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quarta-feira, 30 de abril de 2008

A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL










A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL

domingo, 27 de abril de 2008

ESTA PROVADA A EXISTÊNCIA DE UNIVERSOS PARALELOS







Está provada a existência de universos paralelos, de acordo com uma descoberta matemática de cientistas de Oxford

A primeira teoria do universo paralelo, proposta em 1950 pelo físico Norte Americano Hugh Everett, ajuda a explicar os mistérios da mecânica quântica que durante décadas permanecerá uma incógnita. No universo de "inúmeros mundos" de Everett, cada vez que uma possibilidade física é explorada, o universo divide-se. Atribuindo-se um número de possíveis resultados, cada qual é descriminado - no seu próprio universo.

Um motorista que não morra por um triz, por exemplo, pode sentir-se aliviado pela sua sorte, mas num universo paralelo ele pode ter morrido. Ainda outro universo irá assistir à recuperação do motorista depois de ser tratado no hospital. O número de possíveis cenários é infinito.

A ideia é bizarra, e por isso mesmo relegada por muitos experts na matéria. Mas uma pesquisa de Oxford empresta uma resposta matemática aos enigmas quânticos que não pode ser facilmente descartada, sugerindo que o Dr. Everett - estudante de Phd na Princeton University quando inventou a teoria - estava no caminho certo. Comentando na revista New Scientist, o Dr. Andy Albrecht, físico da University of California, afirma: "Esta pesquisa é um dos mais importantes avanços na história da ciência".

De acordo com a mecânica quântica, a uma escala sub-atômica, não se pode afirmar que algo existe até que seja observado. Até agora observou-se que as partículas ocupam estados nebulosos de "superposição", nos quais poderão ter spins simultâneos para "cima" e para "baixo", ou se apresentem em diferentes locais ao mesmo tempo.

A observação parece "aprisionar" um estado particular da realidade, da mesma forma que se pode dizer que uma moeda que gira é "cara" ou "coroa" quando é apanhada. De acordo com a mecânica quântica, as partículas não-observadas são descritas por "funções de onda", representando uma quantidade de múltiplos estados "prováveis". Quando o observador mede, a partícula se acomoda a uma dessas múltiplas opções.

A equipe de Oxford, liderada pelo Dr. David Deutsch, mostrou matemáticamente que a estrutura tipo "arbusto" - criada pelo universo que se divide em paralelas versões de si mesma - pode explicar a natureza de probabilidades dos resultados quânticos.

Retirado do livro O poder do Mito, de Joseph Campbell

Em alguns níveis, um sonho privado se insere em temas verdadeiramente míticos e não pode ser interpretado senão em analogia com o mito. Jung fala de duas ordens de sonho, o sonho pessoal e o sonho arquetípico, ou o sonho com dimensão mítica. Você pode interpretar um sonho pessoal por associação, deduzindo o que ele diz sobre sua própria vida, ou em relação a seus problemas pessoais. Mas a qualquer momento surge um sonho que é puro mito, que contém um tema mítico, ou, como se diz, que provém do Cristo interior.

Agora, existe um outro sentido, mais profundo, do tempo do sonho, o de um tempo que é não tempo, apenas um estado de ser que se prolonga. Existe um importante mito, da Indonésia, que fala dessa era mitológica e seu término. No início, de acordo com essa história, os ancestrais não se distinguiam, em termos de sexo. Não havia nascimentos, não havia mortes. Então uma imensa dança coletiva foi celebrada e no seu curso um dos participantes foi pisoteado até a morte, cortado em pedaços, e os pedaços foram enterrados. No momento daquela morte, os sexos se separaram, para que a morte pudesse ser, a partir de então, equilibrada pela procriação, procriação pela morte, pois das partes enterradas do corpo desmembrado nasceram plantas comestíveis. Tinha chegado o tempo de ser, morrer, nascer, e de matar e comer outros seres vivos, para a preservação da vida. O tempo sem tempo, do início, tinha terminado, por meio de um crime comunitário, um assassinato ou sacrifício deliberado.

