Google+ Badge

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Fátima, a Deusa do Cascalho

Antes de iniciar este trabalho, pretendo deixar bem claro que a “Deusa” à qual me refiro não é, de modo algum, a santa mãe de Jesus na carne, Maria de Nazaré, mas uma deusa pagã criada pela mente corrupta da hierarquia romana. O escritor e pesquisador britânico, Avro Manhattan, escreveu 20 livros sobre o Vaticano, os quais foram confiscados pelo INDEX da Igreja de Roma. Dificilmente se pode conseguir um livro do Avro, a não ser em alguma editora corajosa, ou pela Internet. Avro viajou milhares de quilômetros colhendo informações sobre os malfeitos dessa Igreja, principalmente nos países dominados pelo catolicismo. Ele esteve algum tempo no Brasil.

Corajoso e fiel aos seus princípios de expor os erros da Igreja fundada pelo Imperador Constantino, no início do século IV da Era Cristã, Avro foi perseguido, teve de fugir do seu país e faleceu em 1990, nos Estados Unidos.

Em seu livro “The Vatican Billions”, concluído em 1983 e publicado anos mais tarde pela Chick Publications, Avro diz que a fortuna da Igreja Católica, já nos anos de 1973, ultrapassava os 500 milhões de dólares, somente nos Estados Unidos. A riqueza da Igreja principiou a crescer no século 19, depois da aparição das diversas “Nossas Senhoras”, todas elas engendradas pelos Jesuítas. O povo tem acreditado piamente nessas aparições e multidões têm afluído aos “Santuários” edificados com o fito de atrair os tolos, enquanto o dinheiro vai caindo generosamente nos cofres do Vaticano.

No século 16, para evitar que a Reforma chegasse à América do Sul, a “Senhora” apareceu em Guadalupe, México, em dezembro de 1531, a um índio de 57 anos, chamado Juan Diego, o qual era dado ao uso de coca. A lenda é tão floreada que se alguém não conhece bem a Palavra de Deus cai logo nesse conto do vigário. A “Senhora de Guadalupe” tornou-se, com o passar dos anos, a Padroeira das Américas. No século 19 as aparições mais conhecidas foram a de Lourdes e da Salete. Elas aconteceram a tempo de preparar o lançamento do Dogma da Infalibilidade Papal e, junto com o alcance do objetivo desejado, têm carreado milhões em dólares e ouro para os cofres do Vaticano. O grande inventor dessas duas aparições foi o famigerado Pio IX, que, segundo alguns escritores católicos, era megalomaníaco e tinha crises de loucura à noite, quando vagava pelos corredores sombrios do Vaticano, gritando; “Eu sou o caminho, a verdade e a vida...”

Sempre que a Igreja de Roma deseja neutralizar um país ou governo inimigo, apela para a sua “Senhora”. Esta aparece e logo a Igreja consegue tudo que deseja nos campos político e financeiro. Logo depois das “Senhoras” de Lourdes e da Salete, começaram a acontecer novas aparições. Tendo visto o resultado satisfatório destas, a Igreja começou a engendrar novas “descidas do céu”, em vários outros países.

Mais uma “Senhora” apareceu na França, a “Virgem da Medalha Milagrosa”, cuja moeda cunhada renderia lucros contínuos e incalculáveis à “santa madre”. Quanto à vidente, Irmã Catarina, foi canonizada por Pio XII, em 1947 pelo lucro fabuloso que rendeu à igreja. Durante a I Guerra Mundial a “Senhora” apareceu, sob os auspícios de Benedito XV, com o objetivo político de ganhar essa guerra para o Vaticano e seus aliados. De maio a outubro de 1917, anunciando o término da guerra, ela apareceu seis vezes a três crianças analfabetas em Fátima: Lúcia, Francisco e Jacinta, sendo que o destino da vidente mais velha, Lúcia, foi ser internada num convento, pelo resto da vida, sem o direito de comunicação com pessoa alguma, a não ser com o seu confessor jesuíta. As outras duas crianças morreram de pneumonia e desidratação por terem sido obrigadas a jejuar e se abster de água, “a fim de agradar a Senhora”. Naturalmente a hierarquia da Igreja temia que, ao crescer, essas duas crianças pudessem contar a verdade sobre a aparição. Agora, para compensar o “holocausto infantil” praticado, a Igreja acabou de beatificá-las, como se isso pudesse restituir-lhes a vida. Fez com elas o mesmo que havia feito com Joana D’Arc: primeiro matou e depois canonizou, a fim de ficar de bem com o mundo.

O local escolhido para a aparição da “Senhora” foi uma desolada localidade em Portugal. Fátima fora escolhida por ser uma cidadezinha montanhosa, com quase cem por cento de analfabetos, a qual tem o nome da filha de Maomé, o que daria, futuramente, à Igreja a chance de captar as boas graças dos maometanos. Uma das aparições foi acompanhada de um fenômeno um tanto estranho:

O sol empalideceu, girou três vezes ao redor de si mesmo, como se tivesse rodas... E no final dessas convulsivas evoluções, ele pareceu saltar fora de sua órbita e se adiantar na direção das pessoas, num curso em zig-zag, parando e regressando à sua posição normal.

O fenômeno teria sido visto por uma grande multidão, que se apinhava junto às três crianças e “durou doze minutos”. O fato de dois milhões de pessoas no mundo inteiro jamais terem notado o sol se agitando, rodopiando e pulando fora de sua órbita não preocupava a Igreja Católica. Pelo contrário, foi dito às massas ignaras e supersticiosas, dominadas por hipnose coletiva, que acreditassem nesse frevo carnavalesco solar como prova da autenticidade da presença da Virgem e, é claro, de suas mensagens proféticas, as quais se cumpririam à risca.

Dentro de poucos anos o Culto à Senhora de Fátima havia atingido grandes proporções. O número de peregrinos multiplicou-se de 60, em 13/06/1917, para 60.000, em outubro do mesmo ano. De 144.000, em 1923, foi para 588.000, em 1928. O total em seis anos foi de dois milhões de pessoas. Na época anterior à II Guerra Mundial, a Europa também já se tornara “fatimizada”. Ao Culto à Senhora de Fátima, com ênfase sobre a promessa de conversão da Rússia feita por ela, foi dada a maior promoção pelo Vaticano.

Em 1938, o Núncio Papal foi enviado a Fátima e a quase um milhão de peregrinos foi dito que aquela “Senhora” havia confiado três grandes segredos às crianças. Depois disso, em junho daquele mesmo ano, a única sobrevivente das três crianças, controlada pelo seu confessor jesuíta, revelou o conteúdo de dois dos três grandes segredos. O primeiro segredo foi uma visão do inferno, de acordo com a concepção do clero. O segundo segredo era uma reiteração de que a Rússia Soviética iria se converter à Igreja Católica. O terceiro segredo foi entregue num envelope selado e posto sob a custódia das autoridades eclesiásticas, não podendo ser revelado antes de 1960. Este segredo seria guardado até ocasião oportuna e foi, finalmente, revelado há pouco tempo, dizendo que se tratava do atentado ao papa João Paulo II. Pelo visto a “Senhora de Fátima” é melhor banqueira do que profetisa, pois entregou um segredo que seria revelado somente após o evento. Ou, então os seus lacaios são tão incompetentes que esqueceram de revelar o dito, antes que o papa fosse alvejado pelo muçulmano Mehmet Ali Agca, o franco atirador. Segundo o ex-jesuíta Dr. Alberto Rivera, Ali Agca fora contratado pelos jesuítas, a fim de fazer média com os muçulmanos, quando o papa (alvejado sem intenção de ser liquidado), fosse perdoar o quase assassino, sob a mira televisiva do mundo inteiro. E, é claro, atribuindo o “milagre” de ter saído ileso à Senhora de Fátima!

A próxima aparição espetacular da “Senhora de Fátima” foi em Zeitoun, Egito, em 1968, já com vistas à conversão dos maometanos. Diz o narrador do fato que:

Enquanto na América todos assistiam à Convenção Democrática em Chicago, ou à guerra do Vietnã ao vivo na TV, ou ainda, aos lances do escândalo Watergate, a ‘Mãe de Deus’ deixava-se ver por dezenas de milhares de pessoas, na terra das pirâmides, sobre a cúpula de uma igreja Copta construída para celebrar sua passagem pelo Egito com José e o Menino, em fuga de Herodes. Iniciando-se em abril de 1968, esta impressionante série de aparições luminosas mudou a vida de milhares de pessoas. As aparições em Zeitoun foram marcantes. Ao todo, elas puderam ser contempladas inequivocamente por mais de um milhão de pessoas.

As aparições foram mostradas na TV pela rede egípcia, fotografadas por centenas de fotógrafos profissionais, e testemunhadas pessoalmente pelo presidente egípcio Abdul Nasser, um marxista ferrenho. As aparições perduraram por cerca de três anos, gerando incontáveis curas, testemunhadas documentalmente por médicos habilitados... Os Muçulmanos que presenciaram as aparições cantaram do Alcorão: "Maria, Deus vos escolheu. E vos purificou. Ele vos escolheu e vos colocou acima de todas as mulheres". Ela foi vista, cercada de pombas de luz, em aparições que duravam desde poucos minutos até nove horas a cada vez! Kyrillos VI, o Patriarca Ortodoxo, formou uma comissão para investigar as aparições. Membros dessa comissão relataram haver observado filetes de fumaça cor-de-rosa muito fragrante ("como o perfume de um milhão de incensos") subindo da cúpula da igreja ao momento das aparições; e a figura de uma mulher cercada de um brilhante globo de luz, acompanhada por pombas luminosas. Tais imagens puderam ser captadas tanto pela TV como pelas máquinas fotográficas dos presentes. Embora silenciosas, as aparições de Zeitoun falaram alto e fundo aos corações de milhares de pessoas que vieram reforçar sua fé. O Patriarca Copta local, Kyrillos VI, anunciou publicamente, um ano após o início das ditas aparições, não haver dúvida de que a ‘Mãe de Deus, estava se manifestando ao alto da igreja Copta de Santa Maria. Para os que, como S. Tomé, precisam ver por si mesmos, Maria ,ofereceu uma demonstração inequívoca pela televisão egípcia.

Ainda assim, dado o descaso da mídia mundial, aliado a um mundo indiferente e cansado, muito poucos fora do Egito ficaram sabendo das aparições antes que elas se encerrassem. Mais recentemente, foram observadas aparições de uma mulher envolta em luz sobre a cúpula da Igreja de S. Damião, em Shoubra, Egito, um subúrbio do Cairo. Desde 1983 e mais freqüentes em meados dos anos 80, estas aparições - cuja duração chegava a cinco horas, por vezes - foram também testemunhadas por milhares de pessoas. Shenouda III, chefe da Igreja Copta àquela época, estabeleceu uma comissão para investigar a linda Senhora de luz. Em 1987, a comissão concluiu: "Agradeçamos ao Senhor por esta bênção concedida ao povo do Egito pela repetição deste fenômeno... Gostaríamos também de agradecer à polícia e ao departamento do Interior ... Oramos para que Ela guie o Egito e todos os seus filhos para o êxito... Possa este fenômeno indicar uma dádiva de salvação para nós e para todas as nações. (Até aqui a narrativa do autor do artigo, chegado via Internet, sem correção alguma).

O sucesso da Senhora de Fátima tem sido tão grande do ponto de vista político e financeiro que agora ela sempre tem aparecido nos lugares mais estranhos, dependendo da necessidade política da Igreja. As aparições no Egito foram para “converter” os muçulmanos ao catolicismo romano e, ao mesmo tempo, liquidar o prestígio do presidente Abdul Nasser (1918-1970), o que, de fato, foi conseguido. As aparições seguintes foram por conta da cruzada anti-comunista.

Mais tarde ela apareceu em Medjugorge, Bósnia, entre os anos 1981 a 1991. Depois ela apareceu em Grushevo, na Ucrânia Ocidental, a uma garota de 12 anos, um ano após o vazamento da usina nuclear de Chernobil, anunciando ser aquele acidente um aviso para que todos obedecessem o “Santo Padre”, o que torna evidente que essa obediência era comprometer-se em derrotar o comunismo russo. De janeiro de 1990 a janeiro de 1992, ela apareceu também na Rússia a um bispo católico, em Smolenko, dando suporte à obra do papa JP2, que havia desmantelado o comunismo. Ela tem sido o melhor cabo eleitoral de JP2. Todas as aparições dos anos 1980 até 1990 foram destinadas a implodir o comunismo, o que tem sido a missão mais importante desta “Senhora anti-comunista”, após ter ela fracassado na empresa nazi-fascista da II Guerra Mundial. Uma coisa é certa, ela sempre tem trabalhado contra o verdadeiro Cristianismo, que prega a liberdade religiosa.

