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sábado, 28 de novembro de 2009

A MAIOR FRAUDE DA HISTÓRIA

Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e comércio, e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão." 

A maior fraude da história
Nehemias Gueiros Jr *

FONTE: Jornal Pravda







"Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis."
Mayer Amschel (Bauer) Rothschild






Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e comércio, e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão."

James Garfield


presidente americano, 1881.

Poucas semanas após proferir estas palavras (da segunda citação), dirigidas aos moneychangers, o presidente Garfield foi assassinado. E não foi o único presidente norte-americano morto por eles, como veremos adiante. Para podermos entender melhor quem são os moneychangers (ou argentários), é necessário retornar no tempo até cerca de 200 A.C., quando pela primeira vez** tem-se registro da "usura". Entre as várias definições do Aurélio para usura encontramos juro exorbitante, exagerado, lucro exagerado, mesquinharia.

Dois imperadores romanos foram assassinados por terem pretendido implantar leis de reforma limitando a propriedade privada de terras ao máximo de 500 acres e liberando a cunhagem de moedas, que era feita pelos especuladores. Em 48 A.C., Júlio César recuperou o poder de emitir moeda, tornando-o disponível para qualquer um que possuísse ouro ou prata. Também acabou assassinado. Em seguida, as pessoas comuns perderam suas casas e seus bens, da mesma forma como temos assistido acontecer na crise americana das hipotecas.

Na época de Jesus, há dois mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo através da cobrança de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. Vários historiadores estimam que os cofres dessa corte continham vários milhões de dólares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religião imposta por esses líderes. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacrílega de Israel e também acabou morto na cruz.

Nos séculos seguintes, os moneychangers continuaram a expandir a arte da usura em todos os segmentos da vida, criando expansões e contrações financeiras, de geração em geração enfrentando monarcas e líderes políticos que queriam erradicá-la. Sempre em vão. A cada bem-sucedida (e rara) tentativa de eliminá-la, a usura voltava com mais força ainda, respaldada pela ganância e o poder dos fortes e ricos contra os fracos e pobres. Na Idade Média, o Vaticano proibiu a cobrança de juros sobre os empréstimos, e com base nos ensinamentos e na doutrina eclesiástica de Aristóteles e São Tomás de Aquino, afirmou que "o propósito do dinheiro é servir à sociedade e facilitar a troca de bens necessária à condução da vida." De nada adiantou, eis que a própria Igreja conspirava com o Estado para acumular dinheiro e poder através dos séculos e controlar os oprimidos com os "castigos" e as "bênçãos" do Todo Poderoso. Os argentários usavam os juros para praticar a usura, que hoje é consagrada por lei através da prática bancária. Já naquela época, vários religiosos e teólogos condenavam a escravização econômica resultante da usura mas como podemos observar a situação mudou muito pouco nos últimos 500 anos.

Na medida em que a usura foi se instalando em todas as camadas sociais, os moneychangers foram ficando cada vez mais ousados em suas manipulações financeiras e foi assim que surgiu o famigerado conceito do fractional reserve lending, ou "empréstimo baseado em reserva fracional" ou "empréstimo sem cobertura ou lastro". Embora de enunciado complexo, a prática é muito simples. Significa emprestar mais dinheiro do que se tem em caixa e transformou-se na maior fraude de todos os tempos, principal responsável pela vasta pobreza que assola o mundo até hoje e pela redução sistemática do valor do dinheiro. A descrição dos economistas sobre os chamados "ciclos econômicos", nada mais é do que a identificação dos períodos de expansão e retração determinados pelos bancos em todo o mundo, através do fractional reserve lending. Eles simplesmente adotaram as regras do passado e continuaram a praticá-las até hoje.

A prática do "empréstimo sem lastro" continuou se expandindo antes mesmo do surgimento dos bancos, alimentada pelos ourives e mercadores de ouro e prata, que guardavam os metais nobres da população em custódia para não serem roubados. Logo esses negociantes — na realidade meros agiotas — perceberam que a maioria das pessoas morria e não voltava para buscar seus bens, legando-os à herança familiar. Foi quando começaram a emprestar dinheiro a juros, geralmente em quantias muito superiores ao ouro e prata que possuíam guardados em custódia. O recibo da custódia foi provavelmente o primeiro embrião do dinheiro de papel que temos hoje, pois com ele, a pessoa podia adquirir mercadorias e bens no grande mercado. Com a contínua expansão desse negócio ilícito e usurário, logo os moneychangers puderam abrir lojas específicas para empréstimos, advindo daí a origem dos bancos modernos.

O usuário e a sua mulher - Quentin Matsys, 1514 - Óleo sobre madeira - Museu do Louvre - Paris

O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote "people’s bank" (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro. As dívidas com o Banco da Inglaterra de centenas de gerações posteriores, representadas ou pela própria monarquia inglesa ou pelo governo, foram asseguradas através da criação de taxas impostas à população, que viriam a se transformar no Imposto de Renda como hoje o conhecemos. O modelo do Banco da Inglaterra rapidamente se transformou no modelo para os bancos centrais de todos os países no mundo atual. Os agiotas descobriram que é muito mais lucrativo emprestar para monarcas e governos do que para cidadãos comuns. Através da dívida, tornavam-se literalmente credores e soberanos de nações inteiras.

Em suma: os argentários colocavam um banco privado a cargo de todas as finanças e operações econômicas de um país, o que equivale a entregar a nação a uma organização mafiosa que controla a economia com a finalidade de lucro e assim mantém a população totalmente refém de suas políticas financeiras.

No início do século XVIII, cerca de 50 anos depois que o Banco da Inglaterra já estava operando, um alemão chamado Amshel Moses Bauer1, ourives e agiota que vivia em Frankfurt, na Alemanha, começou um negócio a que denominou de Rothschild, pois a insígnia na porta da sua loja era uma águia romana sobre um escudo vermelho. Rothschild significa "escudo vermelho" em alemão. O negócio prosperou e em 1743 ele mudou seu próprio nome para Amshel Moses Rothschild. Ele tinha cinco filhos e, ao atingirem a maioridade, ele enviou cada um a uma capital comercial da Europa para emprestar dinheiro a juros, principalmente às monarquias e reinos. O mais velho, Amschel, ficou em Frankfurt; Solomon foi para Viena; Nathan para Londres, Jacob para Paris e Carl para Nápoles. Assim foram plantadas as sementes que permitiram à mais poderosa e rica família da história do mundo reinar nos séculos seguintes da evolução da humanidade, com o único propósito de lucro e poder, seja qual fosse o custo. Gerações seguidas dos Rothschild e seus correligionários exercem — e continuam exercendo — poder sobre a sociedade mundial, utilizando-se da antiga prática da usura e do fractional reserve lending.

"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung


The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Já donos de uma fortuna incalculável obtida com os empréstimos a todos os países europeus os Rothschild se envolveram vigorosamente nos financiamentos ao governo inglês para as colônias da América, acabando por indiretamente causar a independência americana quando restringiram o crédito e aumentaram salgadamente as taxas cobradas aos pilgrims. Mesmo após a independência, logo implantaram o modelo de banco central no Novo Continente, para expandir ainda mais os seus lucros. Durante a primeira metade do século XIX nos Estados Unidos, pelo menos três vezes os opositores do sistema agiotário lograram êxito em fechar o banco, entre eles os presidentes James Madison e Andrew Jackson, mas ele sempre ressurgia.

Foi durante a Guerra Civil americana que os conspiradores lançaram o seu mais bem-sucedido esforço nesse sentido. Judah Benjamin, principal assessor de Jefferson Davis (na época presidente dos Estados Confederados da América), era um agente dos Rothschild. A família plantou assessores no gabinete do presidente Abraham Lincoln e tentou vender-lhe a idéia de negociar com a Casa de Rothschild. Lincoln desconfiou de suas intenções e rejeitou a oferta, tornando-se inimigo figadal da família e acabou assassinado a tiros num teatro. Investigações sobre o crime revelaram que o assassino era membro de uma sociedade secreta cujo nome jamais foi revelado pois vários altos funcionários do governo americano eram membros. O fim da guerra civil abortou temporariamente as chances dos Rothschild de por as mãos no sistema monetário dos Estados Unidos, como já faziam com a Inglaterra e todos os países da Europa. Mas apenas temporariamente.



Anos depois, um jovem imigrante, Jacob H. Schiff, chegou a Nova Iorque. Nascido em uma das casas dos Rothschild em Frankfurt, ele chegou à América com um objetivo definido: comprar ações de um grande banco para gradualmente adquirir o controle sobre o sistema financeiro americano. Schiff comprou quotas de participação numa empresa chamada Kuhn & Loeb, uma famosa casa privada de financiamentos. Entretanto, para cumprir sua missão, ele precisaria obter a cooperação de "peixes grandes" do segmento bancário norte-americano. Tarefa difícil para o humilde jovem alemão oriundo dos subúrbios de Frankfurt. Mas Schiff tinha trunfos: ele era enviado dos Rothschild e ofereceu ações européias de alto valor para distribuição no mercado americano. Foi no período pós-guerra civil que a indústria americana efetivamente começou a florescer para se transformar no colosso da atualidade.

Com a decretação da paz e a expansão para o Oeste, havia estradas de ferro para construir, ligando as duas costas continentais do país, além da nascente prospecção petrolífera, das siderúrgicas e das empresas têxteis, para citar apenas algumas. Tudo requeria financiamento e não havia dinheiro suficiente no jovem país do Norte. A Casa de Rothschild ponteava no cenário europeu e tinha recursos abundantes, resultado da vigorosa especulação financeira empreendida em todos os centros comerciais da Europa nos 150 anos anteriores, emprestando dinheiro a monarcas, governos e parlamentares.

O jovem Schiff rapidamente se tornou padrinho de homens como John D. Rockefeller, Andrew Carnegie e Edward Harriman. Com o dinheiro dos Rothschild, ele financiou a Standard Oil Company (hoje a poderosa ESSO, acrônimo das duas letras que formavam a abreviação da empresa em inglês: S.O.
– leia-se ESSO), as ferrovias Union Pacific Railroad e Southern Pacific Railroad e o império do aço de Carnegie, com sua Carnegie Steel Company, que consagrou a cidade de Pittsburgh, no estado americano da Pennsylvania como a capital mundial do aço. Foi apenas uma questão de tempo para Jacob Schiff deter o controle da comunidade bancária de Wall Street, em Nova Iorque, que já incluía os Lehman Brothers2, Goldman-Sachs e outros grupos internacionais até hoje atuantes no mercado financeiro, todos eles desde aquela época controlados pelos Rothschild. É possível resumir a situação de forma bem simples: Schiff era o "chefe" do mercado financeiro de Nova Iorque e controlava o dinheiro dos Estados Unidos. Assim foi preparado o bote sobre o sistema financeiro americano. Com seus cinco filhos firmemente encastelados em todos os centros financeiros da Europa, a família Rothschild logo ascendeu à posição de mais rica família do planeta. Esta situação persiste até hoje, embora eles professem uma postura de discrição, avessa à mídia e à divulgação. Nenhuma família ou grupo empresarial possui tanto poder e controle financeiro em todos os países do mundo como os Rothschild. E isto há 250 anos.

Sua fabulosa fortuna foi conseguida através da prática do fractional reserve lending ("empréstimo sem lastro"), que consistia em multiplicar o dinheiro a partir das vastas somas de dinheiro depositadas pelas pessoas em suas casas de custódia (brokerage and escrow houses) espalhadas pela Europa através do empréstimo de dinheiro de papel a monarcas e governos. Uma de suas práticas mais determinadas era a de financiar os dois lados de uma guerra, garantindo assim, no mínimo, a duplicação de seus lucros com os juros cobrados, vencesse quem vencesse3.

Os moneychangers não se aliavam a determinado partido ou tendência política; para eles só existia a finalidade do lucro. Em algum tempo, a família Rothschild tomou conta de todos os bancos centrais do mundo — voltados unicamente para o lucro e não para a administração da economia dos seus respectivos países — e com a inteligente operação de sua inesgotável fortuna tornaram-se agentes determinantes na criação dos Estados Unidos da América, que viria a se tornar o pais mais rico e poderoso do mundo. Não se trata de mera coincidência, pois foi a opressão inglesa sobre o Novo Mundo com a cobrança de taxas pelo Banco da Inglaterra que acabou por desencadear a revolução que criou os EUA.

Benjamim Franklin, inventor, cientista, político e diplomata do século XVIII, artífice da aliança com a França que auxiliou a independência americana, afirmou o seguinte ao Banco da Inglaterra, que tencionava financiar a nova república americana através da estratégia da usura (fractional reserve lending): "É muito simples. Aqui nas colônias nós emitimos nossa própria moeda, que se chama Colonial Script4. Emitimo-la na exata proporção das necessidades do comércio e da indústria, para tornar os produtos mais móveis entre os produtores e os consumidores. Desta forma, criando nosso próprio dinheiro de papel, controlamos o seu poder de compra e não precisamos pagar juros a ninguém".

O controle do sistema monetário dos EUA está totalmente investido no Congresso Americano, eis por que Jacob Schiff seduziu os parlamentares a bypassar a Carta Magna estadunidense e passar esse controle aos moneychangers. Para que essa transição fosse integralmente bem-sucedida e a população do país não pudesse fazer nada a respeito, seria necessário que o congresso americano promulgasse uma peça de lei específica. Como conseguir isso? Através de um presidente sem moral e sem escrúpulos, que assinasse o projeto de lei.




Nos quase 200 anos que se passaram entre a independência americana e a criação do Federal Reserve Bank (Banco Central dos Estados Unidos), popularmente conhecido como "Fed", várias vezes a família Rothschild tentou controlar a emissão de moeda nos EUA. Em cada tentativa, eles procuraram estabelecer um banco central privado, operando apenas com a finalidade de lucro e não para administrar ou proteger a economia americana. Cada uma dessas tentativas até 1913 foi oposicionada por políticos decentes e honestos, a maioria dos quais acabou assassinada por encomenda dos moneychangers.

O Fed começou a operar com cerca de 300 pessoas e outros bancos que adquiriram quotas de US$ 100.00 (a empresa é fechada, não negocia ações em bolsa) e se tornaram proprietários do Federal Reserve System. Criaram uma mastodôntica estrutura financeira internacional com ativos incalculáveis, na casa dos trilhões de dólares. O sistema FED arrecada bilhões de dólares em juros anualmente e distribui os lucros aos seus acionistas. Some-se a isso o fato de que o congresso americano concedeu ao FED o direito de emitir moeda através do Tesouro Americano (Dept. of the Treasury) sem cobrança de juros. O FED imprime dinheiro sem lastro, sem qualquer cobertura, e empresta-o a todas as pessoas através da rede de bancos afiliados, cobrando juros por isso. A instituição também compra dívidas governamentais com dinheiro impresso sem lastro e cobra juros ao governo americano que acabam incidindo sobre as contas do cidadão comum pagador de impostos.

O Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) é, na realidade, a ponta-líder de um conglomerado de bancos internacionais e pessoas físicas unicamente dedicados a perseguir o lucro, todos a seguir identificados, o que constituiu a revelação de um dos maiores segredos dos últimos 100 anos:

Rothschild Bank of London
Warburg Bank of Hamburg
Rothschild Bank of Berlin
Lehman Brothers of New York (*)
Lazard Brothers of Paris
Kuhn Loeb Bank of New York
Israel Moses Seif Banks of Italy
Goldman, Sachs of New York
Warburg Bank of Amsterdam
Chase Manhattan Bank of New York
First National Bank of New York
James Stillman
National City Bank of New York
Mary W. Harnman
National Bank of Commerce, New York
A.D. Jiullard
Hanover National Bank, New York
Jacob Schiff
Chase National Bank, New York
Thomas F. Ryan
Paul Warburg
William Rockefeller
Levi P. Morton
M.T. Pyne
George F. Baker
Percy Pyne
Mrs. G.F. St. George
J.W. Sterling
Katherine St. George
H.P. Davidson
J.P. Morgan (Equitable Life/Mutual Life)
Edith Brevour
T. Baker
(*) A Lehman Brothers pediu concordata em setembro de 2008, através da Seção Onze do U.S. Bankruptcy Code (Chapter Eleven)

Veio o Vigésimo Século e os moneychangers, sempre representados pelos Rothschilds e seus áulicos, já estavam firmemente estabelecidos com seus bancos centrais e sua prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) em todas as grandes capitais européias. Era a hora de devotar atenção total aos Estados Unidos da América, a nova nação emergente do mundo. Ainda não existia um banco central americano, pois as várias tentativas de estabelecê-lo ao longo do século XIX foram infrutíferas.

Finalmente, em 23.12.1913, durante um recesso de Natal do congresso em que apenas três senadores retornaram à capital, Washington, para votar, foi perpetrado um dos maiores atos de vilipêndio contra o povo americano de que se tem notícia. Sob a presidência de Woodrow Wilson, um democrata que chegou ao cargo alardeando a bandeira de nunca permitir a criação de um banco central, foi promulgado o Federal Reserve Act (Ato da Reserva Federal), que instituiu um banco central privado, "disfarçado", não apenas para dominar a emissão de moeda mas também para cobrar juros sobre essa emissão. Nada mais do que a milenar prática da usura. Uma verdadeira quadrilha estava em ação naquela época, dedicada a alimentar o sucesso da prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro), que incluía J.P. Morgan (John Pierpont Morgan)5 e que serviria de fundamento para a passagem tranqüila da legislação que criou o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Todos foram escolhidos a dedo pelos Rothschild e preparados para esse desfecho em 1913. Já famoso e muito rico, J.P. Morgan, que circulava com desenvoltura em todos os altos escalões do governo americano, começou a procurar um futuro presidente que apoiasse as idéias dos moneychangers de criar um banco central privado, com a finalidade primígena de lucro. Foi assim que conheceu Woodrow Wilson, então reitor da universidade de Princeton, no estado de Nova Jérsei.

O Federal Reserve System foi o desdobramento direto dessa aproximação de Morgan com Woodrow Wilson, mesmo diante das várias e infrutíferas tentativas de criar um banco central nos EUA ao longo do século XIX e que resultaram em pelo menos dois presidentes assassinados por oporem-se a essa idéia. O simples apoio de Wilson às idéias dos moneychangers constituiu um ato de alta traição. Um dos comentários públicos de Wilson sobre o assunto teria sido o seguinte: "Todos os nossos problemas econômicos seriam solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país." Essa assertiva confirmou as circunstâncias da verdadeira usurpação que os moneychangers estavam prestes a praticar para adquirir o controle fiscal e monetário dos Estados Unidos.