Pois bem, um dos grandes problemas da mitologia é conciliar a mente com essa pré-condição brutal de toda vida, que sobrevive matando e comendo vidas. Você não consegue se ludibriar comendo apenas vegetais, tampouco, pois eles também são seres vivos. A essência da vida, pois, é esse comer a si mesma! A vida vive de vidas, e a conciliação da mente e da sensibilidade humanas com esse fato fundamental é uma das funções de alguns daqueles ritos brutais, cujo ritual consiste basicamente em matar por imitação daquele primeiro crime primordial, a partir do qual se gestou este mundo temporal, do qual todos participamos. A conciliação entre a mente humana e as condições da vida é fundamental em todas as histórias da criação. Quanto a isso, todas se parecem muito.

Considerando a história da Criação no Gênesis, por exemplo, vemos que ela é semelhante a outras histórias de Criação.

Gênesis: "No início Deus criou os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia, e a escuridão vagava sobre a face do abismo".
Canção do mundo: "No início havia apenas escuridão por toda parte escuridão e água. E a escuridão se reuniu e se tornou espessa em alguns lugares, acumulando se e então separando se, acumulando e separando..."

Gênesis: "E o espírito de Deus se moveu sobre a face das águas. E Deus disse: Faça se a luz, e a luz se fez".
Upanixades: "No início, havia apenas o grande Uno refletido na forma de uma pessoa. Ao refletir, não encontrou nada além de si mesmo. Então, sua primeira palavra foi: Este sou eu".

Gênesis: "Então Deus criou o homem à sua própria imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Sede férteis e multiplicai vos".
Lenda dos Bassari: "Unumbotte fez um ser humano. Seu nome era Homem. Em seguida, Unumbotte fez um antílope, chamado Antílope. Unumbotte fez uma serpente, chamada Serpente... E Unumbotte lhes disse: A terra ainda não foi preparada. Vocês precisam tornar macia a terra em que estão sentados. Unumbotte deu lhes sementes de todas as espécies e disse: Plantem-nas."

Gênesis: "Então os céus e a terra ficaram prontos, e todos os seus hóspedes. E no sétimo dia Deus terminou o trabalho que tinha realizado..."
Índios Pima: "Eu faço o mundo e eis que o mundo está terminado. Então eu faço o mundo, e eis! O mundo está terminado".

Gênesis: "E Deus viu tudo o que tinha feito e eis que tudo era bom".
Upanixades: "Então ele se deu conta, Eu verdadeiramente, Eu sou esta criação, pois Eu a retirei de mim mesmo. Desse modo, ele se tornou a sua criação. Em verdade, aquele que conhece isso se torna, nessa criação, um criador".

Aí está a chave. Quando você sabe isso se identifica com o princípio criativo, que é o poder de Deus no mundo, quer dizer, dentro de você. Isso é belo.

terça-feira, 22 de abril de 2008

A BATALHA ENTRE SEMIDEUSES E DEMÔNIOS


A Literatura Védica deu origem a história Bíblica e foram as tribos Indo Arianas que colonizaram a Europa e o Oriente Médio há milhares de anos e os Evangelhos são um eco degradado da história ou mito original que surgiu na índia Antiga e houve uma Guerra no Céu (OCEANO DE LEITE) a nossa Via -Láctea e houve uma batalha entre Anjos e Demônios e isto esta descrito na Literatura Védica e na sua tradução que foi adaptada para o mundo ocidental na Bíblia  



























Milhares de anos depois eles mudaram a arte mas a história é a mesma na Literatura Védica e depois na Bíblia.  
















