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sábado, 28 de fevereiro de 2009

EXTRAÍDO DOS ARQUIVOS SECRETOS DA “SS”
















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ARQUIVOS SECRETOS DA “SS”

O sistema solar de Aldebaran estaria a 68 anos-luz da terra, e teria dois planetas habitados. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de “homens-deuses” brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas. Estas ter-se-iam desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seriam o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de Aldebaran começou a crescer, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.

Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres).

A raça dos mestres, os “homens-desuses brancos”, teria começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e tornou os planetas inabitáveis. Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de Maldek, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontram os asteróides. Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e as feições marcianas bem conhecidas, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham do alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra. Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que viveram em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.

Os membros da Sociedade Vril pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.
Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica.

Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelos telepatas - de onde quer que eles venham - eram tão precisos que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da “máquina para o Além”.
O conceito de “outra ciência” amadureceu nas mentes (em nossos dias empregaríamos o termo de “formas de energias alternativas”). Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições.




Nessa primeira fase de “outra técnica” ou de “outra ciência” o dr. W. O. Schumann, membro das sociedades Thule e Vril, fez a exposição na Faculdade de Ciências de Munique.
Eis uma parte dessa exposição:


Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a
sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade.
Trata-se sempre de uma forma ou de outra!

Esses dois princípios - que designamos concretamente como os princípios criadores e
destruidores - determinam também nossos meios técnicos [...]

O princípio destruidor é a obra do Diabo, o princípio criador, a obra de Deus [...]
Toda a técnica baseada no princípio da explosão ou da combustão pode ser catalogada de
técnica satânica. A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva e divina! [...]
(Extraído dos arquivos secretos dos SS).


No mesmo período, o cientista Victor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha feito seu o ensinamento de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, retomada e mantida secreta pelos templários.
Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão (neste caso, isso significa a utilização do potencial dos mundos interiores no mundo exterior). Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão é pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino. Quiseram então criar uma tecnologia baseada na implosão. A doutrina da oscilação de Shauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: implosão no lugar de explosão! Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, a gravidade.

A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além). Ela compreendia um disco de 8m de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5m de diâmetro e tendo abaixo outro disco de 6m de diâmetro. Esses três discos tinham em seu centro um orifício de 1,80m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação eletromagnético.

Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador. Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas de Messerschmidt em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código “JFM”. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da “máquina para o Além” mas ele foi classificado como “o levitador Schumann SM”.

A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante - nele compreendido o da máquina e seus ocupantes - um microcosmo completamente independente de nosso cosmo. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer matéria. Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que sentisse ou detectasse as forças de aceleração.
Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou, daí em diante, em colaboração com eles.

O primeiro OVNI alemão surgiu em junho de 1934. Foi sob a direção do dr. W. O. Schumann que surgiu o primeiro avião circular experimental no terreno da fábrica de aviões Arado em Brandenburgo; tratava-se do RFZ 1. Por ocasião de seu primeiro vôo, que foi também o último, ele subiu verticalmente a uma altura de 60m, mas começou a dançar no ar durante alguns minutos. A empenagem Arado 196 que deveria guiar o aparelho mostrou ser completamente ineficaz. Foi com muito sacrifício que o piloto Lothar Waiz conseguiu pousá-lo no solo, escapar e afastar-se correndo, pois o aparelho começou a rodopiar como um pião antes de capotar e de ficar completamente em pedaços. Foi o fim do RFZ 1, mas o início dos engenhos voadores Vril.

O RFZ 2 ficou acabado antes do fim do ano de 1934; ele tinha uma propulsão Vril e uma “pilotagem por impulsão magnética”. Seu diâmetro era de 5m, e suas características eram as seguintes: os contornos do aparelho ficavam sombreados quando ele tomava velocidade, e ele se iluminava com diversas cores, o que é bem característico dos OVNIs. Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta.




Ele pôde funcionar, e o ano de 1941 reservou-lhe um destino notável. Foi utilizado como avião de reconhecimento de grande distância durante a “Batalha da Inglaterra”, pois averiguou-se que os caças alemães standards ME 109 eram inadequados para vôos de reconhecimento transatlântico devido ao seu pequeno raio de ação.

Ele foi fotografado em fins de 1941 no alto do sul do Atlântico, quando se dirigia para o cruzador auxiliar Atlantis, que se encontrava nas águas da Antártica. Ele não podia ser usado como avião de caça pela seguinte razão: devido a sua pilotagem por impulsão, o RFZ 2 não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. “É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizaram os OVNIs.

Após o sucesso do pequeno RFZ 2 como avião de reconhecimento de grande distância, a Sociedade Vril dispôs de um terreno de experimentação em Brandenburgo. O caça Vril 1 disco voador equipado com armas leves, voava no fim do ano de 1942. Ele tinha 11,5m de diâmetro, possuía uma cabina e uma “propulsão por levitação Schumann” e uma ”pilotagem por impulsão de campo magnético”. Atingia velocidades de 2.900 a 12.000 km/h, podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço. Construíram 17 exemplares do Vril 1; houve também diversas variantes com dois assentos, munidos de uma cúpula de vidro.