O deputado republicano Charles A. Lindbergh, do estado de Minnesota, declarou: "Aqueles que não simpatizam com o poder financeiro dessa turma serão banidos dos negócios e a população será atemorizada com as mudanças nas leis bancárias e monetárias." Os inocentes cidadãos americanos foram mais uma vez tragados para a noção da criação de um banco central e a conseqüente escravização econômica. O senador Nelson Aldrich, de Rhode Island, se tornou o líder da National Monetary Commission, composta de moneychangers fiéis a J.P. Morgan.
A finalidade desta comissão era estudar e recomendar ao congresso americano mudanças no sistema bancário do país para eliminar quaisquer problemas que surgissem da oposição à intenção primordial de lucro financeiro. O senador Aldrich era o porta-voz das mais abastadas famílias da América, estabelecidas na costa leste. Sua filha casou-se com John D. Rockefeller Junior e deles nasceram cinco filhos: John, Nelson (que se tornou vice-presidente em 1974), Lawrence, Winthrop e David, depois dono e chairman do Chase Manhattan Bank. Assim que a comissão foi instalada, o senador Aldrich embarcou num tour de dois anos pela Europa, para consultas com os bancos centrais do velho continente (Inglaterra, França e Alemanha). Somente a viagem custou aos cofres públicos americanos cerca de US$ 300,000.00, uma soma fabulosa para aqueles tempos.

Logo após seu retorno em 1910, Aldrich reuniu-se com alguns dos mais ricos e poderosos homens americanos em seu vagão ferroviário privativo e todos partiram secretamente para uma ilha na costa do estado da Geórgia, Jekyll Island. Junto com eles viajou um certo Paul Warburg, que recebia um salário de US$ 500,000.00 anuais pago pela empresa Kuhn, Loeb & Co. para conseguir a aprovação da lei de criação do banco central americano e era sócio de ninguém menos do que o alemão Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt. Na época, Schiff estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.

Essas três famílias financeiras européias, os Rothschilds, os Schiffs e os Warburgs estavam todas ligadas pelo matrimônio ao longo dos anos, assim como os Rockefellers, Morgans e Aldrichs nos EUA. O segredo desta reunião insular na Geórgia foi tão grande que os participantes foram instruídos a usar somente seus primeiros nomes para evitar que serviçais e criados descobrissem suas verdadeiras identidades.

Anos depois, um dos participantes dessa secretíssima reunião, Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante e protegé da família Rockefeller, confirmou a realização do evento. Citado numa reportagem do jornal Saturday Evening Post de 09.02.1935 ele disse: "Eu me portei secretamente e furtivamente como qualquer conspirador. Nós sabíamos que se vazasse qualquer informação de que estávamos impondo ao congresso americano uma nova legislação bancária, não teríamos a menor chance de sua aprovação."

A idéia principal da reunião em Jekyll Island era desdobrar a intenção principal de reintroduzir um banco central privado para controlar o dinheiro dos Estados Unidos. Não para o povo americano, mas para os moneychangers da Europa e de Nova Iorque. A atração do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) era simplesmente irresistível para os gananciosos argentários. Essa conspiração dos banqueiros privados americanos para seqüestrar a economia americana se tornava cada vez mais importante diante da competição dos pequenos bancos estatais do país. Como o próprio senador Aldrich diria anos depois: "Antes da promulgação do Federal Reserve Act (em 1913) os banqueiros novaiorquinos dominavam apenas as reservas monetárias de Nova Iorque. Agora controlamos as reservas do país inteiro." John Rockefeller disse a respeito: "A competição é um pecado, temos que demovê-lo."

O crescimento da economia americana prosperou e as grandes corporações do país começaram a se expandir a partir de seus fabulosos lucros. Como os moneychangers não possuíam voz ativa sobre essa expansão, que se processava em nível corporativo longe de seus tentáculos pois a indústria estava se tornando independente deles, algo tinha que ser feito para mudar a situação. O nome do banco central americano consagrado naquela reunião secreta de Jekyll Island, na Geórgia, Federal Reserve Bank, foi escolhido para dar a impressão de que a instituição era pública, sem fins lucrativos e para administrar a economia americana em nome dos cidadãos contribuintes. Ledo engano. O nome foi apenas uma cortina de fumaça para esconder a intenção monopolista e opositora à concorrência da nova instituição, que tinha a exclusividade de imprimir as cédulas do dinheiro americano, criando dinheiro do nada, sem quaisquer lastro ou reservas e emprestando-o às pessoas sob juros.

Mas como é mesmo que o Fed cria dinheiro do nada? Comecemos com os bonds, ou letras do tesouro. São promessas de pagamento (ou IOUs, no acrônimo em inglês, originado de Iowe you, "eu devo a você"). As pessoas compram esses títulos para garantir uma taxa de juros segura no resgate futuro. Ao final do prazo do papel, o governo repaga o valor principal mais juros e o título é destruído. Atualmente existem cerca de US$ 5 trilhões desses papéis em poder do público. Agora, eis os quatro passos adotados pelo banco central americano para criar dinheiro do nada:

O Federal Open Market Committee (Comitê Federal do Mercado Aberto) aprova a compra de letras do Tesouro Americano no mercado aberto. Esses títulos são comprados pelo banco central americano, o Federal Reserve Bank. O Fed paga pelos títulos com créditos eletrônicos emitidos em favor do banco vendedor. Esses créditos não têm origem, não possuem qualquer lastro. O Fed simplesmente os cria e os bancos utilizam esses depósitos como reservas. Como segundo a prática do fractional reserve banking6 ou FRB, os bancos podem emprestar dez vezes mais do que o valor efetivo de suas reservas e sempre a juros, rapidamente eles conseguem produzir dinheiro do nada quando os tomadores começam a pagar os seus empréstimos. Que por sua vez surgiram do nada.

O sistema FRB permite aos bancos não ter lastro em caixa equivalente aos depósitos dos clientes, vale dizer, se todos os correntistas resolvessem sacar o seu dinheiro o banco não teria como pagá-los, como aconteceu no crash da bolsa de Wall Street em 1929, do qual os moneychangers foram os únicos beneficiários e retomaram todas as propriedades e os bens do povo americano para revendê-los nos anos seguintes com grande lucro.

Desta forma, se o Fed adquirir, digamos, US$ 1 milhão em títulos, este valor se transformará automaticamente em US$ 10 milhões, do nada, sem qualquer lastro ou cobertura. O Fed simplesmente aciona sua gráfica e "imprime" os outros US$ 9 milhões e começa a emprestar o dinheiro a juros no mercado, através da rede bancária comercial. Assim, o banco central americano cria 10% do total desse dinheiro novo e os demais bancos criam os 90% restantes. Isto expande a quantidade de dinheiro em circulação e amplia o crédito e o consumo, levando as pessoas a comprarem mais e gastarem mais, inflando as estatísticas de crescimento nacional. Mas a verdadeira intenção desta operação é mais sinistra. Pretende o controle absoluto sobre a economia. Para reduzir a quantidade de moeda circulante e provocar uma recessão, o processo é simplesmente revertido. O Fed vende os títulos ao público e o dinheiro sai dos bancos dos adquirentes. Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque, como vimos, o Fed criou US$ 9 milhões do nada.

Mas a duvida persiste: como estas operações deliberadas de inflação e deflação beneficiaram os grandes banqueiros privados que se reuniram secretamente em Jekyll Island para planejar a monopolização do sistema monetário americano e dominar a emissão de moeda? Simples. Modificou radicalmente a reforma bancária realmente necessária para criar um sistema de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks7 do pres. Abraham Lincoln, representados por papel-moeda impresso e emitido pelo governo americano durante a Guerra Civil americana (1861-1865), um conflito entre os estados do norte contra os do sul. Lincoln, tal como seus antecessores Jackson8 e Madison9, era radicalmente contra o estabelecimento de um banco central, pois já conhecia a estratégia dos moneychangers.

Ele favorecia a emissão da moeda nacional diretamente pelo Tesouro, um departamento cuja função era exatamente essa, a de atuar como administrador da corrência do país. Quando o Tesouro emite moeda, cada dólar impresso vale exatamente isso: um dólar, pois nasce consagrado pela confiança da população e pela certeza de que o dinheiro está sendo emitido sem especulação, sem incidência de juros. O dinheiro emitido pelo Federal Reserve, por outro lado, é exatamente o oposto. Traz embutidos juros e tem a intenção firme de lucrar ao ser "emprestado" ao governo, pois é isso o que o banco central faz: empresta dinheiro ao governo americano a juros. Em outras palavras, a tão propalada missão de "guardião da moeda", e "banco do povo", conceitos consagrados lá atrás através da criação do Banco da Inglaterra, nada mais é do que lucrar a qualquer custo e ainda controlar a emissão de moeda de um país. A estrutura do banco central favorece a centralização da oferta de moeda nas mãos de algumas poucas pessoas, com pouquíssimo controle político exercido pelo governo estabelecido.

Desde a proclamação da independência americana que políticos sérios e comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da população da América se insurgiram contra os moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: "Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, deprivando-as de todo o seu patrimônio até o dia em que seus filhos acordem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram."
Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed, (atualmente Paul Bernanke). O chefe do Fed é indicado pelo presidente da república mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo. Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros "xerifes" da economia americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.

A criação do Federal Reserve Bank em 1913, consolidou definitivamente o controle dos moneychangers sobre o sistema financeiro americano, impedindo o retorno de uma política monetária de financiamento público livre de dívidas como os greenbacks de Lincoln e permitindo aos banqueiros criar 90% do dinheiro dos Estados Unidos baseado apenas no conceito de fractional reserves (reservas fracionais, sem lastro que garantisse a totalidade dos recursos) e emprestá-lo a juros. Menos de duas décadas após sua criação, a grande contração de crédito realizada pelo Fed no início dos anos 30 do século XX causaria a Grande Depressão de 1929.

A independência do Banco Central americano só aumentou desde então, através da promulgação de inúmeras novas leis. A estratégia para enganar o público e fazê-lo pensar que o Fed era controlado pelo governo foi a criação de uma junta governante (board of governors) apontada pelo presidente do país e aprovada pelo senado. Os banqueiros tinham apenas que garantir que seus correligionários fossem os escolhidos para a junta, o que não era difícil, já que os banqueiros tinham dinheiro e dinheiro compra influência política em qualquer lugar do mundo.

Logo após a reunião secreta de Jekyll Island, teve lugar uma verdadeira blitz de relações públicas. Os grandes banqueiros de Nova Iorque criaram um fundo educacional de US$ 5 milhões para financiar professores em universidades americanas importantes, em troca de apoio ao novo banco central. O primeiro a ser cooptado foi justamente Woodrow Wilson, de Princeton, que viria a ser tornar presidente dos EUA. Uma das primeiras ações legislativas dos moneychangers com o novo Fed foi uma lei conhecida como Aldrich Bill ("lei Aldrich") que logo foi apelidada pelo público como Banker’s Bill, pois beneficiava apenas as grandes instituições financeiras. O congressista Lindbergh, pai do famoso aviador Charles Lindbergh que pela primeira vez cruzou o Atlântico sem escalas em 1927 voando num monomotor, disse: "O plano de Aldrich é o plano de Wall Street. Significa novo pânico financeiro, se necessário, para intimidar a população. O político Aldrich, pago pelo governo americano para representar o povo no congresso, em vez disso, está propondo um plano para o grande capital."

A lei não foi aprovada. Os moneychangers então, através dos banqueiros novaiorquinos, financiaram Woodrow Wilson como o candidato democrata à presidência dos EUA. Coube ao filantropo e financista Bernard Baruch a tarefa de "doutrinar" Wilson nesse sentido, em 1912. Tudo estava pronto para o ataque final dos moneychangers europeus ao sistema financeiro do Novo Mundo. Essa luta já vinha desde os tempos da presidência de Andrew Jackson, ferrenho opositor da idéia de um banco central privado. Mas a capacidade de manobra do dinheiro logo se revelaria determinante, quando William Jennings Bryan, assessor de Jackson e vigoroso obstáculo entre os moneychangers e seu objetivo, sem saber da doutrinação empreendida por Baruch, apoiou a candidatura democrata de Wilson. Logo seriam traídos. Durante a campanha presidencial, os democratas tiveram o cuidado de "fingir" que oposicionavam a lei Aldrich. Vinte anos depois, o congressista Louis McFadden, democrata da Pennsylvania, diria: "A lei Aldrich foi abandonada no nascedouro quando Woodrow Wilson foi nomeado candidato à presidência americana. Os líderes democratas prometeram à população que se fossem guindados ao poder não estabeleceriam um banco central para controlar as finanças da nação. Treze meses depois esta promessa foi quebrada e a nova administração do presidente eleito Wilson, sob a égide das sinistras figuras de Wall Street, estabeleceu a monárquica instituição do "banco do rei", nos mesmos moldes do Banco da Inglaterra, para controlar integralmente o sistema monetário dos Estados Unidos da América.

Após a eleição de Wilson, os magnatas J.P. Morgan, Warburg e Baruch apresentaram um novo projeto de lei, que Warburg denominou de Federal Reserve System. O partido democrata ovacionou o projeto, apontando-o como radicalmente diferente da lei Aldrich. Na realidade, a lei era praticamente idêntica em quase todos os seus aspectos. E foi assim que, no dia 22 de dezembro de 1913, às 11h da manhã, com um quorum ínfimo de apenas três senadores e apoiada pelo próprio presidente Woodrow Wilson, o Federal Reserve Act foi aprovado sem dissidências. Naquele mesmo dia, o congressista Lindbergh alertara: "Essa lei estabelece um mastodôntico feudo monetário (money trust) na Terra. Quando o presidente assiná-la, um governo invisível representado pelo poder monetário será legalizado em nosso país. As pessoas podem não perceber imediatamente, mas a verdade virá à tona no futuro. O pior crime legislativo da História está sendo perpetrado por essa lei dos banqueiros."

Esse verdadeiro ato de ganância e traição ao povo americano foi o resultado de uma longa batalha entre os moneychangers da Europa e os políticos americanos honestos. O sistema de fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) seria para sempre o desejo dos mercadores, agiotas e usurários e efetivamente nunca mudou desde o início do Renascimento quando começou a ser praticado. Outro ingrediente fundamental dessa equação era a taxação do povo e que foi consagrada na nova lei. A constituição americana, tal como foi redigida, não apenas precluía o governo de editar quaisquer leis (essa prerrogativa cabia somente ao congresso) como também vetava a imposição de quaisquer taxas sobre a população. Apenas os estados podiam criar taxas e emolumentos, como fora o desejo dos founding fathers. A curiosa coincidência é que apenas semanas antes da promulgação do Federal Reserve Act, o congresso havia aprovado uma lei criando o imposto de renda. Até hoje historiadores e estudiosos têm dúvidas se esta lei foi adequadamente ratificada antes de entrar em vigor.

O modelo de banco central criado pelos moneychangers nos Estados Unidos, com fundamento no pioneiro Bank of England, ganharia o mundo no século XX e hoje todos os países do planeta possuem um banco central igual ou similar, baseado num sistema de impostos como garantia do dinheiro que emprestam, a juros, aos governos de seus próprios países, literalmente mantendo esses governos e a população reféns de suas gananciosas políticas monetárias, expandindo e contraindo o crédito como melhor lhes apraz. O líder inconteste dessa atividade é o Fed americano, que "dita as regras" para seus congêneres em redor do mundo, mas o mecanismo é exatamente esse.

Como o Fed é um banco privado, sua intenção primordial é criar grandes dívidas junto ao governo e aplicar juros sobre elas e, como garantia de pagamento, precisa de um sistema de impostos à prova de erros. Desde os primórdios das atividades da família Rothschild na Europa que os moneychangers sabiam que a única garantia real de recuperar os seus empréstimos a reis, monarcas e governos era o direito do devedor de taxar a população.

Em 1895 a Suprema Corte americana considerou inconstitucional uma forma similar de taxação do público. Mais uma vez o senador Aldrich veio em socorro dos moneychangers e empreendeu vigoroso lobby no congresso para provar que a nova taxação era necessária. E sucedeu. Seus colegas congressistas acederam, sem se dar conta de que haviam votado o "elo perdido" do tabuleiro de xadrez dos moneychangers em sua jornada para dominar os Estados Unidos da América no século seguinte, bem como o resto do mundo com seu conceito de "bancos centrais privados".

Em outubro de 1913 o senador Aldrich apresentou novo projeto de lei fiscal no congresso, dando ao governo federal o direito de cobrar impostos, o que era apenas permitido aos estados da união. Para os moneychangers era essencial que o governo federal pudesse taxar a população, sob pena de não conseguirem dar seguimento à estratégia de criação de dívidas crescentes com aplicação de juros. Essa estratégia foi repetida em todos os países do mundo durante o século XX até que todos se tornassem devedores de seus bancos centrais e garantissem os empréstimos através da cobrança de impostos ao público.

Revendo a história do Vigésimo Século e a dos Estados Unidos em particular, podemos observar claramente como a sombra gananciosa e sinistra dos poderosos moneychangers manipula a agenda planetária até hoje. A prática de financiar os dois lados de um conflito, por exemplo, tornou-se uma de suas atividades regulares, opondo o capitalismo ao comunismo e este ao socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle em suas mãos.

Eles financiavam um dos lados até que estivesse suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiavam o lado oposto e deixavam ambos se destruírem até ficarem sem recursos. A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que se haviam atirado era criar mais e mais impostos para satisfazer a ganância e a usura dos argentários.10

Não é difícil pintar o quadro real desta fraude. O risco que os moneychangers corriam era mínimo, pois os empréstimos que faziam eram apenas constituídos de cédulas de papel criadas do nada, através do sistema do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro). A prática se tornou até mais fácil com o advento dos computadores, que simplesmente adicionaram mais zeros às operações. Os cidadãos dos países devedores eram a garantia dos empréstimos enquanto continuavam a pagar seus impostos e estavam submetidos às diretrizes de seus governos estabelecidos. Foi assim que os moneychangers europeus ganharam controle sobre as inocentes massas da civilização do planeta e continuam a detê-lo na atualidade.

