quarta-feira, 28 de julho de 2010

BASES NAZISTAS NA ANTÁRTIDA




Bases Secretas na Antártida
2009-05-04 14:27
É possível que os nazistas tenham construído bases secretas no Pólo Sul, fundando a Nova Suávia num local com clima quente e úmido, estabelecendo o Projekt Saucer, com planos para construção de aeronaves discóides.

Ubiratan Schulz

Um dos maiores mistérios da Segunda Guerra Mundial diz respeito à morte ou desaparecimento de Adolf Hitler (ver Sexto Sentido n 11). Será que Hitler e a Ordem Thule foram um instrumento nas mãos de um grupo de magos negros tibetanos? Somente aquele que tem essa resposta está apto a compreender em que Hitler se tornou, suscitando muitos mitos. Segundo Franz Bardon e Miguel Serranos (ex-embaixador chileno na Áustria), Hitler fugiu para a América do Sul. Dizem até que o cadáver encontrado em Berlim, e cuja dentadura o dentista do Führer afirmou ser falsa, foi plantada lá por ordem da Thule.
Um jornal alemão de grande tiragem publicou, em 5 de março de 1979, que o avião particular de Hitler tinha sido encontrado nas selvas da América do Sul. Joseph Griner, autor de Das Ende des Hitler-Mythos (O Fim do Mito Hitler), afirma que o Führer decolou com seu avião em 30 de abril de 1945 do aeroporto de Tempelhof, nas proximidades de Berlim. Alguns jornais chegaram a veicular essa notícia — inclusive a Rede Globo, no Jornal Nacional —, mas é claro que logo tudo foi desmentido (muito interessante!). O que sei dessa história é que o avião encontrado foi um Focke-Wulf FW 200 C-4, com restos de camuflagem da frente russa, e não o Immelmann III, o avião particular do Führer que, na verdade, era um Focke-Wulf FW 200 V3. E esse avião foi encontrado bem aqui no Brasil, em Mato Grosso do Sul.
É também bem vinculada a história de dois aviões que pousaram e decolaram em 30 de abril de 1945 do aeroporto de Tempelhof, Berlim. Estes aviões eram dois Messerschmitt ME-262B modelo B-1 A/UI, caças noturnos convertidos para dois ocupantes, equipados com radar. Eram pilotados por Hanna Reitsch (a primeira mulher a receber a mais alta condecoração alemã) e outro ás alemão, que teriam levado embora importantes documentos. Imaginem o enorme trabalho para desobstruir a pista, constantemente bombardeada por ingleses e americanos, pousar com dois aviões a jato, correndo o perigo de cair nas mãos dos russos que estavam bem perto dali, para salvar papéis importantes. Muito estranho mesmo!
A história nos conta também a respeito das bases subterrâneas secretas alemãs, conhecidas como o 'Reduto Alpino', uma gigantesca série de subterrâneos ligados entre si, aproveitando minas e cavernas já existentes, com fábricas, moradias, aeródromos, etc. Outras fontes nos contam sobre bases na Terra Oca e no Pólo Sul, e alguns autores julgam esse como sendo o último reduto. Vamos falar destas.

Vida nos Pólos
O interesse dos alemães pelos pólos já vinha de longa data. Em 1938, houve uma expedição alemã à Antártida, conduzida pelo Capitão Alfred Richter, comandante do cargueiro Schwabenland. Faziam parte da expedição dois hidroaviões, dois submarinos Tipo II, integrantes da flotilha Weddigen, um quebra-gelo e um cargueiro menor. Nessa longa expedição, os alemães reivindicavam os territórios que a Noruega chamavam de Queen Maud Land, atribuindo-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram de Neuschwabenland (Nova Suábia ou Suávia). A expedição aprofundou os conhecimentos sobre esta região do pólo, cobrindo uma área de 370.072 km quadrados, fotografando quase metade dessa área. Para demarcar o território alemão reivindicado, os hidroaviões lançaram na região algumas centenas de pequenas marcas de metal, com a suástica e um esporão de modo que, ao caírem, ficassem cravadas verticalmente no gelo.
Já depois do começo da Segunda Guerra Mundial, em 1940, os marinheiros do navio corsário Pinguin, comandado pelo capitão Ernst-Felix Krüder, capturou dois baleeiros noruegueses (Ole Wegger e Pelagos, navios baleeiros) quando atracados na Queen Maud Land. Conseguiram depois capturar toda a frota baleeira, um navio de suprimentos (o Solglimt) e onze navios de diversas funções, nas latitudes 59 S, 02 30’ W. Entre 1940 e 1941, esse navio corsário afundaria uma tonelagem total de mais de 136.550 toneladas de cargueiros e navios mercantes aliados, até que em 8 de maio de 1941, o corsário alemão Pinguin, foi perseguido e afundado pelo H.M.S. Cornwall da marinha britânica. Mas os seus irmãos gêmeos, os navios Komet e Atlantis, continuaram em operação até o fim da guerra, naquelas mesmas águas.
A partir de 1940, os alemães usavam U-Boats do Tipo VII e do Tipo VII-C. Existem testemunhos de atividade de submarinos alemães nos mares do sul até pelo menos 1947. Como conseguiram combustível? Pilhavam os navios que capturavam e depois os afundavam? Ou usavam instalações secretas construídas no pólo durante a guerra? O certo é que, em suas pesquisas, os alemães encontraram uma região sem neve, com montanhas e lagos, com um clima quente e úmido. Essa região não era desconhecida no círculo científico, pois já tinha sido avistada antes nos vôos do Almirante Richard Evelyn Byrd, alguns anos antes. Logo se pensou na existência de uma região vulcânica que explicasse o clima quente, mas nunca se entendeu como os lagos tinham vida numa região tão inóspita.

Carga Importante
partir daí, dois submarinos e dois cargueiros, adaptados dos navios capturados dos noruegueses, foram colocados à disposição para dar apoio logístico à Nova Suávia. A partir de 1943, os novos submarinos (U-Boot Tipo XXI ou Tipo XXIII), estavam equipados com um novo equipamento, chamado Schnorkel ou Tuba Walter, que lhes permitia permanecer longos dias sob a água. Na verdade, muito antes da guerra, o Professor Walter, brilhante projetista alemão de submarinos, apresentara a resposta, mas somente em teoria. A escassez de tempo, dinheiro e de confiança por parte do Alto Comando Naval, impediram que a idéia do Professor Walter encontrasse lugar no programa de construção de submarinos. O que distinguia o projeto de Walter do desenho ortodoxo era a capacidade de operar em seu elemento próprio e natural: debaixo da água. Em lugar de ter equipamento de mergulho e um motor elétrico, lento, para tentar esquivar-se, submerso, de um destróier atacante, o barco equipado com o equipamento operaria permanentemente debaixo da água, exceto quando o conforto da tripulação exigisse a subida à superfície.
Em lugar do motor elétrico, sua principal propulsão submarina era um motor que obtinha seu suprimento de oxigênio do combustível na forma de peróxido de hidrogênio de alta potência. Um submarino assim equipado, de tamanho médio, podia alcançar a velocidade de 24 nós submerso e mantê-la durante seis horas. As possibilidades desse projeto eram enormes. Possibilitava a um submarino, saindo da Noruega, chegar ao Atlântico Sul sem reabastecer. Da Noruega até a ponta da África são 9.600 km e só aí encontravam uma 'vaca leiteira' (navio ou submarino com provisões), que lhes fornecia combustível e suprimentos para continuarem a viagem. Já no final da guerra, usavam U-Boots que tinham grande velocidade quando submersos e grande autonomia, além de assim estarem à frente dos aliados em tecnologia e desempenho.
Segundo um já citado artigo da revista Brisant, em abril de 1945 dois cargueiros submarinos, o U-530 e o U-977, partiram do porto báltico de Kiel, transportando membros das equipes que trabalhavam no Projekt Saucer, que tinha planos e componentes para aeronaves discóides, os famosos aviões disco. Depois de abastecerem em Christiansund, partiram a 26 de Abril de 1945 e terminaram sua viagem aportando e descarregando na Neuschwabenland. Em Agosto de 1945, aportaram na Argentina, terminando sua viagem. Existe então uma outra questão a ser pensada nesta história. Se estes dois U-Boots cargueiros submarinos partiram de Christiansund no dia 26 de Abril e aportaram no estuário do Mar da Prata, primeiro o U-530 e depois o U-977, no mês de agosto de 1945, aonde estavam estes meses todos?
Segundo o comandante do U-977, o Capitão Heinz Schaeffer, sua missão era patrulhar o Atlântico Sul e quando estavam em Christiansund tinham ouvido pelo rádio as notícias da rendição alemã. Confrontado perante a perspectiva de uma longa permanência nos campos de prisioneiros aliados, o comandante deu a seus tripulantes a opção de serem deixados nas praias de um país amigo. Alguns tripulantes optaram por desembarcar na Noruega, o que ocupou este submarino até 10 de maio. Após o desembarque, atravessaram o Mar do Norte, o Canal da Mancha e finalmente o Atlântico, sempre sem subir à superfície. Após alguns dias, desembarcaram no arquipélago de Cabo Verde, para recolha de suprimentos. Depois de zarparem, seguiram rumo ao Brasil, e só quando se aproximavam do Rio de Janeiro souberam pelo rádio da rendição do U-530, tendo sua tripulação sido entregue aos americanos.
Sem outra alternativa, seguiram o exemplo do outro submarino e, a 17 de agosto, aportaram também eles no Mar da Prata, desceram a bandeira do mastro pela ultima vez e se entregaram às autoridades. Foi esta a história contada por Schraffer quando as autoridades militares argentinas lhes colocaram três questões: 1) Onde tinha estado o U-977 quando o cargueiro brasileiro Bahia foi afundado?; 2) Por que eles só tinham aportado na Argentina 4 meses depois de findar a guerra?; 3) O submarino tinha levado alguém de importância política até a Argentina ou outra praia próxima?
Schraffer respondeu que nunca estivera na região onde o cargueiro Bahia tinha sido torpedeado, justificou sua demora com a história acima narrada e afirmou nunca ter transportado nenhuma pessoa de importância. Semanas depois, uma comissão anglo-americana desembarcou na Argentina e submeteu o comandante a um interrogatório mais demorado. Os enviados americanos insistiram na presença de Hitler ou de Martin Bormann no submarino, e se eles tinham sido desembarcados na Patagônia ou em alguma base secreta na Antártida. Perante as repetidas respostas negativas de Schraffer e do comandante do outro submarino, Otto Wehrmut, estes foram levados para um campo de prisioneiros perto de Washington, EUA, onde foram interrogados novamente. Por fim, quando os americanos se cansaram, entregaram os dois aos britânicos em Antuérpia, onde foram interrogados durante meses, igualmente sem obterem outras respostas. Finalmente libertados, Schaeffer e Wehrmut regressariam à Alemanha, mas depois emigraram: Schaeffer para a Argentina e Wehrmut para o Brasil, bem aqui pertinho de São Paulo.

