sábado, 30 de agosto de 2008

TODA A VERDADE SOBRE OS DISCOS VOADORES (UFOLOGIA E ASTROPOLÍTICA)























Desde o princípio o homem tem olhado para o céu com surpresa e ansiedade.
Lá no fundo, sempre suspeitamos que nossas vidas e destinos estivessem ligados aos céus.
Livros sagrados, lendas, folclore e história de culturas bastante distintas contêm alusões a pessoas que desceram dos céus. Os antigos povos do Egito, Japão, China- todos contam coisas sobre o tempo em que os deuses andavam na Terra. Antigos manuscritos em sânscrito descrevem as Vimanas, carruagens celestes em forma de colméia. Os índios da tribo Hopi, do Arizona, acreditam terem sido trazidos das terás do sul pelo povo de Kachina, que viajava numa nave luminosa transportada pelo ar. Há uma lenda entre os Paiutes da Califórnia, de que a terra deles foi uma vez a casa dos Hav-Musuvs, guerreiros que viajavam pelo ar em prateadas “canoas voadoras”.
Talvez a informação mais antiga de “visitantes extraterrenos” tenha sido a recentemente descoberta numa montanha, na província Hunan, na China. Entalhes em granito, datados do ano 45000 a.c, representam figuras com grandes torsos, enquanto acima delas, como se fosse no céu, figuras similares são mostradas sobre objetos voadores de forma cilíndrica, as cavernas parecem conter um catálogo completo de modelos contemporâneos de Ufos, Altamira, na província de Santander, Espanha, é uma das mais excitantes galerias de arte magdaleniana. É uma enorme sala, no formato de um S com mais de duzentos metros de comprimento. Lá você pode ver grupos e grupos de símbolos em forma de disco pintadas em todas as posições possíveis no teto da caverna, mas a mais convincente de todas as cavernas que aparecem desenhos de Ufos é a de Niaux, lá existem dois discos; um deles,com linhas pontilhadas marcando a trajetória, pode ser muito bem o primeiro desenho registrado de uma nave espacial voando! Não menos espantoso, perto de Ussat, há um objeto extraordinariamente parecido com o módulo Lunar: completado com escadas e antenas, mantém-se por um suporte de quatro pernas e, embaixo, como para dar proporção a uma figura humana em pé.
A primeira investigação oficial que se tem noticia sobre Ufos conta Jaques Vallee sobre um general japonês na data de 1235, sete séculos antes de nossa época, e o general Yotsume estava acompanhando com sua tropa. Subitamente notou-se um curioso fenômeno: Misteriosas fontes de luzes foram vistas oscilar e girar a sudoeste, descrevendo círculos em plano vertical até de manha cedo. Na época em que os historiador romano Lívio comunicou sobre “navios-fantasma” no céu e que uma cruz flamejante apareceu para aconselhar a armada de Constantino, os militares prestaram muita atenção aos escudos circulares, tochas flamejantes, meteoros brilhantes, discos prateados e outros Ufos em seus céus. Mesmo Cristóvão Colombo parece ter visto um ufo quando no convés da Santa Maria,por volta das 10 horas da noite, em 11 de outubro de 1492. Colombo pensou ter visto “uma luz brilhante a grande distância”. Rapidamente chamou Pedro Gutierres, cavalheiro do rei, que também viu a luz. Ela desapareceu pouco depois, a luz vista pela primeira vez uatro horas antes de se avistar terra jamais foi explicada. Em 20 de agosto de 1880, o Sr M. A Trecul da academia francesa, informou ter visto um objeto em forma de charuto branco dourado piscando com as extremidades pontiagudas. Para aumentar seu espanto Trecul também notou um objeto circular menor desprender-se da nave-mãe.
A primeira fotografia, de que temos conhecimento de um objeto voador não-identificado foi tirada em12 de agosto de 1883,por José Bonilla, um astrônomo mexicano do observatório de Zacatecas. Ele estava observando o Sol quando foi surpreendido pela aparição de uma esquadra de objetos estranhos. Bonilla contou quase cento e cinqüenta dos estranhos objetos, as fotografias que tirou mostram uma série de objetos com forma de charuto e fusiforme, que obviamente eram sólidos, mas não corpos celestes.
Giordano Bruno, filósofo e cientista italiano do século XVI, escreveu:
“Há incontáveis constelações, sóis e planetas.Vemos apenas os sóis porque são luminosos; os planetas permanecem invisíveis, porque são pequenos e escuros. Há também, incontáveis Terras girando ao redor de seus sóis, nem piores nem menos habitadas que o nosso globo.”
Giordano Bruno foi amarrado a um poste e queimado, em 1600, pela audácia de suas idéias. A doutrina da Idade Média proibia ao homem ligar-se aos Anjos. E ainda, a nova astronomia ajusta-se as rígidas normas religiosas.
Paracelsus, na sua obra do século XVI, Why These Beings Appear To Us, deu uma justificativa condescente:
“Tudo que Deus cria manifesta-se ao Homem, mais cedo ou mais tarde. . .Assim, seres aparecem a nós, para não ficarem entre nós ou se unirem a nós, mas para que sejamos capazes de entende-los. Para dizer a verdade, essas aparições são raras. Mas porque deveria ser de outra maneira? Não é suficiente que um de nós veja um Anjo, para que todos nós acreditemos em outros Anjos?”



UFOLOGIA E ASTROPOLÍTICA 

Na movimentada história da Ufologia, livros foram marcando e balizando os grandes momentos, as crises, as mudanças de rotas... Foi assim em 1950. Em 1953. Em 1955. Em 1963... Este extraordinário livro de Ralph Blum, Toda a Verdade Sobre os Discos Voadores, vem a tona em 1974. Prof. Flávio A. Pereira (outubro de 1976) 
Estaremos, a esta altura do século, ás portas do terceiro milênio, habilitados a – aceitar a idéia de que “eles” chegaram aqui antes de nós termos chegado até “eles”?! 
Com que objetivos freqüentam o espaço terrestre? Observam bases militares. Pra que? Que dizer de sua Astropolítica? 
Prof. Flávio A.Pereira (Outubro de 1976)
Presidente do Instituto Brasileiro de Astronáutica e Ciências Espaciais (IBACE)
Reitor da ESCOLA Superior de Ciências;
Presidente da Comissão Brasileira de Pesquisa Confidencial de Objetos Aéreos Não Identificados;
Presidente de Honra da Associação Brasileira de Pesquisas Exológicas; MEMBRO brasileiro do Aerial Phenomena Research Organization (APRO), Arizona, EUA. 
Vamos ver alguns dos relatos contidos neste livro.
8.000.000.000 –sistemas planetários habitáveis
A suposição de que a raça humana é o único repositório de inteligência no universo, ou que a Terra é o único corpo no qual a vida se desenvolveu, deve ser colocada no mesmo plano que a visão geocêntrica do sistema solar a as crenças da Sociedade da Terra Plana. A estimativa cientifica em vigor é que aproximadamente oito bilhões – isto é: 8.000.000.000 – dos sistemas planetários presumivelmente habitáveis vivem apenas em nossa galáxia! O falecido Dr. James E. MacDonald uma vez ressaltou que enquanto ainda não tivermos nenhuma idéia inusitada de como chegar até Tau Ceti, o estado e o ritmo de nossa tecnologia deveria ser pelo menos interromper aqueles que insistem em que os habitantes de Tau Ceti são incapazes de chegar até aqui. E o astrônomo Fred Hoyle sugeriu a possibilidade da existência de “uma grande rede de comunicações interplanetárias” , mas somos como um pioneiro no sertão, que ainda não tem telefone. Julgando pela história de exploração do nosso próprio planeta, a noção de rotas de comércio interestelar parece bastante razoável. No seu livro The Interrupted Journey (Dial Press, Nova Iorque, 1966), John G . Fuller relata detalhadamente o caso Barney e Betty Hill, O COMEÇO "...Uma outra figura tinha uma face maligna... Ele parecia um nazista alemão. ELE é um nazista... Os olhos dele... seus olhos! Nunca tinha visto olhos como aquele" A citação acima foi feita sob hipnose regressiva por um dois primeiros abduzidos a se tornarem publicamente conhecidos, BARNEY HILL, que - juntamente com sua esposa BETTY - afirmou ter sido abduzido por entidades de PELE cinza e levado para uma nave espacial que aparentemente era originada do sistema estelar de ZETA II RETICULI.