No mesmo momento, um projeto V-7 surgiu. Muitos discos voadores usavam esse nome, mas tinham uma propulsão por reatores convencionais. Foi graças a Andreas Epp que o RFZ 7 foi criado; ele combinava um disco voador por levitação com essa propulsão por reação. A equipe de Schriever-Habermohl e aquela de Miethe-Belluzo participaram da sua elaboração. Ele tinha 42m de diâmetro, mas fracassou por ocasião de uma aterrissagem em Spitzbergen. Nos arredores de Praga, fizeram entretanto, mais tarde, uma foto de um RFZ 7 construído do mesmo jeito. Segundo Andreas Epp, ele deveria ser equipado com ogivas nucleares e deveria bombardear Nova Iorque.
Em julho de 1941, Schriever e Habermohl construíram um avião circular que decolava na vertical, movido por uma propulsão por reação, mas que tinha, entretanto, graves perdas de força. Desenvolveram portanto outro “pião volante a eletro-gravitação” com uma propulsão a taquions, que teve melhor resultado.
Depois foi a vez do RFZ 7T; construído por Schriever, Habermohl e Belluzo, que também funcionou maravilhosamente. Mas comparados com os discos Vril e Haunebu, os discos voadores V-7 eram como brinquedos de crianças.
Até mesmo no meio dos SS encontrava-se um grupo que trabalhava para a produção da energia alternativa. Era a Secretaria de Estudo IV do Sol Negro = SS-E-IV, cuja meta principal era tornar a Alemanha independente do petróleo bruto estrangeiro. O SS-E-IV desenvolveu “o mecanismo Thule”, denominado mais tarde taquiador Thule, a partir do mecanismo Vril e do conversor de taquions do comandante Hans Coler.
Em agosto de 1939 decolou o primeiro RFZ 7. Era um pião volante equipado com armas mais ou menos pesadas, com o nome estranho de Haunebu 1. Ele tinha uma tripulação composta por oito homens, tinha 25m de diâmetro, sua velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h.
Era equipado com dois “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas, e de quatro MK 106 e tinha uma aptidão média para voar no espaço.
Em 1942, o Haunebu II estava igualmente acabado. Seu diâmetro variava de 26 a 32m, sua altura era de 9 a 11m. Ele podia transportar uma equipe de 9 a 20 pessoas. Propulsado por um taquiador Thule, ele atingia na periferia terrestre 6.000 km/h. Era capaz de deslocar-se no espaço e tinha uma autonomia de 55 horas de vôo.
Já existiam então os projetos para a grande nave espacial Vril 7 de 120m de diâmetro que devia transportar companhias inteiras. Pouco depois foi construído o Haunebu III, exemplar absolutamente prestigioso entre todos, com seus 71m de diâmetro. Ele voou e foi até filmado: podia transportar 32 pessoas, sua autonomia em vôo era de mais de oito semanas e atingia uma velocidade de pelo menos 7.000 km/h (e pelos documentos dos arquivos secretos dos SS podia atingir 40.000 km/h).
Virgil Armstrong, ex-membro da CIA e aposentado de Green Baret, declarou que os engenhos voadores alemães durante a Segunda Guerra podiam aterrissar e decolar na vertical e voar em ângulo reto. Eles atingiam 3.000 km/h e estavam armados de canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura.
O professor J. J. Hurtak, ufólogo e autor do livro Die Schlüssel des Enoch (As Chaves de Enoch) disse que os alemães estavam em vias de construir o que os Aliados designavam de “sistema de armas milagrosas”, Hurtak teve em suas mãos os documentos mencionados:

1. a construção de Peenemunde, cidade para experiências de engenhos teleguiados para o
espaço;
2. a vinda dos melhores técnicos e cientistas da Alemanha.