Além da fortuna que os fiéis vão entregando em seu fanatismo religioso, cada vez que visitam Portugal, a Senhora de Fátima depressa foi se tornando proprietária de milhões em dólares, escudos, francos, marcos, e outras moedas, e, principalmente, em barras de ouro, no mundo inteiro. É que o chamado “cascalho” aurífero, que se amontoa cada ano em Fátima, é transformado em lingotes, os quais são guardados nos grandes bancos portugueses e estrangeiros. E a “Senhora” parece não ter preconceito algum sobre a procedência do seu “cascalho”. Desse modo, até apareceram algumas barras com estampa do III Reich alemão e a Revista “Visão”, de Porto, Portugal, publicou o fato na edição de março deste ano, o que levou os iludidos católicos portugueses a ficar com os olhos escancarados de surpresa. Vamos resumir ao máximo o que a revista portuguesa “Visão” publicou:



O SANTUÁRIO DE FÁTIMA TEVE OURO NAZI DEPOSITADO NUMA CONTA BANCÁRIA, NOS ANOS 70, AO TODO, 50 QUILOS, DA CASA DA MOEDA PRUSSIANA - BERLIM, 1942...



No princípio era o “cascalho”. {Notem que não era o verbo, mas o cascalho!} Foi desta forma que os responsáveis do santuário de Fátima chamavam o ouro velho ou deteriorado que os devotos ofereciam nas suas peregrinações: fios, argolas, brincos, alfinetes, alianças ou aparentados. Ouro esse que, a partir de 1959, o Santuário achou por bem começar a derreter e transformar em barras, guardando-o nos seus cofres. Porém, em 1970, e por razões de segurança, foi decidido recorrer ao depósito nos cofres do Pinto de Magalhães {grande banco particular de Portugal}, no Porto. Aí, e para esse efeito, o Santuário tinha uma conta designada ‘não oficial’ ou ‘Conta 2’ e por isso considerada ilegal. À luz da confiabilidade oficial, o resultado era simples; o ouro do Santuário, pura e simplesmente não existia. Foi em outubro daquele ano de 1970 que o Banco, a braços com dificuldades em importar ouro para vender nos balcões, decidiu colmatar a falta, recorrendo ao do Santuário, que ali se encontrava na situação de guarda à confiança. Eram, então, quase 198 quilos. Os contatos para obter a anuência do reitor, monsenhor Antonio Borges (já falecido), foram efetuados por um emissário do próprio Pinto de Magalhães. E acabaram bem sucedidos, com uma condição imposta pelo Santuário: o banco poderia fazer o que muito bem entendesse com o ouro, mas a quantidade utilizada nesses negócios deveria ser restituída na primeira oportunidade. Uma operação financeira posteriormente anulada, destinada a fazer entrar o ouro do Santuário no circuito oficial e a vendê-lo, fez o resto.

O mencionado emissário, Alfredo Barros, também já desaparecido, foi, durante alguns anos, o portador das peças de ouro do Santuário destinadas a serem derretidas e transformadas em barras. Até agosto de 1973, de Fátima continuaram a chegar, regularmente, diversos sacos, alguns totalizando para acima de 30 quilos, que continham uma variedade razoável de peças doadas pelo peregrinos. Várias cartas testemunham esses envios, embora parte da correspondência trocada entre o Banco e a reitoria de Fátima tenha desaparecido sem deixar rasto, quando se encontrava, a pedido da PJ, à guarda do banco. Na maioria dos casos, as missivas do Santuário descreviam ao pormenor a ‘encomenda’ e o Banco respondia, dando o peso final desse ouro, já em barra, e agradecendo a confiança nele depositada. Outras cartas ilustram apenas o bom relacionamento entre a entidade religiosa e sua correspondente financeira, tendo o Santuário louvado, não poucas vezes, a amabilidade com que os seus enviados – incluindo por vezes o próprio reitor – eram recebidos na sede do Banco Pinto de Magalhães... O ouro do santuário é tanto que circula sobre rodas dentro dos túneis do Santuário, que fazem lembrar as minas com vagões, carros e tudo.

Até aqui temos um breve relato do ouro de Fátima colocado no Banco Pinto de Magalhães. Indagado pela revista “Visão” sobre quanto ouro nazista Portugal recebeu, o ilustre pesquisador e historiador, Antonio Louçã, responde: “Através do depósito C do Banco Suíço, recebeu cerca de 48 toneladas, mas quatro foram devolvidas. Se contabilizarmos os depósitos A, B e C, terá recebido à volta de 123 toneladas. Mas existiu um canal paralelo de entrada de ouro e esse não é controlável. Segundo um documento do Reich Bank, só no mês de junho de 1944, entrou por mala diplomática uma quantidade de ouro relevante para cobrir os gastos da Legação Alemã em Portugal, e, depois, era colocado no mercado, vendido a ourivesarias ou outras entidades particulares”.

Quando indagado pela “Visão” se era possível identificar o circuito das barras que estiveram na posse do Santuário, Louçã responde:

É impossível estabelecer uma pista mais provável. É importante saber como é que esse ouro foi parar no Banco Pinto de Magalhães, mas há uma lacuna de décadas e não creio que alguma vez se possa reconstituir completamente o percurso. (Quem sabe, agora Portugal vai progredir um pouco, depois de se libertar paulatinamente das garras de ferro do Vaticano e sua deusa Fátima, com a ajuda do Pe. Mário de Oliveira, autor do livro “Fátima Nunca Mais”!)

A Igreja de Roma jamais soube manusear a Bíblia, a não ser para deturpar o seu conteúdo, desde o século 4, usando o texto alexandrino corrompido por Orígenes, um dos primeiros apóstatas do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Contudo, ela sabe manusear muito bem os seus bilhões em barras de ouro, guardados em depósitos seguros do Ocidente. J. T. Chick, editor e escritor americano, fundador e presidente da Chick Publications, Califórnia, conta numa de suas publicações (The Godfathers) o que a Igreja fez com o ouro dos nazistas. Quem sabe o pesquisador Antonio Louçã ainda desconheça este pormenor a respeito do lugar onde foi parar o ouro nazista que, mais tarde, foi distribuído por vários bancos particulares na Europa e nas Américas.

Diz J. T. Chick o seguinte:

Quando a II Guerra Mundial estava chegando ao fim, o exército soviético (suprido com armamento americano) atacava no Oriente, enquanto os Aliados entravam na Alemanha, esmagando o exército de Hitler. Atendendo a um pedido secreto de Hitler, o General Franco enviou-lhe o seu famoso “Exército Azul”, quase todo composto de soldados bascos. Este exército espanhol lutou pelos alemães, defendendo Berlim. Quando Hitler viu que estava perdido cometeu suicídio e o seu Almirante, Karl Doenitz (um bom católico romano) assumiu o comando da Alemanha nazista. Uma divisão inteira foi transportada de trem através das linhas aliadas. Essa divisão ostentava a bandeira do Vaticano. Seus condutores diziam aos Aliados que sua missão era salvar freiras, padres e monges. Contudo, em vez de devolver o “Exército Azul” à Espanha, conforme Hitler havia prometido fazer, Doenitz colocou o ouro nazista, que agora pertencia ao Vaticano, dentro daquele trem e o mandou para os bancos suíços. Desse modo, o Exército Azul foi traído e a maior parte dos seus membros acabou nas prisões russas. Os poucos sobreviventes que conseguiram regressar à Espanha foram fuzilados ou atirados em asilos de loucos, a fim de que a verdadeira história do ouro nazista permanecesse oculta ao mundo inteiro. Contudo, os principais oficiais do Exército Azul, que tomaram parte naquela conspiração, retornaram em glória ao seu país e até foram condecorados pelos serviços prestados ao papa Pio XII. Quanto aos americanos, foi-lhes dito que o trem carregado de ouro, que estava atravessando suas linhas, era o Trem da Misericórdia do papa, levando medicamentos para os feridos. {Pio XII sempre foi “misericordioso” com a Igreja dele, porém jamais com os judeus e protestantes!]. Quando os americanos viram a bandeira do papa, permitiram que o trem passasse sem inspeção alguma. A Alemanha rendeu-se em 08/05/1945.

A Europa ficou em ruínas. Milhões haviam sido dizimados para satisfazer a sede fatimista de ouro e sangue (A Deusa parece gostar de ensopado de cascalho de ouro velho ao molho pardo). Pio XII tinha agora um probleminha pela frente. O filho amado da igreja, o Partido Nazista, estava derrotado, enquanto o outro filho, que ele havia renegado, o Partido Comunista, criado, amamentado e fortalecido pela Igreja antes, durante e logo depois da Revolução Russa (1914-1918), com o objetivo de liquidar o Czar, dessa vez saíra vitorioso. Para saber como a Igreja de Roma criou o Partido Comunista deve-se ler o livro de Michael Pearson, “The Sealed Train”, (1975, G. P. Patnam’s) em que é revelado o esquema da remessa de ouro do Vaticano para a Rússia, via Alemanha, a fim de ajudar os comunistas. Com o término da II Guerra Mundial, os jesuítas, sempre precavidos contra qualquer eventualidade, haviam tomado as seguintes precauções:

1. Fazer com que o mundo inteiro acreditasse que o Vaticano nada havia tido com a II Guerra Mundial e convencer o mundo de que o Holocausto jamais havia acontecido.

2. Dar a certeza de que os padres, freiras e monges nazistas haviam sido internados em campos de concentração (como inimigos do nazismo) e, desse modo, convencer o mundo de que estes haviam sido perseguidos.

3. Pio XII havia ordenado que as famílias católicas abrigassem alguns judeus em seus lares, a fim de que no futuro estes servissem de material de relações públicas documentais para livros, filmes, etc.

4. Mostrar uma nova face da Igreja através da convocação – mais tarde, já com o sucessor de Pio XII, Papa João XXIII, – do Concílio Vaticano II.



Este é apenas um milésimo do que sabemos sobre a atuação da ”Senhora de Fátima” na política mundial. Uma coisa é certa: ela foi criada não apenas para ser a “Deusa do Cascalho”, mas sobretudo para se tornar a “Rainha do Universo”. E vai conseguir o seu intento porque já tem conquistado povos que durante séculos nem sequer poderiam admitir qualquer aproximação com a Igreja de Roma. Como Dave Hunt deixa bem claro em seu livro “A Woman Rides the Beast” (traduzido por mim), ela é a amazona cavalgando a besta, que vai reunir todas as religiões numa só: a Religião Mundial, da Igreja Mundial sob a égide do Anticristo.



Mary Schultze (ARTIGO ANTIGO)

18/06/00. (frauschultze@uol.com.br).

Do holocausto nazista à nova eugenia no século XXI


Do holocausto nazista à nova eugenia no século XXI
Andréa Guerra





Embora a produção da bomba atômica seja sempre lembrada como exemplo da ciência a serviço da destruição, há outro igualmente relevante: o desenvolvimento das teorias eugênicas e seu aproveitamento por movimentos raciais, culminando no Holocausto nazista na Segunda Guerra Mundial.

A maioria dos geneticistas do século XXI, quando a genética é assunto rotineiro na mídia, pouco ou nada sabe sobre a história da eugenia. Conhecê-la, porém, é fundamental em face de situações concretas da atualidade, como fertilização in vitro, diagnósticos pré-natal e pré-implantação, aborto terapêutico e clonagem reprodutiva. Em vista das preocupações sobre a emergência de uma nova eugenia, é importante rever o passado e aprender com os erros cometidos.

O MOVIMENTO EUGÊNICO Quando em The origin of species, de 1859, Darwin propôs que a seleção natural fosse o processo de sobrevivência a governar a maioria dos seres vivos, importantes pensadores passaram a destilar suas idéias num conceito novo – o darwinismo social.

Esse conceito, de que na luta pela sobrevivência muitos seres humanos eram não só menos valiosos, mas destinados a desaparecer, culminou em uma nova ideologia de melhoria da raça humana por meio da ciência. Por trás dessa ideologia estava sir Francis J. Galton, cujo nome é associado ao surgimento da genética humana e da eugenia.

Convencido de que era a natureza, não o ambiente, quem determinava as habilidades humanas, Galton dedicou sua carreira científica à melhoria da humanidade por meio de casamentos seletivos. No livro Inquiries into human faculty and its development, de 1883, criou um termo para designar essa nova ciência: eugenia (bem nascer).