Os abdutores cinza alienígenas estavam obviamente trabalhando com um oficial militar humano que tinha toda a aparência de um completo nazista, e que foi encontrado por BARNEY. Embora este incidente tenha ocorrido mais de 15 anos depois da Europa ''supostamente'' ter sido desnazificada. Esta citação pode ser encontrada na enciclopédia paranormal "MYSTERIES OF THE MIND, TIME & SPACE", pag. 1379.

Durante a conversa lhe foi mostrado um mapa estelar do que lhe foi dito serem as estradas para o comercio e os caminhos de exploração, entre certas estrelas em algum lugar no universo. Não foi um astrônomo, mas sim Marjorie Fish quem aceitou o enorme desafio de isolar o modelo estelar especifico, do desenho da Sr. Hill, dentre as centenas de bilhões em nossa galáxia. Marjorie Fish concluiu que o mapa de estrelas havia sido calcado na perspectiva da base da nave. Começando pela suposição de que o nosso sol apareceria no mapa – provavelmente com limite traçado – e que as estrelas básicas eram dois círculos grandes, com linhas que irradiavam deles, Marjorie Fish construiu com esmero, três modelos dimensionais, de dentro de aproximadamente sessenta anos luz do sol, numa tentativa de combinar o modelo estelar especifico ao desenho da Sra. Hill.Finalmente em 1969, nove estrelas apareceram num dispositivo angular muito bem definido para ser coincidência e, rapidamente foi capaz de identificar a maioria da estrelas. Mas só em 1972, depois de seis anos de trabalho intensivo, Marjorie Fish foi capaz de localizar o triangulo de estrelas do plano de fundo, que completava a identificação do desenho de Bethi Hill.
A razão foi que até o atualizado Catálogo das Estrelas Próximas, Gliese, estivesse disponível, no outono de 1969, as ultimas três estrelas (identificadas pelo Gliese com os números 86.1, 95 e 97) possivelmente não poderiam ter sido determinadas. Assim, em 1964, quando Betty fez seu desenho, a estrela 86.1, não estava registrada em nenhum catálogo de estrelas da Terra e as outras duas estrelas, embora catalogadas, apareciam em posições paralaxes incorretas. Como o Dr. Hynek me disse “nenhum astrônomo na Terra, entre 1961 e 1964, poderia ter sabido que o triangulo de estrelas do plano de fundo, existia na sua presente posição geométrica”. 
Do mapa completo de Marjorie Fish parece que apenas viajantes vindo em direção ao nosso sistema solar(Sol), da Constelação Reticulun, poderiam ter marcado a posição daquelas três estrelas. Se o chefe da tripulação tivesse realmente dito a Betty Hill que as linhas sólidas que conduziam para o que foi provado ser Zeta1 e 2 da Constelação Reticulun, diretamente para o Sol, fossem estradas de comércio, poderíamos muito bem ser parte de alguma forma de operação unilateral de comércio! A par de razoáveis considerações sobre o comércio, como poderíamos explicar a enorme distancia de mais envolvida? Uma viajem unilateral de Zeta 1, da constelação de Reticulun até White Mountains, em New Hamphshire, fica a uma distancia de mais de trinta anos luz. Isto é aproximadamente 176 340 000 000 000 milhas ou como Carl Sagan diria:
“extremamente longe”. Todavia, a distância não é um problema, se considerarmos as teorias de Einstein sobre a dilatação do tempo. Se aumentar a velocidade o tempo diminui. Assim, quanto mais perto você de aproximar da velocidade da luz, mais devagar seu relógio funcionará, comparado com os relógios deixados na Terra. No Artigo “Descoberta a Base Planetária do UFO”, Stanton Friedman e B.Ann Slate, escreveram: “O que isto implica é que a tripulação da Constelação de Reticulun não teria que vir mais rápido do que a velocidade da luz para visitar nosso sistema solar e retornar enfrentando a perspectiva de residência num asilo de velhos. Usando o elemento tempo mudança de Einstein, uma viagem unilateral a 80% da velocidade da luz, numa velocidade constante, levaria vinte e dois anos. A 99% daquela velocidade levaria cinco anos e dois meses, mas a 99.9% dessa velocidade, a viagem poderia ser feita em apenas vinte meses!”

CASO 42 – O CONTATO Nas primeiras horas da manhã do dia 3 de dezembro de 1967, o patrulheiro Herbert Shirmer, de Ashland, Nebraska, escreveu o seguinte relatório no livro de ocorrências “vi um objeto voador na conexão das rodovias 6 e 63. A comissão Condon descobriu e submeteu o policial a regressão no tempo através de hipnose com Loring G. Willians, um hipnotizador profissional, o patrulheiro Herbert Shirmer falou sob estado hipnótico que foi seqüestrado pelos tripulantes do objeto voador e os descreveu como tendo um metro e quarenta de altura e estavam usando uniformes cinzas colados ao corpo, botas e luvas. Do lado esquerdo do corpo têm um emblema: uma serpente com asas. Suas roupas vão até ao redor da cabeça como um capacete de piloto, a pele de seus rostos são brancos acinzentados, o nariz é achatado, a boca é apenas uma fenda, suas cabeças são finas e mais compridas do que uma cabeça humana, os olhos, levemente oblíquos, embora não fossem como o dos orientais, não piscavam e tinham pupilas dilatadas e apertadas como uma lente de câmera ajustando-se. Os tripulantes da falaram a ele que essa era uma nave de observação, eles se comunicavam através de aparelhos e disseram que estudam nossas línguas da Terra através de uma espécie de maquina, eles tem computadores que podem falar qualquer língua. De onde eles são? Deu uma galáxia próxima. Eles têm bases no planeta Vênus e em outros planetas de nossa galáxia. Eles têm bases na Terra para seus discos? Sim eles têm bases definitivas nos Estados Unidos. Há uma base localizada abaixo do oceano, na costa da Flórida, há uma base na região polar só não disse se era no pólo norte ou no pólo sul. Há outra base na costa da Argentina.
Essas bases são debaixo da terra ou debaixo dos oceanos. Como opera a nave deles? A nave é operada através de reversão eletromagnética. Existe alguma defesa contra UFOS? Eles me contaram que suas naves têm sido atingidas no ar através de radar que interfere em seus equipamentos. Os discos chegam aqui carregados pelas naves-mãe e são libertadas nas bases da terra. O chefe da tripulação mostrou a parte externa da nave onde dois tripulantes estão andando de um lado para o outro com uma postura militar, na tela apareciam três discos com formas diferentes voando em formação em oposição a um grupo de estrelas incluindo a constelação de Ursa Maior. Conta-se a Shirmer que essas são “naves de guerra” voando e um espaço externo. A imagem é de grande profundidade e realismo, a nave mãe é focalizada: têm o formato de um charuto, é muito comprida, esta muito longe da Terra. Eles sabem que estão sendo vistos com freqüência e estão tentando confundir a mente do público.
Ao relatar o Caso 42, o Relatório Condon emprega quase que as mesmas palavras usadas pelo Dr Hynek, depois de ter entrevistado Charlie Hickson em Pascagoula, depois do caso de Barney e Betty Hill, Shirmer é o melhor casodocumentado de sua espécie, o Dr Sprinkle enunciou a opinião de que o patrulheiro acreditava na realidade dos acontecimentos que descreveu, e disse que a mente de Shirmer era uma chave para o futuro. Esta matéria esta no livro Beyond Earth: Man’s Contact With UFOs. Copyright 1974 By Ralf Blun
CARL SAGAN "O MESTRE DOS DESPISTAMENTOS"
Hoje, não há nenhuma evidência clara, eu diria, que nos obrigasse a acreditar que exista vida em outro lugar, muito menos vida inteligente. Há uma tremenda quantidade de lugares. Há uma tremenda quantidade de tempo. E as partículas que compõe a vida estão espalhadas pelo universo. Há, também, uma espécie de tradição de Copérmico: quão extraordinário seria se estivéssemos vivendo no único planeta habitado... as possibilidades contra isso são imensas. O sol é uma, de talvez duzentos bilhões de estrelas, que compõe a Via Láctea... E nossa galáxia é uma entre bilhões de outras galáxias; então temos uma quantidade enorme de números. Para começar, ajudaria, se homens do nível de Carl Sagan não afirmassem numa transmissão de âmbito nacional, que todo o universo deve ser reprimido pelas limitações do nosso conhecimento cientifico. A implicação não expressa é: Porque ainda não podemos alcançar a constelação de Centauro, ninguém no universo é suficientemente adiantado para chegar aqui. Em 1968, durante uma audiência da Comissão de Ciência e Astronáutica do Congresso, Sagan Disse:
“Agora, uma coisa está clara: se existem outras civilizações técnicas, tomando-se ao acaso uma delas, é provável que esteja bem mais adiantada do que a nossa civilização técnica. Por exemplo. Não é provável que exista qualquer outra civilização, nas galáxias, que seja assim tão retrógrada no seu conhecimento técnico cientifico. A terra pode ter sido visitada várias vezes por diversas civilizações das galáxias durante a sua existência geológica. Não esta fora de questão que produtos dessas visitas ainda existam ou mesmo que alguma espécie de base seja mantida (possivelmente automática) dentro do sistema solar para dar continuidade a viagens sucessivas. Bem, se são inteligências, então sabem alguma coisa, a respeito do mundo físico, que não sabemos e, também, sabem alguma coisa sobre o mundo psíquico que não sabemos - e estão usando tudo isso”.
REFERÊNCIAS: 
TRECHO DO LIVRO Beyond Earth: Man’s Contact With UFOs.
Copyright 1974 By Ralf Blun



sábado, 23 de agosto de 2008

QUEM SOU? DONDE VIM? PARA ONDE VOU?