páginas 179/180/181
Esses documentos mencionavam também a existência do que denominavam foo-fighters (bolas de fogo). A CIA e os serviços secretos britânicos já estavam a par, em 1942, da construção e do emprego de tais objetos voadores, mas eles não os apreciaram no seu verdadeiro valor. Os Aliados designavam, de fato, pelo nome de foo-fighters todas as espécies de aparelhos voadores luminosos alemães. Duas invenções correspondiam particularmente ao que denominavam de foo-fighter: as tartarugas voadoras e as bolhas de sabão. As duas nada tinham a ver entre si, mas os Aliados associavam-nas sem razão. A Tartaruga Voadora foi concebida pela secretaria de estudos SS-E-IV em Wiener Neustadt. Sua forma lembrava uma carcaça de tartaruga. Era uma sonda voadora sem tripulação que devia perturbar o sistema de ignição elétrica do material militar do inimigo. Essa sonda estava também equipada de armas sofisticadas, de tubos à Klystron, denominados raios da morte pelos SS. Mas a sabotagem por corte de contato não funcionou perfeitamente no início. Continuaram, mais tarde, a desenvolver essa técnica. Alguém que já viu os OVNIs poderá confirmar que esse corte de contato, quer dizer, a pane das instalações elétricas, é uma das características típicas dos OVNIs quando eles aparecem. Wendell C. Stevens, piloto da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial, disse que os foo-fighters eram as vezes cinza-esverdeado ou vermelho-alaranjado, que eles se aproximavam até 5m dos aviões e ficavam nessa posição. Não era possível desembaraçar-se deles, mesmo quando atiravam neles, obrigando as esquadrilhas a dar meia volta ou a aterrissar.
Quanto às bolhas de sabão, designadas freqüentemente de foo-fighters, eram de fato, simples balões no interior dos quais se encontravam finas espirais em metal para confundir os radares dos aviões inimigos. Sua eficácia provavelmente foi mínima, posto a parte o efeito de intimidação psicológica.
No início do ano de 1943, lançou-se o projeto de uma astronave em forma de charuto que deveria ser construída nas oficinas do Zepelim; era o “Aparelho Andrômeda” (139m de comprimento). Ele devia transportar várias naves espaciais em forma de prato para vôos (interestelares) de longa duração.
Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, estação balneária no Mar do Norte, à qual assistiram os médiuns Maria e Sigrum. O assunto principal tratava do “Empreendimento Aldebaran”. Os médiuns tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944 Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril.
Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande astronave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desatre: pelas fotos do Vril 7, tomadas após seu retorno, disseram “que ele havia viajado durante um século”. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado, e ele estava estragado em muitos lugares.
Em 14 de fevereiro de 1944, o piloto de ensaio Joachim Rochlike testou em Peenemunde o helicóptero supersônico construído por Schriever e Habermohl, sob o nome de projeto V 7, o qual estava equipado com doze turbopropulsores BMW 028. Sua velocidade de decolagem vertical era de 48 km/h, ele atingia uma altura de 24.200m e sua velocidade em vôo horizontal era de 2.200 km/h. Ele podia ser propulsado também por uma energia não-convencional. Entretanto, jamais pode ser utilizado, pois Peenemunde foi bombardeada em 1944, e sua transferência para Praga tornou-se inútil, pois essa cidade foi ocupada pelos americanos e os russos bem antes que se pudesse utilizar os discos voadores.
Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos dos SS, fotos do Haunebu II e do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda. Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê da frota de guerra dos EUA desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos EUA, fazendo parte do quadro da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo Victor Schauberger e Werner von Braun.


Breve resumo das construções que deviam ser produzidas em série:


O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foi nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios de vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 7 com o nome de Odin teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem feito explodir todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.
O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:




1. O Haunebu I, com 25m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de
vôo por volta de 4.800 km/h).
2. O Haunebu II, com 32m de diâmetro e sete exemplares, testados 100 vezes (velocidade de
vôo perto de 6.000 km/h).
Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em série. Uma oferta teria sido feita pelas firmas
de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome
oficial desses pesados piões voadores teria sido DO-STRA (Dornier estratosférico).
3. O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes
(velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).
4. O “Aparerlho Andrômeda”, astronave de 139m que podia receber um Haunebu II, dois Vril 1
e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.


Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:

1. aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para
verificar a resistência à pressão na fuzilagem;
2. o Vril 7 provavelmente estacionou na “fortaleza dos Alpes” de março a abril de 1945 por
razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde
personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzí-los para a América
do Sul e para Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas
bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra;
3. logo depois, o Vril 7 teria decolado secretamente para o Japão, mas nós nada mais sabemos.

O que aconteceu com as naves espaciais após a guerra?

Não podemos excluir uma produção de uma pequena série de Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIs que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas. O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos. Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de “experiência Phoenix” projeto precedido pela “experiência Philadelphia” de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de materialização e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isso seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver biografia.)
Em 1938 houve uma expedição alemã ao Antártico, conduzida pelo porta-aviões Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas , com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias semanas sob a água. Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente.

Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma. Podemos então fazer a pergunta: ‘Por que os Aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947? Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de oito semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que aconteceu então?

O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa:

É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar
ataques de aviões que podem voar de um pólo a outro.





Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior.

Em seu livro Zeitmaschinen (Máquinas de Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu:

Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços [...] Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19° ensaio de vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945, decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental. O que resultou disso, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados indubitavelmente de forma artificial, foram vistos acima da Escandinávia e provocaram um grande alarme nos Aliados no Oriente e no Ocidente.
Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos nossos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de um sino, eram também às vezes “objetos voadores não identificados” em forma de charuto, os quais são denominados OVNIs.

Existem autores que dizem que esses “OVNIs” não se assemelhavam, em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge.

Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüencia, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIs, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIs, existe uma porcentagem particularmente elevada de seres muitos belos da espécie “ariana”, loiros de olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).

Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na RDA.

Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e filmes, como por exemplo, a documentação com 60 minutos, UFO Geheimnisse des 3.° Reiches (Segredos dos OVNIs do 3.° Reich) (MGA Áustria/Royal Atlantis - Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que por ocasião da conferência sobre os OVNIs em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs. O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre Weiterentwicklung (As armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior); J. F. Lehmanns Verlag, München, 1971.
Compreendeis agora porque tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby angloamericano-sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.
A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?

Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído intacta na Floresta Negra em 1936. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.
Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo, o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Oil (Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Company fabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler.


Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o início, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreeendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial.
Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e onde se ensina a verdade?

Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, US$ 139.000 para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller.