No início do século XX, quando as teorias de Darwin eram amplamente aceitas na Inglaterra, havia grande preocupação quanto à "degeneração biológica" do país, pois o declínio na taxa de nascimentos era muito maior nas classes alta e média do que na classe baixa. Para muitos, parecia lógico que a qualidade da população pudesse ser aprimorada por proibição de uniões indesejáveis e promoção da união de parceiros bem-nascidos. Foi necessário, apenas, que homens como Galton popularizassem a eugenia e justificassem suas conclusões com argumentos científicos aparentemente sólidos.

As propostas de Galton ficaram conhecidas como "eugenia positiva". Nos EUA, porém, elas foram modificadas, na direção da chamada "eugenia negativa", de eliminação das futuras gerações de "geneticamente incapazes" – enfermos, racialmente indesejados e economicamente empobrecidos –, por meio de proibição marital, esterilização compulsória, eutanásia passiva e, em última análise, extermínio.

Como salienta Edwin Black no livro A guerra contra os fracos, "os EUA estavam prontos para a eugenia antes que a eugenia estivesse pronta para os EUA". O aumento no número de imigrantes no final do século XIX levou o grupo dominante no país, os protestantes cujos ancestrais eram oriundos do norte da Europa, a buscar motivos para exclusão. Encontraram terreno fértil na pseudociência da eugenia.

IMIGRANTES Os eugenistas usaram os últimos conhecimentos científicos para "provar" que a hereditariedade tinha papel-chave em gerar patologias sociais e doença. Os imigrantes tornaram-se alvos fáceis de defensores dessa nova "ciência", que empregaram os achados do movimento eugênico para construir sua imagem como pessoas deformadas, doentes e depravadas, encontrando eco em seus contemporâneos nas ciências sociais e na biologia, entre os quais a eugenia propagou-se como algo considerado perfeitamente lógico.

O racismo dos primeiros eugenistas norte-americanos não era contra não-brancos, mas contra não-nórdicos, e as doutrinas de pureza e supremacia raciais eram elaboradas por figuras públicas cultas e respeitadas. Quando as teorias de Mendel chegaram aos EUA, esses pensadores influentes acrescentaram um verniz científico ao ódio racial e social.

O líder do movimento eugenista dos EUA foi Charles Davenport, que dirigia o laboratório de biologia do Brooklin Institute of Arts and Science, em Long Island, instalado em Cold Spring Harbor. Em 1903, obteve da Carnegie Institution o estabelecimento de uma Estação Biológica Experimental no local, onde a eugenia seria abordada como ciência genuína. Em seguida, juntou-se aos criadores de animais e especialistas em sementes da American Breeders Association, muitos deles convencidos de que o conhecimento mendeliano sobre gado e plantas era aplicável a seres humanos.

ANTECEDENTES GENÉTICOS O próximo passo de Davenport foi identificar os que deveriam ser impedidos de se reproduzir. Em 1909 criou o Eugenics Record Office para registrar os antecedentes genéticos dos norte-americanos e pressionar por legislação que permitisse a prevenção obrigatória de linhagens indesejáveis. Para isso, o grupo concluiu que o melhor método seria a esterilização, e o estado de Indiana foi a primeira jurisdição do mundo a introduzir lei de esterilização coercitiva, logo seguido por vários outros estados. Desde o início, porém, o uso de câmaras de gás estava entre as estratégias discutidas para eliminação daqueles considerados indignos de viver.

Com o tempo, a eugenia passou a ser vista como ciência prestigiosa e conceito médico legítimo, disseminada por meio de livros didáticos e instituições de instrução eugenista. No primeiro Congresso Internacional de Eugenia, em 1912, líderes de delegações dos EUA e países europeus formaram o Comitê Internacional de Eugenia, que, posteriormente, deu origem à Federação Internacional de Organizações Eugenistas, cuja agenda política e científica era dominada pelos EUA, para onde eugenistas estrangeiros viajavam para períodos de treinamento em Cold Spring Harbor.

Na Alemanha, a eugenia norte-americana inspirou nacionalistas defensores da supremacia racial, entre os quais Hitler, que nunca se afastou das doutrinas eugenistas de identificação, segregação, esterilização, eutanásia e extermínio em massa dos indesejáveis, e legitimou seu ódio fanático pelos judeus envolvendo-o numa fachada médica e pseudocientífica.

Não houve apenas extermínio em massa de judeus e outros grupos étnicos. Em julho de 1933, foi decretada lei de esterilização compulsória de diversas categorias de "defeituosos" e, com o início da Segunda Guerra Mundial, os alemães considerados mentalmente deficientes passaram a ser mortos em câmaras de gás. Médicos nazistas realizavam experimentos em prisioneiros nos campos de concentração, e, em Auschwitz, Mengele dedicou-se ao estudo de gêmeos para investigar a contribuição genética ao desenvolvimento de características normais e patológicas – de 1.500 pares de gêmeos submetidos a suas experiências, menos de 200 sobreviveram.

A NOVA EUGENIA DO SÉCULO XXI A revelação das atrocidades nazistas desacreditou a eugenia científica e eticamente, e fez com que a palavra desaparecesse abruptamente do uso. No entanto, a eugenia não desapareceu, mas se refugiou em muitos casos sob o rótulo "genética humana". O laboratório de Cold Spring Harbor é dirigido hoje por um dos descobridores da estrutura de dupla hélice do DNA, o geneticista James Watson, que vem propagando idéias claramente eugênicas. Avanços científicos vêm sendo direcionados à identificação de "indesejáveis", como a utilização de exames que detectam doenças genéticas por companhias de seguro e planos de saúde e o uso de bancos de DNA no controle de imigração.

À medida que diminui o número de filhos por casal, pressiona-se para que sejam cada vez mais perfeitos. Técnicas de diagnóstico pré-natal permitem detectar bebês com problemas genéticos, e embora a decisão sobre aborto terapêutico seja pessoal, difunde-se o conceito de que é cruel não levar em conta a qualidade de vida e que interrompê-la pode ser um ato de amor. Os pais também são levados a priorizar a qualidade de suas próprias vidas. Como saber, porém, o que faz com que a vida não mereça ser vivida ou não mereça ser cuidada?

FERTILIZAÇÃO IN VITRO Num futuro próximo, se a eugenia for além dos abortos terapêuticos para de fato projetar bebês que se beneficiem de todos os avanços da genética, provavelmente não fará sentido que a concepção ocorra da maneira tradicional, mas sim em clínicas de fertilização in vitro.

No final de sua vida, Galton escreveu um romance chamado Kantsaywhere, em que descrevia uma utopia eugênica. Após o exame de suas características genéticas, os habitantes de Kantsaywhere com material genético inferior eram destinados ao celibato em colônias de trabalho. Os que recebiam um "certificado de segunda classe" podiam se reproduzir "com reservas" e os bem qualificados eram encorajados a casar entre si. Em 1997, o filme Gattaca esboçava uma versão moderna de um paraíso eugênico em que a procriação ocorria por fertilização in vitro e só eram implantados embriões sem defeitos genéticos. Como salienta o geneticista Nicholas Gillham, Kantsaywhere e Gattaca são lugares semelhantes e as questões éticas levantadas são as mesmas – a diferença está em um século de avanços tecnológicos.



Andréa Trevas Maciel Guerra, médica geneticista, é professora titular do Departamento de Genética Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

sábado, 25 de outubro de 2008

ARQUIVOS SECRETOS INGLESES































ARQUIVOS SECRETOS INGLESES
Por Papa Doc Alburat
Igreja Discordianista da Galiléia
Todos nós sabemos que Hitler não morreu no seu bunker e sim um de seus clones feitos anteriormente por experiências genéticas começadas em 1941 no campo de concentração de Auschwitz, secretamente regidas por Himmler e Goebels. Este fato é comprovado pelo livro Meninos do Brasil, um importante documento, que muitos pensam ser mentira, mas trata-se de um dos maiores acobertamentos históricos até hoje feitos. Em 1941 também temos o primeiro teste bem sucedido do Schriever-Habermohl Model I que era o primeiro disco voador construído na Terra baseado em tecnologia alienígena feito pelos nazistas. Este disco mais tarde serviria juntamente com os chamados foo-figthers, elementos de surpresa contra os aliados e também utilizado por Hitler para a base nazista na Antartica em 1945, contrariando a teoria que ele teria ido de submarino com outros líderes.
O que sabemos é que tanto os aliados, como os soviéticos capturaram tecnologia alienígena e a queda de um disco em Roswell em 1947 foi provocada por uma arma secreta americana baseada no canhão sônico nazista, mas isto é tema de um outro documento. Em 1953 foi feito um contato entre cientistas nazistas e um grupo de neo nazistas argentinos que montaram uma pequena base em Buenos Aires para recebimento de agentes de Hitler. Neste interim Hitler começava a sentir o peso da idade e uma série de experiências foram feitas por seus cientistas , fato que ocorreu e permitiu aplicar a longevidade nele e em seus principais colaboradores. Em 1960 a base Argentina estava sólida e neste momento agentes nazistas foram para o EUA insuflar o movimento Hippie e as revoluções culturais na Europa. A base em Buenos Aires foi descoberta em 1976 e destruída, com a captura de vários agentes nazistas. Na realidade esta manobra foi fruto de agentes nazistas, que em 1982 começaram o processo de insuflar a reabertura da URSS para o mundo. Conseguiram e neste momento de caos, invadiram a Rússia, de maneira secreta e implantaram a máfia e
a desarticulação do Pacto de Varsóvia. Em 2001 os Nazistas movem seus esforços, contra os EUA, com o atentado de 11 de setembro, este que conseguiu transformar o mundo num inferno global de desconfiança e medo. Agora outras coisas virão...
Os Nazistas na Antártica
Guerra do Vietnã : Obra Nazista ?
Transforme uma verdade em uma mentira...
Joseph Goebels, chefe da propaganda nazista que fingiu suicidar-se em 1945 e que escapou com HItler para outra dimensão dizia : Transforme uma mentira, repetindo-a até a mesma virar uma verdade. No seu exílio com os estudos de discordianismo, formulou a seguinte máxima : “Desacredite uma verdade até torná-la a maior e mais absurda mentira”
O que eu quero dizer com este texto que as coisas aqui são verdades, mas as manobras nazistas e de seus colaboradores as transformaram em mentiras. Provarei em textos futuros, mesmo ciente que as pessoas leram o Pentabarf, que minhas palavras são verdadeiras. Se eu for vítima de algum atentado, a culpa será dos nazistas. Aguardem novas revelações !