Porque, quer queiramos, que não queiramos, todo homem é um filósofo, como todo homem é um teólogo. Porquê? Simplesmente, mais cedo ou mais tarde todo ser humano, racional, acaba se perguntando:

QUEM SOU? DONDE VIM? PARA ONDE VOU?

Olhemos o Velho Testamento, examinamos o seu conteúdo esotérico, e veremos que ele não tem um conteúdo exclusivamente religioso. A religião acha-se vinculada a um perene sentimento interior do homem, sentimento que expressa o elo deste com um certo principio espiritual. ‘ o rasgo fundamental e decisivo da religião é a crença no sobrenatural’ não no explicável, na vida extra-corpórea ou extra terrena.


O tema principal do Velho Testamento são as leis normas ou códigos que estão formulados no sentido de orientar o relacionamento entre os indivíduos objetivando uma convivência pacifica.
As religiões em geral, e as oficiais em particular, longe de conduzirem os homens a paz e harmonia, têm produzido efeitos exatamente opostos aos desejados pelos avatares, sobre cujos ensinamentos pretensamente tem se baseado. Regimes políticos têm se instituído também proclamando-se inspirados nos ensinamentos de Cristo e a humanidade permanece separada, dividida num impasse aparentemente impossível de solucionar.
Disse Jesus ‘conheceras a verdade e a verdade o libertará’ Pergunto: o que estás fazendo tu para conhecer a verdade? É preciso lembrar que Cristo nunca mandou fazerem edificações e fundarem religiões usando o seu nome.

Na verdade  o que temos, pois, no Velho Testamento? Um legado religioso ou um código de ética com aspectos de psicologia aplicada contido na narrativa do comportamento dos diferentes personagens, em diferentes épocas abrangidas pelas narrativas reunidas nas várias dezenas de livros que compõe o Velho Testamento.

Se nos examinarmos os Evangelhos novamente veremos que não existe neles qualquer coisa que sirva de base ou apoio ao estabelecimento ou fundação de uma Religião. de fato Cristo afirmou " Eu não vim para reformar a Lei ( a do velho testamento) e sim cumpri-la" A sua missão era, pois tornar masi claros os ensinamentos anteriores, torna-los mais adequados aos dias atuais, atribuir-lhes a importância que o tempo havia desgastado. Ele Cristo não fundou nenhum grupo religioso, não construiu nenhum edifício para reuniões. Durante o seu ministério sempre foi direto pesquisando mais sobre humanidade, desde tempos imemoriais ela sempre conheceu alguns Mitos dentre eles o Mito Solar quando o logos se manifesta no mundo fenomenal e encarna num homem chamado AVATAR, cada vez em que as grandes transformações cósmicas, chamadas “Eras” , que afetam desde o movimento dos sois até a conduta dos homens, fazem necessária a presença de um “instrutor” ou “transformador” que oriente o caminho ou a senda dos homens, uma condição essencial do Mito Solar é que a de que o AVATAR seja concebido por uma virgem. Jesus foi concebido por uma virgem porém este fato, como já sabemos não passa da repetição do acontecido com Krishna, muito tempo antes concebido pela virgem Devaki, igualmente HORUS nasce da virgem  pela vontade do Deus Toth, Osíris nasce da virgem Neith, são todos nascidos de virgens Zoroastro, Quetzacoatl, Apolônio e outros, o que significa esta condição? Casos de concepção assexual ?

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

AS HUMANIDADES DESENVOLVERAM-SE EM MEIO AOS ANDRÓGINOS E HERMAFRODITAS













A ilustração é reconhecida por muitos estudiosos como Yahweh Alado sobre um Querubim acompanhado de uma deusa, também alada, Asherah, pairando sobre "a árvore sagrada". Note-se o falo, bem definido de Jeovah. FONTE: University Fribourg, Switzerland. Vandenhoeck & Ruprecht, Gottingen. 1999.



Ídolo de cobre do ano 1.200 antes de Cristo. Trata-se, evidentemente de uma divindade fálica encontrada no santuário de Timna. Supõe-se que seja uma representação de Yahweh [Jeovah], encontrado em Kuntillet el Ajrud, Israel, em 800 d.C.. Yahweh, é famoso por seu falo indicativo de sua prodigiosa capacidade de reprodução. — [Beno Rothenberg, et al. The Egyptian Mining Temple at Timna. Institute for Archeo-Metallurgical Studies Institute of Archaeology, University College London. 1988]

Jeová era hermafrodita. Para muitos, a informação pode parecer estranha ou mesmo chocante mas é a verdade que emerge do estudo da mitologia do "Deus de Israel". É um título justo porque Jeová, foi, realmente, o Deus específico daquela antiga nação. De fato, o monoteísmo dos primeiros judeus, recém saídos da Mesopotâmia, não era um monoteísmo [nunca foi e ainda não é] fundamentado na crença em um Deus universal, Deus criador de todas as Coisas, de todos os seres, Deus de todos os Homens.

Jeová foi [e é] o Deus dos seguidores de Abraão, um patriarca [chefe de tribo, clã] originário, até onde se sabe, da cidade de Ur, na Caldéia, ou seja, na Mesopotâmia, região que abrigou a famosa Babilônia, atual Iraque. O próprio nome do povo - JUDEU - deriva da antiga denominação, Yah-oudi, a eles aplicada e por eles considerada ofensiva! Yah-oudi pode ser entendido como "Jeovitas", "Jhaevoadianos", "Jodhadious"ou, simplesmente, seguidores de Jah-Hovah.

O nome Jeová é a simplificação do original hebraico Jah-Hovah, palavra composta: JAH ou JOD ou, ainda YOD significa phallus, falo, pênis, macho: "A letra hebraica Jod representava o membrum virile" [BLAVATSKY, 2003]. Hovah significa vaso, cavidade, arca, concha. fêmea (e, mais tarde, vagina, do latim, metáfora relacionada ao estojo onde os guerreiros guardavam sua espada; bainha de espada).
A ilustração é reconhecida por muitos estudiosos como Yahweh Alado sobre um Querubim acompanhado de uma deusa, também alada, Asherah, pairando sobre "a árvore sagrada". Note-se o falo, bem definido de Jeovah. FONTE: University Fribourg, Switzerland. Vandenhoeck & Ruprecht, Gottingen. 1999.


Portanto, Jeová significa "macho-fêmea", "pênis-vagina", um ser que reúne atributos genitais de ambos os sexos; um hermafrodita. Por isso, o judaísmo ainda primitivo e popular, o judaísmo do rei Davi, é considerado como uma religião fálica, porque os traços distintivos de sua divindade, Jeová, são signos da sexualidade, do ato da geração. A Arca da Aliança judaica [porque outros povos também têm suas "Arcas"] possui um simbolismo sexual notado por vários estudiosos: "Os dois querubins colocados frente a frente sobre o cofre [a Arca], têm as asas abertas de tal maneira que foram um perfeito Yoni [genitália feminina]". Hargrave Jennings, em sua obra Phallicism, escreve: "Sabemos pelos anais judeus que a Arca continha uma tábua de pedra e que se pode demonstrar que esta pedra era fálica".