FONTE: TRECHO DO LIVRO As Sociedades Secretas e seu poder no Séc.XX
Por: Jan Van Helsing



A OPINIÃO COMPARTILHADA DO ADMINISTRADOR E PROPRIETÁRIO DA REVISTA CONSPIRAÇÃO 

Assim, que fique claro que não somos partidários deste tipo de mentalidade e, na verdade, temos uma posição bem antagônica com isso. Qualquer ser humano que achar que o nazismo representou algo positivo em nosso mundo deve, no mínimo, ser alvo de testes por profissionais competentes para elucidar a possível causa patológica. Segundo: o fato do nazismo representar uma das maiores atrocidades da história humana não implica em evitar o assunto. Gostem ou não, o possível envolvimento de Adolf Hitler com inteligências alienígenas não é apenas devaneio ou ficção. Muito pelo contrário – há um enorme número de documentos (muitos dos quais estão disponíveis ao longo deste artigo na forma de link com o código doc) e, por estarmos interessados em investigar a presença alienígena em nosso planeta, não parece coerente deixarmos este elemento de lado. Infelizmente poucos pesquisadores se dedicam a esclarecer o que de fato ocorreu naquela época e, quando não, se posicionam de forma cética sem que ao menos tenham conhecimento desta questão. 

Rodrigo Veronezi Garcia 20/10/2012



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Os Protocolos dos Sábios de Sião "Протоколы Сионских мудрецов" ou "Сионские Протоколы"





Os Protocolos dos Sábios de Sião



Dos 24 protocolos, resumi doze.
A tradução do inglês, afasta-se, talvez, um pouco do texto original, mas o conteúdo ficou fiel. A compilação completa dos protocolos descreve a situação atual do nosso mundo.

1. O controle do dinheiro 

[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim (não judeus). [...]
[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]
[...] crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro   colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.
Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.
As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]

Observação sobre a situação atual:

As dívidas dos Estados, dos Länder e das comunidades na Alemanha somavam em 1992 a totalidade de 1.300 bilhões de marcos alemães.

2. O controle da imprensa

[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:
Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...]
Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência. [...]
[...] Nenhuma  noticia Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...]
[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição. [...]
[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete sua própria opinião  nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião  ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]

Observação sobre a situação atual:

Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR”, todos os dois estreitamente ligados (explicarei mais adiante o que são essas organizações).

3. A extensão do poder

[...] Seremos para o público, o amigo de todos.
[...] Nós apoiaremos a todos, anarquistas, comunistas, fascistas [...] e particularmente os operários. Ganharemos sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, um instrumento muito útil. [...]




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4. O controle da fé

[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [...]
[...] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos. [...]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos

[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levá-los a certo nível de confusão. [...]
[...] A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]
[...] assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). [...]

6. A aspiração ao luxo

[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos de sorte que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos. [...]
[...] Eles estarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]

7. A política utilizada como instrumento

[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo seu aspecto político. [...]
[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]
[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos marionetes, nossos escravos, que é o povo. [...]
[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com sua participação nas reuniões e com sua adesão às associações. [...]
[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família e seu poder educativo. Impediremos também o surgimento de personalidades independentes. [...]
[...] É suficiente deixar um povo governar a si mesmo durante certo tempo (a democracia) para que ele se transforme numa população rica em caos. [...]
[...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde seu nascimento, foi educado para tornar-se um soberano independente tem a compreensão da política. [...]
[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens dos quais necessitamos, será facilitado por nosso modo de tocar sempre o lado mais sensível da natureza humana, isto é, a cupidez, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]

8. O controle da alimentação

[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [...]
[...] Agiremos sobre as massas pela falta, a inveja e o ódio que disso resulta. [...]
[...] Mas todo proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode viver em autarquia. É a razão pela qual é preciso, a todo preço privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais, [...] encher de dívidas os seus proprietários. [...]

9. O papel da guerra

[...] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar de seu poder. É preciso fomentarmos as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]


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[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem nos enfrentar, é preciso responder a eles com uma guerra mundial. [...]

10. O controle por meio da educação

[...] Não incitaremos os gojim a obter uma aplicação prática de sua observação imparcial da história mas os convidaremos para que tenham reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]
[...] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]
[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]
[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]

Comentário: Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dizem aquilo que eles querem que saibais!).

11. O controle das lojas franco-maçônicas

[...] Criaremos em todos os países da Terra lojas franco-maçônicas, nós as multiplicaremos e atrairemos as personalidades que se destacam. [...]
[...] Colocaremos todas essas lojas sob o domínio de nossa administraçao central que somente nós conhecemos e que os outros ignoram completamente.
[...] Quem ou o que é que pode vencer um poder invisível? Eis aí onde se encontra o nosso poder. A franco-maçonaria não judia nos serve de cobertura sem o saber.
Mas o plano de ação de nosso poder continua sendo um segredo para todo o povo e mesmo para o restante da confraria. [...]

12. A morte

[...] A morte é o fim inevitável para todos, por conseqüência, é preferível conduzir para ela todos os que são obstáculo para “nós”.
Após ter elaborado esse projeto para dominar o mundo (a “Nova Ordem Mundial” = “Novus Ordo Seclorum”), o banco Rothschild teria encarregado o judeu bávaro Adam Weishaupt de fundar a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviéra”.