BYRD conduziu 4.000 tropas militares dos EUA, Grã Bretanha e Austrália em uma invasão da Antártica [Operação HIGH-JUMP e acompanhamento ],mas encontraram pesada resistência de ''discos voadores'' nazistas e tiveram que cancelar a invasão. Um vice-almirante que estava naquela invasão agora está reformado e disse que ficou chocado quando leu o matéria de "Fogo do Céu ". Ele sabia que houve muitos aviões e foguetes abatidos mas não sabia que a situação era tão ruim. (Nota: Aqui o escritor está se referindo as narrativas dadas por outros escritores sugerindo que como a União Soviética estava falhando os bolchevistas que estavam no processo de serem expulsos da Rússia se abrigaram na CIA e no Pentágono, de onde tentaram provocar uma guerra nuclear com a Rússia a qual eles poderiam executar de seus maciços bunkers subterrâneos. Em resposta, os russos '' czaristas'' enviaram uma forte mensagem para a ''elite bolchevistas'' no Pentágono e na CIA que isto não seria admitido - e derrubaram satélites e aeronaves em retaliação. A idéia da presença da KGB dentro da CIA pode parecer conflitar com a presença 'Nazista' lá, mas isto não acontecerá se você considerar o fato de que os ROCKFELLERs - segundo o especialista em economia e consultor ANTONY SUTTON e outros - financiaram tanto os alemães quanto os bolchevistas em seus esforços militares como dois ''clubes'' HEGALLIANOS ou Maquiavélicos para colocar o planeta submisso a NEW WORLD ORDER. Isto pode explicar o tratado inicial entre HITLER e STALIN, e as estreitas alianças que ambos, - KARL MARX e ADOLPH HITLER tinham com os Jesuítas, e o fato de que a Revolução Bolchevista foi planejada na Bavária com o plano da Inteligência da Alemanha de enviar seu agente LENIN da Alemanha para a Rússia para instigar a revolução.. Devemos lembrar que Nacional Socialismo [Nazismo] é 'Socialismo' e nada mais. E neste contexto, a polarização ''ala direita-ala esquerda'' se torna falsa. Se esta teoria for levada a sua conclusão lógica, então um sistema de extrema esquerda tenderia ao liberalismo e à anarquia enquanto que um sistema de extrema direita tenderia ao conservadorismo e ao totalitarismo. Você pode mesmo dizer que ambas as filosofias das alas, esquerda e direita, se complementam no sentido de que o totalitarismo não pode existir sem a ameaça da anarquia que o justifique. Por exemplo, para justificar uma tomada totalitária dos Estados da ONU ou do mundo ou mundo da ''elite'' da ONU/NWO, esta mesma 'elite' precisaria construir e sustentar a anarquia para poder criar, por exemplo, uma emergência nacional e desta forma justificar a implementação de certas ordens executivas e a lei marcial. Os ''socialistas'' bolchevistas certamente não eram anarquistas e sim totalitaristas da mesma forma que os Nazistas ou Nacionais 'Socialistas'. Na verdade, o verdadeiro comunismo seria o controle de um país pela união dos seus trabalhadores, com o poder distribuído igualmente entre estes trabalhadores. VLADIMIR LENIN sentiu que os trabalhadores não era voluntários ou capazes de executar a administração do governo em um sentido coletivo, e que um grupo pequeno que foi ''treinado'' nos preceitos do comunismo deveria dirigir o governo e a revolução. E é assim que em essência, o que existe de comunismo na Ásia não é de fato comunismo mas ditadura. Se há alguma coisa que esteja mais perto do verdadeiro comunismo, esta é a democracia ampla, com o povo tendo controle sobre o processo eleitoral. Mas com certeza que isto tem sido subvertido com o aumento do governo ''executivo'' Alien-Militar - dentro dos EUA, que é controlado por uma elite alien-corporativa muita mais do que está sob controle dos cidadãos comum. Agora você está vendo o cenário inteiro? A chamada elite conquista o seu poder por meio de uma Desrepresentação Popular e de Enganos!!! Eles intencionalmente nublam a verdadeira natureza da realidade, e não deixam que as massas exploradas acordem para perceber como estão sendo exploradas e desta forma se apoderam do controle.
A 'fraternal elite' estava completamente ciente do fato de que sua ''versão'' de comunismo não era de fato comunismo ou mesmo socialismo, entretanto eles usaram a promessa do comunismo para mentir e enganar os países alvos para aceitarem esta ''ditadura comunista", que pareceria ser em termos uma contradição, como Inteligência Militar. Mas por amor ao jogo Maquiavélico é que os ROCKFELLERs e outros estão executando, a ilusão da ''polaridade'' entre direita e esquerda tinha que ser mantida. E quando os bolchevistas começaram a perder o poder, os ROCKFELLERs fizeram com eles exatamente a mesma coisa que fizeram com os nazistas, eles pegaram de volta as suas ''crianças'' sob suas asas e deram a elas refúgio dentro da máquina militar-industrial. E desta forma, em essência, o mais poderoso governo da Terra é de fato o Império Corporativo, e isto pode ser confirmado no velho provérbio bíblico, "o amor ao dinheiro é a raiz de todo o Mal".
Quando as facções greco-ortodoxas e czaristas começaram a reconquistar terreno entre os socialistas russos durante SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, os fascistas Romanos aparentemente decidiram que eles deveriam colocar pressão Nazistas para atacarem os inimigos ''protestantes'' greco-ortodoxos na Iugoslávia... os sérvios. Já que os esquadrões assassinos reconvertidos Romano croata-católico-nazistas, os de USTACHI foram então determinados a levar adiante o genocídio contra os russos e sérvios greco-ortodoxos, como podemos ver muito claramente como os estados balcânicos se tornaram ''o isqueiro'' das duas grandes guerras, e em ambos os casos a Alemanha estava no centro. Lembre-se que o alemão KAISER WILHELM ['KAISER' literalmente significa 'CAESAR' na Alemanha, uma herança dos Impérios Romano e do Sagrado Império Romano] bem como o próprio ADOLPH HITLER estava determinado a recuperar o Império Romano, que obviamente era também o objetivo de Roma... E isto não é nada surpreendente quando consideramos que este blasfemo nome de ''Sagrado Império Romano'' - que cresceu com a decadência do anterior Império Romano - tem seus quartéis generais na Alemanha.
Voltando ao conflito entre os russos czaristas e os bolchevistas... além de atacarem satélites americanos, mísseis ou aviões por ''cosmosferas'' tripuladas por czaristas ou russos nacionalistas, há também a evidência de que ataques contra as mesmas forças espaciais nazistas e greys aconteceram. Estes ataques não vieram de uma única fonte. Deve-se pensar ... o esforço político é - como sugerido acima -, nem tanto entre alas direita e esquerda, especialmente os extremistas. Um extremo sendo escravidão/tirania e no outro extremo a criminalidade/anarquia, ambas sendo ameaças interdependentes para a Liberdade e a Libertação. O atual esforço é entre Equilíbrio e Extremismo. A anarquia seria o símbolo de um cavalo correndo de modoselvagem, inútil e sem restrições. A tirania seria a imagem deste mesmo cavalo trancado em uma baia e não podendo ver a luz do dia. Uma república verdadeiramente democrática seria simbolizada por um cavalo que tenha permissão para correr ''livre'' em pasto aberto, mas que tenha cercas que o cavalo não possa ultrapassar. Enquanto esta pastagem fornecer liberdade plena, o cavalo ficará satisfeito. - BRANTON)
A invasão da ANTÁRTICA consistiu em três grupos de combate que saíram de Norfolk, VA, em 2 de dezembro de 1946. Eles foram liderados pelo navio do comandante BYRD, o quebrador de gelo "NORTHWIND," e consistia em um navio catapulta, o "PINE ISLAND," o destroyer "BROWNSEN," o porta aviões "PHILLIPINES SEA," o submarino americano "SENNET," dois navios de suporte o "YANKEE" e o "MERRICK," e dois navios tanque o "CANISTED" e o "CAPACAN," e o destroyer "HENDERSON" e um navio para avião anfíbio, o "CURRITUCK." Forças anglo-norueguesas e russa e acredito que algumas forcas australianas e canadenses também estavam envolvidas.
Em 5 de março de 1947 o jornal chileno "El Mercurio" de Santiago, Chile, teve uma manchete "A bordo do MOUNT OLYMPUS nos Altos Mares" que citava BYRD em um entrevista com LEE VAN ATTA: "Almirante BYRD declarou hoje que era imperativo que os EUA iniciassem imediatas medidas de defesa contra regiões hostis. O Almirante posteriormente afirmou que ele não queria assustar ninguém irresponsavelmente mas sim uma amarga realidade que no caso de uma nova guerra os EUA continental seria atacado por objetos voadores que podiam voar de pólo a pólo em incríveis velocidades.. [anteriormente ele tinha recomendado bases de defesa no Pólo Norte]. O Almirante BYRD repetiu os pontos de vista acima que eram resultantes de seu conhecimento pessoal reunidos em ambos os pólos, antes da conferência de notícias sustentada pelo Serviço Internacional de Notícias.." Quando BYRD retornou aos EUA, ele foi hospitalizado e não permitiram que comparecesse mais a conferências de imprensa. Em março de 1955, ele foi colocado no comando da Operação DEEPFREEZE que foi parte do Ano Geofísico Internacional [1957-1958], para a exploração da Antártica. Ele morreu, alguns sugerem que foi assassinado, em 1957...
Os pesquisadores UFO também estão conscientes de avistamentos estranhos de ''discos voadores'' com suásticas ou ''cruzes de ferro'' neles e com 'aliens' que falam alemão, etc. (Nota: Eu também ouvi de abduzidos que tem sido levados para bases subterrâneas com emblemas de suásticas nas paredes, ou como no caso da abduzida ALEX CHRISTOPHER, tem visto Reptilóides e 'Nazistas' trabalhando juntos em naves anti-gravidade ou dentro de bases subterrâneas. Não foi só BARNEY HILL que descreveu a relação entre Nazistas e UFO em casos de abduções. - BRANTON). Um exemplo é o do americano REINHOLD SCHMIDT - cujo pai nasceu na Alemanha - que conta em seu livro "INCIDENT AT KEARNEY" [NEBRASKA] que foi levado a um disco voador em várias ocasiões. Ele disse que a tripulação falava alemão e agia como soldados alemães. Ele disse que eles o levaram a região polar [se alguém aqui fosse fazer uma história de Ter sido levado a algum lugar, porque, entre tantos lugares, justamente ao pólo?] (Nota: Outras fontes também tem dito que - subterrâneas? - bases nazistas também existem em algum lugar do Nebrasca. - BRANTON) Depois de retornar, ele foi submetido a perseguição pelo governo americano. Sua descrição [dos discos aéreos] combinam com as imagens capturadas nas Alemanha. (Nota: Para detalhes em vídeo e uma análise histórica em profundidade dos cultos nazistas, numerosos detalhes sobre os projetos nazistas de discos aéreos, bem como fotografias obtidas de fontes classificadas destes discos aéreos e filmagem destes em Operação, bem como investigação sobre as bases de "NEW BERLIN" sob NEU SCHWABENLAND, Antártica -- contate: VLADIMIR TERZISKI, Presidente, - Academia Americana de Cientistas Dissidentes, em, 10970 Ashton Ave. #310, Los Angeles, CA 90024, phone and fax: USA-[310]-473-9717. - BRANTON) Em 1959, três grandes jornais do CHILE relataram na primeira página artigos sobre encontros UFO onde membros da tripulação pareciam soldados alemães. Nos anos 60 aconteceram relatos em NEW YORK e NEW JERSEY de discos voadores cujos aliens falavam alemão, ou inglês com sotaque alemão.
No julgamento de espionagem atômica de JULIUS e ETHEL ROSENBERG eles falaram de ''vasos de guerra no espaço''. E como eles tiveram acesso a informação secreta, do que é que eles estavam falando?
Hitler escapou !
Eu lembro de ter ouvido, nos anos 50, os rumores de que HITLER escapou para uma base nazista secreta no Pólo Sul. Em 1952, DWIGHT D. EISENHOWER disse: "não fomos capaz de conseguir uma única evidência tangível da morte HITLER. Muitas pessoas acreditam que HITLER escapou de Berlim."
Quando Presidente TRUMAN perguntou a JOSEPH STALIN durante a Conferência de POTSDAM em 1945 se HITLER estaria morto, STALIN replicou secamente, 'Não.' O alto oficial de Exército de STALIN, Marechal GREGORY ZHUKOV, cujas tropas foram as que ocuparam Berlim, afirmou plenamente depois de uma longa investigação em 1945: "Não encontramos nenhum corpo que possa ser de HITLER."
O chefe do Conselho Americano de Julgamento em NUREMBERG, THOMAS J. DODD, disse: "Ninguém pode dizer que ele morreu". O Major General FLOYD PARKS, que era o comandante americano do setor de Berlim, afirmou para a publicação.

LEIAM ESTE DOCUMENTARIO SOBRE UMA NOVA TEORIA
O Misticismo Nazi é um termo usado para descrever uma subcorrente do Nazismo quase religiosa, caracterizando-se pela combinação do nazismo com o ocultismo, o esoterismo, a cripto-história e o paranormal. Em alguns casos atribui uma importância religiosa à pessoa de Adolf Hitler e à sua doutrina.

Para o venerável mestre Samael Aun Weor, o líder alemão conheceu profundamente os mistérios do ocultismo. Hitler conheceu os mistérios tântricos e os praticou com sua esposa-sacerdotisa, Eva Braun, porém como não trabalhou sobre si, eliminando seu ego, seus defeitos e valores mentais negativos, levou o mundo todo ao caos da Segunda Guerra Mundial.


Hitler, para os gnósticos, teria sido um grande líder para seu povo e talvez para o mundo se tivesse, além de defender o povo germânico de seus inimigos, levantado a bandeira da paz, em vez da guerra. O orgulho (orgulho ferido, complexo de superioridade e megalomania), a cobiça (desejo doentio de conquista) e a violência foram seus principais defeitos psicológicos.

Para falar sobre esse personagem, que foi um iniciado em escolas de ocultismo, é necessário conhecermos os fatores que nos levaram aos aspectos econômicos e sociais da atual Nova Ordem Mundial. Que relação tiveram Hitler e o Nacional Socialismo (nazismo) com o esoterismo? Hitler conheceu realmente grandes Iluminados, por ele chamados de Super-Homens? Ele teve contato com mestres da Venerável Loja Branca ou da terrível Loja Negra? Vamos analisar, neste texto do site GnosisOnline, todo o movimento esotérico que rodeou Adolf Hitler e suas conseqüências atuais.