Aos invocadores contemporâneos de Jah! é bom informar que essa palavra jamais foi sinônima de "Deus", Alá, Altíssimo, Criador do Universo ou qualquer outra expressão com a qual é designado o Deus do monoteísmo contemporâneo, cristão ou não. "Para o esoterismo hebreu... a principal função de Jeová era dar filhos... Ele era a medida do ano Lunar... ciclo de tempo que foi tomado como a causa da ação geradora sendo, por isso, objeto de culto e invocação. Entretanto, re-significações são um fenômeno próprio das línguas vivas e, assim, Jah poderá ser palavra pronunciada para se referir ao Supremo Arquiteto do Cosmos se o povo, supremo monarca da gramática real, assim o desejar.

BIBLIOGRAFIA
BLAVATSKY, Helena Petrovna. A Doutrina Secreta vol. III — Antropogênese. São Paulo: Pensamento, 2003.
__________________________ A Doutrina Secreta vol. IV — O Simbolismo Arcaico das Religiões, do Mundo e da Ciência.
Teosofia é budismo esotérico de origem indiano-tibetana, ou seja, as ciências ocultas em escrituras sagradas budistas, conhecimento reservado para Iniciados, estudiosos e praticantes de longa data. Dentre estas "ciências ocultas" constam uma cosmogênese e uma antropogênese, como, em geral, constam de todas as escrituras e tradições religiosas ou sagradas do mundo. Exp.: Mitologia Grega: Divindades primordiais; Gênesis Bíblico judaico-cristão; Gilgamesh, epopéia sumério-mesopotâmica.



Há muitas e muitas eras, históricas e pré-Históricas, o sexo não existia. Existiram Humanidades e indivíduos, mas o sexo, não! Não havia sexo nem como sistema de órgãos, nem como uma prática de intercurso de corpos, nem com uma idéia. Aliás, nesse tempo tão distante também os corpos eram muito diferentes do que são atualmente.

Na aurora planetária e antropogênica, os espíritos manifestavam-se em estruturas bioquímicas desprovidas de ossos; eram sem-ossos. Parece estranho mas a Natureza daqueles dias era tão coerente quanto hoje; também a Terra não tinha "ossos" (rochas e formações sólidas).

Três Humanidades, três Raças Humanas emergiram, desenvolveram-se, declinaram e extinguiram-se sem que seus corpos humanos possuíssem sistemas de órgão reprodutores. Primeiro os seres se auto-renovavam pela emanação do si mesmo reciclado por materiais coletados diretamente da dimensão subatômica da Natureza..

Depois veio a multiplicação assexuada da espécie. O indivíduo engendrava outros seres, de dois modos: 1º) Exsudando um ser igual a ele mesmo, clone ou, por brotamento, o clone desenvolvia-se como uma excrescência que se desprendia da matriz quando sua formação estava completa.

2º) Pela fecundação exógena. Os materiais genéticos misturavam-se ao acaso. O ovo era exsudado em Natureza, feito de substância plástica e gelatinosa. A fecundação corria de modo similar ao dos peixes, pelo depósito de material genético de um outro ser produzindo um híbrido [mistura de desiguais], gestado no ovo que se enrijecia para ser rompido quando a nova criatura estivesse apta para a vida no mundo exterior. Esse tipo de fecundação produziu a primeira geração de monstros da Terra.


Antiga Doutrina Tibetana: Antropogênense

No princípio, manifestaram-se na Terra os Existentes-Por-Si-Mesmos; vidas individuais projetadas pela Vontade Absoluta [possivelmente, Deus]. Isso foi no tempo da Aurora do Renascimento dos Mundos. Estas vidas, foram os Manus-Sementes, também chamados Pitris.

A Primeira Raça Humana, portanto, foi a dos Nascidos-Por-Si-Mesmos. Eram sombras de seus "progenitores", ou seja, de si mesmos; raça dos "progenitores" de si mesmos. Tudo fizeram de forma involuntária porquê não tinham mente, inteligência ou Vontade. O Espírito Centelha Divina [de Deus] não estava presente, ou melhor, estava em letargia, adormecido naqueles seres.

Da primeira Raça surgiu a Segunda Raça: os Nascidos do Suor, os Sem-Ossos que eram dotados do germe da inteligência — a débil chispa [centelha] primitiva. Notemos aqui que o Espírito de Deus está sempre relacionado à Luz; nos primeiros, que eram sombras, fenômeno que depende da luz; nos segundos, nos quais já brilhava debilmente uma "centelha", uma luz. A Terceira Raça Humana foi a dos Andróginos, chamados Duplos:

Os Filhos da Ioga Passiva [os andróginos] ... se tornaram ovíparos. As emanações que se desprendiam de seus corpos durante as épocas de procriação eram ovulares; os pequenos núcleos esferoidais se desenvolviam em uma grande veículo mole, oviforme, que endurecia gradualmente, rompendo-se após um período de gestação e dele saindo o jovem animal humano... [ANTROPOGÊNESE - p 183]



A Teoria Poligenética

A Antropogênese Budista-esotérica atribui ao homem: 1º) uma origem poligenética; 2º) diversidade de modos de procriação, antes que a Humanidade desenvolvesse a geração sexuada. A Humanidade Andrógina:

... cessou de procriar a sua espécie por meio de gotas de energia vital que emanavam de seu corpo... Toda essa energia vital [era] disseminada por toda parte e foi empregada pela Natureza na produção das primeiras formas de animais mamíferos. [ANTROPOGÊNESE - p 187]



As manifestações pré-arcaicas da Vida interagiam com a geologia pré-arcaica de maneira muito direta compondo uma realidade física, orgânica e inorgânica, intensamente dinâmica em sua busca de formas e materiais organizados e/ou organizáveis em sistemas funcionais para a plena expressão daquela Vontade Inteligente Primordial [Deus] que está na origem de toda a Criação.


A sucessão progressiva de métodos de reprodução, segundo os revela a ciência, é uma confirmação sugestiva da Etnologia Esotérica:

I. CISSIPARIDADE — Como se observa na divisão em dois de organismos unicelulares, como a Ameba. Ou como na mitose, divisão da célula em organismos pluricelulares.

II. BROTAMENTO — Uma pequena estrutura paterna [ou da matriz] infla na superfície e finalmente se destaca, crescendo até alcançar o tamanho do organismo adulto, como em numerosos vegetais, organismos marinhos etc.

III. ESPOROS — Uma única célula é expelida pelo organismo paterno [matriz], desenvolvendo-se em um organismo multicelular que reproduz os caracteres do original, como bactérias e musgos.

IV. HERMAFRODITISMO INTERMEDIÁRIO — Órgãos masculinos e femininos fazem parte do mesmo indivíduo. A maioria da plantas, vermes. [ANTROPOGÊNESE - p 184]





A Doutrina Secreta — contida nos livros arcaicos tibetanos afirma que o Ser Humano passou por todas estas estranhas conformações bioquímicas ao longos de muitos milhões de anos, desde o surgimento do próprio planeta Terra. Estas teorias, embora pareçam absurdas, tornam-se menos exóticas considerando os modos de reprodução de organismos observados na Natureza pela ciência contemporânea. Entre as bactérias, por exemplo, verificam-se mecanismos quase fantásticos:

Normalmente as bactérias se reproduzem por divisão direta binária, isto é, sofrem "fissão" (bipartem-se). ...Em circunstâncias especiais as bactérias esporulam, ou seja, tornam suas paredes mas espessas e reproduzem-se no interior dos esporos. Quando eles se rompem, liberam-se novas bactérias oriundas das iniciais. A Biologia moderna [década de 1980] desvendou três formas diferentes de transferência de material genético entre bactérias: a CONJUGAÇÃO, a TRANSFORMAÇÃO e a TRANSDUÇÃO.

Na CONJUGAÇÃO duas bactérias se aproximam e surge entre elas uma ponte de material citoplasmático através da qual ocorre passagem de DNA de uma para outra. A bactéria que recebe a "transfusão" (considerada como fêmea) poderá revelar, daí por diante, um novo fenótipo, isto é, exteriorização de um novo caráter. A TRANSFORMAÇÃO bacteriana é outro mecanismo de transferência de material genético... Nesse caso, uma bactéria "engloba" um segmento de DNA de OUTRA BACTÉRIA JÁ MORTA E EM VIAS DE DESINTEGRAÇÃO... [SOARES - 3/1988]



Os Andróginos deram início a diversidades morfológicas, metabólicas, anatômico-estruturais etc., resultantes das duas formas de procriação que caracterizaram a 3ª Raça Humana. Os filhos dos Andróginos foram (1) Nascidos do Ovo [implicando alta mistura de material genético; (2) Nascidos ou Filhos do Ioga. São curiosíssimos estes Filhos do Ioga. Também são ditos Filhos de Kriyashakti — e Kriya-shakti é o "misterioso poder do pensamento" .