Mistério no Pólo
Esta história levanta uma série de questões intrigantes. O que teria levado os aliados a acreditar na presença de Hitler ou Bormann numa base alemã no Pólo Sul? Partindo da premissa de que os dois submarinos que aportaram na Argentina foram abastecer em alguma base secreta no pólo, esperavam uma acolhida melhor em uma Argentina amigável, em vez de ficar nas instalações polares em condições adversas e com recursos escassos. Outra possibilidade é que a chefia dessas hipotéticas instalações não queria chamar atenção no momento, sobretudo se os aliados procurassem dois submarinos perdidos.
Por outro lado, Schaeffer dificilmente pode ser chamado apenas de mais um oficial de carreira alemão capturado, porque além das questões envolvendo a captura do U-977, o capitão também tinha passado boa parte de sua carreira, protegendo os centros experimentais de Regen e Peenemunde, para o que mereceu uma alta classificação de segurança, o que também explica a sua inclusão no seleto grupo de oficiais que primeiro testou os novos submarinos Tipo XXI. Somando a isso, Schaeffer não estava no Atlântico Sul pela primeira vez, e duvidas se levantam para a permanência debaixo da água por 66 dias do U-977, pois o sistema de Schnorkel lhes permitia uma autonomia maior, mas teriam que reabastecer por duas vezes. Mas, aonde?
Um ano depois disso, os EUA organizavam até então a maior expedição ao Pólo Sul, sob o único propósito de circunavegar a costa Antártida e mapeá-la. Tratava-se da Operação Highjump (1946/1947), comandada pelo RADM Richard E. Byrd (USN Ret.), oficial em comando da Task Force 68, pelo RADM Richard H. Cruzen (USN) e Captain George J. Dufek (USN), comandante do Grupo Oeste (Task Group 68.3). Esta expedição foi composta por 4.000 homens, uma força militar sem dúvida espantosa, especialmente se considerarmos que se tratava de uma expedição científica e que a guerra já tinha terminado. É certo que, no final do conflito, os EUA tinham equipamento e homens em excesso e que podiam reunir facilmente esses meios. Mas é estranho que o primeiro ponto a ser tocado na costa fosse precisamente Neuschwabenland, a 27 de janeiro de 1947, dividindo-se a expedição em três.
Trata-se pois de um transporte de hidroaviões (USS Pine Island), um destróier (USS Brownson), um navio tanque (USS Canisteo), outro transporte de hidroaviões menor (USS Currituck), um destróier armado com 2 catapultas (USS Henderson), um navio tanque (USS Cacapon), um navio de comunicações (USS Mt. Olympus), dois navios de suprimentos (USS Yancey e USS Merrick), um submarino (USS Sennet ), dois quebra-gelo ( USCGC Burton Island e USCGC Northwind) além de um porta-aviões (USS Philippine Sea), seis aviões de transporte R4D, seis hidroaviões Martin Mariner PBM, seis helicópteros, etc.

Preparando a Volta
O chefe das operações navais, Chester W. Nimitz , deu o nome à expedição e suas ordens eram de treinar homens e testar materiais nas condições do Pólo, consolidar e estender a presença americana na área, instalar e manter bases na Antártida bem como investigar possíveis bases desconhecidas, desenvolver técnicas para estabelecer e manter bases aéreas no gelo, com particular atenção às técnicas de operação no interior da Antártida, com um levantamento hidrográfico, geográfico, geológico e meteorológico da área. Uma base foi estabelecida no local chamado de Little America III, local da base da expedição de Richard Byrd em 1939/1941. Esta base, chamada agora de Little America IV, foi o ponto de partida para a exploração, principalmente da parte costeira. Mas esse não foi o primeiro programa de exploração polar da marinha americana. Em 1945-46, a Operação Frostbite deslocou diversos navios que acompanhavam o novo porta-aviões Midway a uma ilha fora da costa da Groenlândia, também chamada de ilha dos ursos, aonde foram encontrados equipamentos e instalações abandonadas, possivelmente pelos alemães, inclusive docas de submarinos.
O relatório oficial da Operação Highjump afirma seu completo sucesso, relatando-se aí que reuniu mais informações e dados do que aquela que era previamente conhecida. Notícias logo vinculadas pela imprensa relatavam a perda de vários aviões e homens e, embora a expedição fosse durar 8 meses, regressou logo aos EUA, em fevereiro de1947, ao final de 8 semanas. Por que os aliados invadiram a Antártica em 1947? Se isso foi uma expedição, por que tanto aparato militar? Por que os americanos nunca informaram quantos aviões foram perdidos? O que aconteceu então?
Ainda mais intrigante foi a declaração do Almirante Byrd a um repórter: “necessary for the USA to take defensive actions against enemy air fighters wich come from the polar regions”. Inimigos de uma natureza nunca especificada. Que 'caças inimigos' seriam esses? Será que os aviões americanos não foram acidentados, mas 'abatidos'? Quanto à construção de instalações subterrâneas ou não na Neuschwabenland, não existem dúvidas sobre a capacidade técnica da Alemanha Nazista para as construir neste território. As construções subterrâneas alemãs na Europa assumiram proporções gigantescas e os trabalhadores e materiais poderiam ter sido transportados discretamente até o Pólo Sul. As enormes fábricas e instalações secretas no Harz, só foram descobertas após a guerra, e bases menores e mais secretas tinham toda a possibilidade de permanecerem secretas durante o tempo necessário.
Seria a partir daí que Hitler planejava lançar as suas 'armas secretas' e reverter o curso da guerra, dizendo a propósito, durante uma reunião com membros do partido: “nós venceremos a Batalha do Tempo!”
Bem, só o tempo dirá!
“ Wiener Montag” de 29 de Dezembro de 1947: “Grupos de Combate Ainda Ativos na Groenlândia? Desembarcados Submarinos Alemães há Quase Seis Anos na Planície Nevada!”. Segue o texto do jornal: “O Comandante Hammerlein, que antes da Segunda Guerra Mundial fez várias expedições polares, chefiou o grupo Bando Branco da Morte, muito bem equipado e com 150 homens que portavamos mais sofisticados; a 180 Km do porto Augmasalik constituíram uma estação para telegrafar informações metereológicas para a Alemanha. Com os submarinos vieram os mantimentos e dois geólogos que provavelmente buscavam urânio; segundo os esquimós, os alemães trouxeram um avião desmontado no Outono de 1943. No outono seguinte, vieram no último transporte 30 homens da SS e em Maio de 45, 150 sodados desapareceram da região, mas alguns anos depois os esquimós acharam os mesmos alemães em1947, na Groenlândia.”

A clara implicação disto é que a inscrição “Thule 1 K” é “Thule Kampfgruppe 1 e que jamais se renderia, tendo uma missão a cumprir; é notório o fato que os americanos não descobriram bases na Groenlândia por duas razões: a primeira é que a região é enorme e porque, como aconteceu na Nova Suábia, essas bases foram cosntruídas sob o gelo e rocha a uma profundidade de 2.000 metros. Se a base fosse dedectada, os alemães se serviriam de duas novas armas, a de raios laser inventadas por Nicola Tesla e o Paralizador de Motores, capazes de imobilizar à distância tanto aviões quanto automóveis. Landig nos diz que a base a leste da Groenlândia tinha de 80 a 100 homens da Wermacht, mas estranhamente isolada das demais; se isto não for suficiente, há uma fotografia de soldados americanos comendo rações capturadas de bases germânicas na Groenlândia, fora outra que exibe um barco alemão com suprimentos da região.

O vídeo “Segredos Ufológicos do Terceiro Reich” ( N.T.: o vídeo “Os Ufos do Terceiro Reich”, editado por Rodolfo Heltai com tradução e comentários deste tradutor, é ainda mais completo) sugere que as bases groenlandenses serviam como apoio aos Discos Voadores e é preciso dizer que William Landig diz em sua obra “ficcional” que os fatos são verídicos mas os nomes foram mudados por razão de segurança. Isso significa que o seu Ponto 103 não é a Groenlândia e sim a região ártica canadense, embora outros detalhes geográficos nos dêem a entender que é da Groenlãndia que se trata por ser próxima da Noruega. A base do Polo Norte alemã era denominada de Ponto 103 por Landig, que a descreveu como sendo muito grande e importante contendo hangares para aviões, armas, suprimentos, comida, munição, comando de oficiais, salas de conferência militar, sem falar em todo tipo de instrumentos estocados. Centenas de soldados guardavam o local, que como as demais, funcionava como estação metereológica, dando a impressão de que se parecia com a Força Aérea, exceto que se localizava no Polo Norte e que os suprimentos estavam enterrados em rocha sólida; uma montanha semi-circular amuralhava o Ponto 103 e o sopé serviu de pista para aviões especiais ( D.V.s? ) que por motivo de segurança não podiam ser montados na Alemanha. O ponto 103 se conectava com outras partes do mundo através dos V-7; após a Capitulação de 8 de Maio de 45, as insígnias da Luftwaffe foram substituídas pelo símbolo do Sol Negro (Um círculo preto e vermelho). Novas ordens chegavam ao Ponto 103 por rádio e aquele estava ligado às bases antárticas e a nodeste dos Andes. Muitos ramos das Forças Armadas (antiga Reichwehr) foram representadas pela SS em muitos segmentos, sendo possível que a Divisão Polaris fizesse parte da Thule Kampfgruppe quando habitava o Ponto 103; Polaris se referia à estrela polar, a única que permanece estática enquanto as demais circulam no céu noturno, apontando o norte verdadeiro aos navegadores. Curiosamente, há dois pontos magnéticos polares no ártico canadense e Landig descreve, além dos V-7, outros aparelhos aéreos que não tinham sido produzidos como o Junker Dornier, logo construído em Berlim, com duas fuselagens e uma tripulação de tres pilotos e era desarmado e refrigerado a ar com motor Daimler-Benz 606 com quatro motores fazendo o avião atingir 735 Km p/hora, comalcance de 8.000 Km, sendo extraordinariamente rápido, funcionando como nave de reconhecimento; já o Dornier 635 tinha a surpreendente função de puxar grande massa, i. é, outro avião, lembrando o glamuroso Messerschmidt gigante; o que era curioso é que o 635 era resultado de uma fusão de dois Dornier 335 com asa central. O piloto sentava à esquerda do aparelho junto com o homem do rádio enquanto que o co-piloto ocupava olado direito do”gêmeo, sendo que o combustível ficava armazenado no centro da asa e o aparelho era similar ao Heinkel 111. O Dornier 635 foi trazido para o Ponto 103 através da Noruega, equipado com nova espécie de bússola que não se orientava por linhas magnéticas porque bússolascomuns não funcionam no Polo Norte. A nova bússola, a HimmelKompass ou Bússola Celeste, usava a posição do sol, funcionandomesmo no crepúsculo ou quando o astro estava abaixo da linha do horiizonte, já que a luz solar é polarizada quando atinge a Terra, produzindo forte campo magnético na região. Com o auxílio de outras ferramentas de mensuração, a localização exata era conseguida; presumivelmente, todas as aeronaves, incluindo as V-7 eram orientadas pela Himmelkompass. Um Segundo avião, semelhante a um inseto era o Dosthra, que usava insígnia de dois círculos pretos (Shwartze Rundel); sua envergadura media um lado da asa dum B-29, construído em metal comprimido a pressão de 400.000 atmosferas, que funcionava como armadura protetora e o que realçava a aparência de inseto eram as duas torres de vidro com metralhadoras na frente do aparelho. Em vez de metralhadoras, o Dosthra era munido de raios letais, atraindo ou repelindo forças magnéticas lançando balas especiais de inacreditável velocidade. Tinha uma tripulação de sete pessoas, podendo operar com apenas cinco. Com trem de pouso de quatro metros de diâmetro, aterrissava confortavelmente; suas asas possuíam quatro propulsores radiais Argus. E como no caso do B-36 americano, outro motor era colocado na parte detrás do aparelho e nas pontas das asas, podemos dirigir o avião, muito resistente. O Dosthra voava a 830 Km p/hora e seu alcance era de 22.000 Km, com altitude de 32.000 Km, podendo voar à América costa a costa. Não se sabe se era usado como bombardeiro mas é uma possibilidade. O desenvolvimento do Dosthra ( Dornier Stratosphaeren Flugzeug) ou Avião Dornier Estratosférico, que gerou o Haunebu, o mais “conhecido” segredo do Terceiro Reich, um autêntico Disco Voador, com características maiores que o Vril, ambos movidos eletro-magnéticamente. Durante a Segunda Guerra, a Alemanha foi rodeada de inimigos ferrenhos e o governo teve que importar trabalhadores de vários países ocupados; a espionagem inimiga tinha problemas de distância e relativa homogeneidade étnica. Além disso, o código secreto alemão foi decifrado pelos ingleses: a máquina “Enigma”; os alemães confiavam em Enigma porque o código era reprogramado mecânicamente, sendo que o envio e o recebimento de mensagens obedecia a um arranjo de tempo e issojá não podia ser feito.