O que diz Samael sobre Adolf Hitler

O VM Samael comenta algumas vezes sobre Adolf Hitler. Na primeira vez, Samael comenta que ele conheceu pessoalmente a Hitler, em suas viagens jinas usando sua múmia egípcia. Na segunda o mestre fala que depois de morrer, Hitler foi para os Mundos Infernos da Lua Negra Lilith. E na terceira o mestre Samael fala que Hitler não morreu em seu bunker em Berlim, como a imprensa teima em defender. Quem na verdade morreu ali foi seu sósia. Hitler, para o mestre Samael, fugiu da Alemanha em um submarino e estabeleceu-se em algum lugar secreto na Argentina.

Também podemos encontrar algumas afirmações do VM Samael em sua obra magistral O Quinto Evangelho, sobre Hitler: “Desta forma, podemos afirmar que a Força Hipnótica é geral, podemos ver, por exemplo, milhões de soldados que estão hipnotizados, não só eles, mas todo mundo. É certo que existem, mesmo no exército, pessoas que tem a Consciência Desperta.

No caso da Segunda Guerra Mundial, Hitler estava adormecido, se estivesse desperto não faria o que fez, mas sonhava que estava desperto, pensou em até criar uma raça superior, que tinha chegado a hora do Super-Homem. Estava envenenado pelas teorias de Nietzsche, lembremos aquela frase do Führer quando disse com euforia que tinha conhecido o Super-Homem, que era terrivelmente cruel e que ele tinha sentido medo...
Realmente o que Hitler viu não era o Super-Homem e sim um Mago Negro, que veio lá da Ásia, do Tibet, do Clã de Dag-Dugpa, com uma Força Hipnótica extraordinária. Esse Mago Negro visitou Berlim e chamaram-no de “O Homem das Luvas Verdes” (leia mais sobre este personagem em outro texto de nosso site GnosisOnline), e ele dizia que tinha as chaves de Agartha, onde viviam os Deuses Ários.

É claro que com uma linguagem tão altissonante, as multidões não poderiam fazer outra coisa que se assombrar, e o Führer não teve nenhum inconveniente em render culto àquele Mago Negro Dugpa, criando uma Instituição de tipo esotérica em Berlim, porém era uma Instituição de Magia Negra. Ele acreditava que era um Profeta, não da palavra, mas da espada, chamado a revolucionar o mundo.

Mas os esoteristas sabem muito bem que Hitler é o Retorno ou Reincorporarão daquele terrível Átila, dos tempos antigos, aquele a quem chamavam de Castigo de Deus.
Quanto a Mussolini em suas vidas passadas foi um membro ilustre da Fraternidade Tenebrosa. Todos eram Magos Negros, são pessoas agora que vivem nos Mundos Infernais, essa é a crua realidade dos fatos...

Continuando, o verdadeiro Homem não existe, os poucos Homens que tem na face da Terra, como Saint Germain, Gagliostro, Raimundo Lulio, Nicolas Flamesl, fazem um Círculo Esotérico à parte.

O que existe então? O “bípede tricerebrado”, equivocadamente chamado de ‘homem’ incluo também as nossas companheiras, as mulheres, realmente ainda que doa a vocês, tenho de ser um pouco cruel, vocês não alcançaram o Estado de humanos, são ‘humanóides intelectuais’, ou, não se ofendam por favor, ‘mamíferos racionais’.
Nietzsche cometeu um erro gravíssimo ao falar do Super-Homem. Ele dizia em sua obra Zaratustra que havia chegado a hora do Super-Homem, e que este estava para o homem, como o animal para o homem. Que equívoco Nietzsche cometeu, falando do Super-Homem, quando nem sequer o Homem nasceu. Hitler seguiu Nietzsche ao pé da letra, a mística da Alemanha de então era a de Nietzsche. Naquela época, qualquer policial, soldado, se sentia um Super-Homem, e tal mística serviu como fundamento para a Segunda Guerra Mundial.

Nestes instantes devemos ser analíticos e refletir bastante, pois se acreditarmos que somos Homens, estão equivocados; para ser homens, é necessário possuir um Corpo Astral, um Corpo Mental e um Corpo Causal, além do Corpo Físico. Quando examinamos o humanóide, vamos perceber que possui um Assento Vital, um Linga Sharira, que serve de base à mecânica da célula viva, mas não possui os Corpos Existenciais Superiores do Ser.”

Na obra Revolução da Dialética, Samael comenta sobre as verdadeiras e ocultas causas que originaram a Segunda Guerra Mundial:

A Suástica em movimento gera a eletricidade sexual transcendental. Hitler entendeu sobre essas coisas e por isso tomou a Suástica como símbolo de seu Partido. O Homem das Luvas Verdes pertenceu ao clã dos Dag-Dugpas. Hitler deixou-se enganar por esse homem e foi ensinado a cristalizar tudo negativamente. Quando Von Lizst capitulou em Lhasa, os monges dag-dugpas se lançaram às ruas, celebrando a capitulação de Berlim. A Segunda Guerra Mundial foi um duelo entre os ensinamentos de Gurdieff e os dos dag-dugpas. Este duelo foi importado do Tibet e foi uma verdadeira luta entre os magos brancos e negros do Tibet.”

Afinal, quem eram os magos brancos e os magos negros do Tibet aos quais Samael se refere? São os mais distintos membros das duas escolas mais poderosas das Lojas Branca e Negra: A Sagrada Ordem do Tibet, regida pelo meritíssimo senhor Bhagavan Aclaiva, e o Clã de Dag-Dugpa, que teve como um de seus membros mais destacada o homem que se chamou, quando encarnado, Mao Tse-tung (não sendo à toa que Samael, comentando sobre Mao dizia que MAO é o contrário de AOM).

Hitler e os Judeus, segundo Samael

Alguém pergunta ao VM Samael Aun Weor por que Hitler odiava os judeus, e o Mestre se limita a responder o seguinte: “Numa certa ocasião, achando-me no Mundo Astral, invoquei Marx e ele apareceu e eu lhe perguntei: 'Tonto, não te dás conta que você escreveu uma farsa? Não te dás conta disso?' Percebi uma coisa curiosa, esse homem está desperto e consciente e ele é seguido por Lenin, que parece um sonâmbulo, está inconsciente e o segue como uma sombra, mas Karl Marx está desperto e consciente no Mal e para o Mal!

Entretanto, eu não vou me pronunciar contra o povo judeu, porque isso seria um absurdo! Existe uma multidão de anciões, mulheres e crianças que jamais na vida soube alguma coisa sobre os Protocolos de Sião. Atacar todos os judeus é um delito, os culpados são os governos e o Sanedrim, com os seus 300 membros, que possuem um projeto há mais de 3 mil anos para dominar o mundo”.

Pergunta a Samael: 'Eles têm dominado o mundo?'
Resposta de Samael: Até agora o projeto está dando resultado. Hitler sabia, mas ele preferiu atacar as mulheres, os velhos e crianças nas câmaras de gás, essas criaturas nada sabiam dos planos do Sanedrim, os membros estavam rindo de Hitler nos Estados Unidos, na França, Inglaterra e Rússia. Eles, o Sanedrim, foram os que acabaram com Hitler...”

Analisemos, a partir de agora, outros aspectos sobre os diversos aspectos que permitiram que o nazismo tivesse êxito nos campos militar e político, sempre auxiliado pelo ocultismo.

Ordens Ocultistas

Hitler, aficionado por tudo o que se relacionasse com o autoconhecimento, com o esoterismo e magia, foi membro de algumas ordens ocultistas germânicas. Vejamos a história de algumas delas para compreender um pouco mais como funcionava a psique desse personagem:

1. Sociedade Ahnenerbe

A Sociedade de estudos para a antiga história do espírito (Deutsche Ahnenerbe), mais conhecida como a Herança dos Ancestrais, foi criada no dia 1º de Julho de 1935. Em seu começo funcionou como um instituto de investigações avançadas das SS para logo se independizar. Seus mentores foram Henrich Himmler, Herman Wirth e Walter Darre.

Havia 43 departamentos na Ahnenerbe, dos quais um era insólito, aquele que se dedicava às atividades ocultistas. Os interesses dessa verdadeira confraria, altamente seleta, versavam sobre: a busca do Santo Graal, escavações de vestígios atlantes, exploração e contato com as culturas místicas do Tibet, práticas de yoga, estudos de antigos cultos pagãos, viagens ao interior da Terra para comprovar se esta é realmente oca etc. O grande líder dessa seção, depois de Himmler, era Friedrich Hielscher, um homem enigmático e do qual há poucos dados.

Hielscher incentivou a famosa expedição ao Tibet (1938-1939). A missão foi comandada pelo antropólogo Erns Schaefer, acompanhado por cinco sábios alemães e 20 membros da SS.

Juntamente com a Ahnenerbe, coexistiram outras organizações que também tiveram uma vinculação esotérica. Uma delas foi a Thule, de onde surgiriam dois importantes desprendimentos: a Ordem do Sol Negro e a Loja Sociedade Vril.

2. Ordem do Sol Negro

Foi um corpo especial batizado como SS Schwarze Sonne, estabelecido para pôr em prática os ensinamentos do monge tibetano conhecido como o Homem das Luvas Verdes, o qual trouxe técnicas tenebrosas para atrair a energia do Sol Negro de nosso Sistema Solar.

As teorias geológicas e astronômicas que os cientistas nazis manejavam asseguravam que a Terra, como o resto dos corpos cósmicos, é na realidade um satélite de dois sóis, e não um somente, um branco e luminoso que nos dá vida, e outro, de matéria astral, que nos desequilibra. Essa Ordem do Sol Negro teve um objetivo: atrair energias cósmicas negativas do Sol Negro e pôr em marcha projetos secretos de dominação mundial. (Para saber mais sobre o Sol Negro, clique aqui.)

3. Sociedade Vril

A Loja Luminosa ou Sociedade Vril foi fundada pelo professor de geopolítica e esoterista berlinense Karl Haushoffer. Diz-se que a fonte de inspiração para a sua criação, baseou-se no livro intitulado Vril – A Raça Futura, do escritor inglês e discípulo de Eliphas Levi, Edward Bulwer-Lytton, onde se descreveria uma sociedade subterrânea que utilizava uma misteriosa energia tântrica, o Vril.
Entre os objetivos dessa loja estava: Investigar as origens da raça ariana e saber como essas capacidades mágicas que dormem no sangue podem ser reativados para convertê-las em veículos sobre-humanos.

Documentos nazis capturados após a queda do Terceiro Reich indicam que Hitler e seus partidários lançaram várias expedições em busca de uma entrada rumo ao mundo interior, à Terra Oca. Geógrafos e cientistas alemães receberam a ordem de encontrar túneis que conduzissem os Vril-ya (como se denominou a esse povo subterrâneo oculto). Foram pesquisadas minas alemãs, suiças e italianas para encontrar possíveis poços, e inclusive Hitler ordenou a um coronel de inclinações intelectuais que investigasse a vida do lorde Bulwer-Lytton con a esperança de conhecer onde e quando o autor havia visitado o mundo dos Vril-ya.

Os nazis acreditavam que através da energia Vril eles poderiam “ter acesso a profundos conhecimentos no campo da tecnologia atômica, muitos dos quais ainda não foram descobertos, e cujo manejo errôneo teria provocado o abrupto desaparecimento de civilizações antigas das que apenas há algum registro, como é o caso de antigos textos hindus em que aludem a Vimanas voadores e armas com raios atômicos”.

4. Thule-Gesellschaft

A Sociedade do Thule foi uma sociedade esotérica alemã fundada em 1918 pelo ocultista e nobre alemão Rudolf von Sebottendorff. A ela pertenceram importantes personalidades do Terceiro Reich, como o próprio Adolf Hitler e seu braço direito Rudolf Hess. Aparentemente, o Partido Nacional-socialista (e, portanto, o próprio Terceiro Reich) teve sua origem nessa sociedade, sendo o DAP (Deutsche Arbeiter-Partei, depois transformado em NSDAP) seu braço político. Como escudo da Sociedade Thule escolheu-se a suástica colocada atrás de uma reluzente espada disposta verticalmente. O nome Thule foi escolhido por causa do legendário Reino de Thule dos nórdicos e a Tula dos astecas, a ilha encantada do norte do mundo, onde se encontrariam os regentes da raça ariana e da evolução espiritual da humanidade. Em 1919, o membro da Thule Karl Haushofer fundou uma segunda ordem, que se chamou Brüder des Lichtes (Irmãos da Luz), depois denominada Vril-Gesellschaft.