As Humanidades desenvolveram-se em meio aos Andróginos e Hermafroditas [da 3ª Raça], bissexuados e assexuados e, finalmente, heterossexuais. Todos conviveram e compartilharam aquelas diferentes formas de procriação; no tempo mais que antigo, nos abismo esquecido do tempo. Trocas e fenômenos genéticos dos mais excêntricos aconteceram até que fosse desenvolvida a "relação sexual".

O homem não "saiu" literalmente do barro, da lama mas, sem dúvida existe muito plasma-gel envolvido nestes processos. Meditemos... O panorama evolutivo primordial, pré-arcaico, era de uma orgia de secreções envolvendo eventualidades físico-químicas, interações morfológicas, troca de fluidos que, segundo a Doutrina, povoaram o planeta com as mais estranhas espécies de seres vivos que fracassaram como veículos adequados para a expressão do Ser Humano. A herança desta época ainda subsiste na fauna e flora atuais e de Eras passadas. A experiência "exitosa" — viva e atual — é o homem contemporâneo.

Durante a Terceira [Raça] os animais sem ossos cresceram e se transformaram: converteram-se em animais com ossos... Os animais foram os primeiros a separar-se [em machos e fêmeas]. Começaram a procriar. O homem duplo também se separou... E tomaram para si enormes animais fêmeas. Com elas procriaram raças mudas. Eles próprios eram mudos [Foram chamados os Cabeça Estreita].

Eles geraram monstros. Uma raça de monstros encurvados e cobertos de pelo vermelho, que andavam de quatro patas. Uma raça muda para silenciar sua vergonha. [ANTROPOGÊNESE, p 202] ... Esse Homem Primitivo... [ainda] não tinha mente nem Alma quando procriou com um monstro fêmea [e, possivelmente vice-versa, meditemos..], do reino animal, o antecessor de uma série de símios [por exemplo - ANTROPOGÊNESE, p 207]



Somente na Terceira Raça Humana, já perto do fim do período de existência da Terceira Humanidade, os seres humanos passaram a ter um corpo físico de matéria mais densa e a densidade diminuiu o nível de intimidade material entre os seres.

A relação sexual corpórea foi praticada antes mesmo que "o raio da divina razão iluminasse suas mentes até então adormecidas; e haviam pecado". As misturas genéticas que deram origem a animais já tinham acontecido. A forma exterior dos homens não era uniforme porque os ovos, "antes de se endurecerem foram, com freqüência, corrompidos por enormes animais [que já existiam!]. Daí surgiram raças intermediárias de monstros, meio homens, meio animais".

Entretanto, mais tarde, quando a raça humana já estava definida e já se configurando como uma Quarta Raça, Quarta Humanidade; quando o homem passou a engendrar, procriar por relação sexual, "não só engendrou homens, como também animais"... Tais relações foram proibidas: "reis e senhores puseram o selo da proibição nessas relações pecaminosas".




Sexo na Cronologia dos Brâmanes

Por tudo o que já foi explicado, em tempos remotíssimos não havia sexo mas, também, em tempos também muito antigos, o sexo tornou-se uma característica dos seres vivos de grande porte: anfíbios, aves, répteis e, sobretudo, mamíferos.

A Doutrina tibetana do Livro de Dzyan adota, para as idades do Universo, do mundo e dos homens, a cronologia do Brâmanes (hindus).


Nesta cronologia consta que a emergência das relações sexuais entre os seres, na Terra, datam do fim da 3ª Raça [Lemurianos] e começo da 4ª Raça Humanas [esta, Atlantes], quando os seres humanos — e outros mamíferos — desenvolveram corpos com ossos. Isso remonta de dezenas de milhões! de anos.

Para os Brâmanes, a idade da Terra gira em torno de 1 bilhão 955 milhões 884 mil e 807 anos, [em 2007]. A idade da presente Humanidade, chamada Humanidade da 5ª Raça, fica em 18 milhões e pouco mais de 600 mil anos, quando desapareceram os últimos núcleos da civilização Atlante.

O corpo material, a separação dos seres em gêneros sexuais e, por fim, a relação sexual, este conjunto de eventos são esotericamente descritos como "a Queda". Queda do homem na matéria, queda do poder de auto-criação e auto-recriação mental em procriação sexual.

Nos textos bíblicos — judaico-cristãos — muito confusos e/ou até omissos em sua cronologia cosmológica, geológica e antropológica, entre textos canônicos e apócrifos, há referência a duas quedas: (1ª) queda dos Anjos; (2ª) Queda do Homem. A primeira é relatada no apócrifo Livro de Enoch; a queda do Homem, está no Gênesis canônico.

Ambos os episódios, que podem ser considerados como o desenrolar de um só processo, são relacionados a três fatos da evolução: (1º) desenvolvimento da Vontade exercida por livre arbítrio; (2°) descoberta, escolha e prática da relação sexual, procriação vivípara; (3°) a experiência da vida com dor e sofrimentos físicos.



A Queda — Trechos da Doutrina Secreta

Os primeiros Lêmuro-Atlantes [transição entre as Raças 3ª e 4ª] são acusados de haver tomado como esposas mulheres de uma raça inferior, ou seja, da raça dos homens até então desprovidos de Mente [p 300].

...Tomaram como esposas mulheres formosas verdadeiramente humanas mas, nas quais, estavam encarnados seres inferiores e mais materiais... Estes seres com formas femininas — Lilith é seu protótipo nas tradições judaicas — são denominadas Khado (em sânscrito, Dakini). As lendas alegóricas... atribuem a todas a arte de "andar pelos ares"... não sendo elas, porém, dotadas de mente — só de instinto animal [p 303].

Os que caíram vítimas de sua naturezas animais... procriaram "monstros", isto é, homens de uma variedade diferente. A Doutrina Secreta acusa aqueles Lêmuro-Atlantes — "filhos do Céu e da Terra" de haverem cometido o abominável crime de procriar com "animais"...

Aqueles[as] eram chamados [das] "animais" não porque não fossem seres humanos, mas porque eram muito diferentes, física e mentalmente, das raças mais perfeitas que se haviam desenvolvido. [Raças que] ...permaneceram desprovidas de conhecimento ou, "sem-mente" assim continuaram até mesmo depois da separação natural dos sexos. Foram elas que ...praticaram o primeiro cruzamento engendrando monstros; e entre os descendentes destes foi que os Atlantes escolheram esposas. [p 304]






Sexo, Drogas & Outras Coisas

A antropologia teosófica, apesar de ser bastante complexa e até mesmo fantástica, consegue explicar o mistério e a recorrente alegoria de um "pecado original" através de uma concepção de evolução bioquímica dos seres vivos que pressupõe a origem do homem no planeta em uma época muito mais antiga e em condições geofísicas muito diferentes do que admite a ciência contemporânea.

A emergência do sexo entre os seres vivos terrenos e, especialmente na Humanidade, é um fenômeno inserido num lentíssimo e amplo processo de evolução que começa com a vida se manifestando em estruturas etéreas, passando por estados mais densos de matéria até chegar à conformação orgânica atual.

Considerando que os corpos dos humanos da 1ª, 2ª e boa parte da 3ª Raça não eram materiais no sentido de sólidos, talvez, sequer fossem completamente orgânicos, é coerente supor que seu contato com a realidade se dava no plano do não-físico através de SENTIDOS igualmente não-dependentes de apêndices físicos, possivelmente, SENTIDOS MENTAIS.

Quando os seres humanos passaram a ter corpos densos, materiais, cada vez mais carnais, perderam suas faculdades não-físicas que foram substituídas por habilidades corporais. O conhecimento do mundo passou a depender, em boa parte, dos sentidos e apêndices físicos.

O sexo é, primordialmente, o meio físico de efetuar troca de materiais genéticos que permitem a renovação da vida através da procriação. Estes materiais, que antes eram exsudados e inconscientemente depositados em natureza, passaram a ser produzidos e armazenados nas profundezas do "organismo", este corpo de carnes, ossos, sangue e mucos no qual se transformou o veículo físico do homens e mulheres Lêmuro-Atlantes e do homem contemporâneo.


Matriarcado e Falicismo


Lentamente, por uma associação de lógica primária inevitável, quando a raça humana começou a procriar por meio de relação sexual, a idéia de "poder criador" passou a ser associada ao sexo; primeiro ao sexo feminino, que passou a ser a primeira evidente matriz geradora da raça.