Contrariamente ao que se pensa, os alemães não eram idiotas; conhecendo sua derrota, os técnicos desenvolveram uma espionagem “low tech”, usando mensagens dos Aliados contra eles mesmos, como o de falsear a numeração dos submarinos afundados, escondendo dos inimigos poderosa frota de mais de cem U-Boots. Dois ou mais projetos possuíam o mesmo codinome, o que deixava os americanos zonzos, sem mencionar que os projetos tinham diferentes níveis de prioridade e segredo. Renato Vesco batizou de “Bolas Luminosas”( Kugelblitz) para denominar os D.V. da Segunda Guerra, porém um escritor contestou-o, dizendo que o Kugelblitz era peça de ignição usada na bateria anti-aérea; o escritor Moore pensava que dois projetos diferentes não deveriam Ter o mesmo nome e que um deles deveria ser falso. Isso apenas serviu para se jogar a água da bacia com o bebê junto...

O que esse escritor não sabia que havia um terceiro Kugelblitz, um tanque anti-aéreo; os truques dos alemães confundiram pessoas como as que atacaram Vesco, como também os países vencedores por 50 anos. Lembremo-nos que havia tres Kugelblitz, o tanque, a ignição e o Disco Voador eram níveis de prioridade e segredo; dois projetos homônimos não significam uma fraude. Recordemo-nos do Dosthra bombardeiro, avião e Haunebu, ambos envolvendo vôos de longa distância e a firma Dornier podia se beneficiar da confusão gerada pela mesma designação; de fato, os ingleses captaram uma mensagem a respeito do haunebu-Dosthra já em 1941 e os britânicos não creram nela...

Sabemos que a SS mantinha um departamento de energia alternativa, a Instalação de Desenvolvimento 4 e outra instituição era o Gabinete Especial 13 com codinome Urano-13 e que a energia Vril foi adaptada para os D.V. V-4 e V-7, conectados esses departamentos com o Ponto 103. O Vril é descrito como sendo a extração da eletricidade na condição de agregado de massa, como umgás, um fluido e ao mesmo tempo um sólido, uma aplicação do éter em alta voltagem descrita por William Lyne em seu livro “Alienígenas do Pentágono”. A personagem do livro de Landig, o capitão Reiner, diz: “Apenas falsas predisposições nos impedem que dominemos a fissão nuclear; o Ponto 103 é um império, não uma ilha.”

O Ponto 103 ocupou-se também com a pesquisa de energia alternativa baseada no calor latente da atmosfera, usando o vapor de benzeno, processo desenvolvido em 1944 pelo engenheiro Doczekal como um motor perpétuo; esse calor é gerado ou absorvido por fusão ou vaporização.

Um invento maravilhoso foi o Magnetofunk, que através de ondas magnéticas desviava a rota de aviões inimigos, fazendo com que nunca achassem o Ponto 103, que por causar alterações na leitura do norte magnético, deveria estar muito próximo ao polo magnético numa área em que distorções da leitura da bússola eram esperadas, além de que novo aparelho pudesse guiar os aviões a local seguro. O norte geográfico, localizado a 70 graus de latitude norte e 29 graus de longitude oeste na península Boothia no território noroeste do Canadá; pela lógica, o Ponto 103 estaria na ilha do rei William ou na ilha Príncipe de Gales, ilha Somerset, ilhas Baffin ou ainda a ilha Victoria, todas rodeando o polo magnético. A pergunta é: como os pilotos alemães conseguiam localizar a base na vastidão gelada? Simples: usavam uma combinação da Bússola Celeste com o sistema Junker-Dornier.

Em 1978, sete anos depois que Landig escreveu sua obra, um cidadão do NOVO MÉXICO, Bill Lyne, colecionava objetos insólitos, além de ouro; na cidade de Albuquerque, Lyne comprou de uma instalação militar americana, a Base Scandia, um velho aparelho navegacional, compreendendo que estava diante de um velho achado: era uma bússola, um giroscópio manual fabricado na Alemanha em 1942;


sábado, 24 de julho de 2010

A OPUS DEI FEZ MANOBRA POLÍTICA CRIMINOSA E MENTIROSA CONTRA DILMA ROUSSEFF E CONTRA O PT NAS ELEIÇÕES PASSADAS E ESTA NOVAMENTE TENTANDO TIRAR O PT DO GOVERNO NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES

Na América Latina, a seita controla o jornal El Observador (Uruguai) e tem peso nos jornais El Mercúrio (Chile), La Nación (Argentina) e O Estado de S.Paulo. Segundo várias denúncias, ela dirige a Sociedade Interamericana de Imprensa, braço da direita na mídia hemisférica. No Brasil, a Universidade de Navarra é comandada por Carlos Alberto di Franco, numerário e articulista do Estadão, responsável pela lavagem cerebral semanal de Geraldo Alckmin nas famosas "palestras do Morumbi". Segundo a revista Época, seu "programa de capacitação de editores já formou mais de 200 cargos de chefia dos principais jornais do país". O mesmo artigo confirma que "o jornalista Carlos Alberto Di Franco circula com desenvoltura nas esferas de poder, especialmente na imprensa e no círculo íntimo do governador Geraldo Alckmin". 

Artigo 1: Alckmin: o candidato do Opus Dei

Em recente sabatina na Folha de S.Paulo, o candidato Geraldo Alckmin foi curto na resposta: "Não sou da Opus Dei. Respeito quem é, mas não a conheço". Os jornalistas deste órgão de imprensa, que se jacta de "não ter o rabo preso", nada mais perguntaram, talvez porque já satanizaram Lula ou temam o poder divino desta seita religiosa. No caso, o ex-governador mentiu descaradamente ao dizer que não conhece o Opus Dei (em latim, Obra de Deus) ou seus fanáticos. Uma reportagem bombástica, publicada na revista Época em janeiro de 2006 e que depois desapareceu misteriosamente do noticiário da mídia, deu provas cabais de que atual presidenciável é um fiel seguidor desta organização católica de cunho fascista.
"Alckmin é um dos políticos brasileiros com ligações mais estreitas com a Obra. Elegeu Caminho, o guia escrito pelo fundador Josemaría Escrivá, como o seu livro de cabeceira. ‘Acostuma-se a dizer que não’, é um dos ensinamentos que mais aprecia, conforme contou em entrevista à imprensa. Um popular sacerdote do Opus Dei, o padre José Teixeira, foi seu confessor. Nos últimos anos, Alckmin tem recebido formação cristã no Palácio dos Bandeirantes de um influente numerário, jornalista Carlos Aberto Di Franco", relata o artigo. Numerário é o adepto da seita obrigado a residir nos sinistros casarões da Obra, ser virgem e usar o cilício nas cochas (corrente com pontas) e chicotear as costas. Já o supernumerário pode até freqüentar a Daslu, antro de consumo da elite brasileira, e tem a missão divina de conquistar prestígio na sociedade.

A conversão na ditadura

Ainda segundo a reveladora matéria escrita por Eliane Brum e Ricardo Mendonça, a reunião semanal do Opus Dei "é chamada informalmente de Palestra do Morumbi, numa alusão ao bairro onde se localiza a sede do governo. Alckmin e um grupo de empresários, advogados e juristas recebem preleções de cerca de 30 minutos... Um dos participantes do encontro, o desembargador aposentado e professor de direito da USP, Paulo Fernando Toledo, diz que o governador tucano é um dos ‘alunos’ mais aplicados. ‘Ele toma nota de tudo’. Outro membro do grupo, José Conduta, dono da corretora Harmonia, relata que Alckmin não faltou a nenhuma reunião, mesmo quando disputava a reeleição em 2002".

O grau de detalhamento da reportagem não deixa margem a dúvidas - e confirma que o candidato tucano mentiu no convescote da Folha. Ela chega a listar outros influentes participantes da Palestra do Morumbi: João Guilherme Ometto, vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Benjamin Funari Neto, ex-presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, e Márcio Ribeiro, ligado à indústria têxtil. Segundo revela, "os laços do governador com o Opus Dei iniciaram-se com a família. Seu tio, José Geraldo Rodrigues Alckmin, ministro do Supremo Tribunal Federal indicado ao cargo pelo então presidente, general Emílio Garrastazu Médici, foi o primeiro supernumerário do Brasil".


O veterano jornalista Alberto Dines, do Observatório da Imprensa, há muito denuncia a sinistra relação do Opus Dei com a mídia nacional. Num artigo intitulado "Estranha conversão da Folha", critica seu "visível crescimento na imprensa brasileira. A Folha de S.Paulo parecia resistir à dominação, mas capitulou". No mesmo artigo, garante que a seita "já tomou conta da Associação Nacional de Jornais (ANJ)", que reúne os principais monopólios da mídia do país. Para ele, a seita não visa a "salvação das almas desgarradas. É um projeto de poder, de dominação dos meios de comunicação. E um projeto desta natureza não é nem poderia ser democrático. A conversão da Folha é uma opção estratégica, política e ideológica".


O bispo de Guarulhos (SP), dom Luiz Gonzaga Bergonzini, disse em entrevista ao G1 que orientará os padres da cidade a pregar nas missas o voto contra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. O motivo, segundo ele, é a defesa da legalização do aborto nos congressos de 2007 e 2010 do partido.
"Vou mandar uma circular para os padres da diocese pedindo que eles façam o pedido na missa, para que os nossos fiéis não votem na candidata do PT e em nenhum outro candidato que defenda o aborto. Desde o Antigo Testamento, temos que é proibido matar. Uma pessoa que defende o aborto não pode ser eleita. Eu tenho obrigação de orientar meus fiéis pelo que está certo e o que está errado", disse o bispo, de 74 anos, ao G1.