A esta nova sociedade uniram-se os membros de outras ordens, tais como a Die Herren von Schwarzem Stein (Os Senhores da Pedra Negra), que era a refundação de uma Ordem Templária. Entre os membros da Sociedad Thule encontravam-se, ademais dos pagãos Heinrich Himmler e Alfred Rosenberg, também sacerdotes (como o confessor de Hitler, Bernhard Stempfle), monges cistercienses (Guido von Lizst) e membros da Ordem do Temple Refundada (os chamados Herren von Schwarzem Stein), além de nacionalistas, patriotas, antimarxistas e anti-sionistas. O autor alemão Jan Udo Holey afirmava em seu livro Sociedades Secretas e seu Poder no Século 20 que os homens mais destacados dessa ordem, e que influenciaram os destinos da Alemanha e mesmo da própria humanidade na época foram: Freiherr Rudolf von Sebottendorff; Guido von Lizst e Jörg Lanz von Liebenfels, mestres da Ordem; Adolf Hitler, Führer, chanceler do Reich e Führer da Alemanha; Rudolf Hess; Hermann Göring, marechal do Reich; Heinrich Himmler, Reichsführer SS; Alfred Rosenberg, ministro do Reich; Hans Frank; Julius Streicher; Karl Haushofer; Gottfried Feder; Dietrich Eckart; Bernhard Stempfle; Franz Gürtner; Rudolf Steiner; Theo Morell; W. O. Schumann; Trebisch-Lincoln e a Condessa Westrap.

A Morte de Hitler

O suicídio de Adolf Hitler e sua mulher, Eva Braun, é considerado por todos como uma verdade incontestável. Mas será mesmo que ele e sua família se mataram em seu bunker, em Berlim? Por que será que isso foi contestado logo após o fim da Segunda Guerra Mundial por inúmeras autoridades? Para muitos, a farsa armada em torno do suicídio de Hitler está ultrapassada, pois vários pesquisadores coincidem na falta de provas de sua morte na Alemanha. Não há cadáver, nem autopsia, nem perícia jornalística. Para o jornalista argentino Abel Basti, autor de um interessante livro (Hitler em la Argentina), Hitler desembarcou em Caleta de los Loros, entre as cidades de Viedma e San Antonio Oeste. Protegido pela colônia alemã e mesmo pelo serviço secreto argentino, Hitler e Eva Braun teriam vivido sossegados neste país da América do Sul, até sua morte por velhice. A versão de Basti consiste em que o casal Hitler-Eva no dia 29 de abril de 1945, em um avião JU-52, após passar sem prejuízo a defesa aérea soviética, aterrissou na Espanha e daí em um submarino chegou à Patagônia.

Josef Stalin, dias depois da invasão soviética de Berlim, comentou com seus principais generais: “Ele não está morto. Ele escapou para a Argentina ou Espanha”. Como o Terceiro Reich entrou em colapso na primavera de 1945, a primeira coisa que o Exército soviético fez ao entrar em Berlim foi chegar o mais rápido possível ao bunker onde estaria escondido Hitler para capturá-lo antes das demais tropas aliadas. Depois, os russos fizeram uma série de afirmações contraditórias sobre a morte do líder alemão. No dia 17 de julho do mesmo ano, em Potsdam, Stalin comentou, durante um café da tarde, ao presidente norte-americano, Harry Truman, de que eles não haviam achado o corpo de Hitler, e o que havia sido encontrado foi o sósia dele, morto com um tiro na cabeça, segurando uma foto de Eva Braun. Mas que o verdadeiro Hitler não se encontrava mais no local. Stalin também confidenciou que divulgaria as fotos desse sósia de Hitler como se fosse o próprio, até que o verdadeiro fosse achado. Os vencedores da Segunda Guerra Mundial nunca o encontraram.

No dia 19 de abril de 1945, o New York Times escreveu: “Rumores estão circulando sobre o dublê de Hitler. Pode ter sido ele o que foi encontrado no bunker, ele foi treinado para ‘ser’ o próprio Hitler e iria se transformar num mártir no lugar de Hitler, enquanto este se tornaria o verdadeiro mártir”.

Um relatório da KGB, o serviço secreto soviético, afirmava o seguinte: “No bunker com Hitler estava seu doppleganger (sósia), Gustav Weber. Eles estavam sempre juntos para o caso de Hitler precisar dele”.

Se Hitler não morreu, pois o cadáver achado foi o de seu sósia, seu dublê, então por que isso não foi relatado pelos vencedores? Por que os soldados soviéticos simplesmente cremaram o cadáver do suposto Führer, em vez de apresentá-lo como objeto de exposição? Para onde teria ido Hitler? Talvez seja por isso que C. J. Heimlich, coronel do serviço de informações da presidência norte-americana afirmou que “nenhum ser humano pode afirmar conclusivamente que Adolf Hitler morreu”.

À época, um dos agentes do FBI afirmou, depois de alguns anos de investigações: “Ele realmente escapou para a Argentina e se diz que ele ainda viveu mais 11 anos. Depois desse tempo, ninguém mais soube de seu paradeiro”.

Realmente, informações de diversas fontes sobre o verdadeiro paradeiro de Adolf Hitler vêm coincidir com as afirmações do VM Samael Aun Weor sobre a vida e morte desse líder do povo germânico. Samael disse que Hitler realmente morreu de velho em um país qualquer da América do Sul, país esse que seria nada menos que a Argentina.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

AS LENDAS E A MITOLOGIA SOBRE O DILÚVIO








Lendas de um Dilúvio


Sabemos que a tradição do dilúvio, pelo menos a lembrança dele, é comum a todos os povos do mundo, com excessão dos polinésios. Esta mesma tradição, narrada no Gênesis, era comum tanto aos babilônios, assírios, persas, egípcios, gregos, italiano quanto às cidades-Estado da Ásia Menor - sem mencionar os povos do Mediterrâneo, Golfo Pérsico, Mar Cáspio e até mesmo Índia e China.

Seria fácil explicar a propagação da história de um dilúvio e da "arca dos escolhidos" na Ásia, pelas grandes rotas das caravanas. Porém, como explicar que os nórdicos e os celtas tenham histórias semelhantes? Imagine então explicar a semelhança entre as histórias dos povos americanos, as quais narram um dilúvio e embarcações vindas do oriente...

É impressionante as características em comum entre todas as "lendas". Vejamos algumas:

- De acordo com o que pode ser resgatado de antigos documentos astecas, o México também foi visitado por Noé. Era conhecido como Coxcox, Teocipactli ou Tezpi. Segundo os documentos, Coxcox se salvou junto com sua esposa num barco, deixando a arca então no Monte Colhuacau. Pinturas retratando o grande dilúvio foram encontradas entre os astecas, os mistecas, os zapotecas, os tlascalanos e muitos outros;

- Os maias também deixaram crônicas gravadas em hieróglifos, as quais foram quase que totalmente destruídas pelos espanhóis durante as guerras de conquista. Porém, seu conteúdo permaneceu vivo na memória das pessoas e foi transcrito para uma crônica em latim. Essa crônica, entitulada Popol Vuh, retrata um grande cataclisma e um dilúvio ocorrido em uma terra a qual era considerada como sendo o paraíso na Terra;

- Os primeiros colonizadores da América do Norte deixaram relatos que as tribos dos Grandes Lagos possuiam uma lenda a qual falava de uma grande inundação e de um salvador, ou "Noé";

- Os hopi sustentam que houve um lugar que for a destruído por conta da violência e da corrupção e os iroqueses contam que apenas um homem, uma mulher e um casal de cada raça animal se salvou;

- Na Colômbia, os índios chibchas possuem uma lenda que só difere da dos gregos nos nomes empregados aos deuses. Ambas as lendas mencionam um deus que sustentava os céus ( e às vezes a Terra ) e um grande dilúvio no qual as águas teriam escorrido através de um buraco aberto na superfície da Terra;

- Os incas também possuiam a tradição do dilúvio. Há uma lenda inca que conta que as chuvas teriam durado 60 dias e 60 noites, ou seja, 20 a mais do que na Bíblia;

- A lenda de Tamandaré, dos índios guaranis, também retrata um dilúvio e a salvação de um casal no alto de uma montanha;

- Há uma tradição que afirma que Quetzalcoatl, o deus branco dos astegas e toltecas, voltou para o seu país no mar do leste, depois de haver fundado a civilização tolteca. Esse mesmo deus era adorado entre os maias sob o nome de Kukulkán.

Todas as lendas dos povos americanos coincidem com as lendas dos povos do mediterrâneo, da África e da Ásia. Qual seria a explicação para isso então? Como explicar que índios colombianos contem exatamente a mesma história que os gregos?


--------------------------------------------------------------------------------

Entre as fortes impressões que me deixaram as histórias de meu pai, que imprimiram sua marca sobre toda a minha vida, há uma que me serviu mais tarde e, talvez, não menos que cinco vezes, de "fator espiritualizante", abrindo-me uma compreensão do incompreensível.

Essa forte impressão, que devia mais tarde servir-me de fator espiritualizante, cristalizou-se em mim, num dia em que meu pai havia cantado e contado para nós a Lenda do dilúvio antes do dilúvio, quando eclodiu uma discussão a esse respeito entre ele e um de seus amigos.

Isso se passava na época em que a imperiosa pressão das circunstâncias havia constrangido meu pai a adotar o ofício de carpinteiro.

O amigo em questão vinha freqüentemente visitá-lo em sua oficina e os dois passavam, às vezes, a noite inteira tentando decifrar o sentido das velhas lendas e dos provérbios.

Esse amigo de meu pai não era outro senão o arcipreste da catedral militar de Kars, o Padre Borsh, o homem que, dentro em breve, se tornaria meu primeiro mestre, o criador e autor de minha individualidade atual ou, dito de outro modo, a terceira face de meu Deu interior.

Na noite dessa discussão, encontrava-me na oficina, bem como meu tio, que tinha vindo de uma aldeia vizinha, onde possuía grandes hortas e vinhedos.

Estávamos sentados tranqüilamente num canto, meu tio e eu, sobre macias aparas, escutando meu pai que cantava, nessa noite, a lenda do herói babilônico Gilgamesh e nos explicava sua significação.
A discussão surgiu, quando terminou o canto XXI dessa lenda, em que certo Ut-Napishtin conta a Gilgamesh a destruição, pelas águas, da terra de Shurupak.

Depois de ter feito uma pausa para encher seu cachimbo, meu pai disse que essa lenda remontava, segundo ele, aos sumérios, povo mais antigo ainda que os babilônios, e que ela estava, certamente, na origem do relato do dilúvio da Bíblia dos hebreus e na origem da concepção cristã do mundo, só os nomes haviam sido trocados, bem como certos detalhes em lugares diversos.

O Padre Borsh fez, imediatamente, objeções, apoiando-se com numerosos dados contrários e a discussão não tardou a se acalorar, a ponto de se esquecerem de me mandar para cama, como sempre faziam nesses casos.

Estávamos de tal modo interessados por essa controvérsia, meu tio e eu, que ficamos imóveis sobre nossas aparas até a hora em que, ao raiar da aurora, meu pai e seu amigo puseram fim a seu debate e se separaram.

Esse canto XXI foi tantas vezes repetido nessa noite, que ficou gravado em minha memória por toda a vida. Dizia-se ali:

Revelar-te-ei, Gilgamesh,
Um triste mistério dos Deuses;
Como se reuniram um dia
Para decidir submergir a terra de Shurupak.
Eya dos olhos claros, sem nada dizer a Anu, seu pai,
Nem ao Senhor, o grande Enlil,
Nem àquele que esparge a felicidade, Nemuru,
Nem mesmo ao príncipe do mundo subterrâneo, Enua,
Chamou para perto de si seu filho Ubaretut
E disse-lhe: "Filho, constrói um barco com tuas mãos,
Toma contigo teus próximos,
E os quadrúpedes e as aves de tua escolha,
Pois os Deuses decidiram irrevogavelmente
Submergir a terra de Shurupak."

Essa discussão sobre tal tema, entre esses dois homens, que haviam vivido de maneira relativamente normal até uma idade avançada, produziu, graças aos dados depositados em mim durante minha infância pelas fortes impressões que dela recebi, resultados benéficos para a formação de minha individualidade. Disto só tomei consciência, aliás, muito recentemente, logo antes da Guerra mundial; mas, desde então, esses resultados nunca cessaram de ser para mim o fator espiritualizante de que falei.