Observação do autor:


Existem muitos escritos positivos ou negativos sobre “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. É proibido reproduzí-los ou vendê-los na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e de opinião. Isso tem coerência pelo fato de Hitler ter-se servido do Protocolos para justificar sua “aversão pelos judeus”, o que estudaremos de perto mais adiante. Quanto a mim, autor deste livro, é-me indiferente que sejam os Rothschild e os sionistas que utilizam os Protocolos em nossos dias. Ao contrário, trata-se de saber como o princípio é aplicado. Temos um plano sob os olhos que mostra o que é preciso fazer para reduzir o nosso mundo à escravidão. É só preciso saber que esse plano está sendo colocado em aplicação agora. No final do meu livro, exporei com muitos detalhes que o importante não é saber quem se serve desses protocolos. Ao contrário, o essencial é conhecer o princípio que o move e saber que aqueles que são utilizados para isso se deixam levar!
Outra forma de alcançar essa finalidade é dividir a Terra, criando no Oriente uma sociedade de escravos e no Ocidente uma raça de senhores. Assim como descreve Rudolf Steiner, em seu livro Die soziale Grundforderung unserer Zeit (A exigência social fundamental de nossa época.), isso ocorre assim porque não conseguimos estabelecer uma síntese entre a fé do Oriente e a ciência do Ocidente. A conseqüência é a seguinte; os cientistas ateus não têm nenhuma vontade de interessar-se pelas religiões orientais, assim como os crentes do Oriente recusam a ciência do Ocidente.




A “Estrita Observância”


No século XVIII a Alemanha tornou-se o centro da franco-maçonaria templária - que quase nada tinha em comum com a ideologia original própria dos templários. Os graus de cavaleiro foram incluídos no sistema franco-maçônico denominado, “Estrita Observância”. Isso significava que os iniciados deveriam jurar uma obediência absoluta aos seus superiores. O chefe designado como o “superior desconhecido”, usando de modo ridículo o título de “Cavaleiro da Pluma Vermelha”, era fiel aos “Graus Escoceses” e, por isso mesmo, aos Stuarts.
Aproximadamente uma década após a iniciação de Frederico, o Grande, a “Estrita Observância” e seus ”graus escoceses” foram retomados pela quase total maioria dos franco-maçons alemães.
Frederico tirou enorme proveito dos conflitos para os quais a “franco-maçonaria escocesa” havia contribuído na Inglaterra. Sua finalidade era a expansão militar prussiana, o que a levou a sustentar os jacobinos contra a dinastia de Hanover, sustentação que ele renovou, mais tarde, por ocasião da grande invasão, em 1745, na Inglaterra. Em seguida ele fez novamente uma aliança com a Inglaterra, e, aproveitando das dificuldades em que ela se encontrava, alugou-lhe os soldados alemães. (Aparentemente ele também havia lido Nicolau Maquiavel.)
Esta foi uma das “mais belas” tapeações da história da Europa: um pequeno grupo de duques alemães apossou-se do trono inglês para nele colocar a dinastia de Hanover. Esse grupo usou, em seguida, de sua influência para esgotar o tesouro público inglês, implicando a Inglaterra nas guerras e alugamdo-lhe os mercenários alemães.
Este endividamento veio a calhar para os banqueiros judeus e facilitou o controle dos Illuminati sobre o mundo.

Os Sábios de Sião



Outra organização secreta muito influente rivalizava em fervor para exercer um controle sobre a Inglaterra. Os ricos rabinos judeus, que eram os dirigentes políticos e religiosos do povo judeu aniquilado, uniram suas forças num grupo conhecido pelo nome de “Sábios de Sião” - os sionistas consideram-se como a elite “messiânica” do judaísmo e esperam que todos os judeus do mundo sejam solidários com suas finalidades.
De 1640 a 1689 os Sábios de Sião projetaram “a revolução inglesa” na Holanda (a queda dos Stuarts do trono britânico) e emprestaram dinheiro aos diferentes pequenos partidos. Eles serviam-se de sua influência para que Guilherme II, duque alemão da dinastia Orange-Nassau, se tornasse o Stathouder do exército holandês e mais tarde, fizeram dele Guilherme, Príncipe de Orange. Arrumaram um encontro entre ele e Maria, a filha mais velha do Duque de York e irmã do rei Charles II da Inglaterra. O irmão deste último, sucessor de Jacob II, estava igualmente presente. Guilherme II casou-se com Maria, e eles tiveram um filho, Guilherme III, que se casou, mais tarde, com Maria II, a filha de Jacob II.
As casas reais holandesas e britânicas eram desde então, aparentadas. Os Whigs, partido composto de ingleses e escoceses influentes, ajudaram-nos a destituir os Stuarts do trono em 1688, e Guilherme III de Orange foi nomeado rei da Inglaterra, em 1689.
Guilherme III, de quem se diz ter sido franco-maçom, fundou, no mesmo ano, a Ordem de Orange, que se opunha ao catolicismo e visava a consolidar o protestantismo na Inglaterra. Essa ordem existe ainda até hoje; é representada principalmente na Irlanda, onde existem por volta de 100.000 membros, e onde instiga violentamente a guerra entre religiões.