MANIPULAÇÃO POLÍTICA E RELIGIOSA PARA FAVORECER JOSÉ SERRA DO PSDB













“É um filme contra o obscurantismo, a dor e os fundamentalismos neste país”. Foi assim que o cineasta espanhol Javier Fesser recebeu, em fevereiro de 2009, seis estatuetas do Goya (prêmio máximo do cinema espanhol) pelo filme “Camino” (“Um caminho de luz”, em português): melhor filme, melhor realizador (Javier Fesser), melhor atriz (Carmen Elías), melhor atriz revelação (Nerea Camacho), melhor ator coadjuvante (Jordi Dauder) e melhor roteiro.
O obscurantismo e o fundamentalismo ficam por conta da Opus Dei, organização ultra-conservadora da Igreja Católica que desafia as fronteiras entre o fanatismo, a psicopatia e a sem-vergonhice. “Camino” é uma homenagem pessoal de Fesser a uma menina de 13 anos chamada Alexia González-Barros e mostra a maneira como a Opus Dei manipula a sua doença e a transforma num sacrifício que se deve oferecer a Deus. Na tela, é retratada pelo nome de Camino, em referência ao livro homônimo de Josemaría Escrivá de Balaguer, fundador da ordem.
O fanatismo católico está presente dentro da casa da menina, encarnado no corpo da mãe, uma carola fundamentalista que vai se confessar para pedir perdão por desejar um milagre que salvasse a vida da própria filha. Em retribuição a esse infinito amor maternal, a filha, Camino, vê a mãe como uma espécie de demônio em seus sonhos.
“Camino” (disponível nas locadoras) é um filme extraordinário que trata de um tema extremamente duro, mesclando uma corrosiva crítica ao fanatismo religioso e um olhar doce e cheio de imaginação da menina que sofre a terrível coincidência de encontrar seu primeiro amor, um menino chamado Jesus, e descobrir que tem um agressivo câncer. Submetida a diversas e dolorosas cirurgias, ela fala em Jesus o tempo todo, o menino, não o Messias, como entendem sua mãe e os psicopatas da Opus Dei. Daí para virar candidata à santa é um pulinho, com direito a uma pornográfica conversa entre um padre e a mãe. O obrador de Deus tenta convencer a dita cuja que é melhor Camino morrer logo para iniciar o processo de canonização.
O filme, disse ainda o diretor, acabou se tornando, durante sua realização, uma procura da verdade com “dezenas de testemunhas de gente maravilhosa presa injustamente numa instituição chamada Opus Dei”. “Camino” causou forte polêmica na Espanha, berço da prelazia apoiada por parte da elite empresarial e famílias tradicionais e com forte influência na cúpula da Igreja Católica, tanto na Espanha como em Roma. Por aqui também a Opus Dei anda colocando suas manguinhas de fora. Recentemente, um jovem padre da Catedral Metropolitana de Porto Alegre, ligado à organização, foi capa do caderno Donna, da Zero Hora, apresentado como um “padre pop”. Alguns gabinetes da Faculdade de Direito da UFRGS também respiram esse odor fundamentalista católico. Para quem se interessa pelo tema, “Camino” é um filme obrigatório. Mostra alguns detalhes da vida interna dessa organização e de seus códigos de conduta, para não falar de diversas patologias travestidas de fervor religioso. Deus nos livre dessa gente!





O vínculo com os fascistas

Além do rigoroso fundamentalismo religioso, o Opus Dei sempre se alinhou aos setores mais direitistas e fascistas. Durante a Guerra Civil Espanhola, deflagrada em 1936, Escrivá deu ostensivo apoio ao general golpista Francisco Franco contra o governo republicano legitimamente eleito. Temendo represálias, ele se asilou na embaixada de Honduras, depois se internou num manicômio, "fingindo-se de louco", antes de fugir para a França. Só retornou à Espanha após a vitória dos golpistas. Desde então, firmou sólidos laços com o ditador sanguinário Francisco Franco. "O Opus Dei praticamente se fundiu ao Estado espanhol, ao qual forneceu inúmeros ministros e dirigentes de órgãos governamentais", afirma Henrique Magalhães.

Há também fortes indícios de que Jose María Escrivá nutria simpatias por Adolf Hitler e pelo nazismo. De forma simulada, advogava as idéias racistas e defendia a violência. Na máxima 367 do livro Caminho, ele afirma que seus fiéis "são belos e inteligentes" e devem olhar aos demais como "inferiores e animais". Na máxima 643, ensina que a meta "é ocupar cargos e ser um movimento de domínio mundial". Na máxima 311, ele escancara: "A guerra tem uma finalidade sobrenatural... Mas temos, ao final, de amá-la, como o religioso deve amar suas disciplinas". Em 1992, um ex-membro do Opus Dei revelou o que este havia lhe dito: "Hitler foi maltratado pela opinião pública. Jamais teria matado 6 milhões de judeus. No máximo, foram 4 milhões". Outra numerária, Diane DiNicola, garantiu: "Escrivá, com toda certeza, era fascista".

O poder no Vaticano

Josemaría Escrivá faleceu em 1975. Mas o Opus Dei se manteve e adquiriu maior projeção com a guinada direitista do Vaticano a partir da nomeação do papa polonês João Paulo II. Para o teólogo espanhol Juan Acosta, "a relação entre Karol Wojtyla e o Opus Dei atingiu o seu êxito nos anos 80-90, com a irresistível acessão da Obra à cúpula do Vaticano, a partir de onde interveio ativamente no processo de reestruturação da Igreja Católica sob o protagonismo do papa e a orientação do cardeal alemão Ratzinger". Em 1982, a seita foi declarada "prelazia pessoal" - a única existente até hoje -, o que no Direito Canônico significa que ela só presta contas ao papa, que só obedece ao prelado (cargo vitalício hoje ocupado por dom Javier Echevarría) e que seus adeptos não se submetem aos bispos e dioceses, gozando de total autonomia.



Pouco antes de morrer, Josemaría Escrivá realizou uma "peregrinação" pela América Latina. Ele sempre considerou o continente fundamental para sua seita e para os negócios espanhóis. Na região, o Opus Dei apoiou abertamente várias ditaduras. No Chile, participou do regime terrorista de Augusto Pinochet. O principal ideólogo do ditador, Jaime Guzmá, era membro ativo da seita, assim como centenas de quadros civis e militares. Na Argentina, numerários foram nomeados ministros da ditadura. No Peru, a seita deu sustentação ao corrupto e autoritário Alberto Fujimori. No México, ajudou a eleger como presidente seu antigo aliado, Miguel de La Madri, que extinguiu a secular separação entre o Estado e a Igreja Católica.


Em depoimento à Justiça Militar, em 1970, quando tinha 22 anos, Dilma afirmou ter sido ameaçada de novas torturas por dois militares chefiados por Lopes. Ao perguntar-lhes se estavam autorizados pelo Poder Judiciário, recebeu a seguinte resposta: “Você vai ver o que é o juiz lá na Operação Bandeirante” (um dos centros de tortura da ditadura militar).

Maurício Lopes Lima foi apontado pelo Ministério Público Federal (MPF), em ação civil pública ajuizada em novembro de 2010, como um dos responsáveis pela morte ou desaparecimento de seis pessoas e pela tortura de outras 20 nos anos de 1969 e 1970. Segundo o MPF, o militar foi “chefe de equipe de busca e orientador de interrogatórios” da Operação Bandeirante (Oban) e do DOI/Codi.

Em entrevista em 2003 ao jornalista Luiz Maklouf Carvalho, Dilma foi perguntada de quem apanhava quando estava presa e respondeu: “O capitão Maurício sempre aparecia”.

Dilma, que era uma das líderes da VAR-Palmares, foi presa em 16 de janeiro de 1970. Ela foi brutalmente torturada e seviciada, submetida a choques e pau-de-arara durante 22 dias. No depoimento à Justiça Militar, em Juiz de Fora, em 18 de maio, cinco meses depois de ser presa, Dilma deu detalhes da tortura no Dops. “Repete-se que foi torturada física, psíquica e moralmente; que isso de seu durante 22 dias após o dia 16 de janeiro (dia em que foi presa)”, diz trecho do depoimento. 








A TENTATIVA DE MANIPULAR A OPINIÃO PÚBLICA

O bispo de Guarulhos (SP), dom Luiz Gonzaga Bergonzini, disse em entrevista ao G1 que orientará os padres da cidade a pregar nas missas o voto contra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. O motivo, segundo ele, é a defesa da legalização do aborto nos congressos de 2007 e 2010 do partido.
"Vou mandar uma circular para os padres da diocese pedindo que eles façam o pedido na missa, para que os nossos fiéis não votem na candidata do PT e em nenhum outro candidato que defenda o aborto. Desde o Antigo Testamento, temos que é proibido matar. Uma pessoa que defende o aborto não pode ser eleita. Eu tenho obrigação de orientar meus fiéis pelo que está certo e o que está errado", disse o bispo, de 74 anos, ao G1.

MANIPULAÇÃO POLÍTICA E RELIGIOSA PARA FAVORECER JOSÉ SERRA DO PSDB


Isto tudo foi uma manobra política para jogar os católicos contra a presidente Dilma, é tudo MENTIRA, e esta SEITA somente esta espalhando estes boatos para angariar votos para o candidato do PSDB a presidência da republica, a própria gráfica da filha de José Serra espalhou panfletos difamando a nossa presidente com este monte de mentiras, queriam manipular os católicos contra o PT usando esta mentira que o partido seria a favor do aborto! eu também sou católico, mas esta gente do PSDB paulista são membros de uma seita chamada OPUS DEI e seus membros são uma elite branca conservadora paulista, inclusive seu governador é membro da OPUS DEI verdade para mim que sou católico esta gente é muito maligna e sempre tentam manipular os outros católicos usando a Igreja e a imprensa para favorecer seus interesses políticos. Agora é a Revista Veja e o aparato de inteligência do Serra que estão tentando de forma criminosa difamar o governo do PT, eles não aceitam a derrota nas urnas, e sem falar que esta revista serve de referência para muito telejornais da TV aberta, uma revista manipulada pelo crime organizado, e isto não é de hoje e vem acontecendo a muito anos. Eu vou acrescentar ainda neste comentário mais uma denúncia, durante as eleições os professores das Escolas Particulares (administradas pela Igreja) chamaram os pais dos alunos e orientaram eles para não votarem na candidata do PT, e alegaram como motivo principal o fato de ela ser favorável ao aborto (mais mentiras) com a intenção de favorecer o candidato do PSDB José Serra.    
I

É fato notório que as divergências entre a Maçonaria e a Opus Dei estão, hoje, superadas - quem é, ou já foi, membro de uma dessas seitas sabe disso. Exemplos não faltam: recentemente, José Roberto Arruda afastou-se da Maçonaria, a qual exercia o grau de MESTRE (3º e último grau da Maçonaria Simbólica) para não comprometê-la no que diz respeito aos escândalos divulgados nacionalmente, no entanto, o mesmo Arruda e outros demo-tucanos (incluindo Geraldo Alckmin) ainda mantêm laços indissolúveis com a Loja Maçônica, independentemente de qualquer coisa. Na Itália, a célula maçônica de tendência fascista chamada P2 (Propaganda Due) está lado a lado com a Opus Dei - a P2 é inclusive uma das colaboradoras do banco papal, junto com a 'Cosa Nostra'. Na Bolívia, os envolvidos (todos racistas) naquela malfadada tentativa de golpe de Estado em 2008, liderado por Branko Marinkovic et caterva, eram (e continuam sendo) membros da Maçonaria e da Opus Dei, respectivamente. Sendo assim, não há divergências entre ambas as seitas no que tange os desígnios políticos, isto já foi superado pela história. 