Para termos uma idéia da ativa participação dos moneychangers na Primeira Grande Guerra (1914-1918) é preciso entender que o conflito era essencialmente entre a Rússia e a Alemanha. A França e a Inglaterra foram partícipes involuntários. Entretanto, ambos os países tinham membros da família Rothschild no controle de seus bancos centrais, mantendo-os reféns econômicos juntamente com suas colônias ultramarinas. Os moneychangers insuflaram a guerra sob o pretexto da defesa nacional, financiando todos os lados envolvidos até a exaustão física e material. Depois de quatro anos de derramamento de sangue, os argentários reuniram-se com todos os envolvidos e desenvolveram um sistema de taxação para pagar as dívidas de guerra, que acabaria por desencadear o surgimento do nazismo e a eclosão da II Guerra Mundial, que funcionou da mesma forma.

A grande restrição creditícia imposta pelo Fed no início dos anos 30 causou a quebra da bolsa novaiorquina de 1929, com impacto em todo o mundo. O presidente Roosevelt acabou por falir a economia americana ao ceder a todos os mandamentos dos moneychangers, inclusive confiscando todo o ouro em poder do público e aplicando severas sanções a quem não o entregasse. Foi assim que surgiu Fort Knox, um dos grandes embustes americanos, famoso na literatura e no cinema por guardar uma imensa fortuna em barras de ouro, mas, que, na realidade, nunca foi auditado desde sua criação há mais de seis décadas e suspeita-se que tenha pouco ou nenhum ouro guardado atualmente, que teria sido enviado aos bancos europeus como garantia de empréstimos feitos pelos argentários ao governo dos EUA.

Dez anos depois do crash, em 1939, todos os players de um lado e de outro do Atlântico estavam tão depauperados que uma nova guerra tornou-se iminente. Os moneychangers, principalmente através do Fed americano, financiaram todos os lados e aguardaram a eclosão do conflito. Até os nazistas receberam dinheiro deles. O projeto Manhattan, que deu aos Estados Unidos a bomba atômica, foi o coup de gras dos especuladores, viabilizando a emergência dos americanos como primeira potência mundial mas também criou as condições essenciais para a Guerra Fria entre os americanos e a União Soviética, mais um projeto de alta lucratividade para os moneychangers nas décadas seguintes com a corrida armamentista bipolar.

A Guerra da Coréia (1950-1953) e do Vietnam (1959-1975) são exemplos das práticas do fractional reserve lending praticada pelos bancos centrais para prover os governos de recursos para custear os conflitos, então já sob controle global dos moneychangers. O assassinato do presidente Kennedy em Dallas, Texas, em 1963, é uma repetição das circunstâncias envolvendo a era de Jesus há 2.000 anos. No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva número 11.110, retirando do Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano.

Com uma canetada, o pres. Kennedy criou as condições para encerrar as atividades do Banco Central americano. Essa ordem restaurou ao Depto. do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar deixou de ser nomeado Federal Reserve Note e passou a ser emitido como United States Note e não seria mais emprestado ao governo, seria impresso por ele, sem juros. Essa lei foi sua sentença de morte. Cinco meses depois, em 22.11.63, Kennedy foi assassinado em Dallas por Lee Oswald, que por sua vez foi morto a tiros por Jack Ruby no dia em que daria seu primeiro depoimento público sobre o caso. Jesus também confrontou os moneychangers e o tribunal Sanhedrin do templo judeu revelando sua ganância monetária e acabou morto. Diante da possibilidade de perder o controle das massas e o direito de cobrar taxas e impostos, os moneychangers agem rápida e violentamente.

Alguém ainda tem dúvida sobre a origem da atual crise econômica que assola o planeta, iniciada com a retomada dos imóveis da categoria sub-prime e depois com o desmantelamento da "bolha" de investimentos de Wall Street, cujos efeitos irão impactar severamente todos os países do mundo, lamentavelmente os mais pobres com mais crueldade? Fica fácil compreender o papel dos bancos centrais mundiais, liderados pelo Fed em todas essas crises. Quem é mesmo que está emprestando cerca de US$ 850 bilhões ao mercado nos EUA, injetando dinheiro nas empresas e nos bancos? Ele mesmo, o Fed. Desta forma, expandindo e contraindo o dinheiro em circulação no mercado, os bancos maiores retomam ativos e o patrimônio das pessoas por uma bagatela e os revendem a preços usurários. Milhões de pessoas e negócios vão à falência, perdem suas casas e até a roupa do corpo, enquanto os moneychangers continuam sua opulenta trajetória de acumulação de dinheiro e poder.

Desconhecidas pela grande maioria das pessoas no planeta, essas informações estão a clamar uma decisão séria e definitiva da população diante desse cruel sistema de ganância e poder exercido por um pequeno grupo há mais de 300 anos, em contrapartida aos ensinamentos de amor ao próximo, irmandade e temor a Deus professados pela religião. Será que somos suficientemente civilizados para tomar esta decisão de forma adequada, quer individual ou coletivamente, para as futuras gerações? Ou também nós, diante do dinheiro e de todas as oportunidades e do poder que ele oferece, seremos tomados pela ganância e pela usura?

Uma coisa é certa. A civilização contemporânea, tal como está estabelecida, não subsistirá por muito mais tempo. Os problemas gerados pela cultura do dinheiro, do lucro, da ganância e do individualismo já estão destruindo a natureza do planeta de forma irreversível para os nossos descendentes. Aí reside o cerne da delicada decisão que nossa civilização terá que adotar, mais cedo ou mais tarde. Se não enfrentarmos vigorosamente o embate milenar entre fortes X fracos e ricos X pobres, buscando ascender a uma consciência coletiva mais humana e amorosa e suprimindo os valores argentários, estaremos certamente acelerando nosso caminho para o fim. É preciso que alcancemos sabedoria através de um renascimento espiritual, se quisermos deitar o pavimento para a sobrevivência das gerações futuras.

Observe a ladina estratégia da ganância e da cobiça, e as perversas táticas da usura e da agiotagem:


"O mundo já está preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional."
David Rockfeller
1991.

Até quando ? ...

Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?
De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?

Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?

Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?

Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judeo-sionista contra a humanidade e contra as nações do mundo?

Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?
A.B.

NOTAS E REFERÊNCIAS
Todas as citações deste artigo, quer no texto principal, quer em notas de rodapé, podem ser conferidas em livros e matérias atuais e da época, ou diretamente pela Internet através de ferramentas de busca como o Google e outros.

1 Pai de Mayer Amschel [Bauer] Rothschild, autor da afirmação que abre o texto acima.

2 Pela primeira vez em sua história, a empresa Lehman Brothers viu-se enredada em problemas especulativos e pediu concordata no início de setembro/2008 para evitar a falência.

3 A respeito, veja a história do conflito de Waterloo no Google, utilizando as palavras chave "Waterloo" + "Nathan Rothschild". É importante realizar a pesquisa com as aspas e o sinal de mais para atingir o resultado esperado.

4 Veja no Google, sempre entre aspas para "focar" a pesquisa.

5 Banqueiro, financista e colecionador de arte americano que dominou o financiamento corporativo e a consolidação industrial no século XIX, ele articulou a fusão das empresas Edison General Electric e Thompson-Houston Electric Company que se transformou na General Electric, a conhecida GE. Também participou ativamente da criação da United States Steel Corporation, fruto da união da Federal Steel Company com a Carnegie Steel Company, que se tornou uma das grandes siderúrgicas americanas. Doou grande parte de sua fabulosa coleção de arte ao Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque.

6 Fractional Reserve Banking = Sistema Bancário de Reserva Fracional, em que apenas uma pequena fração (às vezes até nenhuma, zero) dos depósitos bancários tem lastro em moeda corrente disponível para saque dos depositantes.

7 Greenback = verso verde. Os dólares impressos por determinação do presidente Abraham Lincoln tinham o verso em cor verde, para diferenciá-los das demais cédulas da moeda americana.

8 Do presidente Andrew Jackson, ao expulsar uma delegação de banqueiros internacionais do Salão Oval da Casa Branca: "Vocês são um ninho de vespas e ladrões cuja única intenção é acampar em torno da administração federal americana com sua aristocracia monetária perigosa para as liberdades do país".

9 Do presidente James Madison (quarto presidente americano): "A história registra que os moneychangers se utilizaram de toda sorte de abusos, intrigas e de todos os meios violentos possíveis para manter o controle sobre governos através da emissão de moeda".

10 A propósito, leia sobre "A República de Weimar", período de inflação galopante na Alemanha entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, em que o poder de compra do marco alemão foi completamente pulverizado pela altas taxas cobradas dos países aliados vencedores do conflito.

* Nehemias Gueiros Jr. é advogado especializado em Direito Autoral e CyberLaw, Professor da Fundação Getúlio Vargas/RJ., Professor da pós-graduação da Escola Superior de Advocacia da OAB/RJ e Consultor Jurídico do site CONJUR (www.conjur.com.br) Rio de Janeiro - BRASIL.

** Cabe aqui uma pequena retificação, pois há documentos e registros da usura e da ganância judias que remontam até trezentos anos antes da data referida pelo autor.

FONTE: http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/fraudegananciaeusura.html

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A FUTURA RAÇA HUMANA HÍBRIDA


Pesquisas genéticas atualmente fundamentam – se em diretrizes emanadas pelo Centro de Bioenergia Mundial, com base em Los Alamos. Em todas estas pesquisas COLABORAM CIDADÃOS AMERICANOS, RUSSOS E SUECOS(e que parecem fazer parte da COMISÃO TRILATERAL ou TC) Humanos e EBES aí sabem implantar ovos, previamente manipulados, em fêmeas humanas, ovos retirados de matrizes. Pratica-se aí, pois,o implante de ovos híbridos. Depois de três meses, eles retiram o útero humano e suscitam o crescimento acelerado do feto. A base de Dulce estaria inclusive capacitada a manipular o cérebro da raça humana. Dois projetos em tal base tem preponderância: O PROJETO EDOM, que consiste em dissolver a memória do homem por meios eletrônicos, O PROJETO RHIC, que controla ondas de radio, as quais são enviadas para microchips implantados em seres humanos. Tais dispositivos são introduzidos no cérebro, ou
Pelo nariz ou pelas fossas nasais. O grupo DARPA escolhe os que terão que sofrer os implantes. Os projetos prioritários são elaborados e arrematados por um grupo constituído por 55 cientistas que formam a JASON SCHOLARS. Estes cientistas residem na Baia de Sandia e são chamados “OS DUROS”. Genevieve Vanquelef, na importantíssima revista “ Contact ÓVNI” 23, de 18/7/91, escreve “O ultimo livro Projeto Majestic. Tal livro trata de seres mortos que foram recuperados após o acidente de um óvni.
Baseada em W.Strieber, Genieve Vanquelef dá um resumo dos documentos da autopsia.
Relatório 1:”Data de 19 de julho de 1947 – Primeiros trabalhos concernentes à autopsia de um ser de aparência de um embrião humano. O cadáver media 1,10 m de comprimento e pesava 12,24 quilos. E sua aparência era de um embrião humano, com um crânio grande. As mãos e os pés eram normais. Havia um vestígio de membrana unindo o polegar ao indicador, tanto nas mãos como nos pés. Tinha porem um aspecto totalmente embrionário e não revelava qualquer traço de puberdade ou amadurecimento. As orelhas estavam parcialmente formadas e tinham sofrido um evidente operação cirúrgica “corretiva” . Os lábios não chegaram a se desenvolver totalmente e a boca não continha qualquer dente. O nariz também tinha sido interrompido o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento. As cavidades oculares sofreram uma intervenção cirúrgica. Os olhos tinham forma de amêndoa e ocupavam a parte mais importante da face. A íris não estava totalmente desenvolvida e formas lenticulares completamente artificiais, de natureza desconhecida, tinham sido suturadas naquilo que podia ter sido a íris e a esclerótica. Os órgãos genitais internos confirmaram tratar-se de um ser masculino, totalmente imaturo ou bloqueado em seu desenvolvimento. Quando o coração foi aberto, constatou-se que ele possuía comunicação direta entre as duas válvulas, graças a uma perfuração oval. A válvula de Eustáquio parecia bem grande. A artéria que desde ai surgia comunicava-se com a artéria pulmonar e com a orta descendente. Esse ducto abria-se no orta justamente junto ao surgimento da artéria subclavicular direta. As alterações da estrutura do sistema circulatório sugerem que esse corpo foi transformado de modo proposital por ter sido deslocado da placenta, artificial e precocemente.

domingo, 15 de novembro de 2009

O LIVRO PROIBIDO “ALTERNATIVA 3” LESLIE WATKINS FROM THE ANGLIA TELEVISION FILM



ALTERNATIVA 3 O LIVRO PROIBIDO DA TV ANGLIA

ALTERNATIVE 3

Em 1957 efetuou-se um congresso que reuniu algumas da melhores cabeças cientificas ainda vivas naquele tempo. Tais [pretensos cientistas] chegaram a conclusão que logo após o ano 2000, o planeta se auto – destruiria devido ao aumento da população e por causa da exploração e poluição do meio ambiente, e isso se daria sem a intervenção dos extraterrestres e muito menos por causa de uma intervenção divina. “
As Terríveis Alternativas 1,2 e3.
“Por meio de uma ordem executiva secreta,o presidente David Eisenhower teria encomendado aos Jason Scholars [ou sociedade Jason] que estudassem a perspectiva de tais cientistas e elaborassem recomendações em cima das conclusões desses pretensos homens da ciência. Os Jason Scholars também elaboraram três saídas ou condutas a serem postas em prática, as chamadas Alternativas 1,2 e 3.
a) O uso de um dispositivo nuclear capaz de fazer um buraco na estratosfera, através do qual o calor(efeito estufa) e a poluição do ar terrestre escapariam para o espaço exterior.
b) Alterar o caráter das culturas em geral, substituindo assim a exploração do homem pelo homem por culturas humanas que protegessem o meio ambiente.
c) “Alternativa 2” consistia em construir uma vasta rede de cidades subterrâneas ligadas por túneis, onde uma representação selecionada de cada cultura, com suas ocupações mais refinadas sobreviveria. Estas representações dariam continuidade ao gênero humano.
d) “Alternativa 3” pretendeu explorar a tecnologia dos extraterrestres hóspedes recentes dos Estados Unidos. Uns poucos homens bem escolhidos deixariam a Terra e estabeleceriam colônias no espaço exterior.
e) Todas as três alternativas, naturalmente incluíam o controle da natalidade, a esterilização de mulheres e homens, e a introdução de germes mortais; tudo isso para controlar o crescimento populacional da Terra, ou ao menos torna-lo mais lento. A Aids é somente um dos tantos resultados desses três planos! Há outros mais...!



                        LESLIE WATKINS




               FROM THE ANGLIA TELEVISION FILM
                        ALTERNATIVE 3
                 DEVISED BY DAVID AMBROSE AND
                      CHRISTOPHER MILES
                   WRITTEN BY DAVID AMBROSE
                DIRECTED BY CHRISTOPHER MILES


















SPHERE BOOKS LIMITED



















First published by
Sphere Books Ltd. 1978
27 Wrights Lane, London W8 5TZ
Original television script copyright by
David Ambrose & Christopher Miles 1977
Book version copyright Leslie Watkins 1978
Reprinted 1979, 1980 (twice), 1987





This book is dedicated to Ann Clark, Robert Patterson and
Brian Pendlebury - wherever they may be







This book is sold subject to the condition that it shall not,
by way of trade or otherwise, be lent, re-sold, hired out or
otherwise circulated without the publisher's prior consent in
any form of binding or cover other than that in which it is
published and without a similar condition including this
condition being imposed on the subsequent purchaser

Filmset in Photon Times

Printed and bound in Great Britain by
Collins, Glasgow









                              2












STRANDS IN THE WEB...


The frighteningly erratic behaviour of the climate over the
past few years...Unidentified Flying Object activity at an
all-time peak...the continuing pollution and despoliation of
planet Earth by overpopulation and industry...the mounting
incidence of unexplained dissapearances of people in
mysterious circumstances...horrendous new killing techniques
including spontaneous combustion - used by government
assassins against those who pose a threat to the security of
an ultra-secret organization...terrifying advances in mind-
control by agencies like the CIA and their use in creating a
class of mindless human-robot slaves...astounding revelations
of clandestine collaboration in space between the USA and the
USSR over a period of decades...bizzare features observed on
the Moon and Mars - but for some reason barely mentioned in
the media...

These and many other sinister features unearthed and examined
by those investigating the horrific enigma of ALTERNATIVE 3
are the strands in a web of conspiracy which could only exist
in our age of terminal technology.  Top journalist Leslie
Watkins, making use of the research for the original TV
expose - much of which was not incorporated into the
programme itself for various reasons - and of material that
has come to light subsequently, has written a book with the
grip, pace and compulsion of a thriller.  And with the grim
bite of terrible truth - a truth which is sure to be denied
by those who are themselves terrified that the most explosive
secret in human history is about to blow up in their faces...











                              3
                         SECTION ONE



No newspaper has yet secured the truth behind the operation
known as ALTERNATIVE 3. Investigations by journalists have
been blocked - by governments on both sides of the Iron
Curtain.  America and Russia are ruthlessly obsessed with
guarding their shared secret and this obsession, as we can
now prove, has made them partners in murder.

     However, despite this intensive security, fragments of
information have been made public.  Often they are released
inadvertently - by experts who do not appreciate their
sinister significance - and these fragments, in isolation,
mean little.  But when jigsawed together they form a definite
pattern - a pattern which appears to emphasise the enormity
of this conspiracy of silence.
     On May 3, 1977, the Daily Mirror published this story:

     President Jimmy Carter has joined the ranks of UFO
spotters.  He sent in two written reports stating he had seen
a flying saucer when he was the Governor of Georgia.
     The President has shrugged off the incident since then,
perhaps fearing that electors might be wary of a flying
saucer freak.
     But he was reported as saying after the "sighting":
"I don't laugh at people any more when they say they've seen
UFOs because I've seen one myself."
     Carter described his UFO like this: "Luminous, not
solid, at first bluish, then reddish...it seemed to move
towards us from a distance, stopped, then moved partially
away."

     Carter filed two reports on the sighting in 1973, one to
the International UFO Bureau and the other to the National
Investigations Committee on Aerial Phenomena.
     Heydon Hewes, who directs the International UFO Bureau
from his home in Oklahoma City, is making speeches praising
the President's "open-mindedness."
     But during his presidential campaign last year Carter
was cautious.  He admitted he had seen a light in the sky but
declined to call it a UFO.
     He joked: "I think it was a light beckoning me to run in
the California primary election."