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O rei Guilherme III engajou bem depressa a Inglaterra em guerras custosas contra a França católica, o que causou fortes dívidas para a Inglaterra. Depois foi a revanche de Guilherme contra os Sábios de Sião: ele persuadiu o tesouro britânico, com o auxílio do agente William Paterson, a pedir emprestado £1,25 milhões aos banqueiros judeus que o tinham colocado nessa posição. A dívida do Estado cresceu muito rapidamente, e não restou mais ao governo outra possibilidade a não ser aceitar as condições exigidas.
As condições  do empréstimo eram as seguintes:

1. os nomes dos emprestadores ficariam secretos, e eles teriam a garantia de poder fundar
um “Banco da Inglaterra” (Banco Central);
2. garantir-se aos diretores desse banco o direito de fixar o preço do ouro com referência ao
papel-moeda;
3. era-lhes permitido emprestar £10 de papel-moeda por libra de ouro depositada;
4. era-lhes permitido consolidar as dívidas nacionais e assegurar o montante pelos impostos
diretos sobre o povo.

E assim foi erigido o primeiro banco central privado, o “Banco da Inglaterra”.
Este gênero de transação permitia ao banco fazer um ganho de 50% investindo 5%. E era o povo inglês que teria que pagar. Os emprestadores não se importavam de não serem reembolsados, pois o endividamento permitia-lhes ter influência sobre o encaminhamento da política. A dívida nacional da Inglaterra aumentou de £1,25 milhões em 1694 para £16 milhões em 1698.
Após Guilherme III, a dinastia de Hanover tomou o encargo da casa real britânica, o que continua hoje em dia, pois os Windsors descendem em linha direta da casa real de Hanover (Até 1901, todos os monarcas provieram da dinastia de Hanover, mas quando Eduardo VII esposou a princesa dinamarquesa Alexandra, o nome de Hanover foi trocado pelo de “Saxecoburg-Gotha”, nome do pai alemão de Eduardo. Ele foi novamente trocado por “Windsor” em 17 de julho de 1917, tal como é até hoje).
É compreensível que muitos ingleses não se regozijam com essa soberania alemã. Muitas organizações formaram-se para levar novamente os Stuarts ao trono. Devido a esse perigo, a dinastia de Hanover não autorizou o exército permanente na Inglaterra; eles recrutaram as tropas necessárias em seu principado e entre seus amigos alemães. Estes eram pagos, evidentemente, pelo Tesouro Britânico, o que era proveitoso para os banqueiros judeus. O príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau, que era também um amigo da dinastia de Hanover, colocou à disposição deles a maior parte dos mercenários.

Os protocolos devem realizar-se



A Alemanha não teve a possibilidade de render-se, o Japão viu recusada a mesma petição. Os japoneses capitularam sem condições em março de 1945. Durante esse mesmo mês, o alto comando japonês comunicou à embaixada americana em Moscou, à embaixada russa em Tokyo e ao Pentágono em Washington, que o governo real japonês desejava uma capitulação sem condição.
Os americanos ignoraram-no! Por quê? Eles alegaram, depois, que a mensagem não havia sido decodificada! Mas, então, como eles tinham feito antes para decodificar os códigos militares e diplomáticos? Nós conhecemos a resposta: as ilhas japonesas não haviam ainda sido destruídas. O espetáculo iria apenas começar. Os B 29 realizaram no Japão o grande “saneamento” desejado pelos banqueiros internacionais.
Primeiro destruir Tóquio, depois lançar as bombas sobre Nagasaki e Hiroshima. Dizem que muitos generais japoneses eram membros de uma sociedade secreta mística denominada “Dragão Negro”. Nada mais sei a esse respeito.
A reconstrução da Alemanha e do Japão rendeu somas astronômicas aos banqueiros internacionais. Os alemães e os japoneses possuem entre eles trabalhadores e técnicos dos mais aplicados.
Mas seus governantes são escolhidos também pelos Illuminati, que os manipulam como marionetes. Ficareis melhor esclarecidos quando conhecerdes as listas dos membros das diferentes organizações. Muitos políticos do governo alemão são como peões no tabuleiro de xadrez, assim como os americanos ou os russos.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

A CONFRARIA DA SERPENTE (Zecharia Sitchin)











“A Confraria da Serpente”