Os Illuminati se infiltraram no próprio Vaticano, a Opus Dei é controlada pela organização. Antes da canonização do fundador da Opus Dei, José Maria Escrivã, a associação Católicos pelo Direito de Decidir publicou nota afirmando que “ a evidencia atual é que o Opus tem uma influencia cada vez maior. Com sua filiação à Obra(Opus Dei), um crescente número de intelectuais, médicos, parlamentares, juizes e jornalistas dão ao Vaticano uma força poderosa e oculta que pretende impor seu código moral não somente ao católicos, mas através das leis e da política. Adam Weishaupt foi educado em um colégio de jesuítas e acabou obtendo o título de professor dos cônegos. Os iluminados da Baviera são o alto comando da maçonaria e da propria Opus Dei.


Artigo 1: Alckmin: o candidato do Opus Dei

Em recente sabatina na Folha de S.Paulo, o candidato Geraldo Alckmin foi curto na resposta: "Não sou da Opus Dei. Respeito quem é, mas não a conheço". Os jornalistas deste órgão de imprensa, que se jacta de "não ter o rabo preso", nada mais perguntaram, talvez porque já satanizaram Lula ou temam o poder divino desta seita religiosa. No caso, o ex-governador mentiu descaradamente ao dizer que não conhece o Opus Dei (em latim, Obra de Deus) ou seus fanáticos. Uma reportagem bombástica, publicada na revista Época em janeiro de 2006 e que depois desapareceu misteriosamente do noticiário da mídia, deu provas cabais de que atual presidenciável é um fiel seguidor desta organização católica de cunho fascista.
"Alckmin é um dos políticos brasileiros com ligações mais estreitas com a Obra. Elegeu Caminho, o guia escrito pelo fundador Josemaría Escrivá, como o seu livro de cabeceira. ‘Acostuma-se a dizer que não’, é um dos ensinamentos que mais aprecia, conforme contou em entrevista à imprensa. Um popular sacerdote do Opus Dei, o padre José Teixeira, foi seu confessor. Nos últimos anos, Alckmin tem recebido formação cristã no Palácio dos Bandeirantes de um influente numerário, jornalista Carlos Aberto Di Franco", relata o artigo. Numerário é o adepto da seita obrigado a residir nos sinistros casarões da Obra, ser virgem e usar o cilício nas cochas (corrente com pontas) e chicotear as costas. Já o supernumerário pode até freqüentar a Daslu, antro de consumo da elite brasileira, e tem a missão divina de conquistar prestígio na sociedade.

A conversão na ditadura

Ainda segundo a reveladora matéria escrita por Eliane Brum e Ricardo Mendonça, a reunião semanal do Opus Dei "é chamada informalmente de Palestra do Morumbi, numa alusão ao bairro onde se localiza a sede do governo. Alckmin e um grupo de empresários, advogados e juristas recebem preleções de cerca de 30 minutos... Um dos participantes do encontro, o desembargador aposentado e professor de direito da USP, Paulo Fernando Toledo, diz que o governador tucano é um dos ‘alunos’ mais aplicados. ‘Ele toma nota de tudo’. Outro membro do grupo, José Conduta, dono da corretora Harmonia, relata que Alckmin não faltou a nenhuma reunião, mesmo quando disputava a reeleição em 2002".

O grau de detalhamento da reportagem não deixa margem a dúvidas - e confirma que o candidato tucano mentiu no convescote da Folha. Ela chega a listar outros influentes participantes da Palestra do Morumbi: João Guilherme Ometto, vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Benjamin Funari Neto, ex-presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, e Márcio Ribeiro, ligado à indústria têxtil. Segundo revela, "os laços do governador com o Opus Dei iniciaram-se com a família. Seu tio, José Geraldo Rodrigues Alckmin, ministro do Supremo Tribunal Federal indicado ao cargo pelo então presidente, general Emílio Garrastazu Médici, foi o primeiro supernumerário do Brasil".

Inspirado por Escrivá

As ligações de Geraldo Alckmin com esta seita ultra-secreta já eram motivo de especulações há tempos, mas só adquiriram veracidade com a reportagem da Época, ela mesma decorrente do sucesso do livro "O Código da Vinci", do estadunidense Dan Brown, que desnudou seus mistérios. Em setembro de 2000, o repórter Mario César Carvalho já havia dados algumas pistas. Revelou que o pai de Alckmin "adquiriu o perfil erudito numa organização católica da qual fazia parte, o Opus Dei, criada em 1928, e que tem um viés político de direita - na Espanha, apoiou a ditadura de Francisco Franco. Em 1978, no cinqüentenário do Opus Dei, o pai de Geraldo Alckmin pediu ao filho [prefeito da cidade] que batizasse com o nome do fundador uma das ruas de Pindamonhangaba: Josemaría Escrivá de Balaguer y Albas. Assim foi feito".

Outro jornalista, Mário Simas Filho, também fez uma surpreendente descoberta. Num artigo à revista IstoÉ, de dezembro de 2003, descreve: "Quando completou 24 anos, em 7 de novembro de 1976, Geraldo Alckmin estava angustiado. Ele sonhava ser médico, cursava o quinto ano de medicina, era vereador em Pindamonhangaba e na semana seguinte disputaria a eleição para prefeito da cidade. Logo pela manha, recebeu um bilhete de seu pai... Hoje, em sua carteira, ainda carrega o bilhete recebido há 27 anos e se emociona cada vez que o lê". Este bilhete reproduz literalmente o ponto número 702 do livro Caminho, que aconselha o devoto a "olhar de longe e sem paixão os fatos e as pessoas" para ascender na sociedade.

Um livro indispensável

Conhecer os segredos e os adeptos do Opus Dei não é tarefa fácil. Esta seita sempre atuou da forma mais sigilosa possível. Seus integrantes são proibidos terminantemente de dar publicidade a sua adesão; nem os filhos podem contar aos pais que deram o "apito", termo usado para indicar a admissão na seita. Eles são recrutados em importantes faculdades ou em clubes das elites, como o Centro Cultural Pinheiros, já que o Opus Dei só se interessa por aqueles que tenham condições de ascender social e politicamente. A Obra de Deus também mantém instituições de fachada, como o Colégio Catamarã, internamente batizado de "cata-moleques", e a Editora Quadrante. Atualmente, ela possui 1.700 seguidores no Brasil e 80 mil no mundo.

Aos poucos, entretanto, seus segredos vão sendo desvendados com a edição de vários livros e alguns sites na internet. Uma obra indispensável para conhecer esta seita é "Opus Dei: os bastidores", escrita por três ex-numerários, Jean Lauand, Marcio da Silva e Dario Fortes. O livro é horripilante, revelando todo o obscurantismo e reacionarismo desta organização. Os autores, católicos praticantes que denunciam a seita como um cancro na Igreja Católica, descrevem as práticas de auto-flagelação - cilício, chicote e macacão antimasturbação -; listam os livros que são censurados, os filmes proibidos, a televisão que é chaveada; e denunciam o uso corriqueiro de remédios antipsicóticos para entorpecer os "atormentados".

Eles também confirmam que a seita tem um projeto bem definido de ascensão na sociedade. "É decisivo para o Opus Dei que os seus membros ou colaboradores exerçam poder". No sétimo capítulo, intitulado "dominação e manipulação", os ex-numerários se referem explicitamente a Geraldo Alckmin. Lembram que o ex-governador "foi convidado para dar a palestra de abertura do VII Máster em Jornalismo para Editores (tema: "As relações entre governo e mídia", no dia 17 de março de 2003, no Centro de Extensão Universitária, entidade presidida pelo doutor Ives Gandra da Silva Martins (membro supernumerário do Opus Dei) e dirigida pelo professor Carlos Alberto Di Franco (membro numerário responsável pelas relações da Obra com a mídia), durante o qual o governador elogiou a iniciativa".


* No próximo artigo, a origem e as práticas fascistas e fundamentalistas do Opus Dei.



Artigo 2: Alckmin e o fanatismo do Opus Dei



O candidato Geraldo Alckmin realmente parece um "picolé de chuchu", segundo a famosa ironia de José Simão. Mas de inocente ele não tem nada. Conhece bem a história nefasta do Opus Dei e os seus métodos autoritários, tecnocráticos e "discretos" de agir batem com esta doutrina. Numerário ele não é, já que não reside nos casarões da Obra de Deus, não fez voto de castidade e, tudo indica, não usa duas vezes ao dia o cilício nas cochas (cinturão com pontas de metal) e nem a "disciplina", outro utensílio de auto-flagelação utilizado para chicotear as costas. Mas Alckmin se encaixa perfeitamente no figurino do supernumerário, o seguidor da seita com "disfarce civil" e a missão divina de conquistar poder político para o Opus Dei.

A origem fundamentalista

O Opus Dei (do latim, Obra de Deus) foi fundado em outubro de 1928, na Espanha, pelo padre Josemaría Escrivá. O jovem sacerdote de 26 anos diz ter recebido a "iluminação divina" durante a sua clausura num mosteiro de Madri. Preocupado com o avanço das esquerdas no país, este excêntrico religioso, visto pelos amigos de batina como um "fanático e doente mental", decidiu montar uma organização ultra-secreta para interferir nos rumos da Espanha. Segundo as suas palavras, ela seria "uma injeção intravenosa na corrente sanguínea da sociedade", infiltrando-se em todos os poros de poder. Deveria reunir bispos e padres, mas, principalmente, membros laicos, que não usassem hábitos monásticos ou qualquer tipo de identificação.

Reconhecida oficialmente pelo Vaticano em 1947, esta seita logo se tornou um contraponto ao avanço das idéias progressistas na Igreja. Em 1962, o papa João 23 convocou o Concílio Vaticano II, que marca uma viragem na postura da Igreja, aproximando-a dos anseios populares. No seu fanatismo, Escrivá não acatou a mudança. Criticou o fim da missa rezada em latim, com os padres de costas para os fiéis, e a abolição do Index Librorum Prohibitorum, dogma obscurantista do século 16 que listava livros "perigosos" e proibia sua leitura pelos fiéis. "Este concílio, minhas filhas, é o concílio do diabo", garantiu Escrivá para alguns seguidores, segundo relato do jornalista Emílio Corbiere no livro "Opus Dei: El totalitarismo católico".

O poder no Vaticano

Josemaría Escrivá faleceu em 1975. Mas o Opus Dei se manteve e adquiriu maior projeção com a guinada direitista do Vaticano a partir da nomeação do papa polonês João Paulo II. Para o teólogo espanhol Juan Acosta, "a relação entre Karol Wojtyla e o Opus Dei atingiu o seu êxito nos anos 80-90, com a irresistível acessão da Obra à cúpula do Vaticano, a partir de onde interveio ativamente no processo de reestruturação da Igreja Católica sob o protagonismo do papa e a orientação do cardeal alemão Ratzinger". Em 1982, a seita foi declarada "prelazia pessoal" - a única existente até hoje -, o que no Direito Canônico significa que ela só presta contas ao papa, que só obedece ao prelado (cargo vitalício hoje ocupado por dom Javier Echevarría) e que seus adeptos não se submetem aos bispos e dioceses, gozando de total autonomia.

