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sábado, 26 de janeiro de 2008

OS ALIENS DE HIPERBÓREA E ALDEBARAM

A capital da Hiperbórea, segundo as tradições, era Thule. Que, entre os antigos, representava o extremo limite setentrional do mundo conhecido, de onde veio o seu nome de Ultima Thule.

A capital dos Hiperbóreos ocupava por conseguinte uma situação chave que sugeriu uma interessante tese a Guy Tarade, presidente do CEREYC de Nice.
Segundo Guy Tarade os pólos eram as “Portas do Cosmos” isto é, as duas chaminés de evasão do nosso globo onde inflectem as cinturas de Van Allen, cujas camadas radioativas são temidas pelos cosmonautas.
De resto, o mesmo dizia o patriarca Enoch, que antes do dilúvio, visitava o país dos primeiros pais iniciadores vindos do céu, portanto cosmonautas.
Essas chaminés na cintura de Van Allen seriam, segundo Guy Tarad, o caminho de chegada e de partida dos iniciadores antigos. Que se essas cinturas de partículas já não nos protegessem, a Terra seria submetida a um bombardeamento cósmico gerador de transmutações perigosas.
Felizmente elas estão lá, bem colocadas no seu lugar pelo campo magnético terrestre.
Ora, um grito de alarme foi lançado no Congresso Oceânico de Moscou, em Maio de 1966, pelos físicos americanos Heezen e Bruce. Estes sábios tinham verificado pelo estudo das “bússolas fósseis” do fundo dos mares que outrora se produzia uma inversão total dos pólos e que o magnetismo atual estava em vias de degradação. Segundo os seus cálculos, dentro de dois mil anos ele não existiria mais, e longas séries de cataclismos poriam em perigo a evolução normal das espécies do nosso globo.

 Pode-se imaginar que foi por uma razão análoga que uma humanidade extraterrestre foi outrora forçada a emigrar e que, temendo uma repetição do fenômeno, tenha escolhido o pólo norte da Terra para aí se instalar.

Acresce que, se esses viajantes do espaço – que chamamos Hiperbóreos – eram detentores de uma ciência superior á nossa, o que é provável, eles recebiam dessa posição chave a possibilidade de (captar) no sistema nervoso do globo – as correntes telúricas  - uma energia capaz, em certa medida, de condicionar o comportamento humano.

É exatamente o que, nos nossos dias, se passa com a televisão, que modela, conforme o arquétipo de cada nação, o comportamento psicológico dos telespectadores.

A situação geográfica dos Hiperbóreos permitia-lhes, nesse aspecto, serem verdadeiramente os Senhores do Mundo.

Pensa-se que uma guerra atômica, relatada pelos Maias e os Hindus, os fez enfrentar os civilizadores orientais da Terra de Mu, residindo a origem do conflito, sem dúvida, no pólo norte.
É perturbador verificar-se que ainda nos nossos dias, duas grandes potências atômicas, uma situada parcialmente sobre a antiga Atlântida, e a outra englobando territórios da antiga Terra de Mu, disputam a posse do Pólo Norte, cuja capital, no nosso século XX, ostenta milagrosamente o nome de Thule!

Um CONFLITO com outros seres, ELs (humanos gigantes) destruiu a maior parte da civilização , (draconiana). o que forçou alguns a se esconderem em cavernas profundas e outros a deixarem a Terra - para Alpha Draconis e/ou Altair na constelação Aquila, que de acordo com lendas antigas estava associada com criaturas malignas... O conflito é uma Guerra das Espécies, entre a Semente Evadâmica & a Semente Serpente (draconiana). esses gigantes eram fortes aliados de uma raça de nórdicos pré-escandinavos que mantinham uma civilização poderosa e cientificamente bem desenvolvida, cujos restos atualmente permanecem debaixo de toneladas de areia na antiga região da Ásia, o deserto de Gobi. Foi relatado como ambos, os gigantes e o povo louro, lutaram numa guerra pre-histórica contra uma raça(draconiana) baseada na Antártica, que eles conseguiram varrer da superfície do planeta durante o antigo conflito. "Sob o manto da escuridão, com bases escondidas no interior da terra, este invasor noturno decidiu reivindicar o que havia pertencido a eles e usar como uma base para o antigo conflito com os ‘ELs’.