     Why this change in Carter's attitude?  Because, by then,
he had been briefed on Alternative 3?
     A 1966 Gallup Poll showed that five million Americans -
including several highly experienced airline pilots - claimed
to have seen Flying Saucers.  Fighter pilot thomas Mantell


                              4
had already died while chasing one over Kentucky - his F.51
aircraft having disintegrated in the violent wash of his
quarry's engines.  The U.S. Air Force, reluctantly bowing to
mounting pressure, asked Dr.  Edward Uhler Condon, a
professor of astrophysics, to head an investigation team at
Colorado University.
     Condon's budget was $500,000.  Shortly before his report
appeared in 1968, this story appeared in the London Evening
Standard:

     The Condon study is making headlines - but for all the
wrong reasons.  It is losing some of its outstanding members,
under circumstances which are mysterious to say the least.
Sinister rumors are circulating...at least four key people
have vanished from the Condon team without offering a
satisfactory reason for their departure.

     The complete story behind the strange events in Colorado
is hard to decipher.  But a clue, at least, may be found in
the recent statements of Dr. James McDonald, the senior
physicist at the Institute of Atmospheric Physics at the
University of Arizona and widely respected in his field.
In a wary, but ominous, telephone conversation this week, Dr.
McDonald told me that he is "most distressed."


     Condon's 1,485 - page report denied the existence of
Flying Saucers and a panel of the American National Academy
of Sciences endorsed the conclusion that "further extensive
study probably cannot be justified."
     But, curiously, Condon's joint principal investigator,
Dr. David Saunders, had not contributed a word to that
report.  And on January 11, 1969, the Daily Telegraph quoted
Dr. Saunders as saying of the report: "It is inconceivable
that it can be anything but a cold stew.  No matter how long
it is, what it includes, how it is said, or what it
recommends, it will lack the essential element of
credibility."
     Already there were wide-spread suspicions that the
Condon investigation had been part of an official coverup,
that the government knew the truth but was determined to keep
it from the public.  We now know that those suspicions were
accurate.  And that the secrecy was all because of
Alternative 3.
     Only a few months after Dr. Saunders made his "cold
stew" statement a journalist with the Columbus (Ohio)
Dispatch embarrassed the National Aeronautics and Space
Agency by photographing a strange craft - loooking exactly
like a Flying Saucer - at the White Sands missle range in New
Mexico.



                              5
     At first no one at NASA would talk about this mysterious
circular craft, 15 feet in diameter, which had been left in
the "missile graveyard" - a section of the range where most
experimental vehicles were eventually dumped.
      But the Martin Marietta company of Denver, where it was
built, acknowledged designing several models, some with ten
and twelve engines.
And a NASA official, faced with this information, said:
"Actually the engineers used to call it "The Flying Saucer."
That confirmed a statement made by Dr. Garry Henderson, a
leading space research scientist:  "All our astronauts have
seen these objects but have been ordered not to discuss their
findings with anyone."
     Otto Binder was a member of the NASA space team.  He has
stated that NASA "killed" significant segments of
conversation between Mission Control and Apollo 11 - the
space-craft which took Buzz Aldrin and Neil Armstrong to the
Moon - and that those segments were deleted from the official
record: "Certain sources with their own VHF receiving
facilities that by-passed NASA broadcast outlets claim there
was a portion of Earth-Moon dialogue that was quickly cut off
by the NASA monitoring staff."
     Binder added: "It was presumably when the two moon-
walkers, Aldrin and Armstrong, were making the rounds some
distance from the LEM that Armstrong clutched Aldrin's arm
excitedly and exclaimed - "What was it?  What the hell was
it?  That's all I want to know."
     Then, according to Binder, there was this exchange -

     MISSION CONTROL:  What's there ? ... malfunction
          (garble) ... Mission Control calling Apollo 11...
     APOLLO 11:  Theses babies were huge, sir...enormous....
          ...Oh, God you wouldn't believe it!...I'm telling
          you there are other space-craft out there...lined
          up on the far side of the crater edge...they're on
          the Moon watching us...

     NASA, understandably, has never confirmed Binder's story
but Buzz Aldrin was soon complaining bitterly about the
Agency having used him as a "traveling salesman."  And two
years after his Moon mission, following reported bouts of
heavy drinking, he was admitted to hospital with "emotional
depression."

     "Travelling salesman".... that's an odd choice of words,
isn't it?  What, in Aldrin's view, were the NASA authorities
trying to sell?  And to whom?  Could it be that they were
using him, and others like him, to sell their official
version of the truth to ordinary people right across the
world?



                              6
     Was Aldrin's Moon walk one of those great spectaculars,
presented with maximum publicity, to justify the billions
being poured into space research?  Was it part of the
American - Russian cover for Alternative 3?
     All men who have travelled to the Moon have given
indications of knowing about Alternative 3 - and of the
reasons which precipitated it.
     In May, 1972, James Irwin - officially the sixth man to
walk on the Moon - resigned to become a Baptist missionary.
And he said then:  "The flight made me a deeper religious
person and more keenly aware of the fragile nature of our
planet."
     Edgar Mitchell, who landed on the Moon with the Apollo
14 mission in February, 1971, also resigned in May, 1972 - to
devote himself to parapsychology.  Later, at the headquarters
of his Institute for Noetic Sciences near San Francisco, he
described looking at this world from the Moon:  "I went into
a very deep pathos, a kind of anguish.  That incredibly
beautiful planet that was Earth...a place no bigger than my
thumb was my home...a blue and white jewel against a velvet
black sky...was being killed off.:  And on March 23, 1974, he
was quoted in the Daily Express as saying that society had
only three ways in which to go and that the third was "the
most viable but most difficult alternative."
     Another of the Apollo Moon - walkers, Bob Grodin, was
equally specific when interviewed by the Sceptre Television
reporter on June 20, 1977:  "You think they need all that
crap down in Florida just to put two guys up there on a...on
a bicycle?  The hell they do!  You know why they need us?  So
they've got a P.R. story for all that hardware they've been
firing into space.  We're nothing, man!  Nothing!"
     On July 11, 1977, the Los Angeles Times came near to the
heart of the matter - nearer than any other newspaper - when
it published a remarkable interview with Dr. Gerard O'Neill.
Dr. O'Neill is a Princeton professor who served, during a
1976 sabbatical, as Professor of Aerospace at the
Massachusetts Institute of Technology and who gets nearly
$500,000 each year in research grants from NASA.  Here is a
section from that article:

     The United Nations, he says, has conservatively
estimated that the world's population, now more than 4
billion people, will grow to about 6.5 billion by the year
2000.  Today, he adds, about 30% of the worlds population is
in developed nations.  But, because most of the projected
population growth will be in underdeveloped countries, that
will drop to 22% by the end of the century.  The world of
2000 will be poorer and hungrier than the world today, he
says.




                              7
     Dr. O'Neill also explained the problems caused by the
earths 4,000 mile atmospheric layer but - presumably because
the article was a comparatively short one - he was not quoted
on the additional threat posed by the notorious "greenhouse"
syndrom.
     His solution?  He called it Island 3.  And he added:
"There's really no debate about the technology involved in
doing it.  That's been confirmed by NASA's top people."
     But Dr. O'Neill, a family man with tree children who
likes to fly sailplanes in his spare time, did not realise
that he was slightly off-target.  He was right, of course,
about the technology.  But he knew nothing of the political
ramifications and he would have been astounded to learn that
NASA was feeding his research to the russians.
     Even eminent political specialists, as respected in
their sphere as Dr. O'Neill is in his own, have been puzzled
by an undercurrent they have detected in East -West
relationships.  Professor G. Gordin Broadbent, director of
the independently - financed Institute of Political Studies
in London and author of a major study of U.S. - Soviet
diplocy since the 1950s, emphasised that fact on June 20,
1977, when he was interviewed on Sceptre Television:  "On the
broader issue of Soviet - U.S. relations, I must admit there
is an element of mystery which troubles many people in my
field."  He Added:  "What we're suggesting is that, at the
very highest levels of East - West diplomacy, there has been
operating a factor of which we know nothing.  Now it could
just be - and I stress the word "could" - that this unknown
factor is some kind of massive but covert operation in space.
But as for the reasons behind it...we are not in the business
of speculation."
     Washington's acute discomfort over O'Neill's revelations
through the Los Angeles Times can be assessed by the urgency
with which a "suppression" Bill was rushed to the Statute
Book.  On July 27,1977 - only sixteen days after the
publication of the O'Neill interview - columnist Jerry
Campbell reported in the London Evening Standard that the
Bill would become law that September.  He wrote:

     It prohibits the publishing of an official report
     without permission, arguing that this obstructs the
     Government's control of its own information.  That was
     precisely the charge brought against Daniel Ellsberg for
     giving the Pentagon papers to the New York Times.
     Most ominous of all, the Bill would make it a crime for
     any present or former civil servant to tell the Press of
     Government wrong - doing or pass on any news based on
     information "submitted to the Government in private."





                              8
     Campbell pointed out that this final clause "has given
serious pain to guardians of American Press freedom because
it creates a brand new crime." Particularly as there was
provision in the Bill for offending journalists to be sent to
prison for up to six years.
     We subsequently discovered that a man called Harman
 -Leonard Harman - read that item in the newspaper and that
later, in a certzin television executives' dining-room , he
expressed regret that a similar Law had not been passed uears
earlier by the British government.  He was eating treacle
tart with custard at the time and he reflected wistfully that
he could then have insisted on such a Law being obeyed.
That, when it came to Alternative 3, would have saved him
from a great deal of trouble...
     He had chosen treacle tart, not because he particularly
liked it, but because it was 2p cheaper than the chocolate
sponge.  That was typical of Harman.
     He was one of the people, as you may have learned
already through the Press, who tried to interfere with the
publication of this book.  We will later be presenting some
of the letters received by us from him and his lawyers -
together with the replies from our legal advisers.  We
decided to print these letters in order to give you a
thorough insight into our investigation for it is important
to stress that we, like Professor Broadbent, are not in the
"business of speculation."
     We are interested only in the facts.  And it is
intriguing to note the pattern of facts relating to
astronaust who have been on Moon missions - and who have
therefore been exposed to some of the surprises presented by
Alternative 3.  A number, undermined by the strain of being
party to such a horrendous secret, suffered nervous or mental
collapses.  A high percentage sought sanctuary in excessive
drinking or in extra marital affairs which destroyed what had
been secure and successful marriages.  Yet these were men
originally picked from many thousands precisely because of
their stability.  Their training and experience, intelligence
and physical fitness - all these, of course, were prime
considerations in their selection.  But the supremely
important quality was their balanced temperament.
     It would need something stupendous, something almost
unimaginable to most people, to flip such men into dramatic
personality changes.  That something, we have now estalished,
was Alternative 3 and, perhaps more particularly, the
nightmarish obscenities involved in the development and
perfection of Alternative 3.
     We are not suggesting that the President of the United
States has had personal knowledge of the terror and clinical
cruelties which have been an integral part of the Operation,
for that would make him directly responsible for murders and
barbarous mutilations.


                              9
     We are convinced , in fact, that this is not the case.
The President and the Russian leader, together with their
immediate subordinates, have been concerned only with the
broad sweep of policy.  They have acted in unison to ensure
what they consider to be the best possible future for
mankind.  And the day - to - day details have been delegated
to high-level professionals.
     These professionals, we have now established, have been
classifying people selected for the Alternative 3 operation
into two categories:  those who are picked as individuals and
those who merely form part of a "batch consignment."  There
have been several "batch consignments" and it is the
treatment meted out to most of these men and women which
provides the greatest cause for outrage.
     No matter how desperate the circumstances may be - and
we reluctantly recognise that they are extremely desperate -
no humane society could tolerate what has been done to the
innocent and the gullible.  That view, fortunately, was taken
by one man who was recruited into the Alternative 3 team
three years ago.  He was, at first, highly enthusiastic and
completely dedicated to the Operation.  However, he became
revolted by some of the atrocities involved.  He did not
consider that, even in the prevailing circumstances, they
could be justified.
Three days after the transmission of that sensational
television documentary, his conscience finally goaded him
into action.  He knew the appalling risk he was taking, for
he was aware of what had happened to others who had betrayed
the secrets of Alternative 3, but he made telephone contact
with television reporter Colin Benson - and offered to
provide Benson with evidence of the most astounding nature.
     He was calling, he said, from abroad but he was prepared
to travel to London.  They met two days later.  And he
explained to Benson that copies of most orders and memoranda,
together with transcripts prepared from tapes of Policy
Committee meetings, were filed in triplicate -in Washington,
Moscow and Geneva where Alternative 3 had its operational
headquarters.  The system had been instituted to ensure there
was no misunderstanding between the principal partners.  He
occasionally had access to some of that material - although
it was often weeks or even months old before he saw it - and
he was willing to supply what he could to Benson.  He wanted
no money.  He merely wanted to alert the public, to help stop
the mass atrocities.
     Benson's immediate reaction, after he had assessed the
value of this offer, was that Scepter should mount a follow -
up program - one which would expose the horrors of
Alternative 3 in far greater depth.  He argued bitterly with
his superiors at Sceptre but they were adamant.  The company
was already in serious trouble with the government and there
was some doubt about whether its license would be renewed.


                              10
They refused to consider the possibility of doing another
programme.  They had officially disclaimed the Alternative 3
documentary as a hoax and that was where the matter had to
rest.  Anyway, they pointed out, this character who'd come
forward was probably a nut...
     If you saw the documentary, you will probably realise
that Benson is a stubborn man.  His friends say he is pig-
obstinate.  They also say he is a first-class investigative
journalist.
     He was angry about this attempt to suppress the truth
and that is why he agreed to co-operate in the preparation of
this book.  That co-operation has been invaluable.
     Through Benson we met the telephone caller who we now
refer to as Trojan.  And that meeting resulted in our
acquiring documents, which we will be presenting, including
transcripts of tapes made at the most secret rendezvous in
the world - thirty five fathoms beneath the ice cap of the
Arctic.
     For obvious reasons, we cannot reveal the identity of
Trojan.  Nor can we give any hint about his function or
status in the operation.  We are completely satisfied,
however, that his credentials are authentic and that, in
breaking his oath of silence, he is prompted by the most
honourable of motives.  He stands in relation to the
Alternative 3 conspiracy in much the same position as the
anonymous informant "deep Throat" occupied in the Watergate
affair.
     Most of the "batch consignments' have been taken from
the area known as the Bermuda Triangle but numerous other
locations have also been used.  On October 6, 1975, the Daily
Telegraph gave prominence to this story:

               The disappearance in bizarre circumstances in
          the past two weeks of 20 people from small coastal
          communities in Oregon was being intensively
          investigated at the weekend amid reports of an
          imaginative fraud scheme involving a "flying
          saucer" and hints mass murder.
               Sheriff's officers at Newport, Oregon, said
          that the 20 individuals had vanished without trace
          after being told to give away all their
          possessions, including their children, so that they
          could be transported in a flying saucer "by UFO to
          a better life".

     Deputies under Mr. Ron Sutton, chief criminal
investigator in surrounding Lincoln County, have traced the
story back to a meeting on September 14 in a resort hotel,
the Bayshore Inn at Waldport, Oregon.




                              11
     Local police have received conflicting reports as to
what occurred (at the meeting).  But while it is clear that
the speaker did not pretend to be from outer space, he told
the audience how their souls could be "saved through a UFO".
     The hall had been reserved for a fee of $5 by a man and
a woman who gave false names.  Mr. Sutton said witnesses had
described them as "fortyish, well groomed, straight types".

     The Telegraph said that "selected people would be
prepared at a special camp in Colorado for life on another
planet" and quoted Investigator Sutton as adding:

          "They were told they would have to give away
     everything, even their children.  I'm checking a report
     of one family who supposedly gave away a 150-acre farm
     and three children.
          "We don't know if it's a fraud or whether these
people migt be killed.  There are all sorts of rumours,
including some about human sacrifice and that this is
sponsored by the (Charles) Manson family."


     Most of the missing 20 were described as being "hippy
types" although there were some older people among them.
People of this calibre, we have now discovered, have been
what is known as "scientifically adjusted" to fit them for a
new role as a slave species.
     There have been equally strange reports of animals -
 particularly farm animals - disappearing in large numbers.
And occasionally it appears that aspects of the Alternative 3
operation have been bungled, that attempts to lift "batch
consignments" of humans or of animals have failed.

     On July 15, 1977, the Daily Mail - under a "Flying
Saucer" headline - carried this story:

          Men in face masks, using metal detectors and a
     geiger counter, yesterday scoured a remote Dartmoor
     valley in a bid to solve a macabre mystery.
          All appeared to have died at about the same time,
     and many of the bones have been inexplicably shattered.
     To add to the riddle, their bodies decomposed to virtual
     skeletons within only 48 hours.
          Animal experts confess they are baffled by the
     deaths at Cherry Brook Valley near Postbridge.
          Yesterday's search was carried out by members of
     the Devon Unidentified Flying Objects center at Torquay
     who are trying to prove a link with outer space.
          They believe that flying saucers may have flown low
     over the area and created a vortex which hurled the
     ponies to their death.


                              12
          Mr. John wyse, head of the four-man team, said: "If
     a spacecraft has been in the vicinity, there may still
     be detectable evidence.  We wanted to see if there was
     any sign that the ponies had been shot but we have found
     nothing.  This incident bears an uncanny resemblance to
     similar events reported in America."


     The Mail report concluded with a statement from an
official representing The Dartmoor Livestock Protection
Society and the Animal Defence Society:  "Whatever happened
was violent.  We are keeping an open mind.  I am fascinated
by the UFO theory.  There is no reason to reject that
possibility since there is no other rational explanation."
     These, then, were typical of the threads which inspired
the original television investigation.  It needed one person,
however, to show how they could be embroidered into a clear
picture.
     Without the specialist guidance of that person the
Sceptre television documentary could never have been produced
- and Trojan would never have contacted Colin Benson.  And it
would have been years, possibly seven years or even longer,
before ordinary peaple started to suspect the devastating
truth about this planet on which we live.
     That person, of course, is the old man....




