O ápice do Opus Dei ocorreu em outubro de 2002, quando o seu fundador foi canonizado pelo papa numa cerimônia que reuniu 350 mil simpatizantes na Praça São Pedro, no Vaticano. A meteórica canonização de Josemaría Escrivá, que durou apenas dez anos, quando geralmente este processo demora décadas e até séculos, gerou fortes críticas de diferentes setores católicos. Muitos advertiram que o Opus Dei estava se tornando uma "igreja dentro da Igreja". Lembraram um alerta do líder jesuíta Vladimir Ledochowshy que, num memorando ao papa, denunciou a seita pelo "desejo secreto de dominar o mundo". Apesar da reação, o papa João Paulo II e seu principal teólogo, Joseph Ratzinger, ex-chefe da repressora Congregação para Doutrina da Fé e atual papa Bento 16, não vacilaram em dar maiores poderes ao Opus Dei.

Vários estudos garantem que esta relação privilegiada decorreu de razões políticas e econômicas. No livro "O mundo secreto do Opus Dei", o jornalista canadense Robert Hutchinson afirma que esta organização acumula uma fortuna de 400 bilhões de dólares e que financiou o sindicato Solidariedade, na Polônia, que teve papel central na débâcle do bloco soviético nos anos 90. O complô explicaria a sólida amizade com o papa, que era polonês e um visceral anticomunista. Já Henrique Magalhães, numa excelente pesquisa na revista A Nova Democracia, confirma o anticomunismo de Wojtyla e relata que "fontes da Igreja Católica atribuem o poder da Obra a quitação da dívida do Banco Ambrosiano, fraudulentamente falido em 1982".

O vínculo com os fascistas

Além do rigoroso fundamentalismo religioso, o Opus Dei sempre se alinhou aos setores mais direitistas e fascistas. Durante a Guerra Civil Espanhola, deflagrada em 1936, Escrivá deu ostensivo apoio ao general golpista Francisco Franco contra o governo republicano legitimamente eleito. Temendo represálias, ele se asilou na embaixada de Honduras, depois se internou num manicômio, "fingindo-se de louco", antes de fugir para a França. Só retornou à Espanha após a vitória dos golpistas. Desde então, firmou sólidos laços com o ditador sanguinário Francisco Franco. "O Opus Dei praticamente se fundiu ao Estado espanhol, ao qual forneceu inúmeros ministros e dirigentes de órgãos governamentais", afirma Henrique Magalhães.

Há também fortes indícios de que Jose María Escrivá nutria simpatias por Adolf Hitler e pelo nazismo. De forma simulada, advogava as idéias racistas e defendia a violência. Na máxima 367 do livro Caminho, ele afirma que seus fiéis "são belos e inteligentes" e devem olhar aos demais como "inferiores e animais". Na máxima 643, ensina que a meta "é ocupar cargos e ser um movimento de domínio mundial". Na máxima 311, ele escancara: "A guerra tem uma finalidade sobrenatural... Mas temos, ao final, de amá-la, como o religioso deve amar suas disciplinas". Em 1992, um ex-membro do Opus Dei revelou o que este havia lhe dito: "Hitler foi maltratado pela opinião pública. Jamais teria matado 6 milhões de judeus. No máximo, foram 4 milhões". Outra numerária, Diane DiNicola, garantiu: "Escrivá, com toda certeza, era fascista".

Escrivá até tentou negar estas relações. Mas, no seu processo de ascensão no Vaticano, ele contou com a ajuda de notórios nazistas. Como descreve a jornalista Maria Amaral, num artigo à revista Caros Amigos, "ao se mudar para Roma, ele estimulou ainda mais as acusações de ser simpático aos regimes autoritários, já que as suas primeiras vitórias no sentido de estabelecer o Opus Dei com estrutura eclesiástica capaz de abrigar leigos e ordenar sacerdotes se deram durante o pontificado do papa Pio XII, por meio do cardeal Eugenio Pacelli, responsável por controverso acordo da Igreja com Hitler". Um outro texto, assinado por um grupo de católicas peruanas, garante que a seita "recrutou adeptos para a organização fascista ‘Jovem Europa’, dirigida por militantes nazistas e com vínculos com o fascismo italiano e espanhol".

Pouco antes de morrer, Josemaría Escrivá realizou uma "peregrinação" pela América Latina. Ele sempre considerou o continente fundamental para sua seita e para os negócios espanhóis. Na região, o Opus Dei apoiou abertamente várias ditaduras. No Chile, participou do regime terrorista de Augusto Pinochet. O principal ideólogo do ditador, Jaime Guzmá, era membro ativo da seita, assim como centenas de quadros civis e militares. Na Argentina, numerários foram nomeados ministros da ditadura. No Peru, a seita deu sustentação ao corrupto e autoritário Alberto Fujimori. No México, ajudou a eleger como presidente seu antigo aliado, Miguel de La Madri, que extinguiu a secular separação entre o Estado e a Igreja Católica.

Infiltração na mídia

Para semear as suas idéias religiosas e políticas de forma camuflada, Escrivá logo percebeu a importância estratégica dos meios de comunicação. Ele mesmo gostava de dizer que "temos de embrulhar o mundo em papel-jornal". Para isso, contou com a ajuda da ditadura franquista para a construção da Universidade de Navarra, que possuí um orçamento anual de 240 milhões de euros. Jornalistas do mundo inteiro são formados nos cursos de pós-graduação desta instituição. O Opus Dei exerce hoje forte influência sobre a mídia. Um relatório confidencial entregue ao Vaticano em 1979 pelo sucessor de Escrivá revelou que a influência da seita se estendia por "479 universidades e escolas secundárias, 604 revistas ou jornais, 52 estações de rádio ou televisões, 38 agências de publicidade e 12 produtores e distribuidoras de filmes".

Na América Latina, a seita controla o jornal El Observador (Uruguai) e tem peso nos jornais El Mercúrio (Chile), La Nación (Argentina) e O Estado de S.Paulo. Segundo várias denúncias, ela dirige a Sociedade Interamericana de Imprensa, braço da direita na mídia hemisférica. No Brasil, a Universidade de Navarra é comandada por Carlos Alberto di Franco, numerário e articulista do Estadão, responsável pela lavagem cerebral semanal de Geraldo Alckmin nas famosas "palestras do Morumbi". Segundo a revista Época, seu "programa de capacitação de editores já formou mais de 200 cargos de chefia dos principais jornais do país". O mesmo artigo confirma que "o jornalista Carlos Alberto Di Franco circula com desenvoltura nas esferas de poder, especialmente na imprensa e no círculo íntimo do governador Geraldo Alckmin".

O veterano jornalista Alberto Dines, do Observatório da Imprensa, há muito denuncia a sinistra relação do Opus Dei com a mídia nacional. Num artigo intitulado "Estranha conversão da Folha", critica seu "visível crescimento na imprensa brasileira. A Folha de S.Paulo parecia resistir à dominação, mas capitulou". No mesmo artigo, garante que a seita "já tomou conta da Associação Nacional de Jornais (ANJ)", que reúne os principais monopólios da mídia do país. Para ele, a seita não visa a "salvação das almas desgarradas. É um projeto de poder, de dominação dos meios de comunicação. E um projeto desta natureza não é nem poderia ser democrático. A conversão da Folha é uma opção estratégica, política e ideológica".

A "santa máfia"

Durante seus longos anos de atuação nos bastidores do poder, o Opus Dei constituiu uma enorme fortuna, usada para bancar seus projetos reacionários - inclusive seus planos eleitorais. Os recursos foram obtidos com a ajuda de ditadores e o uso de máquinas públicas. "O Opus Dei se infiltrou e parasitou no aparato burocrático do Estado espanhol, ocupando postos-chaves. Constituiu um império econômico graças aos favores nas largas décadas da ditadura franquista, onde vários gabinetes ministeriáveis foram ocupados integralmente por seus membros, que ditaram leis para favorecer os interesses da seita e se envolveram em vários casos de corrupção, malversação e práticas imorais", acusa um documento de católico do Peru.

A seita também acumulou riquezas através da doação obrigatória de heranças dos numerários e do dizimo dos supernumerários e simpatizantes infiltrados em governos e corporações empresariais. Com a ofensiva neoliberal dos anos 90, a privatização das estatais virou outra fonte de receitas. Poderosas multinacionais espanholas beneficiadas por este processo, como os bancos Santander e Bilbao Biscaia, a Telefônica e empresa de petróleo Repsol, tem no seu corpo gerencial adeptos do Opus.

Para católicos mais críticos, que rotulam a seita de "santa máfia", esta fortuna também deriva de negócios ilícitos. Conforme denuncia Henrique Magalhães, "além da dimensão religiosa e política, o Opus Dei tem uma terceira face: da sociedade secreta de cunho mafioso. Em seus estatutos secretos, redigidos em 1950 e expostos em 1986, a Obra determina que ‘os membros numerários e supernumerários saibam que devem observar sempre um prudente silêncio sobre os nomes dos outros associados e que não deverão revelar nunca a ninguém que eles próprios pertencem ao Opus Dei’. Inimiga jurada da Maçonaria, ela copia sua estrutura fechada, o que frequentemente serve para encobrir atos criminosos".

O jornalista Emílio Corbiere cita os casos de fraude e remessa ilegal de divisas das empresas espanholas Matesa e Rumasa, em 1969, que financiaram a Universidade de Navarra. Há também a suspeita do uso de bancos espanhóis na lavagem de dinheiro do narcotráfico e da máfia russa. O Opus Dei esteve envolvido na falência fraudulenta do banco Comercial (pertencente ao jornal El Observador) e do Crédito Provincial (Argentina). Neste país, os responsáveis pela privatização da petrolífera YPF e das Aerolineas Argentinas, compradas por grupos espanhóis, foram denunciados por escândalos de corrupção, mas foram absolvidos pela Suprema Corte, dirigida por Antonio Boggiano, outro membro da Opus Dei. No ano retrasado, outro numerário do Opus Dei, o banqueiro Gianmario Roveraro, esteve envolvido na quebra da Parlamat.

"A Internacional Conservadora"

O escritor estadunidense Dan Brown, autor do best seller "O Código da Vinci", não vacila em acusar esta seita de ser um partido de fanáticos religiosos com ramificações pelo mundo. O Opus Dei teria cerca de 80 milhões de fiéis, muitos deles em cargos-chaves em governos, na mídia e em multinacionais. Henrique Magalhães garante que a "Obra é vanguarda das tendências mais conservadoras da Igreja Católica". Num livro feito sob encomenda pelo Opus Dei, o vaticanista John Allen confessa este poderio. Ele admite que a seita possui um patrimônio de US$ 2,8 bilhões - incluindo uma luxuosa sede de US$ 60 milhões em Manhattan - e que esta fortuna serve para manter as suas instituições de fachada, como a Heights School, em Washington, onde estudam os filhos dos congressistas do Partido Republicano de George W.Bush.