As primitivas sociedades matriarcais fundamentaram o prestígio da mulher justamente nesse mistério de ser, até então, inexplicavelmente, a única capaz de gerar nova vida. A pré-história legou aos historiadores atuais muitas evidências dos chamados "cultos à grande mãe". O culto à gestação é evidenciado nas figuras paleolíticas que representam mulheres com grandes ventres e seios: gestação e nutrição da cria.


Entretanto, nem só de tribos primitivas era feita a Antiguidade do homo sapiens e logo a importância do sêmen, do falo, da potência viril do homem foi descoberta como elemento indispensável à criação de um novo ser humano. Isso mudou completamente o foco da reverência religiosa dedicada ao sexo.

Primeiro, o sexo em si mesmo tornou-se, mais do nunca, temas para rituais fetichistas, de magia simpática e o falo ou, o pênis passou ser o símbolo da divindade criadora. A mulher-Terra, de nada valia sem a semente-Homem. Estava implantado sexualismo fálico religioso e o patriarcalismo econômico-político-social.


Ao mesmo tempo, a Humanidade, instituindo focos de civilização em diferentes partes do mundo, ia, pouco a pouco conhecendo caprichos da carne, que, absolutamente, não se limitaram ao âmbito do sexo. Os homens foram se tornando mais gulosos em vários sentidos: se o sexo procriativo já não bastava, o fruto selvagem da terra também deixou de ser suficiente para a fome do estômago e a caça, pouco funcional para alimentar as grandes comunidades polígamas.

O homem carnal é cheio de necessidades que, naturais ou imaginárias, reclamam sem parar para serem atendidas. Além disso, dotado de inteligência criativa, de auto-consciência e imaginação, o homem cria novas necessidades que os animais desconhecem; e abusa, exagera. E o abuso do homem é a essência do chamado pecado, que nada mais é que "erro".

Nesse caminho, a Humanidade da 5ª Raça, herdeira dos excessos dos últimos Atlantes, transformou fome em gula; sede, em embriaguês; remédio em overdose; sexo, em sacanagem: "Os chamados Anjos Caídos são a própria Humanidade".


O Demônio do Orgulho, da Luxúria, da Rebeldia, do Ódio não existia antes de aparecer o homem físico consciente..." [ANTROPOGÊNENSE p. 292] e... "Nos primeiros tempos, a concepção era tão fácil para a mulher como para toda criação animal. Nunca esteve no plano da natureza que a mulher desse à luz os seus filhos com dor" [ANTROPOGÊNENSE p. 428].


ADÃO-CAIM-ABEL & JAH-HOVAH

As relações sexuais inauguraram uma nova etapa na evolução das Raças Humanas. Fato de tamanha importância não poderia deixar de ter seus registros, ainda que alegóricos, nas principais escrituras sagradas do mundo. Enquanto a Bíblia judaico-cristã fala, especificamente, de um casal primordial, Adão e Eva, o budismo esotérico considera esse casal como mero símbolo que se refere à nova Raça Humana que começava a se configurar; a Raça sexuada, a 5ª Raça Humana.

Nestes termos, ADÃO, não nomeia um indivíduo; é uma palavra genérica que nomeia uma Raça. Ao longo da História Humana, teriam existido, portanto, até agora, 5 Raças Adâmicas ou, Humanas. O Adão bíblico seria, então, a "Humanidade da 5ª Raça Humana", constituída de seres sexuados, que se reproduzem por meio de relação sexual.

Ensinam os Cabalistas a existência de quatro Adões diferentes ou a transformação de quatro Adões sucessivos, emanações do "fantasma divino" [Dyooknah]. ...Este Adão [os primeiro seres humanos] não possuía, naturalmente, nem um corpo grosseiro humano nem um corpo dos desejos [um corpo astral]. Este Adão é o protótipo do segundo Adão. Que todos eles representam as nossas Cinco Raças, não pode haver dúvida...

O primeiro é o (1) Adão Santo e Perfeito [seres santos e perfeitos], "uma sombra que desapareceu" [eram os chamados "Reis de Edom], produzida da Divina Imagem [Tzelem]; o segundo é o chamado (2) Adão Andrógino Protoplásmico do futuro Adão terrestre... O terceiro (3) [Adão Terrestre Inocente] é o homem feito de "barro" [matéria mais densa - mas... foi, ainda] ...um Adão inocente [inocência como ignorância, de ignorar, de desconhecer; [o quarto (4) Adão Carnal Intermediário]... é o suposto antepassado próximo de nossa própria Raça — o (5) Adão Caído.

... [Segundo Isaac Myer em Qabbalah [1888]: "O quarto Adão... era revestido de pele, carne, nervos, etc., ... ou seja, o corpo. Possuía a faculdade animal de reprodução e continuação da espécie.

}BLAVATSKY, 2003. A Doutrina Secreta vol. IV — O Simbolismo Arcaico das Religiões, do Mundo e da Ciência, p 24



A Bíblia judaico-cristã, embora seja considerada, pelos judeus, católico "romanos" e outros cristãos como "Palavra revelada" — ou seja, Verdade ditada pelo próprio Deus, em termos mais realistas é apenas mais um livro, ou melhor, conjunto de livros que resgata conhecimentos antigos com todas as naturais deturpações das histórias muito recontadas.

A Bíblia judaico-cristã tem o seu valor como documento histórico e sociológico porém tal como muitas outras escrituras "sagradas" não é uma obra original. Pesquisas arqueológicas e lingüísticas há muito já rastrearam as fontes que instruíram [inspiraram] livros bíblicos como o Gênesis, o Êxodo, o Deuteronômio, os Livros Sapienciais entre outros.

Os judeus, "filhos de Abraão", aquele que era de Ur, na caldéia, herdaram muitas de suas tradições religiosas da Mesopotâmia dos caldeus, herdeiros dos Sumérios que tiveram lá seus intercâmbios com o Egito, com a Pérsia Zoroastriana e com os povos do extremo oriente através de seus contatos com a Índia.


O Crime de Caim: A Primeira Relação Sexual

O Gênesis Bíblico fala de um Adão feito de barro que, durante o "sono" — período de inconsciência ou consciência onírica — sofre uma "intervenção" biofísica. "Deus", o Senhor, ou a Natureza [?] cria outro Ser Humano usando uma costela [parte lateral do corpo] de Adão. Ele "dorme" Adão assexuado e "acorda" Adão-Eva, ou seja, acorda para uma condição física diferente. Para a teosofia, o sono do Adão Divino alegoriza um processo biológico de milhões de anos.

Essa passagem bíblica refere-se à transição entre a assexualidade e o hermafroditismo. Mas o hermafroditismo não foi uma mudança biológica isolada na conformação da raça. Naturalmente, este Adão homem-mulher tinha outros novos órgãos também; e outra capacidade cognitiva, outro sistema de percepção. O "pecado original" bíblico, apesar de todas as associações da religião cristã popular, é claramente descrito como "provar do fruto do conhecimento do bem e do mal". O texto não fala de sexo mas destaca, em relação a Eva: "Parirás com dor" porquê? Antes não paria com dor? Meditemos...

O primeiro pecado do Adão Hermafrodita foi PENSAR: fazer perguntas, exercer a faculdade de ser um AGENTE CONHECEDOR e mais, um agente de escolhas e de realizações CRIATIVAS! este Adão Hermafrodita, como Raça, foi chamado de Raça de Jah-Hovah, referência a seus novos sinais distintivos externos: genitália masculina e genitália feminina; em visão resumida, pênis e vagina, protuberância e cavidade.

O nome composto de Jehovah, ou Jah-Hovah, [significa] vida masculina e vida feminina — em caráter andrógino, primeiramente, mais tarde em dois sexos separados. ... A letra hebraica Jod representava o membrum virile, e Hovah era Eva... [p 141]

No Livro de Enoch, temos Adão, o primeiro Andrógino Divino [sem sexo], que se separa em homem e mulher e se converte em Jah-Heva [Andrógino é uma Raça Humana, Jah-Heva outra Raça, os divinos Hermafroditas], e [um terceiro movimento converte-se, evolui para] — Caim e Abel, varão e fêmea... [Seguindo a genealogia Bíblica] ... Seth não é um homem, mas uma RAÇA. Antes dele a humanidade era hermafrodita [Jah-Eva, Caim e Abel)... [Seth é] ... o primeiro resultado [fisiologicamente] que se seguiu à "Queda" [procriação por relação sexual] — Seth é o primeiro Homem [Raça de heterossexuais ... seu filho Enos é chamado "o Filho do Homem". [140/141]



Mas os Hermafroditas da raça Jah-Hovah continuaram, durante muitas Eras, sem nada cogitar sobre a "utilidade" e utilização dos daqueles órgãos. Continuaram sendo ovíparos auto-reprodutores ou híbridos por conjugação genética em ambiente exógeno. Os indivíduos novos nasciam por esporulação ou exsudação. A esporulação produzindo clones e a exsudação, misturando material genético contido em fluidos secretados por de indivíduos diferentes. Essa situação deve ter perdurado bastante mesmo quando os Hermafroditas já estavam dotados de pênis e vaginas.