                              13
                         SECTION TWO



     They realise now that they should have killed the old
man.  That would have been the logical course - to protect
the secrecy of Alternative 3.
     It is curious, really, that they did not agree his death
on that Thursday in February for, as we have stated, they do
use murder.  Of course, it is not called murder - not when it
is done jointly by the governments of America and Russia.  It
is an Act of Expediency.
     Many Acts of Expediency are believed to have been
ordered by the sixteen men, official representatives of the
Pentagon and the Kremlin, who comprise the Policy Committee.
Grotesque and apparently inexplicable slayings in various
parts of the world - in Germany and Japan, Britain and
Australis - are alleged to have been sanctioned by them.
     We have not been able to substantiate these suspicions
and allegations so we merely record that an unknown number of
people - including distinguished radio astronomer Sir William
Ballantine - have been executed because of this astonishing
agreement between the super-powers.
     Prominent politicians, including two in Britain, were
among those who tried to prevent the publication of this
book.  They insisted that it is not necessary for you, and
others like you, to be told the unpalatable facts.  They
argue that the events of the future are now inevitable, that
there is nothing to be gained by prematurely unleashing fear.
We concede that they are sincere in their views but we
maintain that you ought to know.  You have a right to know.
     Attempts were also made to neuter the television
programme which first focused public attention on Alternative
3.  Those attempts were partially successful.  And, of
course, after the programme was transmitted - when there was
that spontaneous explosion of anxiety - Sceptre Television
was forced to issue a formal denial.  It had all been a hoax.
That's what they were told to say.  That's what they did say.
     Most people were then only too glad to be reassured.
They wanted to be convinced that the programme had been
devised as a joke, that it was merely an elaborate piece of
escapist entertainment.  It was more comfortable that way.
     In fact, the television researchers did uncover far more
disturbing material than they were allowed to transmit.  The
censored information is now in our possession.  And, as we
have indicated, there was a great deal that Benson and the
rest of the television team did not discover - not until it
been screened.And they did not know, for example, that Sir
William Ballantine's freakish death - not far from his base
at



                              14
Jodrell Bank - was mirrored by that of an aerospace professor
called Peterson near Stanford University at Palo Alt,
California.  Nor did they know of the monthly conferences
beneath the ice of the Arctic.
     Alternative 3 appears a preposterous conception -until
one analyses the history of the so-called space-race.  Right
from the start the public have been allowed to know only what
is considered appropriate for them to know.  Many futuristic
research developments - and the extent of information pooled
between East and Weat -have been kept strictly classified.
     There was a small but typical example in 1951 when
living creatures were hurtled into the stratosphere for the
very first time.  Or, at least, the public were eventually
told it was for the first time.  Four monkeys - code-named
Albert 1,2,3 and 4 - were launched in a V2 rocket from White
Sands, New Mexico.
     Remember White Sands?  That's where the Columbus
Dispatch man photographed that strange craft - the one which
a NASA official grudgingly admitted was known as "The Flying
Saucer".
     The monkeys were successfully brought back to earth.
Three survived.  One died, shortly afterwards, of heat
prostration.
      Much later, when news did leak out, it was explained
that Operation Albert had been kept secret for only one
reason - to avert any possibility of animal-lovers staging a
protest demonstration.
     Most people accepted the official story - that the four
Alberts really had been this world's first travellers in
space.  But was that the truth?
     By 1951 the V2 rocket, a relic of World War II, had been
superseded by far more sophisticated missiles.  So would it
be logical, or indeed practical, to use an obsolete vehicle
for the first launch of living creatures?
     Is it not more feasible to argue that Operation Albert
was no more that a subsidiary experiment which happened to
slip through the security net?  That the authorities were not
too perturbed about having to confirm it - because it helped
conceal the real and gigantic truth?
     There is abundant evidence that by 1951 the super powers
were far more advanced in space technology than they have
ever admitted.  Much of that evidence has been supplied by
experienced pilots.  By men like Captain Laurence W.
Vinther...
     At 8:30 p.m. on January 20, 1951, Captain Vinther -then
with Mid-Continent Airlines - was ordered by the controller
at Sious City Airport to investigate a "very bright light"
above the field.
     He and his co-pilot, James F. Bachmeier, took off in a
DC3 and headed for the source of the light.



                              15
     Suddenly the light dived towards them at great speed and
passed about 200 feet above them.  Then they discovered that
it had reversed direction, apparently in a split second, and
was flying parallel to the airliner.  It was a clear moonlit
night and both men could clearly see that the light was
emanating from a cigar-shaped object bigger than a B-29.
Eventually the strange craft lost altitude, passed under the
DC3 and disappeared.
     Two months later, on March 15, thousands of people in
New Delhi were startled by a strange object, high in the sky,
which appeared to be circling the city.  One witness was
George Franklin Floate, chief engineer with the Delhi Flying
Club, who described "a bullet-nosed, cigar-shaped object
about 100 feet long with a ring of flames at the end".  Two
Indian Air Force jets were sent up to intercept.  But the
object suddenly surged upwards at a "phenomenal speeds' and
vanished into the hieghts.
     So, despite all official denials, sufficient advances
had been made by 1951 to provide the basis for planning
Alternative 3.
     By the mid-Seventies there were so many rumours about
covert information-swapping between East and West - with men
like Professor Broadbent becoming progressively more curious
- that the American-Russian "rivals" staged a masterpiece of
camouflage.  They would show the world, quite openly, how
they were prepared to co-operate in space!  The result was
seen in July, 1975: the first admitted International Space
Transfer.  Television cameras showed the docking of a Soyuz
spacecraft with and Apollo - and the crews jubilantly
exchanging food and symbolic halves of medals.
     Leonid Brezhnev sent this message to the united
spacemen:  "Your successful docking confirms the correctness
of technical solutions that were worked out and realised in
co-operation by Soviet and American scientists, designers and
cosmonauts.  One can say that Soyuz-Apollo is a prototype of
future international orbiltal stations."
     Gerald Ford expressed the hope that this "tremendous
demonstration of co-operation" would set the pattern for
"what we have to do in the future to make it a better world".
And at his home near Boston, Massachusetts, former Apollo man
Bob Grodin switched off his television set in disgust.
     Grodin's comment was more succinct than that of either
leader.  He said:  "How they've got the bloody neck!"  Then
he poured himself another tumbler of bourbon.
     Grodin had cause to be bitter that day.  Bitter and also
cynically amused.  There'd been no television coverage, no
glory of any sort, when he'd done the identical maneuver -140
miles above the clouds - on April 20, 1969.  He's shaken
hands up there with the Russians and laughed at their bad
jokes - exactly like Tom Stafford had just been doing - but
there'd been none of this celebrity crap about that
operation.

                              16
It was crazy...the way they were kidding people by making it
all seem such a big deal!  Christ!  It hadn't been a big deal
even when he'd done it.  There'd been all the others before
him...
     We now know,in fact, that this American-Russian docking
technique was successfully pioneered in the late Fifties -
with specially-designed submarines in the black depths of the
North Atlantic.  It was pioneered specifically because of
Alternative 3.  Because of the need for the ultimate in
security.  The system made it possible for men who were
officially enemies, who played the charade of distrusting
each other in public, to travel separately and discreetly to
meetings far below the waves.


     Thursday, February 3, 1977.  A landmark.  A Policy
Committee meeting infiltrated, via the transcript, for the
first time by Trojan.  Information about earlier meetings,
held in a variety of locations, still not available.
Complete transcript obviously filed in separately-secured
sections.  Sensible precaution.  And frustrating.  Trojan
obtained only small section.  Enough to confirm murder
conspiracy.  Major break-through.
     The venue:  the wardroom of a modified Permit nuclear
submarine.  Thirty-five fathoms beneath ice of Arctic.
Permit subs "seek out and destroy enemy".  So American tax-
payers are told.  Cold War concepts are readily accepted.
They distract from real truth...
     No names on transcript.  No names, apparently, ever
used.  Only nationalities and numbers.  Eight Russians -
listed as R ONE through to R EIGHT - and eight Americans.
     Procedure shown by subsequent transcripts - A EIGHT and
R EIGHT alternate monthly as chairmen.
     February 3.  Chairman:  A EIGHT.  Transcript section
starts:

     A FIVE:  You're kill-crazy...you know that?...
       absolutely kill-crazy...
     A TWO:  No...the guys right...that old man is
       dangerous...
     R SIX:  I am reminding you that it was agreed...right
       from the start it was agreed...that expediencies would
       be kept to a minimum...
     A TWO:  And the old man, friend, is right there inside
       that minimum...the way he talks...he'll blow the whole
       goddam thing...
     R ONE:  Who do you suppose ever listens to him?  Eh?...
       nobody...that's who listens.  Come...he knows
       nothing...not after all these years.
       Theories...that's all he's got...theories and
       memories...


                              17
     A FIVE:  That just says it, dosen't it?  Here we are
       wasting time and wetting ourselves because of
       theories that are twenty years old...Jeez!...if we
       start spreading expediencies so low because...
     R FOUR:  The theories have not changed so much in twenty
       years and in my considered opinion...
     A FIVE:  ...so low because of a semi-senile and
       garrulous old man...
     A EIGHT:  He's not semi-senile...he's not even that old
       ...I heard him lecture last year at Cambridge and,
       you take my word, he's certainly not semi-senile...
       What,precisely, has he been saying?
     A TWO:  About getting air out of the soil..about how
       the ice is melting...people at that university...
       they're beginning to listen to him...
     A FIVE:  That's no more, for Chrissakes, than he was
       saying in Alabama back in 1957...hell, I was right
       there at Huntsville when he said it...
     R FOUR:  The Huntsville Conference was like this
       meeting...the discussions there were not for
       outsiders and...
     A FIVE:  Yes...but not many people took him seriously
       even then...and now that he"s over the hill...
     R FOUR:  It is still a serious breach of security...
       it is dangerous and it could start a panic among
       the masses...
     A FIVE:  So all right!...Kill him!  He's a harmless
       and doddering old has-been but if it makes you
       feel better...go ahead and kill him...
     A EIGHT:  Expediencies aren"t to make us feel better...
       and our friend here was right...we have agreed to
       restrict them to the minimum...anything else against
       this man?
     A TWO:  Yeah...the real bad news...I hear he"s been
       dropping hints...nothing specific but oblique hints
       about the big bang...about the earth-air thing
       being cracked
     R SIX:  But it is not possible for him to be knowing
       that...
     A TWO:  Mabey he doesn"t know...not know for sure...
       but he's sure done some figuring
     A ONE:  You're saying he"s guessed...right?  That's what
       you"re saying
     R ONE:  So it is as I said...theories and memories and
       now guesses!  We sentence an old man to death because
       of his guesses?  That is how you Americans wish us to
       work?
     A EIGHT:  Let's cut the East-West stuff...we're a team
       here, remember, and we've got a hell of an agenda to
       get through and we've spent quite long enough on this
       Englishman.  So let's vote...Those for expediency?


                              18
       Uh,huh...And against?...Well, that's it...he goes
       on living.  For a while, at least.  But I suggest we
       keep tabs...agreed?...Right then...Now Ballantine
       and this character Harry Carmell...looks to me like
       there's no room for question about either of them.
     R SEVEN: This  Harry Carmell...we are certain that he
       has stolen that circuit from NASA?
     A EIGHT: Positive certain.  And heads, I can promise you
       have rolled at Huston.  We also know that he's
       somewhere in England...probably London...so if he
       should link up again with Ballantine...
     R SEVEN: I think we are all aware of what could happen
       if he should link up again with Ballantine...
     A TWO: Especially with Ballantine's contacts in Fleet
       Street...
     R SEVEN: How was it possible for a man like Carmell to
       get out of America...?
     A EIGHT: Don't tell me...I can say it for you...he'd
       never have got out of Russia that easily...but there
       it is...our people goofed and now it's down to us...
     R SEVEN: As you say then, there is no room for
       question...both of them have got to be expediencies.
     A EIGHT: All agreed?...Good...I suggest a couple of hot
       jobs...coroners always play them quiet...
     R SEVEN: But first, presumably, we'll have to find
       Carmell...
     A EIGHT: We'll find him...Londons not that big a town
       and he'll soon be needing his shots.
     A THREE: How hooked is he?
     A EIGHT: Hooked enough...Now what about Peterson?  Same
       deal?
     R FOUR: We've all seen the earlier report on Peterson..
       what is the latest assessment?
     A EIGHT: He's getting more and more paranoiac about
       the batch consignments...
     R FOUR: You mean the scientific adjustments?
     A EIGHT: Yeah...the scientific adjustments...he's
       running off at the mouth about ethics...that sort of
       crap...
     A TWO: Ethics!  What the hell do some of these guys
       think we're all at?  Jesus!  We're smack in the middle
       of the most vital exercise ever mounted...with the
       survival of the whole human race swinging on it...
       and they bleat about ethics...
     A EIGHT: That surgery bit...it really got to him...
     A FIVE: They should never have told him...he didn't
       need to know that...look, we owe Peterson...he's
       done good work...couldn't we just get him committed?
     A TWO: No way...much too risky...he'd squeal his
       bloody head off.



                              19
       A EIGHT: I endorse that.  I'm sorry because I like the
       guy...but there's no choice.  Anyone against an
       expediency for Peterson?...okay...that's carried...
       now for God's sake let's get down to the big
       problem...this stepping-up of the supplies-shuttle.
       Any word from Geneva?


     That was where the transcript section ended.  Three
murders, quite clearly, had been agreed.  No matter what they
chose to call them, they were still talking about murder.
But scientific adjustments?  A great deal had already been
published in the Western Press about strange experiments
being conducted on inmates - chiefly dissidents and political
prisoners - at the Dnepropetrovsk Mental Hospital in the
Ukraine.  They were barbaric, these experiments, but they had
been known about and talked about for years.  To push this
Peterson to such agony of mind - to push him into risking and
forfeiting his life - that surely had to be something new.
     Trojan, by that time, had supplied us with information
about that "something new" - for it was precisely that
something which had decided him to make his dangerous break
and talk to Benson.  But he had nothing in writing.  Nothing
to document or substantiate his claims.  We decided they were
worth investigating but that it would be irresponsible merely
to assume their accuracy.
     We sought help from contacts in Washington.  Contacts
with influence in Senate and Congressional committees.  And
we were surprised by the speed with which those contacts
achieved results.  They didn't manage to bring the full story
into the open, not at that stage, but they did make it
possible for the public to see a glimmering of the truth.
     On August 3, 1977, The London Evening News carried this
story:

       Human "guinea pigs" have been used by the CIA in
     experiments to control behaviour and sexual activity.
       The American intelligence agency also considered
     hiring a magician for another secret program on
     mind control.
       The experiments over the past 20 years are revealed
     in documents which were thought to have been destroyed,
     but which have now been released after pressure from
     United States senate and congressional committees.
     The attempts to change sex patterns and other behaviour
     involved using drugs on schizophrenic as well as
     normal people.  Hallucinatory drugs like LSD were used
     on students.
       Another heavily censored document shows that a top
     magician was considered for work on mind control.



                              20
       The give-away word was "prestidigitation" - sleight of
     hand - which appeared in a 1953 memo written by Sidney
     Gottlier, then chief of the CIA's chemical division.


     That story, we are convinced, would never have appeared
if it had not been for the information supplied by
Trojan.  The "guinea-pig" facts would have remained as secret
as the rest of the Alternative 3 operation.
     The following day - August 4 - other newspapers
developed the story.  Ann Morrow, filing from Washington,
wrote in the Daily Telegraph:

          Some of the more chilling details of the way the
       Central Intelligence Agency (CIA) tried to control
       individual behavior by using drugs on willing and
       unwilling human "guinea pigs" were disclosed
       yesterday by its director, Mr. Stansfield Turner.
          In a large wood-pannelled room, Mr. Turner, who
       likes to be known by his rank of Admiral, told the
       Senate's Intelligence Committee and Human Resources
       Sub-committee on Health that such tests were abhorrent
       to him.
          He admitted that the tests were carried out in
       "safe houses" in San Francisco and New York where
       unwitting sexual psychopaths were subjected to
       experiments and attempts were made to change sexual
       conduct and other forms of human behavior.
          At least 185 private scientists and 80 research
       institutions, including universities, were involved.

     Mr. Turner went on to say that one man had killed
himself - by leaping from an hotel window in New York City -
after he had "unknowingly " been used in a "CIA - sponsored
experiment:.  The report continued:

          Senator Edward Kennedy asked some incisive
       questions, but like other members of the Senate
       Committee found it difficult to keep a straight face
       when asking about the CIA's operations "Midnight" and
       "Climax".
          Questioning two former CIA employees about the
       experiments which began in the 1950s and ended in
       1973, Senator Kennedy read out a bizarre list of
       accessories for the "safe houses" in San Francisco and
       New York where prostitutes organized.
          In his flat Bostonian accent he reeled off,
       straight - faced:  "Rather elaborate dressing table,
       black velveteen skirt, one French Can - Can dancer's
       picture, three Toulouse Lautrec etchings, two - way



                              21
       mirrors and recording equipment."  Then he admitted
       that this was the lighter side of the operation.
          Mr. John Gittinger, who was with the CIA for 26
       years, trembled and put a handkerchief to his eyes.
       He just nodded in agreement.


     The Times, as you can check for yourself in any good
reference library, carried a similar story from Washington
that day.  It described documents taken from CIA files and
added:

          Batches of the documents have been made
       available to reporters in Washington under the
       Freedom of Information Act, which guarantees the
       public access to Government papers.  They are
       nearly all heavily censored.


     That's the give - away - there in that last line.
Nearly all heavily censored.  Alternative 3, right from its
conception in the Fifties, has always been considered exempt
from the Freedom of Information Act.  And it is no
coincidence that these controversial experiments also started
- as is now openly admitted - in the Fifties.
     The editors of these newspapers had no way of knowing
that their stories, disturbing as they were, had a direct
connection with Alternative 3.  Nor that they had secured
only a fraction of the truth about those CIA experiments.
     Information obtained from the complete experiments was
pooled with that gained at the Dnepropetrovsk Mental
Hospital.  It was pooled so that factory - production methods
could be developed to manufacture a slave species.
     Remember that curious statement made by criminal
investigator Ron Sutton in October, 1975 - after the
disappearance of the "batch consignment" from Oregon?
     "They were told they would have to give away everything,
even their children.  I'm checking a report of one family
who supposedly gave away a 150 - acre farm and three
children."  That's what he said.  And now those words fit
into perspective.
     In the days before the American Civil War slaves had no
right to a family, no right to keep their own children, and
they had no property.  They WERE property.  That horrifying
philosophy, we can now prove, has been adopted by the space
slave - masters of the Seventies.
     Alternative 3 needs regular consignments of slaves.  It
needs them to labour for the key people.  For people like Dr.
Ann Clark.