A BATALHA ENTRE SEMIDEUSES E DEMÔNIOS

O resumo do capitulo 10 do livro Srimad-Bhagavatam uma epopéia filosófica da sabedoria dos Vedas, que são antigos textos sânscritos, este capitulo fala o seguinte. Devido a inveja, a luta entre os demônios e semideuses prosseguiu, tanto os semideuses quanto os demônios são hábeis em atividades que envolvem a energia material, mas os semideuses são devotos do senhor, ao passo que os demônios são exatamente o oposto, por isto eles não colheram beneficio algum do néctar do oceano, os demônios estando muito ressentidos, voltaram a declarar guerra aos semideuses. Bali Maharaja, filho de Virocana, tornou-se o comandante chefe dos demônios, logo no começo os semideuses prepararam-se para matar os demônios. Indra, o rei dos céus, lutou contra Bali, e outros semideuses, tais como Vayu, Agni e Varuna, combateram outros lideres dos demônios. Nesta luta os demônios foram derrotados, e para escaparem da morte, começaram a recorrer a manobras materiais através das quais manifestaram muitas ilusões, matando diversos soldados que estavam ao lado dos semi deuses, os semideuses,não encontrando nenhum outro recurso, voltaram-se a render-se a Suprema Personalidade de Deus, Visnu, que então apareceu e anulou todas as ilusões produzidas pelos malabarismos dos demônios, heróis entre os demônios, tais como Kalanemi, Mali, Sumali e Malyavan, contenderam com a Suprema Personalidade de Deus e foram todos mortos pelo senhor.







Para aquela batalha, o celebérrimo comandante-em-chefe, Maharaja Bali, filho de Virocana, sentou-se num maravilhoso aeroplano chamado Vaihayasa, Ó rei, este aeroplano belamente decorado fora construído pelo demônio Maya e estava equipado com armas próprias para toda classe de combate. Ele era inconcebível e indescritível. Na verdade, as vezes ele era visível e, as vezes não. Sentado neste aeroplano e estando coberto por uma bela sombrinha protetora e sendo abanado pela melhor das câmaras, Maharaja Bali, cercado por seus capitães e comandantes, parecia a Lua a surgir á noite, iluminando todas as direções. Cercando o Senhor Indra, o rei dos céus, estavam os semideuses sentados em várias espécies de veículos e decorados com bandeiras e armas. Presentes entre eles, encontravam-se Vayu, Agni, Varuna e outros governantes de vários planetas, juntamente com seus associados. 

Indra disse: Ó patife, assim como um trapaceiro ás vezes venda os olhos de uma criança e arrebata-lhe as posses, estas também tentando derrotar-nos, apresentando certos poderes místicos, embora saibas que somos mestres de todos esses poderes místicos. 

Aqueles tolos e patifes que, através do poder místico ou de meios mecânicos, querem elevar-se ao sistema planetário superior, ou que inclusive esforçam-se por ultrapassar os planetas superiores e alcançar o mundo espiritual ou a liberação, faço com que sejam enviados á mais baixa região do Universo. 





Significado: Sem dúvida, existem diferentes sistemas planetários superiores reservados a diferentes pessoas. Como se afirma no Bhagavad-gita (14.18), urdhvam gacchanti sattva-sthah: as pessoas no modo da bondade podem ir aos planetas superiores. Entretanto, aqueles que estão nos modos da escuridão e da paixão não tem permissão de entrar nos planetas superiores. A palavra divam refere-se ao sistema planetário superior conhecido como Svargaloka. Indra, o rei do sistema planetário superior, tem o poder de afastar qualquer alma condicionada que, partindo dos sistemas inferiores, tenta ir aos superiores, embora não possua as qualificações necessárias. A tentativa moderna através da qual busca-se ir a outros sistemas planetários superiores por meios mecânicos artificiais não poderá ter êxito. Portanto a afirmativa de Indra parece indicar que todo aquele que tente ir aos sistemas planetários superiores por meios mecânicos, que são chamados de maya, é condenado a precipitar-se nos planetas infernais, situados na parte inferior do Universo.

Na tradução do sânscrito está escrito assim.

Para aquela batalha,o celebérrimo comandante em chefe, Maharaja Bali, sentou-se num maravilhoso

Vimãna Agryan[ave voadora habitada] o vimana era chamado de Vaihayasa, o rei e sua vimana construída pelo demônio Maya e estava equipado para toda a classe de combate, ele era inconcebível e indescritível. Na verdade as vezes ele era visível e as vezes não, Sentado neste aeroplano[Vaihayasa] e estando coberto por uma bela sombrinha protetora e sendo abanado pela melhor das câmaras, Maharaja Bali, cercado por seus capitães e comandantes, parecia a lua a surgir na noite, iluminando todas as direções.