Mas, para quê servia o pênis? A raça Hermafrodita demorou a conjeturar sobre a utilidade da protuberância e da cavidade e é mesmo possível que isso tenha sido descoberto por mero acaso, que tenha sido um processo de experimentações. A primeira penetração pode ter sido feita em um objeto, a famosa melancia, por exemplo. Meditemos...

Entretanto, o imaginativo ser Humano da quarta Raça, a Raça de Adão Jah-Hovah, um dia "derramou o sangue virgem"! Caim sangrou seu irmão, Abel. A interpretação usual desta passagem do Gênesis considera que Caim agrediu mortalmente Abel mas entre os teósofos, o "sangue virgem" era uterino-vaginal e Caim é o símbolo daqueles Hermafroditas que, pela primeira vez tiveram a curiosa idéia de inserir o próprio pênis na vagina do irmão...

Nas escrituras sagradas dos hindus a separação dos sexos é representada alegoricamente por Daksha, o qual, vendo que seus descendentes "nascidos da vontade", os "Filhos do Ioga Passivo", não queriam criar homens, "resolveu converter a metade de si mesmo em uma mulher, com a qual teve filhas", as futuras mulheres da Terceira Raça, a que engendrou os Gigantes da Atlântida, pertencentes à Quarta Raça. O Vishnu Purana simplesmente diz que Daksha, o pai da humanidade, instituiu a relação sexual como meio de povoar o mundo. [ANTROPOGÊNESE - p 293]



Caim é: "o autor da primeira efusão sexual de sangue [sêmen - ANTROPOGÊNESE p 408]. É possível que depois o próprio Caim experimentasse receber o pênis do irmão da própria vagina mas isso só piora as coisas... Em hebraico, Abel é C-Habel, que significa "dores do parto", o que faz supor uma gravidez — vivípara! — como decorrência dos experimentos cainitas.

O fato é que o comportamento cainita foi severamente condenado pela Humanidade da época e, segundo a tradição arquetípica, Caim foi "marcado" e banido: "Caim seguiu para a região de Nod e ali tomou esposa." — evidentemente, apesar de banido Caim não estava arrependido já que "tomou esposa" e continuou praticando relações sexuais. Desde então os Hermafroditas estiveram sujeitos a optar por se relacionarem na posição de homem, mulher ou ambas as coisas conforme a ocasião.

Os Hermafroditas começaram a desaparecer ainda no fim da terceira Raça Humana. A primeira geração dos Jah-Hovah (Machos-Fêmea) a nascer com somente um sexo definido foi a geração de Seth, alegoricamente, o antepassado da Quarta Raça, heterossexual e, na decadência, uma Raça orgiástica e que foi extinta, "pelo pecado" dando lugar à Quinta Raça que floresceu depois do dilúvio [castigo de Deus?] protagonizado, na Bíblia, por Noé e, em outras escrituras, por outros personagens.



LINKS:
Comentário à Antropogênese Teosófica
Antropogênese: Trechos Comentados do Livro
A Verdade Esotérica Sobre o Pecado Original

BIBLIOGRAFIA
BLAVATSKY, Helena Petrovna. A Doutrina Secreta vol. III — Antropogênese. São Paulo: Pensamento, 2003.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O CONFLITO NUCLEAR DA PRIMEIRA CIVILIZAÇÃO



