                              22
     Three people unwittingly inspired that television
documentary and, although they would be dismayed to realize
it, they helped alert the world to the horrors of Alternative
3.
     Dr. Ann Clark is a research scientist specializing in
solar energy.  Brian Pendlebury, a former RAF man, is an
electronics expert.  Robert Patterson is a senior lecturer in
mathematics - or, rather, he was until the time of his
disappearance.  Today, almost certainly, Patterson no longer
teaches mathematics but is working full - time for
Alternative 3.
     So these people, then, were the catalyst for the entire
investigation.  That is why, although we have never met them,
we have dedicated this book to them.
     Ann Clark, a raven - haired and attractive woman who was
just nudging thirty, made her big decision towards the end of
1975.  She would never have made it - although her pride
stopped her admitting as much on television - if her fiance'
had not unexpectedly broken their engagement.
     Her future had seemed all set.  She'd intended to
soldier on despite all the frustrations, at the research
laboratory in Norwich until they got married.  And then,
probably, until their first child was born.  Conditions at
the laboratory were, as she'd often said, "pretty grotty" but
she was prepared to tolerate them.  After all, it wasn't
going to be for too long...
     Then Malcolm had shattered her with his news.  He'd been
astonishingly casual about it.  Quite unlike the Malcolm
she'd thought she'd known.  He'd just told her, brutally,
that their engagement was a mistake, that he didn't "want to
get tied down."  And then, only four weeks later, she's heard
he was talking about marrying some girl called Maureen...
     Suddenly the laboratory, and everything about it, had
seemed intolerably depressing.  Squalid and almost sordid.
All the authorities admitted that their research was
important.  Particularly with the energy shortage and the
climbing cost of oil.  But apparently it wasn't important
enough to have money poured into it.
     Experimental projects often took three times as long as
they should because of equipment which was makeshift and, in
some cases, almost obsolete.  Certain projects could not even
be started.  "Maybe in the next financial year but, at the
moment, there's no budget available."  That was a stock
answer from the administrators.  And Ann Clark became
progressively more frustrated.
     She wanted, now, to throw herself harder than ever into
her research, to immerse herself in it completely, but she
was increasingly aware that - like the others - she was not
being allowed to make full use of her training.  She's never
have felt so strongly if it hadn't been for Malcolm and his
plan for marrying this Maureen...that's what really decided
her to start a new life.

                              23
     Plenty of others were doing the same that year.  They
were getting out of Britain, heading for the big - money jobs
in Europe and in the Middle East.  And in America.  They were
doubling their salaries and picking up bonus perks like
company cars and lavish homes.  They were also being offered
far better conditions in which to work.
     The Brain Drain.  That's what it's called.  And it is an
accurate label.  In the twelve years up to December, 1975 -
the month Ann Clark reached her decision - nearly 4 million
people had evacuated from the United Kingdom.  More than a
third of them were from the professional and managerial
levels of British society.
     One of the department heads at Norwich had left for
a top post in America at the beginning of that year and, as
his occasional letters had shown, he had not regretted the
move.  His only regret, in fact, was that he'd not made it
years earlier.  Ann Clark decided to write to him.
     To her amazement, he telephoned her from California as
soon as he got the letter.  There'd be no problem at all, he
told her.  Not with her ability and experience.  She was
exactly the type they needed and, if she wanted, he could
certainly get her fixed with the right job.
     If she wanted!  She'd never imagined it could possibly
be that easy.  Excitement surged through her as she listened.
Apparently there was a man in London who was recruiting
scientists for the company in California and if she cared to
contact this man...
     She jotted down the name and address of the man in
London, together with his telephone number.  "I'll get in
touch with him today," she said.  I can't tell you how
grateful...
     "Let me call him first," he interrupted.  "I'll put him
in the picture about you."
     "Thank you," she said.  "Thank you very much indeed."
     She met the man in London the following day and it was
all settled within an hour.  She drafted her resignation on
the train back to Norwich.
     That was the week, as we will explain later, that she
was first contacted by Sceptre Television.  And, at first,
she was more than happy to talk to them about her plans.  She
didn't mention Malcolm, of course, because the viewers didn't
need to know about him.  However, it was important, she felt,
for people to be told exactly why scientists were flocking
away from Britain.  She was flattered, in fact, to be given
the opportunity and she told herself that, by speaking out,
she might help get conditions improved for those she was
leaving...
     Now we reach a mystery which we still have not
completely resolved.  The information we have fitted together
has come from Ann Clark's friends and colleagues in Norwich.
It almost provides an answer...but it also leaves questions.


                              24
     Shortly after the Sceptre Television film unit arrived
at the laboratory in January, 1976, for the first of a series
of interviews - Ann Clark was visited there by a strange
American.  He'd made no appointment but just turned up and
they assumed he was connected, in some way, with her new job.
The American talked to her, privately, for a long time and
afterwards she seemed upset.  She refused to say what he'd
wanted or what they'd discussed but she was obviously
extremely upset.
     That American, we have now established, went to her flat
that evening and stayed for three hours`  And after that
evening her attitude to those around her, and to the Sceptre
Television people, changed in the most extraordinary manner.
She did her work as conscientiously as ever but she was oddly
withdrawn.  She refused to be drawn into any conversations.
It was as if she had brought a shutter down all around
herself.
     There was also something else.  One of her colleagues,
an elderly man, told us: "I started noticing that she was
sometimes looking at me - and at others - with a funny sort
of expression in her eyes.  It was almost as if, for some
reason or other, she felt sorry for us.  All a bit odd...
     All VERY odd.  Dr. Ann Clark left Norwich in a self -
drive hired car on February 22, 1976.  She left without
working out her notice because, as she explained, the
Americans were in a hurry to have her.  So she became part of
the Brain Drain.  But she has still not joined that company
in California.

     Brian Pendlebury was thirty - three when he became part
of the Brain Drain in July, 1974.  His principal reason for
leaving was that he disliked the climate, particularly the
climate in Manchester.  He was very much a sun person.
     Since leaving university, with a degree in electronics,
he'd acquired a taste for travel as a special - projects
officer with the RAF.
     The Air Force had shown him the world.  It had also
shown him that he wasn't' the type to settle down in any hum-
drum routine.  Certainly not in Manchester.
     Five months after leaving the service he applied for a
job with a major electronics firm in Sydney, Australia.  And,
to the acute disappointment of his parents, he got it.
     They were, they now admit, disappointed for a selfish
but very understandable reason.  He was their only child and
they absolutely adored him - having scrimped to get him
through university and been so proud over his success - and
for years they'd seen so very little of him.  They had hoped
that now he would live at home, for a year or so, at least.
His mother also had this cosy vision of Brian marrying some
nice sensible Lancashire girl and of herself becoming a
doting grandmother.


                              25
     "Maybe we can work out some compromise," he'd made up
his mind.  He did promise, however, that he'd keep closely in
touch.  He'd write regularly and he'd send lots of
photographs.  Yes, he knew that he'd said all that
before...but this time he really would.
     He kept that promise.  He kept it for five months after
leaving Manchester.  Every week they got a letter with news
of his life in Australia.  The job, it seemed, was going fine
and he was really enjoying himself there.  They also got
photographs: Brian surfing...Brian with friends at a
nightclub...Brian in front of Sydney Harbor bridge.  That
bridge picture was a particularly good one.  They had it
framed and they put it on the mantelpiece.
     So everything was fine, absolutely fine, except for some
disconcerting facts.
     Brian Pendlebury did not live at the address shown on
his letters.  The company for which he claimed to be working
insist they have never heard of him.  The truth, as far as we
can establish it, is that Pendlebury never got to Australia.

     Britain's system of taxation was a favorite hate subject
with forty-two-year-old Robert Patterson.  And, as a
mathematician, he always had the latest facts to justify his
anger.
     His friends at the University of St. Andrews, where he
was a senior lecturer, had become accustomed to a regular
bombardment of figures:
     "Do you realize that in Germany the most a man has to
pay on the topslice of his taxable earnings is only 56 per
cent!  And in America...now that's a country where they
really appreciate the value of incentive...in America it's
only 50 per cent!"
     Every one of his sentences, when he was talking tax,
seemed to finish with a fiery exclamation mark.
     "But what's it here in Britain?  You ask me that and
I'll tell you!  Eighty - three per cent...that's what it is
here...83 per cent!  And you wonder why people here aren't
interested in working harder!"
     This sort of conversation - with Patterson supplying all
the questions and answers - could go on indefinitely without
anyone else saying a word.  It was a hangover from his
lecture - room technique and it made him quite intolerably
boring.
     Many people at the university were rather relieved when
he eventually announced that he was going to follow his own
advice.  He and his wife Eileen were getting out of Britain.
They were taking their two children off to a fresh start in
America.