Zecharia Sitchin, autor de Am Anfang war der Fortschritt (No início era o progresso) e de Der Zwölfte Planet (O décimo-segundo planeta), domina, entre outros, o aramaico, a língua de Jesus e de seus discípulos e conta entre os 200 sábios do mundo capazes de ler a escritura dos antigos sumérios, que fundaram, há 6.000 anos, a primeira grande civilização da qual temos provas, entre o Eufrates e o Tigre, aquela dos reinos mesopotâmicos. Sitchin interessou-se desde a idade de 9 anos pelas línguas antigas, quando leu na classe o Antigo Testamento em sua língua original, o hebreu. Foi então que percebeu que na Bíblia escrita em hebraico, cada palavra tem uma significação exata e que nossas Bíblias inglesas, alemãs, francesas ou latinas não são mais do que interpretações da original. Cada tradutor compreende os textos bíblicos de seu modo e interpreta-os segundo sua compreensão. Que diferença ler a Bíblia na língua original! Assim que Sitchin punha o dedo sobre um erro de tradução, o professor reprimia-o, dizendo-lhe que não devia colocar a Bíblia em questão.
Essa experiência significativa determinou toda a sua carreira. Ele começou a interessar-se por arqueologia, pelas línguas e pela história do Antigo Oriente. Começou a estudar as antigas mitologias, as lendas dos gregos, dos hititas, dos antigos cananeus e babilônios e debruçou-se sobre os textos sumerianos, escritos nas tábuas de argila. Traduziu-os e concluiu uma gênese sobre o homo sapiens que está em contradição completa com as concepções das grandes religiões do mundo. Ela é, portanto, cientificamente a mais compreensível e a mais lógica e, ainda, está em paralelo com aquela dos tibetanos



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(se acreditarmos no lama Lobsang Rampa), dos havaianos, dos aborígenes da Austrália, dos índios da América do Norte (apaches, hopis e sioux), dos maias (segundo o sacerdote da confraria branca dos maias, Miguel Angel) e também com as lajes de pedra da ilha da Páscoa. O Vaticano guarda a sete chaves os restantes das lajes de pedra que não foram destruídas. Existem boas razões para isso, como podereis verificar.
Segundo a tese de Sitchin, os annunaki dos mitos sumerianos, “aqueles que desciam do céu para a terra”, eram os extraterrestres vindos de um planeta ainda desconhecido do nosso sistema solar, que gira em torno do sol em 3.600 anos. Esses annunaki aterrissaram pela primeira vez sobre nossa terra há aproximadamente 450.000 anos para salvar seu planeta. Eles começaram a extrair ouro e outras matérias primas das quais necessitavam e criaram o homo sapiens há 300.000 anos mais ou menos, fazendo manipulações genéticas nas fêmeas de hominianos. Eles necessitavam de ajuda, pois não queriam mais extrair eles mesmos essas matérias primas. A Mesopotâmia foi a primeira colônia deles.
Se bem que alguns especialistas sejam céticos quanto às teses de Sitchin sobre os deuses-astronautas, o mundo científico deve cada vez mais reconhecer que suas conclusões são justas. Principalmente depois de que as sondas espaciais americanas Voyager fotografaram Urano e Netuno e provaram a descrição dos sumérios segundo a qual os dois planetas eram gêmeos com uma vegetação pantanosa azul esverdeada era exata. Urano e Netuno só foram, entretanto, descobertos oficialmente recentemente.
Willian Bramley escreveu em Die Götter von Eden sobre os sumérios:

Nas tábuas mesopotâmicas, a criação do homo sapiens é atribuída principalmente a um “Deus”.

O nome desse “Deus” é Ea. Ele era o filho de um rei desses extraterrestres que, digamos, reinava num outro planeta pertencente ao vasto reino dessa raça extraterrestre. O príncipe Ea era conhecido pelo título En-Ki, o que significa “senhor ou príncipe da terra”. Segundo os textos dos sumérios, o título de Ea não lhe era totalmente apropriado. Ele teria perdido em proveito de seu meio-irmão Enlil imensos territórios da terra sobre os quais ele reinava, em conseqüência de uma das numerosas rivalidades e intrigas que, aparentemente, preocupavam os regentes das civilizações extraterrestres.
Atribui-se ao príncipe Ea não somente a “criação do ser humano”, mas também muitas outras realizações.
Ele teria secado os pântanos do golfo Pérsico para torná-los em terras férteis; teria construído diques e navios e teria sido um bom cientista. Por sua criação do homo sapiens, ele deu a prova que entendia a respeito da técnica genética, mas, se acreditarmos nas tábuas em argila, isso necessitou de muitas experiências. E o importante é que ele teria sido benevolente para com a sua criação, o homo sapiens. De acordo com os textos da Mesopotâmia, Ea tomou partido pelo novo gênero humano a conselho dos extraterrestres. Ele elevou-se contra muitas crueldades que outros extraterrestres, entre eles seu irmão Enlil, inflingiram aos seres humanos. Sabe-se pelas tábuas sumerianas que ele não queria fazer do ser humano um escravo, mas que perdeu pela minoria. Os seres humanos, que para eles nada mais eram do que animais de carga, foram tratados cruelmente por seus mestres. Fala-se nas tábuas de fome, de doenças e do que denominamos, hoje, de conduta de guerra biológica. Mas como esse genocídio não fazia regredir a população humana, os extraterrestres decidiram exterminar os seres humanos, provocando um grande dilúvio.
Muitos arqueólogos confirmam hoje que houve no Oriente Médio um dilúvio que remonta a milênios, sobre o qual encontramos referências não somente nas tábuas sumerianas, mas também na epopéia de Gilgamesh e no Antigo Testamento. Pelos textos sumerianos, Ea contou a um mesopotâmico denominado Utnapischtim o plano de outros extraterrestres e ensinou-o a construir um navio para que Utnapischtim se largasse ao mar juntamente com a família. Alguns artesões, um pouco de ouro, gado e animais selvagens.
A história de Noé vem, como muitas histórias do Antigo Testamento, dos escritos mais antigos da Mesopotâmia. Os hebreus só trocaram os nomes e instituíram um só Deus na religião judaíca, ao passo que havia numerosos deuses nos escritos originais.
Entre todos os animais venerados pelos seres humanos da pré-história, nenhum era de forma tão marcante e significativa como a serpente, e isso porque a serpente era o símbolo de um grupo que havia adquirido grande influência nas primeiras civilizações sobre os dois hemisférios do nosso planeta. Tratava-se de uma confraria sábia que tinha por finalidade expandir conhecimentos espirituais e atingir a liberdade em nível espiritual; era a “Confraria da Serpente”. Ela combatia a escravidão de seres espirituais e procurava libertar a humanidade da escravidão dos extraterrestres (o nome original na Bíblia para serpente, nahash, tem sua origem em nhsh, que significa “decifrar, encontrar”). O príncipe rebelde Ea foi o fundador dessa “Confraria da Serpente”. Nas antigas tábuas mesopotâmicas, lemos que Ea e seu pai Anu possuíam uma grande compreensão ética e espiritual.