No século XIX, especialistas ridicularizaram o alemão Heinrich Schliemann (1822-180) por seu método considerado amadorístico e ingênuo de buscar as minas miscênicas da tal decantada cidade de Tróia a partir de relatos mitológicos da íliada, de Homero, primeiro grande poeta grego, que viveu ha cerca de 3.500 anos. Mas foi justamente esse amador quem a encontrou. Imbuídos dessa mesma atitude rancorosa e academicIsta, arqueólogos concluiram apressada e superficialmente que a maior civilização da Índia arcaica, Mohenjo-Daro, nome que significa O Monte dos Mortos, por ser considerada mal-assombrada, teria sido destruída por urna inundação. Mas isso não explica absolutamente o que se achou ali. De fato, os arqueólogos responsáveis por esse sitio simplesmente varreram para debaixo do tapete as evidencias de algo que não se enquadra em urna explicação assim tão cômoda e simples. Mohenjo-Daro teria existido no Vale do Indo, atual Paquistão, e talvez a etema rivalidade entre hindus e paquistaneses tenha feito com que se subestimasse a importância daquela civilização Em 1978, um estudioso da lingua escrita chamado David Davenport, cidadão britânico na India, juntamente com o redator Italiano Ettore Vicenti, procederam a urna releitura de clássicos como O Ramayana. Esse texto é o mais extenso escrito corn mais de mil estrofes e integrando o confuso Mahabharata [Grande India em sânscrito] O grande épico hindu recheado de relatos de guerras e aventuras em épocas míticas, ditado por Krishna-Dwaipayana Vyasa, 0 compilador. Sua versão completa, incluindo o Bhagavad Gita, dataria do seculo VIII a.c. Certas passagens soam hoje bastante sugestivas, pois parecem fazer menção a artefatos bélicos; O valoroso Aswatthaman, resoluto,tocou a água e invocou o braço de Agneya [O fogo}.Apontando para seus inimigos, disparou uma coluna explosiva que se abriram em todas as direções e causou fogo como luz sem fumaça, seguido de uma chuva de faíscas que cercaram o exercito dos Partha completamente. Os quatro pontos cardeais se cobriram de cinzas, e um vento violento e mal começou a soprar. o Sol Parecia girar ao contrario, o universo parecia estar febril os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas. A água ferveu e os animais aquaticos demonstraram intenso sofrimento "Flecha Inteligente- Algumas centenas de estrofes mais a frente, O Mahabharata descreve os efeitos de outra arma, a Narayana:."Os guerreiros retiraram suas armaduras e os lavaram na água". Em épocas antigas, tudo isto poderia soar como meras metáforas, mas na era atomica nos faz pensar na destruição de Hiroshima e Nagasaki. "De fato, por incrível que possa parecer, há inúmeras descrições que nos remetem a alto tecnologia,o glossário de armas do Mahabharata compilado pelo ilustre sanscritista Hari Prasad Shastri menciona uma chamada Kamaruchi, a 'f1echa inteligente', que ia aonde se queria que fosse e pode ser interpretada como um míssil teleguiado moderno. E ainda 0 Murchchdhana, menciona uma arma que suspendia os sentidos humanos, um possível gás sonífero, algo do Nadana, que produzia alegria como o gás hilariante, e o Shabdavetiva, outra flecha, desta vez que seguia os sons e perseguia objetos ocultos, como os mísseis atuais que seguem ondas sonoras produzidas por aviões inimigos ", descreve Davenport.
Os textos hindus não cansam de mencionar os mais variados tipos de artefatos voadores. o termo sânscrito vimana, por exemplo, significa "ave artificial habitada". Os manuscritos de época as descrevem como máquinas voadoras cujo "interior não é nem demasiado quente, nem demasiado frio, moderado em qualquer estação do ano". Seriam as vimanas dotados de ar-condicionado? Davenport e Ettore encontraram no Ramayana passagens intrigantes, coma o capitulo 81 do Uttara Kanda, que relata a saga dos habitantes da cidade de Lanka, ou ilha, assim chamada porque se encontrava isolada pelas águas do Rio Indo. Os estudiosos concluiram, após longas pesquisas, que Lanka corresponderia a localização de Mohenjo-Daro, centro da arcaica civilização hindu de Harappa, composta de sete cidades, das quais Mohenjo-Daro seria a capital que floresceu até extinguir-se subitamente por volta de 2000 a.C. Certo dia, sua população recebeu um "aviso" de abandonar a cidade no prazo máximo de urna semana, após o que sobreviria urna "grande calamidade, de onde cairia fogo do céu", segundo os escritos. essa passagem nos faz lembrar Sodoma e Gomorra, Altos índices de radioatividade – Escavações arqueológicas, notadamente as britânicas, de há cerca de 30 ou 40 anos atrás, desenterraram com indícios perturbadores, como por exemplo cadáveres que mostravam sinais de morte súbita e violenta sem que tenha havido luta ou sequer a mínima resistência. Só foram encontrados I3 dos 43 esqueletos em toda a cidade, indicão do que quase toda a população fugiu deixando a maior parte de seus pertences. Foi encontrada a ossada do que pareceu uma família composta de pai, mãe e um menino que moravam juntos, de mãos dadas em plena rua.. Permaneceram insepultos, tombados no chão. Esmagados por urna força inexplicável... enquanto caminhavam calmamente. É evidente que o que os matou foi rápido, deixou os ossos calcinados. Dada a ausência de vulcões na area, isso torna inexplicável dentro dos moldes tradicionais.
A conclusão de David Davenport e Vincenti só poderia ser uma: destruição nuclear. As ruas pareciam ter sido varridas no momento da catástrofe. Objetos foram arremessados para os cantos e o epicentro da explosão ficou bem caracterizado coma sendo uma área coberta de detritos negros e restos de argila derretida e vitrificada. 0 Instituto de Mineralogia de Roma analisou algumas amostras e constatou que haviam sido expostas a temperaturas altíssimas, de cerca de 1.500° C, e o que é mais curioso: por apenas uma fração de segundo. Há, por exemplo, vasos fundidos de um lado e totalmente intactos do outro, indicando fusão incompleta. Excluiu-se totalmente a possibilidade de incêndio por fogo ou fornos convencionais, já que estes não teriam a capacidade de produzir tamanha diferença de temperatura em tão pouco tempo.
Guerra Nuclear - aIem disso, os danos verificados nas casas eram proporcionais a distancia que se encontravam do epicentro da explosão. Aquelas situadas na área central foram calcinadas por completo, sem que restassem sequer suas paredes. A urna certa distancia do epicentro, alguns muros ainda permaneceram de pé. Nos subúrbios da cidade ficaram intactas paredes altas de até três metros de altura. Indubitavelmente a explosão ocorreu no ar, a urna considerável altura do solo. 0 epicentro mede aproximadamente 50 m de diâmetro, dentro do qual toda a materia se encontra completamente cristalizada, fundida e estéril, apresentando até hoje altos índices de radioatividade. Hoje, os animais que vagueiam para região contornam prudentemente a área, negando-se a cruzá-la, dai a fama de cidade mal-assombrada. A uns o 0 m a partir do epicentro, os tijolos estão fundidos apenas de um lado, indicando a direção das chamas a partir do centro. Segundo Davenport, este e o evento descrito no Mahabharata: "A fumaça branca e quente mil vezes mais brilhante que o Sol, ergueu-se em infinito brilho e reduziu a cidade a cinzas, a água ferveu,cavalos e carruagens pegaram fogo aos milhares, e os cadáveres dos que cairam estavam mutilados pelo horrendo calor até não mais serem reconhecíveis ".
Ainda no Mahabharata encontramos outra excelente descrição de algo que nos remete a urna guerra nuclear, a de que Arjuna recebeu urna "arma celeste que não pode ser usada contra seres humanos, pois poderia destruir o mundo todo ", mas que deveria ser usada .contra "aqueles que não seres humanos ". Uma das melhores referências a um conflito atômico se encontra neste trecho: "Era um único projétil, detendo em si toda a força do universo. Uma coluna incandescente de fumaça e fogo, com o brilho de mil sois, erguendo-se em seu esplendor. Uma arma desconhecida, um trovão de ferro, gigantesco mensageiro da morte, que reduziu a cinzas toda a raça dos Vrishnis e dos Andhakas. Seus cadáveres estavam tão queimados que ficaram irreconhecíveis. As unhas e os cabelos caíram. Os potes se quebraram sem causa aparente, e as aves ficaram brancas. Em poucas horas toda a comida estava envenenada. E para escapar do fogo, os soldados se atiraram nos riachos para lavar a si mesmos e a seus equipamentos ".
Registros da evolução - O pesquisador alemão D.Gerhard R. Steinhiiuser em seu livro 0 Herdeiro dos Astronautas {Artenova, 1970), relata outra passagem do Ramayana igualmente significativa: "Quando o deus Rama foi ameaçado por um exercito de macacos, ele colocou sua flecha mágica em ação. Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sois, transformando tudo em cinzas. Os cabelos dos sobreviventes caíram, suas unhas se desintegraram ". A hipótese de destruição nuclear é reforçada pelas lendas colhidas entre os atuais habitantes do local. Eles contam que 0 "Grande Senhor do Céu, enfurecido com os habitantes daquela cidade, hoje um deserto imprestável, destruiu-a com uma luz que brilhou como mil sois e que ressoou por muitas milhas de distancia ". A população acredita que aquele que se ' atrever a percorrer aquele solo amaldiçoado será assaltado pelos maus espíritos e venha a morrer logo - talvez venham mesmo, mas pela radiação ainda existente ali.
O trecho a seguir encontra-se em urna das mais velhas crônicas difundida, O livro Estâncias de Dzyan, pergaminhos antigos de origem tibetana que conteriam registros de toda a evolução da humanidade em uma língua desconhecida denominada Senzar:
"A separação não trouxe paz para esses povos e sua ira alcançou um ponto tal que o governante da cidade original levou consigo um numero de guerreiros e eles se elevaram nos ceus em uma grande nave metálica brilhante. A medida que perceberam que uma grande liga de seus inimigos estava ali presente, eles arremessaram uma lança brilhante que se assentava em um raio de luz que incendiou parte da cidade inimiga em uma grande bola de fogo que lançou-se aos céus, alcançando as estrelas. Todos que estavam na cidade queimaram-se horrivelmente, e os que não estavam dentro, porem próximos, queimaram-se também. E aqueles que olharam para a lança de fogo ficaram cegos para sempre. E os que entraram na cidade a pé, adoeceram e morreram, e até pó dessa cidade fez-se venenoso, bem como os rios que cruzavam a cidade. Ninguém se atreveu a voltar ali, e gradualmente a cidade tomou-se poeira e foi esquecida pelos homens ".
Poderes secretos - Davenport e Ettore admitem que maquinas voadoras e artefatos nucleares não condizem corn o nível tecnológico alcançado por aquele povo ou qualquer outro da Antiguidade. Por isso mesmo, Davenport especula que O "Senhor do Céu veio de algum outro lugar, agindo como agiram os colonizadores da ldade Moderna, com brutalidade truculência. Talvez Mohenjo-Daro tenha sido vítima de uma punição exemplar, intencionalmente infligida por meio do despejo de uma bomba atômica". Catedráticos riem dessa possibilidade, afeitos aos fundamentos da arqueologia convencional, preferindo teimar na insustentável e cômica hipótese da inundação. Alguns cientistas sugeriram que Mohenjo-Daro pudesse ter sido atingida por um meteoro, o que explicaria a fusão das pedras de cerâmica e os corpos calcinados. Mas isso não explicaria porque a cidade foi evacuada imediatamente antes do impacto, os animais foram abandonados e ate mesas postas deixadas para trás. Tudo isto invalida a hipótese de meteoro, pois não teria havido tempo para uma evacuação previa em massa.
No seculo II a.C., 0 grande imperador budista Ashoka recebeu nove livros escritos por seus sábios que descreviam essas armas espetaculares e avançavam por anos outros domínios da ciência. Porem, coma Ashoka se opunha fortemente a guerra, ordenou que tais textos fossem destruídos, evitando assim seu mau uso no futuro. Sabe-se apenas que certas passagens mencionariam coisas coma laghima, O poder de vencer a gravidade girando-se em sentido oposto aquele da mesma, e os astra, naves voadoras e seus poderes de invisibilidade e destruição. Ou ainda O garima, o poder de alterar peso dos objetos, e talvez a sua relação espaço-tempo. Embora Ashoka tenha ordenado a destruição desses livros, parece que os monges tibetanos ainda o possuem, pelo menos em parte, e graças aos ensinamentos neles contidos são capazes de fazer levitar rochas em cerimoniais musicais proibidas aos leigos.
De fato, e urna crença comum entre os hindus a idéia de que os antigos possuíam inúmeros poderes secretos, ou Siddhis, que hoje se restringem aos ilurninados ou que se perderam por completo, devido a degeneração do antigo conhecimento. Seja como for, os restos de Mohenjo-Daro sobreviveram coma uma forte evidencia de que algo realmente estranho e inusitado aconteceu ali, algo que a arqueologia oficial insiste em negar, algo que vai de encontro a crença normalmente aceita de uma linearidade no desenvolvimento da civilização nos moldes da ciência ocidental.