                              26
He was unusually reticent about what he was going to do in
America, saying no more than that he'd been "invited on an
interesting project".  It seemed obvious, despite his
evasiveness, that he'd accepted some really plum post in
America.  And at the university, they weren't surprised, for
he was recognized as one of the most brilliant mathematicians
in Britain.  It was a pity that he was also such a bore.
     Patterson broke his news at the beginning of February,
1976, and a paragraph appeared in the Guardian.
     One of the researchers at Sceptre Television - the one
who'd organized the initial interview with Ann Clark - saw
the paragraph and immediately contacted Patterson.  He was
offering Patterson the best platform he'd ever had to air his
views on taxation for the program Science Report was
networked right across the country.
     "Thank you for the invitation ," said Patterson.
"Normally I'd love to take it up but I've got a time problem.
We're flying at the end of next week and there's so much I've
got to do...
     "We wouldn't need all that much of your time," persisted
the researcher.  He'd had trouble enough finding the right
people and he wasn't going to let a prize like Robert
Patterson slip away too easily.  "We could send a reporter
and film unit up to Scotland and do it, perhaps, at the
university or at your home."  Harman, he knew, would probably
squeal about the cost of sending a unit all that way from
London - just for one interview - but let him bloody squeal.
     They couldn't expect to hold a network slot without
spending a few bob.  Anyway, he thought, Chris Clements
could fight that out with Harman.  That's what producers were
for.  His job was to get the right people and he was damned
well doing it.  "It wouldn't take long, Mr. Patterson," he
said.  "And we could do it almost any time to suit you."
     Patterson hesitated.  "How about next Tuesday morning?"
he said.
     "Fine.  What time?"
     "Eleven o'clock?"
     "Right.  And where?"
     "It would be more convenient here at my house."
     "Then your house it is, Mr. Patterson.  We'll be there
      at eleven.  And thank you."
     Colin Benson, now co-operating with us, was the TV
reporter who went to Patterson's home on that Tuesday
morning.  He found the house locked and obviously empty.  The
Pattersons, according to neighbors, had driven off in a hurry
at lunchtime on the Saturday.
     If you watched that particular edition of Science
Report, you will probably recall that the family's car was
later found abandoned in London.  But the Pattersons -
Robert, Eileen, sixteen - year - old Julian and fourteen -
year - old Kate - have not been seen since.6 de fevereiro de 1977. Sir William Ballantine ficava olhando nervosamente para o relógio. Ele não conseguia entender por que Carmell não tinha telefonado. Que, muito concretamente, foi o arranjo. Ele deve ter telefonado - e corrigiu o encontro - que chegou na Inglaterra. Partir de seu estudo, a janela gritante contra a unseasonably azul brilhante da tarde, céu Ballantine podia ver a gigantesca de ouvir o disco Jodrell telescópio. Rádio Banco breve Ele olhou para ele agora, tentando abafar a convicção de que algo tinha ido terrivelmente errado. Para os dias que ele tinha esse pressentimento de que alguma forma eles descobriram que ele estava planejando, que o tempo estava esgotando rapidamente afastado. Tinha sido um erro, um erro terrível, ter mantido a fita em segredo por tanto tempo. Ele deve ter dito ao público, meses antes, o que realmente estava acontecendo no espaço. - Ele deveria ter feito isso naquele dia, quando na sede da Nasa nos Estados Unidos - viu a prova inegável de que os homens .. tinha conseguido o impossível ele. Mas, novamente, quem teria acreditado? Os fatos eram tão fantásticos que, apesar de sua reputação internacional como um astrônomo de rádio, não teria havido algum cepticismo. Talvez, pensou, Carmell havia sido preso. Talvez ele tivesse sido capturado e morto. Tudo isso rodeado de ser escandalosamente impossível, mas, após o que tinha visto na NASA, Ballantine não considerou nada mais impossível. Obviamente, ele deve manter contato com o homem, na Suíça. Carmell Ele tinha prometido que o faria. Bem, ele tinha mais ou menos lhe prometeu. Mas mesmo isso não era tão simples como parecia. Carmell lhe tinha dado nenhum endereço ou número de telefone. Apenas um apelido. E em vez de Genebra era um lugar grande. 5:30 Por que ele estava convencido de que Carmell estava morto. também estava convencido de que houve grave perigo para si mesmo. Carmell palavras Ele continuou correndo em sua mente: "Eu sabia que esses bastardos eram más, mas eu nunca imaginei ..." E agora própria imaginação Ballantine estava produzindo mais. Ballantine já havia sido assassinado. Fear imediatamente cancelou seu cérebro. "Jogue suas coisas." Ele estava de pé e seu tom foi decisivo. "" Estamos saindo agora -. Wendy olhou para ele, confuso. "What's up?" "Eu quero continuar a viver - é o que está acontecendo. Que" Carmell já estava empacotando suas roupas em uma alça de couro. "Agora vamos lá - mudança." Doze minutos depois, eles resolveram seu projeto e foram para fora do hotel. E como correu, ele disse a ela exatamente por isso que eles estavam em Inglaterra. Devemos mencionar aqui que estamos de Wendy apelido suprimindo a pedido dela. 34 Ela teme retaliações do Comitê de Política e, embora tenhamos de considerar os receios não se justifique, concordaram em respeitar os seus desejos. Entrevistámos ela por três vezes e ela explicou que ela pensou que sua fuga furtiva através do Canadá foi de alguma forma relacionados com Carmell ter quebrado é o contrato com a NASA. Ela não questionou ele. E ela certamente não tinha idéia de sua vida estava em perigo. Não até aquela manhã em fevereiro. Disse-lhe tudo o que de manhã, como ele se movimentava-la ao longo dos pavimentos de Earls Court. Disse-lhe a sorte. "Eles vão começar a arear os hotéis agora", disse ele. "Então, a partir daqui que vivemos em bruto. Encontramo-nos um agachamento em algum lugar e nós vivemos em bruto." E depois, na casa abandonada, onde dormiu por duas noites seguintes, ele lhe disse que estava determinado a ir em frente com seu plano. Ele estava indo para expô-los e suas atrocidades. E ele não ia ser interrompido pela morte Ballantine's ". Mabey eu deveria ir direto para a imprensa", disse ele. Esta é a única maneira de jogá-lo agora ... "" Mas e se eles não acreditam em você ? "É claro que eles vão acreditar em mim!" É a verdade e eu vou bem danado fazê-los acreditar em mim! "Eu estava assistindo um programa na televisão na noite passada", disse Wendy. "Enquanto você estava ... você sabe ... dormir. Eu estava assistindo um programa chamado Relatório Científico ..." Então? "" Então, parece-me que um programa como o que teria ... consultores científicos e os conselheiros, Dumbhead, pode entender o que você está falando ... "Carmell imediatamente se entusiasmou." Pode ter certeza que seria ... melhor do que qualquer repórter de jornal ... Ei, eu realmente acho que você acertou. Ciência ... Relatório que foi na estação? Esta "" Eu tenho a impressão de que sai a cada semana ... mas não me lembro qual estação ", disse Wendy. -" Eu sei que tinha uma ficha no local, em o meio para consegui-lo "t ter sido o correspondente da BBC ..." "Eu vou encontrá-lo", interrompeu Carmell, "E eu vou dar-lhes a ciência relatório mais sensacional que eu já tinha ..." 35 SECÇÃO QUATRO Relatório Científico teve um sucesso muito treze - julgamento na semana em ITV em 1975. Avaliações foram alimentos, surpreendentemente boa para um projeto tão sério e Cetro televisão teve pouca dificuldade convencer da rede para ter uma nota de vinte - executar semana em 1976. Seis que era enorme para Chris Clements e seu ego, para o Ciência Hoje foi o seu bebê. Ele produziu e dirigiu. E ele afirmou, não sem razão, ter originado a maioria de seus brilhantes idéias. Assim, a decisão da rede foi um grande elogio a ele. Foi também um enorme desafio. Mantendo-se esse padrão de 26 semanas em uma fileira - ele realmente estava muito a fim um. Clements não teve dúvidas, no entanto, sobre sua capacidade de cumprir essa ordem. Ele simplesmente tem sua adrenalina. Ele era um pouco homem magro, que parecia como se ele alguma vez possa ter sido um jockey, e tinha cabelos escuros esparsos que sempre precisei de pentear. Ele sempre falava rápido, em frases staccato urgente, como se sua língua estava com pressa permanente. E ele gerou entusiasmo como Chris Clements. Eles estavam indo para estoques, pelo menos, uma dúzia de programas. Esse era o plano. eles fariam o último durante quatorze corrida. Então, pelo meados de dezembro de 1975, que já teve sete na lata - por isso eles estavam confortavelmente antes do previsto - ea equipe de produção estava a considerar qual o motivo para combater líquidas foram. Não oito deles naquele dia em escritório de Clemente, que estava do outro lado do corredor por trás Studio B. Ele d frequentemente protesto que o escritório era pequeno demais para realizar reuniões adequada e também que ele não gostava de cozinhar odores que derivou-se da cozinha da cantina. Seus protestos tinha feito nada de bom. Eles apenas trouxeram curt pequenas notas de Leonard Harman - Controlador Assistente de Programas (Admin) - lembrando que o espaço era um prêmio, que a ciência Relatório não se classificou para sua própria produção do escritório. Harman, claro, tinha um grande escritório de longe. Uma com bom ar-condicionado. Então, lá estavam eles, os oito deles, no escritório que estava realmente muito pequeno. de assistente de produção Clement, Jean Baker, foi na mesa. Em geral, ela sentou-se à mesa durante essas reuniões, porque ela fez a maior parte da nota - e tendo a referência aos arquivos e Clements, porque gostava de pensar em seus pés. Ele andou para trás e para frente, as mãos e os braços dançando expressivamente, uma vez que saltou idéias em torno de 36. Os outros estão o ex-apresentador ITN Simon Butler, âncora do programa-homem, e jornalistas Katherine White e Benson Colin. Em frente deles foram os consultores científicos, o professor David Cowie e Dr. Patrick Neve, e no canto mais próximo a porta estava pesquisador Terry Dickson. "Wave - o poder", sugeriu Benson. "Energia das ondas ..." "Lembra açoitado a, morte, amor", disse Clements. Ballantine já havia sido assassinado. Fear imediatamente cancelou seu cérebro. "Jogue suas coisas." Ele estava de pé e seu tom foi decisivo. "" Estamos saindo agora -. Wendy olhou para ele, confuso. "What's up?" "Eu quero continuar a viver - é o que está acontecendo. Que" Carmell já estava empacotando suas roupas em uma alça de couro. "Agora vamos lá - mudança." Doze minutos depois, eles resolveram seu projeto e foram para fora do hotel. E como correu, ele disse a ela exatamente por isso que eles estavam em Inglaterra. Devemos mencionar aqui que estamos de Wendy apelido suprimindo a pedido dela. 34 Ela teme retaliações do Comitê de Política e, embora tenhamos de considerar os receios não se justifique, concordaram em respeitar os seus desejos. Entrevistámos ela por três vezes e ela explicou que ela pensou que sua fuga furtiva através do Canadá foi de alguma forma relacionados com Carmell ter quebrado é o contrato com a NASA. Ela não questionou ele. E ela certamente não tinha idéia de sua vida estava em perigo. Não até aquela manhã em fevereiro. Disse-lhe tudo o que de manhã, como ele se movimentava-la ao longo dos pavimentos de Earls Court. Disse-lhe a sorte. "Eles vão começar a arear os hotéis agora", disse ele. "Então, a partir daqui que vivemos em bruto. Encontramo-nos um agachamento em algum lugar e nós vivemos em bruto." E depois, na casa abandonada, onde dormiu por duas noites seguintes, ele lhe disse que estava determinado a ir em frente com seu plano. Ele estava indo para expô-los e suas atrocidades. E ele não ia ser interrompido pela morte Ballantine's ". Mabey eu deveria ir direto para a imprensa", disse ele. Esta é a única maneira de jogá-lo agora ... "" Mas e se eles não acreditam em você ? "É claro que eles vão acreditar em mim!" É a verdade e eu vou bem danado fazê-los acreditar em mim! "Eu estava assistindo um programa na televisão na noite passada", disse Wendy. "Enquanto você estava ... você sabe ... dormir. Eu estava assistindo um programa chamado Relatório Científico ..." Então? "" Então, parece-me que um programa como o que teria ... consultores científicos e os conselheiros, Dumbhead, pode entender o que você está falando ... "Carmell imediatamente se entusiasmou." Pode ter certeza que seria ... melhor do que qualquer repórter de jornal ... Ei, eu realmente acho que você acertou. Ciência ... Relatório que foi na estação? Esta "" Eu tenho a impressão de que sai a cada semana ... mas não me lembro qual estação ", disse Wendy. -" Eu sei que tinha uma ficha no local, em o meio para consegui-lo "t ter sido o correspondente da BBC ..." "Eu vou encontrá-lo", interrompeu Carmell, "E eu vou dar-lhes a ciência relatório mais sensacional que eu já tinha ..." 35 SECÇÃO QUATRO Relatório Científico teve um sucesso muito treze - julgamento na semana em ITV em 1975. Avaliações foram alimentos, surpreendentemente boa para um projeto tão sério e Cetro televisão teve pouca dificuldade convencer da rede para ter uma nota de vinte - executar semana em 1976. Seis que era enorme para Chris Clements e seu ego, para o Ciência Hoje foi o seu bebê. Ele produziu e dirigiu. E ele afirmou, não sem razão, ter originado a maioria de seus brilhantes idéias. Assim, a decisão da rede foi um grande elogio a ele. Foi também um enorme desafio. Mantendo-se esse padrão de 26 semanas em uma fileira - ele realmente estava muito a fim um. Clements não teve dúvidas, no entanto, sobre sua capacidade de cumprir essa ordem. Ele simplesmente tem sua adrenalina. Ele era um pouco homem magro, que parecia como se ele alguma vez possa ter sido um jockey, e tinha cabelos escuros esparsos que sempre precisei de pentear. Ele sempre falava rápido, em frases staccato urgente, como se sua língua estava com pressa permanente. E ele gerou entusiasmo como Chris Clements. Eles estavam indo para estoques, pelo menos, uma dúzia de programas. Esse era o plano. eles fariam o último durante quatorze corrida. Então, pelo meados de dezembro de 1975, que já teve sete na lata - por isso eles estavam confortavelmente antes do previsto - ea equipe de produção estava a considerar qual o motivo para combater líquidas foram. Não oito deles naquele dia em escritório de Clemente, que estava do outro lado do corredor por trás Studio B. Ele d frequentemente protesto que o escritório era pequeno demais para realizar reuniões adequada e também que ele não gostava de cozinhar odores que derivou-se da cozinha da cantina. Seus protestos tinha feito nada de bom. Eles apenas trouxeram curt pequenas notas de Leonard Harman - Controlador Assistente de Programas (Admin) - lembrando que o espaço era um prêmio, que a ciência Relatório não se classificou para sua própria produção do escritório. Harman, claro, tinha um grande escritório de longe. Uma com bom ar-condicionado. Então, lá estavam eles, os oito deles, no escritório que estava realmente muito pequeno. de assistente de produção Clement, Jean Baker, foi na mesa. Em geral, ela sentou-se à mesa durante essas reuniões, porque ela fez a maior parte da nota - e tendo a referência aos arquivos e Clements, porque gostava de pensar em seus pés. Ele andou para trás e para frente, as mãos e os braços dançando expressivamente, uma vez que saltou idéias em torno de 36. Os outros estão o ex-apresentador ITN Simon Butler, âncora do programa-homem, e jornalistas Katherine White e Benson Colin. Em frente deles foram os consultores científicos, o professor David Cowie e Dr. Patrick Neve, e no canto mais próximo a porta estava pesquisador Terry Dickson. "Wave - o poder", sugeriu Benson. "Energia das ondas ..." "Lembra açoitado a, morte, amor", disse Clements. Especialmente se a NASA negou a história - Harry Carmell tinha avisado a ele que a NASA nega veementemente. Carmell e havia ajudado. Ele teria ficado nervoso sobre como fazer isso, mas - sem precisar de permissão de seus superiores - que ele tinha ajudado. Ele jogou de Jodrell Bank Ballantine fita através de um dos circuitos eletrônicos decodificação da NASA. E então eles tinham visto, apenas a dois deles, as imagens surpreendentes que foram subitamente decorrentes da unscrambled fita. Carmell, de imediato, ficaram apavoradas. "Não yap sobre isso - não a ninguém", ele disse. "Esses bastardos nos matariam se eles soubessem o que nós vimos. Dê uma palavra, amiga, conselhos e destruir aquela maldita fita ..." Temos essas palavras, exatamente como elas foram ditas, pois eles fizeram uma grande impressão em Ballantine. Chega de uma impressão para ele para registrá-los em seu diário de 1976. Ballantine não falar do que ele viu na NASA. Ele tentou esquecer. Mas, é claro, não podia esquecer. Na quarta-feira janeiro 26, 1977, Ballantine teve uma chamada telefônica inesperada de Carmell na América. A maior parte de conversas telefónicas contidas Ballantine uma tal massa de informações técnicas que gravou-as para referência futura. Ele gravou um presente especial e, agora, com a permissão da Senhora Ballantine, somos capazes de apresentá-lo: 28 Carmell: Você fez como eu disse Ballantine? .. Você quis destruir esse: fita? Eu não tenha contado a ninguém sobre isso. .. mas eu ainda tenho o seguro ... Carmell: Graças a Deus! Então, podemos estourar a sangrenta coisa toda ... Ballantine: Me desculpe ... o que você está falando:? Carmell cobnsignments lote ... é isso que eu estou falando ... Eu lhe digo, amigo, é incrível o que esses tontos estão fazendo ... Ballantine:? remessas lote ... Eu não sei o que isso significa ... Carmell: Stinking atrocidades ... isso é o que isso significa ... Mas eu não quero dizer não mais, não no fio ... Eu vou te dizer quando eu chegar para você ... Ballantine: Você está vindo para a Inglaterra:? Carmell pelo vôo maldito primeiro eu posso ... eu saia da NASA e Eu pedi um juke bebé - caixa ... Ballantine: Eu não acho que eu peguei ... Carmell: Um juke - caixa ... você sabe ... de um codificador como usamos no ano passado .. . Eu tenho um e eu estou trazendo ele para a Inglaterra ... Ballantine: Mas o que aconteceu Carmell? ... E o lote são: as remessas? Aguarde até que nos encontremos, amigo, e ele vai explodir sua mente .. . Jesus, eu sabia que esses bastardos eram más, mas eu nunca imaginei ... olha, eu vou telefonar-lhe quando eu chegar a Londres, ok:? Ballantine Você espera para chegar aqui amanhã:? Carmell Não é possível dizer com acerto ... eles sabem que eu, tenho o bebê e eles estão olhando para mim ... então eu tenho que jogar esperto. Eu poderia ter-se através do Canadá e daquele jeito ... me dá até ... bem, digamos uma semana domingo ... Eu deveria ter feito isso antes, então ... Ballantine: Você sabe, eu acho isso muito difícil crédito ... você é realmente em perigo:? Carmell Não perigo algum, amigo ... o pior possível perigo .... mas eu não podia ficar parado e só deixá-los fazer o que eles estão fazendo agora ... , olha, eu tenho que ir ... para uma semana de domingo no exterior, ok:? Ballantine Isso vai ser 06 de fevereiro ... Carmell: Sim ... mas com sorte ele vai ser mais cedo ... se você paraíso 't ouviu falar de mim novamente Febtruary 6 - digamos que por quatro da tarde - você sabe que é tudo asneira ... Ballantine: o que isso significa? E Carmell: Que eu vou estar morto, amigo, isso é o que que significa: 29. Ballantine! Senhor Bom ... mas se isso viesse a acontecer ... o que devo fazer:? Carmell Se você dá a mínima aboudecência t ou a dignidade humana ... você vá em frente e expor fedendo todo o assunto ... tem um cara em Genebra que vai ajudá-lo ... seu nome é ... Isso era o centro da conversa. Nós não somos a impressão do nome mencionado nessa fase por Harry Carmell para ele é a do homem que agora se referem como Trojan. Tendo em conta a forma de Tróia tem ajudado neste inquérito, sua vida estaria em perigo agudo se ele fosse de alguma forma a ser identificado neste livro. Então, houve Ballantine em seu estudo sobre 06 de fevereiro. Era quase 4:45 da tarde. E ainda não havia telefonema de Carmell. Eles provavelmente já sabia sobre sua fita e sobre o que ele pretendia fazer com ele ... "Ele pegou a fita da gaveta, sabendo que ele tinha que buscá-la para um lugar seguro. Foi quando ele percebeu que havia um amigo que possa estar capaz de aconselhá-lo - John Hendry, o editor-executivo de Londres internacional. agência de notícias de Kendry, para começar, tinha um repórter, em Genebra - e ele quase certamente rastrear o homem chamado por Carmell dizer. Hendry também seria capaz de ele a melhor maneira de dar a notícia - pois era essencial para fazer como inicial um grande impacto possível a. Ele puxava bizarro negócio todo o direito para o olho do desaparecimento público. Ele também tinha uma força profunda investigação de Harry Carmell. Olhou para o relógio novamente. início da noite de domingo. chances eram de que John Hendry ainda estava em seu escritório. Eles trabalharam horas estranhas em Fleet Street. Valeu a pena tentar. Ele estava com sorte. Ele pegou Hendry exatamente como ele estava se preparando sair. aqui, novamente com permissão Ballantine's Lady, é a transcrição desse telefonema: 30 Ballantine:? John ... Este é William Ballantine ... Hendry:. Bem, o que é uma feliz surpresa? Como estão as coisas um Ballantine Jodrell : Eu tenho um problema, John ... sim um problema sério ... e eu preciso de sua ajuda Hendry ...: Certamente, você sabe muito bem que qualquer ajuda que posso dar ... que tipo de problema Ballantine? : Posso conhecer-te esta noite:? Hendry Está em Londres:? Ballantine eu estou chamando de casa ... mas wouldn "t demorei a unidade .. Hendry: Bem ... Eu já estava quase encerrando a a noite ... Ballantine: É importante, John ... e eu prometo a você que é a maior história que você já viu este ano ... Hendry: Então, como posso dizer "não"? Você quer vir para o escritório que eu? Ballantine: Eu estarei com você o mais rapidamente possível ver. Oh - e João - Eu também estou colocando um pacote pelo correio para você ... mas eu vou explicar que, quando você ... Hendry: eu não sigo ... porque não trazê-lo com você ...: Ballantine Porque eu tenho um sentimento ... uma premonição se você gosta ... que os acontecimentos estão começando a se mover bastante rápido ... e eu quero segura da minha posse Hendry ...: E o que é suposto ser a lógica? William, que é tudo isso:? Ballantine Espere por mim ... então você vai entender tudo o Ballantine. A seqüência de eventos que se seguiram imediatamente ao converstaion foram descritos pela senhora. Conhecemo-la em Julho 27,1977. Aqui está a declaração que ela fez em seguida: eu entrei no estudo assim como meu marido estava substituindo o receptor e eu não pude deixar de notar, desde logo, que ele estava em um estado de agitação. Este extremamente auto - homem possuído. Ele nunca se permitiu ficar afobado. Ele tinha se comportado estranhamente pouco, um pouco fora - - semana - personagem, sobre um desde que ele tinha um telefonema de um homem na América. - Ele não iria discutir isso comigo que, novamente, era raro - mas ele parecia estar muito no limite. No entanto, eu nunca vi ele tão olhou quando eu entrei em seu estudo. Eu tive a nítida sensação - e eu não acho que estou a dramatizar, com recuo - ele estava com medo. 31 que eu lhe perguntei o que estava incomodando ele, pois era óbvio que alguma coisa estava, mas ele continuou balançando a cabeça e dizendo que não não era nada. Ele me disse que teve que dirigir para Londres imediatamente uma reunião ... Lady Ballantine tornou-se um pouco angustiado durante esta parte do mapa e nós esperamos por um tempo até ela se recompôs. Ela desculpas por chorar e disse que estava ansioso para continuar, porque ela queria assistir. Nossa investigação, ela assinalou, teria tido a maior aprovação de seu marido. Ela continuou: Ele pegou um pacote de uma gaveta de sua mesa e selados-lo em um envelope grande, que ele dirigiu ao Sr. Hendry, em Londres. Ele colocou os selos sobre ele e me pediu para levá-lo imediatamente para a caixa postal. Ele disse que era mais urgente e, embora eu apontou que não houve coleta naquela noite, ele foi muito inflexível que eu deveria levá-lo então. Ele disse que provavelmente seria de voltar de Londres nas primeiras horas da manhã, mas , como você sabe, eu nunca mais o vi. Ballantine Por que agir de maneira tão estranha mais a fita? Teria sido mais lógico, certamente, para ele ter levado com ele para Londres. Obtendo sua esposa para publicá-la - de forma a assegurar que seria antes de chegar atrasada Hendry - parece fazer pouco sentido. Confessamos que não temos a resposta. A menos que haja um ser encontrada nesse transcrição de sua conversa com Hendry ... "Eu tenho um sentimento ... uma premonição se você gosta ..." Isso é o que ele disse . E poderia ser a chave. Sabemos agora que a fita nunca teria alcançado Hendry se tivesse ido para o carro do Ballantine. Mas então, tomando uma expressão de Lady Ballantine, nós temos o benefício da retrospectiva. Ballantine's morte, como você pode recordar, fez todas as primeiras páginas. O título inicial de um dos tablóides ler FREAK SKID MATA principal da ciência - e que parecia resumir. Não houve explicação óbvia para o seu carro ter careered fora da estrada em que a viagem para Londres. Ballantine foi uma constante e motorista competente, que tinha viajado por esse caminho muitas vezes antes. Ele teria conhecido sobre o estranho e dobre sobre terrível queda que, além da vedação de protecção. E, mesmo em um estado agitado, ele quase certamente teria se aproximou com cautela. Uma aberração derrapagem. Sim, que parecia dizer tudo. 32 uma única fotografia do acidente foi colocado à disposição da imprensa e da televisão. séries inteiras foram tomadas pela agência cameraman George Green, mas apenas um foi já lançado. A Ele mostrou parte dos destroços - e um cobertor - na forma de uma maca. abrangidos Pedimos verde que estava em outras fotos. Por que tinham sido confiscados? "Eu fui obrigado a manter minha boca fechada", disse ele. "Mas eu vou te dizer isso ... você deve pedir que o professor Radwell porque ele mentiu no inquérito. Agora eu estou dizendo mais nada ... seria mais do que o meu trabalho vale a pena. Ele é o garoto que você quer para conversar. "Professor Hubert Radwell foi o patologista que prestou depoimento no inquérito Ballantine. Ele relatou que o corpo tinha sido "grandes queimados". Isso já era complicado para não ter havido fogo - e Radwell não tinha sido pressionado por uma explicação. - Nós verificamos volta de Tróia na transcrição da reunião do Comitê de Política a realizada apenas três dias antes da morte de Ballantine. E nós estudamos as palavras utilizadas cerca de Ballantine e Harry Carmell: R SETE: Como você disse, então, não há espaço para a pergunta ... os dois tem que ser oportunismos:. A OITO Todos concordaram ..? ... Boa . Sugiro um par de bons empregos ... legistas sempre jogar-los quietos ... "trabalhos a quente" e "extensiva" queima ... e médicos legistas ", sempre jogando em segredo." E agora esta declaração enigmática de cameraman George Green. Tudo tinha que somar mais do que mera coincidência. Radwell professor, num primeiro momento, se recusou a fazer qualquer comentário. "O negócio Ballantine está no passado", disse ele. "Nada pode ser adquirida por ajuntando tudo." Nós formaram a impressão de que ele estava sob alguma pressão, que tinha sido dadas instruções para permanecer em silêncio. E que ele estava desconfortável com essas instruções. Essa impressão razão. Nós insistiu com ele para especificar a extensão da queimadura. E de repente, a nossa parecia que ele queria desabafar. "surpresa Era estranho", disse ele. "estranho. Quite" Ele fez uma pausa antes de acrescentar: "Disseram-me que iria causar alarme desnecessário ... que não havia nenhum ponto em pessoas saber ... mas agora não tenho certeza ... Eu sempre considerada como sacrossanta verdade. "Outra pausa. Então, obviamente, de ter tomado uma grande decisão, ele falou rapidamente e em comprimento. Sua declaração, que será apresentar mais tarde, fornece uma incrível visão sobre o que realmente matou Sir William Ballantine. E, em que o Comitê de Política dizer com um trabalho a quente ". 33 Harry Carmell primeira vez que ouvi a notícia da morte de Ballantine em um boletim de rádio. Ele ouviu no início da manhã em 7 de fevereiro e dificilmente registrado. Muito pouco se registrar com Carmell naquele momento. A tensão prolongada de esquivar-se fora da América, sabendo que ele era um alvo para a execução, empurrou-o de volta em um hábito ele pensou que tinha chutado para sempre. Ele estava de volta às drogas. . Drogas Hard Ele estava em seu mid - trinta anos, mas normalmente olhado pelo menos 10 anos mais jovem. Nesta manhã especial, em um quarto de hotel em Earls Court de Londres, foi mais como um homem doente de sessenta anos ou mais. Ele estava deitado completamente vestida na capa da cama desfeita, sua branqueada olhos azuis fixos unseeingly em uma rachadura no teto. Sua pele, muito apertado sobre o seu rosto, tinha a palidez de uma mortalha. E sentiu como se fosse mais uma vez começar a vomitar. Sua garota, Wendy, estava recebendo os jornais da manhã. Acendeu um cigarro, tentou ele próprio irá voltar à normalidade. Mas sua cabeça ainda parecia cheio de nevoeiro. Ballantine. Quase podia jurar que tinha ouvido falar que o cara no rádio mencionar o nome Ballantine. Ou talvez fosse um nome muito semelhante. Fez-lhe lembrar, porém, o que ele tem que fazer. Ele tem para manter contato com Ballantine. Ele tem que dar a ele a juke - box. Ele verificou a data de seu relógio e jurou com desespero silencioso. 7 de fevereiro. Jesus! Isso tinha que dizer que ele tinha sido apagado de sua mente durante três dias - desde que ele tinha dito a Ballantine, ele estava em pânico. Ele disse Ballantine, disse-lhe, muito concretamente, que ele ia ligar ao 06 de fevereiro, o mais tardar. E que se ele não ligou então, Ballantine poderia supor que ele estava morto. Trepou para fora da cama, começou a atrapalhar a sua carteira. Onde diabos foi que o número de sangue? Ele a achou em um pedaço de cartão apenas como Wendy voltou. Sentou-se em seu travesseiro para iniciar a marcação e ela lhe entregou um dos jornais. Um olhar para a primeira página o fez largar o receptor como se fosse de repente branco - quente. Esse cara no rádio ... ele tinha ouvido corretamente. Ballantine já havia sido assassinado. Fear imediatamente cancelou seu cérebro. "Jogue suas coisas." Ele estava de pé e seu tom foi decisivo. "" Estamos saindo agora -. Wendy olhou para ele, confuso. "What's up?" "Eu quero continuar a viver - é o que está acontecendo. Que" Carmell já estava empacotando suas roupas em uma alça de couro. "Agora vamos lá - mudança." Doze minutos depois, eles resolveram seu projeto e foram para fora do hotel. E como correu, ele disse a ela exatamente por isso que eles estavam em Inglaterra. Devemos mencionar aqui que estamos de Wendy apelido suprimindo a pedido dela. 34 Ela teme retaliações do Comitê de Política e, embora tenhamos de considerar os receios não se justifique, concordaram em respeitar os seus desejos. Entrevistámos ela por três vezes e ela explicou que ela pensou que sua fuga furtiva através do Canadá foi de alguma forma relacionados com Carmell ter quebrado é o contrato com a NASA. Ela não questionou ele. E ela certamente não tinha idéia de sua vida estava em perigo. Não até aquela manhã em fevereiro. Disse-lhe tudo o que de manhã, como ele se movimentava-la ao longo dos pavimentos de Earls Court. Disse-lhe a sorte. "Eles vão começar a arear os hotéis agora", disse ele. "Então, a partir daqui que vivemos em bruto. Encontramo-nos um agachamento em algum lugar e nós vivemos em bruto." E depois, na casa abandonada, onde dormiu por duas noites seguintes, ele lhe disse que estava determinado a ir em frente com seu plano. Ele estava indo para expô-los e suas atrocidades. E ele não ia ser interrompido pela morte Ballantine's ". Mabey eu deveria ir direto para a imprensa", disse ele. Esta é a única maneira de jogá-lo agora ... "" Mas e se eles não acreditam em você ? "É claro que eles vão acreditar em mim!" É a verdade e eu vou bem danado fazê-los acreditar em mim! "Eu estava assistindo um programa na televisão na noite passada", disse Wendy. "Enquanto você estava ... você sabe ... dormir. Eu estava assistindo um programa chamado Relatório Científico ..." Então? "" Então, parece-me que um programa como o que teria ... consultores científicos e os conselheiros, Dumbhead, pode entender o que você está falando ... "Carmell imediatamente se entusiasmou." Pode ter certeza que seria ... melhor do que qualquer repórter de jornal ... Ei, eu realmente acho que você acertou. Ciência ... Relatório que foi na estação? Esta "" Eu tenho a impressão de que sai a cada semana ... mas não me lembro qual estação ", disse Wendy. -" Eu sei que tinha uma ficha no local, em o meio para consegui-lo "t ter sido o correspondente da BBC ..." "Eu vou encontrá-lo", interrompeu Carmell, "E eu vou dar-lhes a ciência relatório mais sensacional que eu já tinha ..." 35 SECÇÃO QUATRO Relatório Científico teve um sucesso muito treze - julgamento na semana em ITV em 1975. Avaliações foram alimentos, surpreendentemente boa para um projeto tão sério e Cetro televisão teve pouca dificuldade convencer da rede para ter uma nota de vinte - executar semana em 1976. Seis que era enorme para Chris Clements e seu ego, para o Ciência Hoje foi o seu bebê. Ele produziu e dirigiu. E ele afirmou, não sem razão, ter originado a maioria de seus brilhantes idéias. Assim, a decisão da rede foi um grande elogio a ele. Foi também um enorme desafio. Mantendo-se esse padrão de 26 semanas em uma fileira - ele realmente estava muito a fim um. Clements não teve dúvidas, no entanto, sobre sua capacidade de cumprir essa ordem. Ele simplesmente tem sua adrenalina. Ele era um pouco homem magro, que parecia como se ele alguma vez possa ter sido um jockey, e tinha cabelos escuros esparsos que sempre precisei de pentear. Ele sempre falava rápido, em frases staccato urgente, como se sua língua estava com pressa permanente. E ele gerou entusiasmo como Chris Clements. Eles estavam indo para estoques, pelo menos, uma dúzia de programas. Esse era o plano. eles fariam o último durante quatorze corrida. Então, pelo meados de dezembro de 1975, que já teve sete na lata - por isso eles estavam confortavelmente antes do previsto - ea equipe de produção estava a considerar qual o motivo para combater líquidas foram. Não oito deles naquele dia em escritório de Clemente, que estava do outro lado do corredor por trás Studio B. Ele d frequentemente protesto que o escritório era pequeno demais para realizar reuniões adequada e também que ele não gostava de cozinhar odores que derivou-se da cozinha da cantina. Seus protestos tinha feito nada de bom. Eles apenas trouxeram curt pequenas notas de Leonard Harman - Controlador Assistente de Programas (Admin) - lembrando que o espaço era um prêmio, que a ciência Relatório não se classificou para sua própria produção do escritório. Harman, claro, tinha um grande escritório de longe. Uma com bom ar-condicionado. Então, lá estavam eles, os oito deles, no escritório que estava realmente muito pequeno. de assistente de produção Clement, Jean Baker, foi na mesa. Em geral, ela sentou-se à mesa durante essas reuniões, porque ela fez a maior parte da nota - e tendo a referência aos arquivos e Clements, porque gostava de pensar em seus pés. Ele andou para trás e para frente, as mãos e os braços dançando expressivamente, uma vez que saltou idéias em torno de 36. Os outros estão o ex-apresentador ITN Simon Butler, âncora do programa-homem, e jornalistas Katherine White e Benson Colin. Em frente deles foram os consultores científicos, o professor David Cowie e Dr. Patrick Neve, e no canto mais próximo a porta estava pesquisador Terry Dickson. "Wave - o poder", sugeriu Benson. "Energia das ondas ..." "Lembra açoitado a, morte, amor", disse Clements. "Você não vê BB-C2 quer. - E, por considerá-lo um bom sujeito, ele tinha sido discretamente pesquisando onda. Energia Ele teria de sucatas, que agora todo mundo. Clements, apesar de seu hábito de chamar" amor ", foi difícil. Quando ele disse que não queria dizer não. "Newsweek tenho uma peça intrigante sobre os funcionários do robô", disse Cowie. "Eles estão agora a ser construído, ao que parece, o polonês pisos e até mesmo fazer camas ..." Agora que eu gosto! ", disse Clements alegremente." ma Mecânicaids! Sim, nós podemos realmente se divertir com isso. Jean amor ... largue isso como uma possível ... vamos voltar a ele. "" Acho que é hora de fechar deu um olhar realmente a fuga de cérebros ", disse Butler. Clements parou seu ritmo, olhou duvidar -. plena I don "sabe, Simon ... parece-me um pouco pesado. t" Ele colocou o queixo em sua mão direita dele. "É realmente nós?" "Bem, se é que não, acho que deveria ser ", disse Butler." Somos um programa de ciência e considera o número de cientistas que estão saindo ... eo que isso significa para o país ... ", reconheceu Clements." Talvez, se vestiu-o com algumas boas histórias humanas ... "Ele olhou para Dickson." Como é, Terry? Acho que você poderia desenterrar uma animada seleção de casos de histórias? "Dickson podia ver sua carga de trabalho em rápido crescimento." Levaria tempo ", ele disse cautelosamente." Claro que seria, o amor. Colocar as pessoas certas ... Eu posso ver isso. Mas não tem que ser prioridade. Dizer que estavam a pensar nisso em termos de cinco programas a partir de agora ... então você pode arrastar-se junto com ele quando você não está muito agitado, com os quatro primeiros ... "Foi como simpl "Você não vê BB-C2 quer. - E, por considerá-lo um bom sujeito, ele tinha sido discretamente pesquisando onda. Energia Ele teria de sucatas, que agora todo mundo. Clements, apesar de seu hábito de chamar" amor ", foi difícil. Quando ele disse que não queria dizer não. "Newsweek tenho uma peça intrigante sobre os funcionários do robô", disse Cowie. "Eles estão agora a ser construído, ao que parece, o polonês pisos e até mesmo fazer camas ..." Agora que eu gosto! ", disse Clements alegremente." ma Mecânica ids! Sim, nós podemos realmente se divertir com isso. Jean amor ... largue isso como uma possível ... vamos voltar a ele. "" Acho que é hora de fechar deu um olhar realmente a fuga de cérebros ", disse Butler. Clements parou seu ritmo, olhou duvidar -. plena I don "sabe, Simon ... parece-me um pouco pesado. t" Ele colocou o queixo em sua mão direita dele. "É realmente nós?" "Bem, se é que não, acho que deveria ser ", disse Butler." Somos um programa de ciência e considera o número de cientistas que estão saindo ... eo que isso significa para o país ... ", reconheceu Clements." Talvez, se vestiu-o com algumas boas histórias humanas ... "Ele olhou para Dickson." Como é, Terry? Acho que você poderia desenterrar uma animada seleção de casos de histórias? "Dickson podia ver sua carga de trabalho em rápido crescimento." Levaria tempo ", ele disse cautelosamente." Claro que seria, o amor. Colocar as pessoas certas ... Eu posso ver isso. Mas não tem que ser prioridade. Dizer que estavam a pensar nisso em termos de cinco programas a partir de agora ... então você pode arrastar-se junto com ele quando você não está muito agitado, com os quatro primeiros ... "Foi como simpl "Você não vê BB-C2 quer. - E, por considerá-lo um bom sujeito, ele tinha sido discretamente pesquisando onda. Energia Ele teria de sucatas, que agora todo mundo. Clements, apesar de seu hábito de chamar" amor ", foi difícil. Quando ele disse que não queria dizer não. "Newsweek tenho uma peça intrigante sobre os funcionários do robô", disse Cowie. "Eles estão agora a ser construído, ao que parece, o polonês pisos e até mesmo fazer camas ..." Agora que eu gosto! ", disse Clements alegremente." ma Mecânica ids! Sim, nós podemos realmente se divertir com isso. Jean amor ... largue isso como uma possível ... vamos voltar a ele. "" Acho que é hora de fechar deu um olhar realmente a fuga de cérebros ", disse Butler. Clements parou seu ritmo, olhou duvidar -. plena I don "sabe, Simon ... parece-me um pouco pesado. t" Ele colocou o queixo em sua mão direita dele. "É realmente nós?" "Bem, se é que não, acho que deveria ser ", disse Butler." Somos um programa de ciência e considera o número de cientistas que estão saindo ... eo que isso significa para o país ... ", reconheceu Clements." Talvez, se vestiu-o com algumas boas histórias humanas ... "Ele olhou para Dickson." Como é, Terry? Acho que você poderia desenterrar uma animada seleção de casos de histórias? "Dickson podia ver sua carga de trabalho em rápido crescimento." Levaria tempo ", ele disse cautelosamente." Claro que seria, o amor. Colocar as pessoas certas ... Eu posso ver isso. Mas não tem que ser prioridade. Dizer que estavam a pensar nisso em termos de cinco programas a partir de agora ... então você pode arrastar-se junto com ele quando você não está muito agitado, com os quatro primeiros ... "Foi como simple and as casual as that.  None of them at
that meeting had the slightest inkling that they were about
to embark on the most astonishing television documentary ever
produced - the one which was to explode the secrecy of
Alternative 3.