Na segunda tradução do sânscrito está escrito assim.

Montado em Airavata, um vimana elefante que pode ir a qualquer lugar, o Senhor Indra parecia exatamente o Sol nascendo em Udayaguiri, onde existem reservatórios de água, cercando o senhor do céus estavam os semideuses sentados em varia espécies de veículos e decorados com bandeiras e armas, presente entre eles encontravam-se Vayu, Agny, Varuna, e outros governantes de vários planetas, juntamente com seus associados.


Todos devem aprender com a literatura védica que o próprio corpo também não é propriedade da alma individual, mas lhe é dado de acordo com seu Karmana daiva-netrena jantur dehopattaye. As 8.400.000 diferentes formas corpóreas são maquinas dadas a alma individual. Tudo o que existe dentro do Universo é propriedade da Suprema Personalidade de Deus. Este é o significado deste verso. Atmavasyam idam visvam. O senhor não é criação de nossa inteligência; ao contrario, foi ele quem nos criou. Atmavasyam idam visvam. Isavasyam idan sarvam. O Senhor dá á cada entidade viva a oportunidade de desfrutar de vários desejos em corpos adequados, que não passam de máquinas( yantrarudhani mayaya) Essas maquinas são construídas por intermédio dos ingredientes materiais fornecidos pela energia externa, e, assim, a entidade viva desfruta ou sofre de acordo com seus desejos. Quem propicia esta oportunidade é a superalma. A Divindade Suprema esta sempre desperta. No estado condicionado esquecemos as coisas porque mudamos de corpos, porém como não muda de corpo, a suprema personalidade de Deus lembra-se do passado, do presente e conhece o futuro. Eis uma distinção entre a Suprema Personalidade de Deus e as entidades vivas. Nytio nityanam cetanas cetananam. De acordo com a versão védica, o Senhor é o supremo eterno, o ser vivo supremo. A diferença entre o Ser Supremo o ser vivo comum é que, quando este mundo material é aniquilado, todas as entidades vivas, entrando em uma condição inconsciente e adormecida, ficam imersas no esquecimento, ao passo que o Ser Supremo fica desperto e age como testemunha de tudo. Este mundo material é criado, permanece por algum tempo e, então, é aniquilado. Entretanto através de todas essas mudanças, o Ser Supremo permanece desperto. Na condição material de todas as entidades vivas,há três etapas de sonho.Quando o mundo material está desperto e é posto em ação, isto é uma espécie de sonho, um sonho vígil. Quando vão dormir, as entidades vivas voltam a sonhar. E, quando ficam inconscientes no momento da aniquilação, após a qual este mundo material fica manifesto, elas entram em outra etapa de sonho. Portanto, qualquer que seja a sua etapa no mundo material, todas elas estão dormindo, contudo no mundo espiritual tudo esta desperto. Verso 6 O rei Indra aniquila os demônios. Tradução “Aqueles tolos e patifes que, através do poder místico ou de meios mecânicos, querem elevar-se ao sistema planetário superior, ou que inclusive esforçam-se por ultrapassar os planetas superiores e alcançar o mundo espiritual ou a liberação,faço que sejam enviados a mais baixa região do Universo” 


SIGNIFICADO “Sem dúvida, existem sistemas planetários reservados a diferentes pessoas. Como se afirma no Bhagavad-gita (14.18), urdhvam gacchanti sattva-sthah: A palavra divam refere-se ao sistema planetário superior conhecido como Svargaloka. Portanto , a afirmativa de Indra parece indicar que todo aquele que tente ir aos sistemas planetários superiores por meios mecânicos, que são aqui chamados de maya, é condenado a precipitar-se nos planetas infernais, situados na parte inferior do universo.


BIBLIOGRAFIA: 
Título Original 

Srimad Bhagavatam, Eigth Canto

"Withdrawal of the Cosmic Creations"

The Baktivedanta Book Trust