Numa reportagem que tenta limpar a barra do Opus Dei, a própria revista Superinteressante, da suspeita Editora Abril, reconhece o enorme influência política desta seita. E conclui: "No Brasil, um dos políticos mais ligados à Obra é o candidato a presidente Geraldo Alckmin, que em seus tempos de governador de São Paulo costumava assistir a palestras sobre doutrina cristã ministradas por numerários e a se confessar com um padre do Opus Dei. Alckmin, porém, nega fazer parte da ordem". Como se observa, o candidato segue à risca um dos principais ensinamentos do fascista Josemaría Escrivá: "Acostuma-se a dizer não".


O próximo artigo abordará os planos eleitorais do Opus Dei na América Latina, que incluem a eleição de Geraldo Alckmin no Brasil.



Artigo 3: Alckmin e a conspiração do Opus Dei



O presidenciável Geraldo Alckmin se encaixa perfeitamente nos planos políticos e eleitorais do Opus Dei na América Latina. Desde a sua chegada ao continente, nos anos 50, esta seita planeja ardilosamente a sua ascensão ao poder. O projeto só ganhou ímpeto com a onda de golpes militares na região a partir dos anos 60. Seguidores do Opus Dei presidiram ou assessoraram vários ditadores. Nos anos 90, com a avalanche neoliberal no continente, os tecnocratas fiéis a esta seita voltaram a gozar de prestígio. Agora, o Opus Dei torce e trabalha na "surdina" pela eleição de Geraldo Alckmin no segundo turno da sucessão presidencial.

A "catequese" na América Latina

Nos anos 50, a seita aliciou seus primeiros fiéis entre as velhas oligarquias que procuravam se diferenciar dos povos indígenas e pregavam o fundamentalismo religioso. Mas o Opus Dei só adquire pujança com a onda de golpes a partir dos anos 60. Até então, a sua ação ainda era dispersa. Segundo excelente artigo de Marina Amaral na revista Caros Amigos, "em 1970, Josemaría Escrivá viajou para o México dando início às ‘viagens de catequese’ pelas Américas que duraram até às vésperas de sua morte em Roma, em 1975".

Em 1974, o fundador do Opus Dei visitou a América do Sul, então dominada por ditaduras militares. "O clero progressista tentava utilizar o peso da Igreja para denunciar torturas e assassinatos e para lutar pelo restabelecimento da democracia. Em suas palestras, ele respondeu certa vez a um militar que perguntara como seguir o caminho da ‘santificação espiritual’ do Opus Dei: ‘Os militares já têm metade do caminho espiritual feito’", revela Marina Amaral. Neste período sombrio, a seita apoiou os golpes e participou de vários governos ditatoriais, segundo Emílio Corbiere, autor do livro "Opus Dei: El totalitarismo católico".

No Chile, a seita fascista foi para o ditador Augusto Pinochet o que fora para o franquismo na Espanha. O principal ideólogo deste regime sanguinário, Jaime Guzmá, era um membro ativo desta seita, assim como centenas de quadros civis e militares. Ela também apoiou os golpes militares e participou ativamente dos regimes autoritários na Argentina, Paraguai e Uruguai. Ainda segundo Corbiere, o Opus Dei financiou o regime do ditador nicaragüense Anastácio Somoza até sua derrota para os sandinistas. Na década de 90, ela ainda deu "ativa assistência" à ditadura terrorista e corrupta de Alberto Fujimori, no Peru.

O fundamentalismo neoliberal

Outra fase "próspera" do Opus Dei se dá com a ofensiva neoliberal na década de 90. Gozando da simpatia do papa e da total autonomia frente às igrejas locais, esta seita se beneficia da invasão das multinacionais espanholas, decorrente da privatização de estatais. Muitas delas são influenciadas por numerários do Opus Dei. Conforme relembra Henrique Magalhães, em artigo para a revista A Nova Democracia, "a Argentina entregou as suas estatais de telefonia, petróleo, aviação e energia à Telefônica, Repsol, Ibéria e Endesa, respectivamente. A Ibéria já havia engolido a LAN [aviação], do Chile, onde a geração de energia já era controlada pela Endesa. Os bancos espanhóis também chegaram ao continente neste processo".

"O Opus Dei é para o modelo neoliberal o que foram os dominicanos e os franciscanos para as cruzadas e os jesuítas para a Reforma de Lutero", compara José Steinsleger, colunista do mexicano La Jornada. Nos anos 90, a seita também emplacou vários bispos e cardeais na região. O mais famoso é Juan Cipriani, do Peru, amigo intimo do ditador Alberto Fujimori. Em 1997, quando da invasão da embaixada do Japão por militantes do Movimento Revolucionário Tupac Amaru, o bispo se valeu da condição de mediador e usou um aparelho de escuta no crucifixo, o que permitiu à polícia invadir a casa e matar todos seus ocupantes.

Os tentáculos no Brasil

No Brasil, o Opus Dei fincou a sua primeira raiz em 1957, na cidade de Marília, no interior paulista, com a fundação de dois centros. Em 1961, dada à importância da filial, a seita deslocou o numerário espanhol Xavier Ayala, segundo na hierarquia. "Doutor Xavier, como gostava de ser chamado, embora fosse padre, pisou em solo brasileiro com a missão de fortalecer a ala conservadora da Igreja. Às vésperas do Concílio Vaticano II, o clero progressista da América Latina clamava pelo retorno às origens revolucionárias do cristianismo e à ‘opção pelos pobres’, fundamentos da Teologia da Libertação", explica Marina Amaral.

Ainda segundo seu relato, "aos poucos, o Opus Dei foi encontrando seus aliados na direita universitária... Entre os primeiros estavam dois jovens promissores: Ives Gandra Martins e Carlos Alberto Di Franco, o primeiro simpático ao monarquismo e candidato derrotado a deputado; o segundo, um secundarista do Colégio Rio Branco, dos rotarianos do Brasil. Ives começou a freqüentar as reuniões do Opus Dei em 1963; Di Franco ‘apitou’ (pediu para entrar) em 1965. Hoje, a organização diz ter no país pouco mais de três mil membros e cerca de quarenta centros, onde moram aproximadamente seiscentos numerários".

Crescimento na ditadura

Durante a ditadura, a seita também concentrou sua atuação no meio jurídico, o que rende frutos até hoje. O promotor aposentado e ex-deputado Hélio Bicudo revela ter sido assediado duas vezes por juízes fiéis à organização. O expoente nesta fase foi José Geraldo Rodrigues Alckmin, nomeado ministro do STF pelo ditador Garrastazu Médici em 1972, e tio do atual presidenciável. Até os anos 70, porém, o poder do Opus Dei era embrionário. Tinha quadros em posições importantes, mas sem atuação coordenada. Além disso, dividia com a Tradição, Família e Propriedade (TFP) as simpatias dos católicos de extrema direita.

Seu crescimento dependeu da benção dos generais golpistas e dos vínculos com poderosas empresas. Ives Gandra e Di Franco viraram os seus "embaixadores", relacionando-se com donos da mídia, políticos de direita, bispos e empresários. É desta fase a construção da sua estrutura de fachada - Colégio Catamarã (SP), Casa do Moinho (Cotia) e Editora Quadrante. Ela também criou uma ONG para arrecadar fundos: OSUC (Obras Sociais, Universitárias e Culturais). Esta recebe até hoje doações do Itaú, Bradesco, GM e Citigroup. Confrontado com esta denúncia, Lizandro Carmona, da OSUC, implorou à jornalista Marina Amaral: "Pelo amor de Deus, não vá escrever que empresas como o Itaú doam dinheiro ao Opus Dei".

Ofensiva recente na região

Na fase recente, o Opus Dei está excitado, com planos ousados para conquistar maior poder político na América Latina. Em abril de 2002, a seita participou ativamente do frustrado golpe contra o presidente Hugo Chávez, na Venezuela. Um dos seus seguidores, José Rodrigues Iturbe, foi nomeado ministro das Relações Exteriores do fugaz governo golpista. A embaixada da Espanha, governada na época pelo neo-franquista Partido Popular (PP), de José Maria Aznar - cuja esposa é do Opus Dei -, deu guarita aos seus fiéis. Outro golpista ligado à seita, Gustavo Cisneiros, é megaempresário das telecomunicações no país.

Em dezembro do ano passado, o Opus Dei assistiu a derrota do seu candidato, Joaquim Laví, ex-assessor do ditador Augusto Pinochet, à presidência do Chile. Já em maio deste ano, colheu uma nova derrota com a candidatura de Lourdes Flores, declarada numerária do partido Unidade Nacional. Em compensação, a seita comemorou a vitória do narco-terrorista Álvaro Uribe na Colômbia, que também dispôs de milhões de dólares do governo George Bush. Já no México, outro conhecido simpatizante do Opus Dei, Felipe Calderon, ex-executivo da Coca-Cola, venceu uma das eleições mais fraudulentas da história deste país.

Um perigo sorrateiro

Agora, como afirma o estudioso Henrique Magalhães, "as esperança do Opus Dei se voltam para Geraldo Alckmin, que hoje é um dos seus quadros políticos de maior destaque. A Obra tenta fazer dele presidente e formar um eixo geopolítico com os governantes da Colômbia e do México, aos quais está intimamente associada". De maneira ardilosa, a seita usará todos os "recursos". Prova do seu método pode ser visto na recente eleição do Senado no Rio de Janeiro, onde foi desencadeada brutal campanha contra a candidatura da comunista Jandira Feghali. Não por acaso, dois dos principais numerários do país atuam neste estado: o bispo de Nova Friburgo, Rafael Cifuentes, e o bispo-auxiliar dom Antônio Augusto Dias Duarte.

Apesar de ter mentido numa recente sabatina ao jornal Folha de S.Paulo, quando afirmou que "não sou da Opus Dei; respeito quem é, mas não conheço", hoje são notórias as estreitas relações de Geraldo Alckmin com esta seita fascista - desde os tempos de infância, no convívio com seu pai e o tio-ministro do STF da ditadura, até as irregulares "palestras do Morumbi". Na excelente reportagem da revista Caros Amigos, a jornalista Marina Amaral lembra o constrangimento do padre Vicente Ancona, numerário do Opus Dei que lhe atendeu: "Quando perguntei ao padre Vicente Ancona se Alckmin estava recebendo orientação espiritual e desistiu por causa da repercussão, a resposta foi curta e grossa; ‘Exato’".

quinta-feira, 22 de julho de 2010

FATOS DESCONHECIDOS SOBRE A TRANSIÇÃO DO PÓS-GUERRA DE ADOLPH HITLER E DO TERCEIRO REICH


por Virgil Armstrong

O que você irá ler aconteceu 54 anos atrás e ainda é história não-documentada. Soube desses fatos a 54 anos, mas somente partilhei essas preciosas lembranças, ocasionalmente, em sessões fechadas de alguns workshops que dei sobre Ufologia. Há aproximadamente dois anos atrás, em Zurique, na Suíça, tomava café da manhã com meu velho amigo, o professor James Hurtak, autor do excelente livro, The Keys of Enoch. Jim e eu somos parceiros e amigos há mais de 20 anos, mas devido aos nossos vários compromissos nos encontramos sempre rápida e ocasionalmente.