     Dickson knew there was only one satisfactory way to
tackle this sort of problem - dozens of telephone calls.
Probably scores of them, even.  It was no use hoping to rely
on local stringers because they never really came up with the
goods. Not on this type of job.





                              37
     He'd have to call head - hunting firms and the major
professional organizations...universities and research
establishments.  He'd get told that people didn't want to
appear on the programme or he'd find that they were too
damned dull to be allowed on the programme.  And if he worked
at it hard enough - and had a bit of luck - he'd finish up
with a good varied collection.  Of people who mattered and
who mattered and who could talk.
     He got lucky, as it happened, quite soon.  One of his
first telephone calls - made purely on spec - was to a
complex of research laboratories.  A helpful man in the
Public Relations department told him that one of their solar
- energy experts would soon be leaving for America.  Her name
was Ann Clark and she was aged 29.
The P.R. man pointed out that naturally he couldn't say if
Dr. Clark would agree to take part in the programme.  If she
did agree, however, there would be no objection from the
management.  He also told Dickson that Dr. Clark was "a real
cracker" but quickly added that that was background
information and that he did not wish to be quoted.
     Ann Clark, to Dickson's relief, said she'd be pleased to
appear in Science Report.  In fact, she was delighted that a
television company should be planning to show the disgusting
conditions in which British scientists were expected to work.
She was, quite obviously, a very fluent speaker.
     Clements usually liked to see a photograph and a
biographical breakdown of people before committing himself to
putting them on his programme.  He'd made that rule, years
before, after bling-booking an expert on beauty aids - only
to find that she looked and sounded like the worst of the
Macbeth witches.  He'd had to record her, of course, and
they'd junked the recording after she'd left the studio.  And
Harman had raised hell about the waste of valuable studio
time.
     Now Clements played safe.  He had this rule.  So Dickson
arranged for a Norwich news-agency to call on Ann Clark.
This agency came back with the whisper that she wasn't going
to America purely because of working conditions.  The
conditions were bad, very bad, but she'd also had some sort
of romantic bust-up...
     Dickson decided to forget the whisper.  It only
complicated matters.  Clements approved the photograph.  And
Colin Benson, the young coloured reporter, set off with a
film unit for Norwich.
     Later there were suspicions that the assignment was
sabotaged by somebody at Sceptre.  Those suspicions could
never be proved.  So we can merely  record that something
happened to the film after it was taken back for processing -
 and that only a fraction of it could be used in the
transmitted programme.



                              38
     At the time, however, it seemed like a routine job.
Benson says:  "Dr. Clark was not only extremely articulate
and eager to co-operate but she had obviously also done a
great deal of useful home-work on emigration.  She pointed
out that, apart from the frustrations facing her at the
laboratory, there were many ways in which initiative and
flair were being stifled in Britain.
     "I remember her talking about how a man called Marcus
Samuel started the Shell organization-in 1830, I think she
said - as a small private company selling varnished sea-
shells.  Men of his caliber, she said, were now being
positively discouraged in Britain - and that was another
reason she was glad to be off to America.
     "She was, in fact, a really good interviewee, a
television natural.  nd I was delighted with what we'd got in
the can."
     His delight died abruptly when they got back to the
studios and the film was processed.  Most of it - sound and
vision - was completely blank.  It had never happened before
and there was no logical explanation for it having happened
now.  There had been more than forty-five minutes of
interview which, after editing, would have provided about
twelve minutes of screen time.  All they could salvage was a
fifteen-second segment.
     Clements, naturally, was fuming.  Sending a unit all the
way to Norwich was damned expensive - and he knew how Harman
would squeal about him going over budget.  He quizzed Benson
at length.  "You're really sure that she is that good?  That
it's really worth going there again?"
     "It was a hell of a good interview,'insisted Benson.  "I
say we should go back."
     He telephoned Ann Clark, explained the situation, and
fixed a new appointment.  He takes up the story from there:
"She was very sympathetic and she agreed quite willingly to
see us again.  But two days later, when we got to Norwich, it
was all very different...
     "She wasn't at her flat, where we'd arranged to meet
her, but after quite a lot of trouble we did find her at
another address.  She looked flustered and - I don't think I
was imagining this - a bit frightened.  It seemed quite clear
that, for some reason or another, she'd been hoping to give
us the slip.
     "She certainly didn't want to talk, didn't want to know
at all.  Later we discovered she'd even told the security
people at the laboratories that we were pestering her and
that they shouldn't let us in.  It was just a crazy-
situation.
     "I did manage to grab a few words with her at the gate
the next morning - although she tried to duck away when she
spotted us waiting there - and I asked her what was wrong.