comandatuba, refestelados no poder que imaginavam seria duradouro.

No instante Chávez as pessoas do povo transitando pelo palácio no desespero da reação que, afinal, veio de militares leais e, sobretudo, do povo trabalhador.

As declarações de Carmona sobre ordem, tranqüilidade, democracia, justiça social, como fazem aqui os tucanos da vida e o povo do lado de fora, indignado, exigindo Chávez.

O silêncio das redes privadas de televisão. Como a Globo à época das diretas, falando de novelas como se a campanha não existisse. Ou Veja, satanizando lideranças populares no massacre exaustivo da velha técnica que a mentira repetida muitas vezes vira verdade.

A arrogância do procurador designado por Carmona, dissolvendo o Congresso, a Corte Suprema, revogando a Constituição e depois, encolhido e preso, assustado, num canto de uma sala do palácio.

Quando Chávez volta e restabelece o princípio da vontade popular.

A imagem definitiva do assalto: o cofre do palácio aberto e esvaziado pelos defensores da tal democracia.

Ladrões, aqui, ou em qualquer lugar do mundo.

Todo o processo bolivariano tem sido feito através de consultas populares. Toda a ação oposicionista se estriba em ações golpistas, mentiras veiculadas pelos meios de comunicação privados, a ordem do terror emanado da Casa Branca.

É um documento fundamental para que as pessoas possam compreender o verdadeiro papel da imprensa podre, controlada por Washington, bancos e grandes corporações.

Creio que, em tempo algum, um documentário mostrou de forma definitiva a associação entre militares corruptos, a soldo dos EUA, empresários, banqueiros e imprensa na consecução da fraude.

Valeria exibi-lo em cada escola, em cada universidade, em cada canto de luta para se perceba que é possível enfrentar quadrilhas como as que fazem de países como o nosso um entreposto do mercado, do capital internacional.

A cumplicidade vergonhosa dos meios de comunicação com essa gente.

A verdadeira dimensão de Carmona, que tanto existe lá se chama Pedro, como aqui e dirige bancos, vai para Comandatuba viver fim de semana de festa verde, festa vermelha, festa amarela e agora concebe um safári à África.



Como a Monsanto quer.


A presença dos Estados Unidos no golpe é mostrada nas declarações do porta-voz da Casa Branca. Fala em assassinato de civis por forças chavistas e o documentário mostra que os assassinos foram os golpistas. Imagens vivas, indesmentíveis. Fala em reconciliação do povo com a democracia e o povo vai às ruas e recoloca Chávez no governo.

Ironias à parte, penso que as próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos estão necessitando da presença de observadores internacionais, tal o risco de fraude, como da anterior. O processo está corrompido e viciado e Bush é apenas um projeto de fuhrer, a chefiar um IV Reich, a ameaçar o mundo com sua política terrorista.

Quem sabe Jimmy Carter e César Gaviria não vão para os EUA e checam as intimidações policiais contra negros que pretendem votar em John Kerry. Ou as urnas eletrônicas do Estado da Flórida, governado pelo irmão de Bush, Jeb, sem o voto impresso. Na Venezuela houve voto impresso, permite a recontagem e foi por ele que não se pode desmentir a legitimidade dos resultados do referendo.

O que o documentário mostra mais é que a luta é constante. É permanente.

A total falta de escrúpulos de banqueiros, empresários, grupos de comunicação, aqui ou lá, em qualquer lugar, deixa claro que essa gente não tem objetivos outros que não massacrar a classe trabalhadora e construir um império mundial de terror e barbárie sob a farsa democrática.



"A Revolução não Será Televisionada" é um fantástico trabalho de dois irlandeses e a prova cabal e definitiva dos propósitos escravocratas dos donos.



Retirado do site CMI Brasil - Centro de Mídia Independente