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Foi precisamente esse saber que seria simbolizado, mais tarde, na história bíblica de Adão e Eva. O símbolo bíblico da árvore remontaria às obras mesopotâmicas anteriores a Bíblia, como por exemplo, aquela na qual se mostra uma serpente enrolada ao redor de um tronco de árvore (nosso símbolo atual de caduceu = bastão com duas serpentes enroladas e com duas asas na extremidade superior, insígnia do deus Mercúrio) e que corresponderia às representações ulteriores da serpente no Jardim do Éden. Nas representações mesopotâmicas, dois frutos estão pendurados na árvore. À direita da árvore, encontra-se o símbolo de Ea, a meia lua (o saber) e, à esquerda, vemos um planeta, símbolo de Anu (a vida). Ea teria enviado um homem a essa árvore para que ele alcançasse o conhecimento. É a razão pela qual Ea é apresentado como o dito culpado que procurou mostrar ao primeiro homem o caminho da liberdade espiritual. Ea ter-se-ia revoltado não contra Deus (assim está escrito na Bíblia), mas contra os atos cruéis dos ditos deuses. Malgrado suas intenções visivelmente louváveis, Ea, o lendário, e a “Confraria da Serpente” em seus primórdios não conseguiram libertar os seres humanos. É dito nos antigos textos mesopotâmicos, egípcios e bíblicos que a serpente (a Confraria da Serpente) teria sido vencida logo por outros grupos de extraterrestres reinantes. Ea foi banido da terra e caluniado por seus adversários, que queriam assegurar-se de que ele não encontraria mais nenhum adepto entre os seres humanos. De “Príncipe da Terra” ele passou a “Príncipe das Trevas”, e foi também coberto de apelidos horríveis tais como Príncipe do Inferno, Encarnação do Mal, Diabo... Apresentavam-no como o pior inimigo do maior ser e como guardião do Inferno. Ensinaram ao ser humano que todo o mal na terra era sua culpa e que ele queria que os seres humanos se tornassem escravos. Exortaram os seres humanos a desmascará-lo cada vez que ele se reencarnasse e a aniquilá-lo com suas criaturas, se os encontrassem.
A história mostra que a “Confraria da Serpente” - malgrado os esforços, até nossos dias, de que muitos seres humanos devotados e leais, que desejaram instituir uma verdadeira reforma espiritual com o auxílio da fraternidade - tornou-se com seus novos mestres (denominados hoje de Illuminati) um exército temível de opressão e de traição espirituais.
O nascimento do homo sapiens desenrolou-se verdadeiramente assim?
As tábuas sumerianas foram para mim. em todo o caso, de grande auxílio para este livro, pois testemunham a existência e a ação sem nenhuma dúvida real da “Confraria da Serpente” e sustentam, pois, a tese de uma conjuração que se teria iniciado há muito tempo antes que existissem os judeus e os franco-maçons, a quem se justifica hoje voluntariamente carregar essa culpa.
É muito difícil então compreender por que o Vaticano impede por todos os meios não somente a publicação das inscrições das lajes de pedra da ilha da Páscoa, que relatam a gênese do ser humano, que se assemelha àquela que acabo de narrar-vos, mas também àquelas dos rolos de papiro de Qumran, no Mar Morto. Essas lajes e esses manuscritos do Mar Morto trariam a prova de que a Bíblia atual está falsificada nos pontos essenciais para satisfazer os interesses egoístas de algumas personagens poderosas.



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Índice das Fontes


Introdução

1. The Secret Information Network: The Secret Space-Program, p. 21. 323 E. Matilija St. # 110-128,
Ojai, ca 93023.
2. Drunvalo Melchizedek: The Flower of Life Workshop, fone (512) 847-5705.

Capítulo 1: Existem tantas e tantas Lojas...

3. Zecharia Sitchin: Der Zwölfte Planet (O Décimo-Segundo Planeta), Knaur-Verlag 1976, p. 337