O choque inicial que, através de minhas associações mentais e emocionais, desencadeou essa tomada de consciência foi este simples fato:

Um dia, li numa revista um artigo onde se dizia que haviam sido descobertas, nas ruínas de Babilônia, certas tabuinhas com inscrições que datavam de pelo menos quatro mil anos, segundo os sábios. A revista reproduzia as próprias inscrições e dava delas uma tradução - era a lenda do herói Gilgamesh.
Quando compreendi que se tratava dessa mesma lenda, que tantas vezes ouvira ser contada por meu pai em minha infância e, principalmente, quando encontrei nesse texto, sob forma quase idêntica à do relato de meu pai, esse famoso XXI.o canto, fui tomado de forte "pasmo interior", como se, daí por diante, todo o meu destino fosse depender disto. Por outro lado, estava tocado pelo fato, ainda inexplicável para mim, de que essa lenda pudesse ter sido transmitida durante milhares de anos, por gerações de ashokhs, sem que a forma tivesse sido alterada.

Depois desse evento, quando os benéficos resultados das impressões depositadas em mim desde a minha infância, pelos relatos de meu pai, se me foram finalmente tornados evidentes — resultados que cristalizaram em meu ser esse fator espiritualizante, capaz de abrir-me à compreensão do que parece, em geral, incompreensível - lamentei muito freqüentemente haver esperado tanto para dar a essas antigas lendas a enorme importância que verdadeiramente possuem, como me dou conta hoje em dia.


Bibliografia:

Grandes enigmas da humanidade, Editora Vozes – Luiz C. Lisboa & Roberto P. de Andrade;
O Mistério da Atlântida, Editora Nova Fronteira - Charles Berlitz

A Lenda de Gilgamesh
G.I.Gurdjieff, "Encontros com Homens Notáveis",
Editora Pensamento, p. 41-43.


terça-feira, 21 de outubro de 2008

O GOVERNO MUNDIAL SABE SOBRE A FUTURA CATASTROFE

Em 20 de junho de 1977 ,a rede de televisão inglesa Anglia transmitiu um documentário denominado ALTERNATIVA 3. O programa apresentado como parte de uma série regular chamada Science Report [Relatório Cientifico], começou anunciando que sua intenção original seria transmitir um show diferente mas algo saiu errado .A finalidade inicial era realizar um documentário sobre o fato de que grandes cientistas britânicos estariam deixando o país ,atendendo a propostas para ganhar melhores salários e condições de trabalho.Porém ,ao longo das investigações para o show,a equipe da emissora teria descoberto que muitos cientistas não estavam deixando o país ,mas sim desaparecendo da face da Terra. Esses supostos desaparecimentos levaram os repórteres a investigar cada vez mais, até descobrir uma vasta e global conspiração que envolveria a alta cúpula dos governos dos Estados Unidos e da ex Urss.Aparentemente, a partir de 1950 , os cientistas das duas potências teriam chegado a conclusão de que a Terra devido as ações humanas , estaria a caminho de uma inevitável catástrofe envolvendo o clima e o meio ambiente .isso resultaria na extinção certa de quase todas as formas de vida conhecidas , inclusive a própria humanidade .Assim os dois governos ,em conjunto .teriam somente três opções ou alternativas para planejar e colocar em pratica : Alternativa 1 –Reduzir drasticamente a população do planeta Terra a níveis considerados seguros .Alternativa 2- Construir imensas bases subterrâneas para abrigar o governo , militares e cientistas até que as crises estivessem estabilizadas .Alternativa 3 – Estabelecer uma Arca de Noé ,ou seja ,uma colônia humana com as melhores e mais brilhantes representantes da raça ,de preferência na Lua ou no planeta Marte.
A Suposta realidade inevitável crise teria incitado os governos dos dois países a colaborarem para em conjunto ,transformar Alternativa 3 em realidade .Com entrevistas de supostos astronautas e cientistas ,o documentário da Anglia exibia evidencias de que EUA e URSS trabalhando com uma equipe, teriam chegado a Marte em 1961 e que o programa espacial APOLLO tinha sido somente um chamariz publicitário para esconder o verdadeiro propósito dos numerosos lançamentos de foguetes pela Nasa .

sábado, 18 de outubro de 2008

SURGE A ESPÉCIE HUMANA "TRECHO DO LIVRO 12º. Planeta (1976)"























Desde que George Smith descobriu e publicou em 1876 as lendas detalhadas sobre a criação da Mesopotâmia (The Chaldean Account of Genesis), obra que foi seguida por The Seven Tablets of Creation, de W. King, tanto eruditos como teólogos passaram a aceitar que os contos sobre a Criação do Antigo Testamento (Gênesis, capítulos 1 a 3) são versões condensadas dos textos sumérios originais. Um século depois, em meu livro O 12º. Planeta (1976) mostrei que esses textos não eram mitos primitivos, mas repositórios de conhecimento científico avançado que só agora os modernos pesquisadores começam a alcançar. As sondas não tripuladas que fotografaram Júpiter e Saturno confirmaram muitas facetas “incríveis" do conhecimento sumério sobre nosso sistema solar, como a afirmação de que os planetas exteriores possuem numerosos satélites e que existe água em alguns deles. Esses planetas distantes e alguns de seus principais satélites têm núcleos ativos que geram calor interno; alguns irradiam mais calor do que jamais conseguirão receber do Sol longínquo.

A atividade vulcânica propiciou a esses corpos celestes suas próprias atmosferas. Portanto, todos os requisitos básicos para o desenvolvimento da vida existem por lá, como disseram os sumérios 6 mil anos atrás. E quanto à existência de um décimo segundo membro de nosso sistema solar, um décimo planeta muito além de Plutão - o Nibiru sumério ou o Marduk, da Babilônia -, cuja existência foi a conclusão básica e de grandes conseqüências em O 12º. Planeta? Em 1978, astrônomos do Observatório Naval dos EUA de Washington determinaram que Plutão, por ser menor do que se acreditava anteriormente, não podia ser considerado o único responsável pelas perturbações constatadas nas órbitas de Netuno e Urano. Por isso, postularam a existência de mais um corpo celeste além de Plutão.

Em 1982, a NASA anunciou sua conclusão de que realmente existe esse corpo, mas, se ele é ou não um outro grande planeta, ela planeja determinar ajustando, de certa maneira, a trajetória das duas sondas Pioneer que continuam no espaço além do planeta Saturno. No final de 1983, os astrônomos do Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia anunciaram que o IRAS, o telescópio infravermelho montado num satélite e lançado sob o patrocínio da NASA e com a cooperação de outras nações, descobriu além de Plutão um "corpo celeste misterioso", muito distante, com cerca de quatro vezes o tamanho da Terra e vindo em nossa direção".

Eles ainda não disseram que é um planeta, mas nossas Crônicas da Terra não deixam dúvidas sobre essa recente descoberta. Em 1983 foram encontradas na Antártida e em outros locais, pedras que sem dúvida são fragmentos da Lua e de Marte, algo que deixou os cientistas atônitos, sem explicação sobre o que poderia ter acontecido. A lenda suméria sobre a criação do sistema solar, a colisão entre os satélites de Nibiru e Tiamat, e o resto da cosmogonia no famoso Épico da Criação oferecem uma explicação abrangente. E quanto aos textos que descrevem como o homem foi criado por intermédio da manipulação genética, com a fertilização in vitro e reimplante de óvulos?

Os recentes avanços nas ciências e tecnologia genéticas confirmaram o conceito sumério de uma evolução gradual e natural coexistindo com o aparecimento (de outra forma inexplicável) do Homo sapiens, biologicamente avançado, através da engenharia genética dos Anunnaki. Até mesmo o moderno método de procriação em proveta - a extração de um óvulo, a fecundação com o sêmen e o reimplante do óvulo fecundado no útero – é exatamente o mesmo procedimento descrito nos textos sumérios de milênios atrás. Se os dois principais eventos - a criação da Terra e a criação do homem - estão corretamente relatados na Bíblia, não deveríamos também aceitar a veracidade da história sobre o surgimento da espécie humana na Terra? E se as histórias da Bíblia não passam de uma versão condensada de crônicas sumérias anteriores, mais detalhadas, estas não poderiam ser usadas para explicar melhor e completar o registro bíblico desses tempos primitivos? Como umas são reflexos das outras, olhemos para essas antigas memórias, continuemos a descobrir a maravilhosa história sobre nosso planeta.

Depois de contar como "o Adão" (literalmente, "O Terráqueo") ganhou a capacidade de procriar, o Livro do Gênesis passa a relatar os eventos gerais da Terra como estando relacionados com a saga de um ramo específico da espécie humana: a pessoa chamada Adão e seus descendentes. "Eis o livro da descendência de Adão", informa o Antigo Testamento. Um livro assim podemos aceitar com segurança, realmente existiu. Os indícios sugerem fortemente que a pessoa a quem a Bíblia chama de Adão foi a mesma que os sumérios chamavam de Adapa, o Terráqueo "aperfeiçoado" por Enki e considerado geneticamente aparentado com ele. "Amplo conhecimento Enki aperfeiçoou para ele, para desvendar os desígnios da Terra; a ele concedeu o conhecimento, mas a imortalidade não lhe concedeu.” Foram encontrados trechos da "Lenda de Adapa", e o texto completo pode bem ter sido o "Livro da descendência de Adão", ao qual se refere o Antigo Testamento.

Os reis assírios provavelmente tinham acesso a um registro desse tipo, pois muitos afirmavam ter herdado algumas virtudes de Adapa. Sargão e Senaqueribe diziam que tinham herdado a sabedoria que Enki concedera a Adapa; Sinsharishkun e Asaradão vangloriavam-se de ter nascido "com a imagem do sábio Adapa". Segundo uma inscrição de Asaradão, ele mandou erigir no templo de Assur uma estátua de Adapa. Assurbanipal garantia que aprendera "o segredo da escrita em placas de antes do Dilúvio", tal omo Adapa. As fontes sumérias afirmam que, antes de o Dilúvio varrer tudo o que existia na face da Terra, existiam tanto culturas rurais, praticando o cultivo e a criação de animais, como culturas urbanas. O Livro do Gênesis conta que o primeiro filho de Adão e Eva, Caim, "cultivava o solo", e seu irmão, Abel, "era pastor de ovelhas". Depois de Caim ser "expulso da presença do Senhor", por ter matado Abel, os povoados urbanos - as cidades do homem - foram fundados.

No país de Nod, a leste do Éden, Caim gerou um filho a quem chamou Henoc e construiu uma cidade à qual deu esse mesmo nome, que significa "fundação". O Antigo Testamento, por não se interessar pela descendência de Caim, passa rapidamente para a quarta geração depois de Henoc, quando nasceu Lamec: Lamec tomou para si duas mulheres: O nome da primeira era Ada, e o nome da segunda, Sela. Ada deu à luz Jabel; ele foi o pai dos que vivem sob a tenda e têm rebanhos. O nome de seu irmão era Jubal; ele foi o pai de todos que tocam lira e charamela.Sela, por sua vez, deu à luz Tubalcaim; ele foi o pai de todos os laminadores em ouro, cobre e ferro.

O Livro dos Jubileus, que se acredita ter sido composto no século 2 a.C. com base em material bem anterior, acrescenta a informação de que Caim casou-se com sua própria irmã, Awan, que deu à luz Henoc, "no final do quarto Jubileu, casas foram construídas na terra, e Caim construiu uma cidade e deu-lhe o nome de Fundação, o mesmo de seu filho". De onde vieram essas informações adicionais? Sempre se disse que essa parte da história do Gênesis não tem paralelo ou comprovação nos textos mesopotâmicos.

Mas descobrimos que não é bem assim. Encontramos uma tábua de argila da Babilônia no Museu Britânico (no. 74329), catalogada como "contendo um mito não encontrado em outras tábuas". No entanto, pode ser uma versão assíria/babilônica feita em cerca de 2000 a.C., de um registro sumério sobre a linhagem de Caim que até hoje não foi encontrado! Segundo uma cópia feita por A. R. Millard e traduzida por W. G. Lambert (Kadmos, vol. VI), o texto fala sobre os primórdios de um grupo de lavradores, o que corresponde ao "que cultivava o solo" da Bíblia. Eles eram chamados Amakandu - "Povo que em Sofrimento Vagueia", um paralelo com a condenação de Caim: "Agora és maldito e expulso do solo fértil que recebeu o sangue de seu irmão... Serás um errante fugitivo sobre a face da terra".