Nesta manhã de janeiro de 1997, enquanto tomávamos café, Jim contou-me que a Comunidade Internacional de Inteligência afirmava que Hitler havia sido levado do planeta por um UFO. Jim perguntou-me se eu sabia algo a respeito e respondi-lhe que não. Imediatamente, no entanto, comecei a pensar no assunto. Neste meio tempo, Jim deliberadamente foi atender a um telefonema no quarto e desde então passei a não vê-lo mais com os mesmos olhos. Imediatamente após sua partida, enquanto pensava, conclui: "Meu Deus! A Inteligência está correta", e quando avançarmos neste tema você, provavelmente, também concordará comigo.
Neste ponto, voltemos no tempo, para as últimas horas da II Guerra Mundial e a rendição de Hitler e do Terceiro Reich. Para começar, Hitler e sua esposa, Eva Braun, não morreram no bunker em Berlim, como afirmado pelas Forças Aliadas. Isto finalmente foi provado pelas radiografias tiradas das arcadas dentárias dos cadáveres. Esta mentira, no entanto, teve seus méritos psicológicos, já que a população mundial precisava ser convencida de que o monstro estava morto. A história que não foi contada sobre o que se seguiu à rendição da Alemanha é vista como uma aventura de James Bond; e ela precisa ser corretamente registrada agora para que não se perca no esquecimento.

Antes de entramos nos surpreendentes fatos sobre Hitler, o Terceiro Reich e o pós- II Guerra Mundial, vamos fazer uma pausa para analisar esse homem que se chamava Adolf Hitler. Lembro-me claramente de uma palestra que dei Frankfurt, na Alemanha, em 1991, diante de uma platéia de aproximadamente 1600 pessoas. Prossegui, dizendo que de acordo com o calendário e a profecia maia (indígena), Hitler era o último Senhor das Trevas. Cada Senhor das Trevas reinava 52 anos e eles eram nove. (Nove vezes 52 anos é igual a 468 anos). O reinado de Hitler começou em 1935 e terminou em 1987.

Observem que os Senhores das Trevas também são divinos e têm tarefas específicas, embora elas às vezes sejam terríveis e desprezíveis; porém o objetivo deles é trazer uma experiência de aprendizado para as massas. Hitler encaixa-se neste papel divino de maneira requintada; seu papel era ensinar ao mundo que as guerras jamais deveriam acontecer novamente. Por isso, não haverá uma terceira guerra mundial na Terra. Haverá mais uma grande guerra que será abafada, contida, para não chegar a ser global. Provavelmente ela acontecerá no Oriente Médio, e de forma bem clara ela já está escrita neste exato momento.

Uma questão paralela às guerras, é que deve-se levar em conta que elas são planejadas mais ou menos 50 anos antes de acontecerem. O objetivo delas é acabar é acabar com os nossos jovens, manter os povos dominados pelo medo e fazer os ricos e poderosos cada vez mais ricos e poderosos. Quem você acha que está por trás da construção e da venda de armamentos para os nossos inimigos? Evidentemente são os super ricos e poderosos, mais conhecidos como os Illuminati. Enquanto o povo é enfraquecido ou dizimado, este grupo continua a prosperar indefinidamente. Por enquanto é só.

Vamos voltar para Hitler e a saga do pós-guerra, mas antes, discutiremos alguns problemas que o comando aliado enfrentou. Hitler insistentemente gabava-se de Ter uma arma secreta e que com ela venceria a guerra. As forças aliadas não levaram sua ameaça a sério, já que erroneamente pensavam que ele se referia ao foguete V-2, que estavam usando para bombardear as ilhas Britânicas. Certamente os foguetes de longo alcance causaram várias mortes e ferimentos, mas eles também eram extremamente imprecisos, poucas vezes atingindo o alvo designado. Contudo, esta imprecisão, combinada com sua capacidade de destruição, era uma arma psicológica extremamente eficaz. Na verdade, teria sido conveniente batizar a precisão do foguete de "seja o que Deus quiser".
Somente depois de algum tempo a Inteligência norte-americana descobriu que o motivo de orgulho de Hitler não era infundado pois, realmente, ele estava construindo e testando um novo tipo de aeronave que revolucionaria a aerodinâmica. Esta aeronave decolava e aterrissava na vertical, eliminando a necessidade de usar campos de pouso. Ela fazia imediatamente curvas de 90 graus, em alta velocidade, e era duas ou três vezes mais rápida que o avião mais veloz dos aliados, cuja velocidade máxima estava na ordem de 500 nós ou aproximadamente 600 milhas por hora. Além disso, a rede de espionagem levou a crer que ele construiria um segundo avião mais avançado que o primeiro. Esperava-se que ele atingisse uma velocidade maior que 3000 milhas por hora e que carregasse uma arma a laser que penetraria em até 4 polegadas em qualquer coisa que fosse blindada. Isso tornaria qualquer tipo de arma dos aliados, inclusive navios e veículos blindados (tanques), total-mente vulneráveis. Também descobriram que Hitler estava projetando um terceiro avião muito mais poderoso que os dois anteriores. Ele seria capaz de atingir mais de 8000 milhas por hora e, como os outros, realizaria pousos e decolagens verticais.
Uma rápida análise desta informação levou à conclusão que Hitler venceria a guerra em, mais ou menos, dois meses, se não fosse impedido a todo custo. Infelizmente, o que aconteceu foi a total destruição da Alemanha pelos bombardeios aéreos que objetivaram destruir todos os recursos de que Hitler dispunha, isto é, ruas, estradas, pontes, armazéns (a maioria das cidades), campos de petróleo, fábricas de rolamento, etc. este foi um ato desesperado para impedir que o Terceiro Reich e Hiltler vencessem a guerra. Embora tudo tivesse sido feito para salvar a humanidade de um terrível futuro, continuo a lamentar quando ouço relatos sobre o sofrimento vivido pela população ou quando vejo as ruínas propositadamente deixadas no local, para que o mundo, da mesma forma que os alemães, não se esqueça dos horrores da guerra.

Sobre a rendição do Terceiro Reich, Hitler e seu grupo de especialistas, composto da SS e outros, realizaram uma imediata retirada estratégica e os preparativos para a continuidade do Terceiro Reich e outra época e lugar. Isto acabou acontecendo na terra da RAINHA MAUD, na Antártica. Os veículos usados para a fuga eram os fantásticos submarinos onda os UFOs desmontados foram guardados, e que às vezes chamados de Haunebu n°1, 2 e 3. O terceiro estava em fase de projeto.

Os submarinos, com seu corpo de elite, passaram seis meses no mar, tendo como meta chegar à Argentina e à Antártica. As forças aliadas sabiam da fuga e partiram em sua busca para destruí-los, mas encontraram os submarinos somente uma vez. Neste momento os avião das forças aliadas foi destruído.

Daí por diante, os submarinos passavam um tempo considerável na superfície, habilmente disfarçados de navios. Contudo, temendo ser destruídos ou capturados, os submarinos tiveram de passar a maior parte do tempo submersos. Esta experiência limite só pode ser vista como uma odisséia marítima. Finalmente os submarinos chegaram na Argentina, onde foram recebidos com todas as honras. Foi quando Hitler e Eva desembarcaram e passaram o resto de suas vidas em Buenos Aires.

Embora a Inteligência Internacional os tivesse localizado, achou melhor que eles vivessem em paz e no anonimato em vez de reacender a ira e o rancor da população mundial, especialmente na Europa e na América. Apesar de ser um agente da Inteligência, tendo trabalhado nove anos na CIA e feito parte dez anos do corpo de elite dos Boinas Verdes (Green Berets) ou Special Forces, eu não tinha provas.
Ela disse que se chamava Julie Monteverio, que tinha morado na Argentina e que era filha de um ex-chefe do Serviço Secreto que cuidava de toda a segurança interna da Argentina. Disse-me que ela e seu pai, um dia, almoçavam em um dos vários restaurantes ao ar livre e que ele, repentinamente, disse-lhe: "Julie, você está vendo aquele homem ali, lendo o jornal?" Ela respondeu, "Sim, papa", e que ele disse que este homem era muito importante, que seu nome era Adolf Hitler e que a mulher sentada ao seu lado era sua esposa, Eva Braun. Não preciso dizer que fiquei muito feliz ao obter a confirmação de que Hitler estava vivo e morando na Argentina. Nesta época ele estava com 80 anos. Supõe-se que ele viveu até os 98 anos de idade.

Isto nos leva de volta a referência feita pelo professor Hurtak, de que Hitler havia sido levado do planeta por um UFO. Sem dúvida, esta história é verdadeira e tenho certeza de que seu copo foi sepultado com o de Eva Braun, com todas as honrarias, no novo Terceiro Reich que, devido à transformação espiritual que sofreu pelos filhos dos antigos membros do Terceiro Reich, agora é chamado de Quarto Reich.
Esta é um interessante faceta da evolução do Terceiro Reich na Antártica. Apesar dos membros mais antigos terem sido certamente mais hostis e que objetivassem dominar o mundo, progressiva e inexplicavelmente, seu ponto de vista sobre o seu papel no mundo começou a mudar, tornando-se mais benevolente. Sem sombra de dúvida, suas habilidades eram impressionantes e eles eram a terceira mais poderosa força que pairava sobre o horizonte do mundo. É questionável se os corações e mentes da aristocracia alemã do Terceiro Reich se abrandaram. Provavelmente quando eles morria e eram substituídos por seus descendentes, estivesse determinado que esta extraordinária força seria usada para o bem da humanidade, ao invés de destruir e dominar. Foi excelente para o mundo que esse novo escalão e seus líderes tenham escolhido ser altruístas, protetores do nosso planeta e sua sobrevivência; caso contrário poderíamos muito bem deparar-nos com a extinção nas mãos das facções adversárias, como os EUA com seu conhecimento extraterrestre e sua tecnologia, diante dos inimigos do Quarto Reich.

Não duvide, nem por um instante, que a impressionante capacidade do novo, ou Quarto Reich existe. Um exemplo disto é um incidente que ocorreu logo após o fim da II Guerra Mundial. Os poderosos do mundo sabiam que os remanescentes do Terceiro Reich haviam se refugiado na Antártica., representando uma certa ameaça para a paz e estabilidade mundial. Conscientes disso, os Estados Unidos foram designados pelos poderes internacionais para erradicar esta terrível ameaça. A América assumiu essa responsabilidade e convocou o aposentado Comandante Richard Byrd para comandar o plano da Força Expedicionária, para erradicar o Terceiro Reich, derrotando assim esta ameaça em potencial. (O Comandante Byrd era a opção mais lógica, devido à sua grande experiência no Pólo Norte, cujo formação geológica e o meio ambiente são similares aos da Antártica).
Os poderosos deram ao Comandante @yrd totais e inquestionáveis recursos e o período de oito meses para terminar o serviço. Infelizmente, mas agora agradeço a Deuq, ele não obteve sucesso. Ao invés de trabalhar oito meses, foi derrotado pela tecnologia avançada e aterradora, o que resultou na retirada de suas tropas em somente duas semanas. A tecnologia superior do Quarto Reich era tão avançada que as tropas de Byrd foram totalmente inúteis e ineficazes.

Para exemplificar, recursos psicotrônicos eram usados contra as tropas que avançavam,"tornando-as incapazes, ou se elas persistiam apesar da dor, o cérebro dos soldados era totalmente destruído. Um avião deu de cara com uma barreira eletromagnética. Com o impacto, os aviões e a tripulação foram completamente destruídos. (Esses relatórios posteriormente vazaram). Isto foi em 1947.

Cinqüenta anos se passaram e só nos resta imaginar o terrível poder que eles têm agora.