E, mais notável ainda, o chefe mesopotâmico desse povo nômade ou exilado era chamado de Ka'in! E também, como na Bíblia: Ele construiu em Dunnu uma cidade com torres gêmeas. Ka'in tomou para si mesmo a soberania sobre a cidade. O nome desse lugar é muito intrigante. Como em sumério a ordem das sílabas podia ser invertida sem a mudança de sentido, o nome também podia ser escrito NU.DUN, semelhante ao Nod ou Nud, citado na Bíblia como o local para onde Caim foi exilado. O nome sumério significava "o local de descanso escavado", um bom paralelo com a interpretação bíblica do termo, dando-o como "Fundação".

Depois da morte (ou assassinato) de Ka'in, "ele foi colocado para descansar na cidade de Dunnu, que tanto amava". E, como na Bíblia, o texto mesopotâmico registra a história de quatro gerações seguintes: irmãos casaram-se com irmãs e assassinaram seus pais, e tanto conquistaram a soberania sobre Dunnu como se estabeleceram em novos locais, o último dos quais era chamado Shupat ("O Julgamento"). Uma segunda fonte que indica que a história da Bíblia sobre Adão e Caim tem origem em crônicas da Mesopotâmia são os textos assírios.

Uma arcaica Lista de Reis assírios afirma que em épocas primitivas, quando seus ancestrais viviam sob tendas - termo que é repetido na Bíblia ao falar sobre a linhagem de Caim -, o patriarca de seu povo era chamado Adamu, o Adão bíblico. Também descobrimos entre os tradicionais epônimos assírios de nomes reais a combinação Assur-bel-Ka'ini ("Assur, senhor dos cainitas"), e os escribas fizeram um paralelo desse título com o sumério ASHUREN.DUNI, deixando implícito que os cainistas ("O povo de Kain") e os duni ("o povo de Dun") eram a mesma coisa, reafirmando assim o Caim e o país de Nud ou Dun da Bíblia. 

Depois de falar brevemente sobre a linhagem de Caim, o Antigo Testamento volta sua atenção para uma nova linha de descendência de Adão: "E Adão conheceu de novo sua mulher, e ela deu à luz um filho e lhe pôs o nome de Set, porque, disse ela, "Deus me concedeu uma outra descendência no lugar de Abel, que Caim matou”! O Livro do Gênesis então acrescenta: "Quando Adão completou cento e trinta anos, gerou um filho a sua imagem e semelhança, e lhe deu o nome de Set”. O tempo que viveu do nascimento de Set foi de oitocentos anos, e ele gerou filhos e filhas. Toda a duração da vida de Adão foi de novecentos e trinta anos, e então morreu. Quando Set completou cento e cinco anos, gerou Enós. Depois do nascimento de Enós, Set viveu oitocentos e sete anos e gerou filhos e filhas. “Toda a duração de Set foi de novecentos e doze anos, e morreu". O nome do filho de Set e patriarca pré-diluviano pela qual a Bíblia mostra interesse é Enós. Esse termo passou a significar em hebraico "humano, mortal", e fica claro que o Antigo Testamento o considera o progenitor da linhagem humana que fica no núcleo das antigas crônicas, pois fala a respeito dele que "foi então que o nome de Iahweh começou a ser chamado", ou seja, que começou a adoração e o sacerdócio. 

Existem vários textos sumérios que lançam mais luz sobre esse aspecto intrigante. As partes disponíveis da lenda de Adapa contam que ele foi "aperfeiçoado" por Enki e tratado como um filho pelo deus em sua cidade, Eridu. Então é bem possível, como sugeriu William Hallo em Antedilasian Cities, que o bisneto de Enós recebeu o nome de Jared ou Yared, para significar "Aquele de Eridu". Então temos a resposta: perdendo o interesse nos descendentes banidos de Adão, o Antigo Testamento focaliza os patriarcas da linhagem de Adão que permaneceram em Éden - ao sul da Mesopotâmia – e que foram os primeiros chamados para exercer o sacerdócio. Na quarta geração depois de Enós, o primogênito recebeu o nome de Henoc. Os eruditos acreditam que ele origina de uma variante de uma raiz hebraica que tem a conotação de "treinar, educar". Sobre Henoc, o Antigo Testamento conta que ele "andava com Deus", e não morreu na Terra, pois "Deus o arrebatou". Esse único versículo do Gênesis 5:24 está substancialmente ampliado nos Livros de Henoc, que contam a primeira visita de Henoc aos Ankos de Deus para ser instruído nas várias ciências e na ética. 

Depois de voltar à Terra para passar seu conhecimento e os requisitos para o sacerdócio aos seus filhos, Henoc foi novamente levado aos céus para juntar-se para sempre aos Nefilim (termo bíblico que significa "Os que desceram") em sua morada celestial. As Listas de Reis sumérias registram o reino sacerdotal de Enmeduranki em Sippar, na época a localização do espaçoporto comandado por Utu/Shamash. Seu nome, "0 Senhor Sacerdotal do Dur-an-ki", indica que ele fora treinado em Nippur. Uma tabuinha pouco conhecida, publicada por W. G. Lambert ("Enmeduranki e Material Relacionado"), diz o seguinte: Enmeduranki, príncipe de Sippar, Amado de Anu, Enlil e Ea. Shamash no Templo Brilhante o indicou. Shamash e Adad o levaram à assembléia... Eles lhe ensinaram como observar o óleo na água, um segredo de Anu, Enlil e Ea.Deram-lhe a Tábua Divina, o segredo de kibdu do Céu e da Terra...

Ensinaram-lhe como fazer cálculos com números. Quando a instrução de Enmeduranki no conhecimento secreto dos deuses foi concluída, ele foi devolvido à Suméria. Os "homens de Nippur, Sippar e Babilônia foram chamados a sua presença". Enmeduranki então informou-os sobre suas experiências e sobre o estabelecimento do sacerdócio, que, por ordem dos deuses, deveria ser passado de pai para filho: "O sábio instruído, que guarda os segredos dos deuses, dedicará seu filho predileto, através de um juramento, diante de Shamash e Adad... e lhe ensinará os segredos dos deuses". A tabuinha conclui com um post-scriptum: "Assim foi criada a linhagem dos sacerdotes, os que têm permissão para se aproximar de Shamash e Adad". Por ocasião da sétima geração depois de Enós, na véspera do Dilúvio, a Terra e seus habitantes estavam enfrentando uma nova Idade do Gelo. Os textos mesopotâmicos contam com detalhes os sofrimentos da humanidade, falando sobre a terrível escassez de alimentos e até sobre canibalismo. O Livro do Gênesis apenas sugere a situação ao afirmar que, quando Noé ("Descanso") nasceu, ele recebeu do pai esse nome na esperança de que seu nascimento marcasse um descanso "do trabalho e labuta que vem da Terra que Deus amaldiçoou".

A versão bíblica nos conta muito pouco sobre Noé além do fato de que ele era "justo e de genealogia pura". Os textos mesopotâmicos nos informam que o herói do Dilúvio vivia em Shuruppak, o centro médico dirigido por Sud. Os textos sumérios contam que, com o aumento do sofrimento dos humanos, Enki sugeriu que fossem tomadas providências para aliviá-los, encontrando uma veemente oposição por parte de Enlil. Este estava irritado com o crescente relacionamento sexual entre os jovens Anunnaki e as filhas dos homens. O Livro do Gênesis descreve como os Nefilim "tomaram esposas": Quando os homens omeçaram a ser numerosos sobre a face da Terra e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram compatíveis e tomaram como mulheres todas as que mais lhe agradavam. Uma "tabuinha mítica" (CBS-14061) publicada por E. Chiera (Sumerian Religious Texts) conta a história daqueles tempos primitivos e de um jovem deus, chamado Martu, que se queixou de que também deveria receber permissão para ter uma esposa humana. 

O texto explica que isso aconteceu quando: A cidade de Nin-ab existia, Shid-tab não existia. Existia a sagrada tiara, a sagrada coroa não existia...Nascimento [de crianças] havia. "Nin-ab" continua o texto, "era uma cidade na Terra Grande povoada”. Seu alto sacerdote, um músico de muito talento, tinha uma esposa e uma filha. o povo reuniu-se para oferecer aos deuses a carne assada dos sacrifícios, Martu, que era solteiro, viu a filha do sacerdote. Desejando-a, foi procurar sua mãe e queixou-se: Em minha cidade eu tenho amigos, eles tomaram esposas. Tenho companheiros, eles tomaram esposas. Em minha cidade, ao contrário de meus amigos, não tomei uma esposa. Não tenho mulher, não tenho filhos. Depois de perguntar ao filho se a donzela que ele desejava "apreciava o modo como a olhava", a deusa deu seu consentimento. Então os outros jovens deuses prepararam uma festa. 

O casamento foi anunciado, "na cidade de Ninab, o povo foi chamado pelo som do tambor de cobre; os sete tamborins foram tocados". Enlil não estava nada satisfeito com o crescente número de uniões entre jovens astronautas e as descendentes do Trabalhador Primitivo. Os textos sumérios contam que, "enquanto o país se ampliava e o povo multiplicava", Enlil ia ficando cada vez mais "perturbado com os pronunciamentos da humanidade" e seu interesse pelo sexo e pela luxúria. "Então o Senhor disse: 'Eliminarei da face da Terra o terráqueo que criei.” 

Os textos também contam que quando ficou decidida a ampliação da mineração no Abzu, os Anunnaki montaram um posto de monitorização científica na ponta sul da África, que foi colocado sob o comando de Ereshkigal, uma neta de Enki e Ereshkigal, desde a Mesopotâmia até aquele local longínquo e montanhoso (Kur), sugerindo que a moça fora raptada ou de qualquer outra maneira coagida por Enki na jornada, pois ela foi "levada para Kur como um prêmio". Soubemos por intermédio de outros egípcios que posteriormente Ereshkigal teve seu posto atacado por Nergal, um dos filhos de Enki, que pretendia vingar um insulto que sofrera por parte de um dos emissários da deusa. No último instante, Ereshkigal salvou a própria vida oferecendo-se para se casar com Nergal, para juntos controlarem as "Tábuas da Sabedoria" de seu posto. Enlil viu chegar a oportunidade de se livrar dos terráqueos quando o posto científico da ponta da África começou a enviar comunicados sobre uma situação perigosa: a crescente capa de gelo sobre a Antártica tornara-se instável, apoiando-se sobre uma camada de lama escorregadia. 

O grande problema era que essa instabilidade surgira justamente quando Nibiru se aproximava da Terra, e a força gravitacional do planeta poderia perturbar o equilíbrio da capa polar e fazê-la deslizar para o oceano Antártico. Isso causaria um maremoto que inundaria todo o globo terrestre. Quando os Igigi em órbita confirmaram a certeza de uma tal catástrofe, os Anunnaki começaram a acorrer a Sippar, o espaçoporto. Enlil insistiu que a humanidade não fosse avisada do Dilúvio que se avizinhava, e numa das sessões da Assembléia dos Deuses fez todos os seus pares, e em especial Enki, jurarem que não revelariam o segredo.A última parte do texto Atra-Hasis, um grande trecho do Épico de Gilgamesh e outros textos da Mesopotâmia descrevem minuciosamente os eventos que se seguiram: como o Dilúvio foi usado por Enlil para tentar aniquilar a espécie humana; como Enki, indo contra o juramento feito na Assembléia dos Deuses,tramou para salvar seu fiel seguidor, Ziusudra ("Noé"), projetando para ele um navio submersível que suportaria a avalanche de água. 

Os Anunnaki, a um sinal, "subiram" em seus Rukub ilani ("carros dos deuses"), os foguetes "incendiando a terra com seu fulgor" no momento da ignição. Orbitando a Terra em seus ônibus espaciais, eles ficaram assistindo horrorizados às ondas furiosas varrerem o mundo. Tudo o que havia na face da Terra foi levado numa colossal avalanche de água: A.MA.RU BA.UR RA.TA - "A inundação cobriu tudo". Sud, que criara o homem junto com Enki, "viu e chorou... Ishtar gritou como uma mulher em trabalho de parto... os deuses, os Anunnaki, choraram com elas". Rolando de um lado para o outro, as ondas do maremoto erodiram o solo fértil, deixando atrás de si imensos depósitos de lama: "Tudo o que fora criado voltou a se transformar em barro"

A reprodução é permitida se acompanhados da declaração

© Z. Sitchin 2000 
Reproduzido com permissão.

FONTE: TRECHO DO LIVRO O 12º. Planeta (1976) Zecharia Sitchin
VISITEM A PAGINA OFICIAL DE ZECHARIA SITCHIN 
 http://www.sitchin.com/index.htm