(OBS: Isto é, reivindicar aquilo que as raças serpentes querem que acreditemos pertencer a elas.
ELs são a denominada EL-der race (raça antiga) , uma raça humana associada com os descendentes dos Evadâmicos mas que no entanto havia alcançado ou mantido uma estatura muito alta, 3 a 4 m em média.

Outros se referiam a eles como os ‘Anakim’ ou ‘Nepheli’.




Os alemães em suas expedições no interior de nosso planeta acabaram encontrando não os remanescentes do antigo povo hiperbóreo, mas sim aqueles que tinham sido expulsos por eles da superfície de nosso planeta há milhares de anos, os cientistas nazistas acabaram virando reféns deste povo, o povo de lblis.

Nesse particular, seria importante lembrar que em fevereiro de 1947 uma missão militar norte-americana denominada High Jump, sofreu pesadas baixas em
aviões e soldados, devido a uma “força misteriosa” que literalmente os impediu de se estabelecerem, ou talvez bisbilhotarem, por aquelas bandas, dessa feita no Pólo Sul.

O próprio almirante Byrd, naquele mesmo ano, declarou a um jornal de Chicago que “resulta em uma verdade muito amarga admitir, mas em caso de um novo conflito bélico, podemos ser agredidos por aeronaves que têm a capacidade de voar vertiginosamente de um Pólo ao outro. Precisamos tomar medidas urgentes e adequadas para interceptar tais aeronaves inimigas, provenientes das regiões polares. Especialmente interessa e necessitamos cercar a Antártida com uma zona de defesa e segurança”. A coisa se torna mais reveladora quando se sabe que, bem antes disso, precisamente em 1938, os nazistas descobriram na Antártida, em uma local para além da posição geográfica conhecida como Terras da Rainha Maud, uma região sem céu, com lagos e dotada de um acesso cujo diâmetro era de 30 milhas (cerca de 48,5 quilômetros!). Várias equipes militares e científicas do Terceiro Reich foram para lá enviadas, destinadas a se estabelecerem, ou manterem contato com aquelas entidades, obviamente alienígenas, que lá estivessem estabelecidas – bem naquelas “promissoras” terras as quais denominaram de NEU-SCHWABENLAND.

O certo é que os nazistas estiveram sofregamente à busca do auxílio alienígena no Brasil, Tibet e finalmente no Pólo, onde parecem ter obtido algum êxito. Talvez bastante êxito! Sabe-se que estavam, inclusive, desenvolvendo um “pires voador”(baseado na tecnologia dos OVNI), como também a bomba nuclear, os caças supersônicos, os mísseis (que chegaram a utilizar nas bombas V-1 e V-2), foguetes para viagens espaciais e outras demonstrações de uma ciência tecnológica que não era da sua época e do seu tempo e que, sem dúvida alguma, foi fornecida pelos tais “superiores desconhecidos”, obviamente os pervertidos e não os verdadeiros, que tanto reverenciavam.

Suspeitas muito fortes dão conta de que talvez ainda hoje os remanescentes do Terceiro Reich, controlados por um grupo de elite da SS mantidos ainda vivos através de avançadas técnicas científicas alienígenas e cuja denominação seria ULTRA, estariam em atividade precisamente no Pólo Sul, conjuntamente com os alienígenas do tipo grays, ou cinzas, e, diz-se, com a conivência do aparato de encobrimento norte-americano, todos associados a um certo tratado de cooperação Terra-Aliens, que somente atenderia aos seus escusos interesses e que decididamente não é nada benéfico para os habitantes deste pequeno planeta.

Um verdadeiro, e além de tudo espúrio, domínio temporal do nosso mundo!




ARQUIVOS SECRETOS DA “SS”

O sistema solar de Aldebaran estaria a 68 anos-luz da terra, e teria dois planetas habitados. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de “homens-deuses” brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas. Estas ter-se-iam desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seriam o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de Aldebaran começou a crescer, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.

Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres). 

A raça dos mestres, os “homens-desuses brancos”, teria começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e tornou os planetas inabitáveis. Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de Maldek, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontram os asteróides. Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e as feições marcianas bem conhecidas, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham do alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra. Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que viveram em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.

Os membros da Sociedade Vril pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.
Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica. 





DUAS EMIGRAÇÕES DE EXTRATERRENOS


Os textos sagrados hindus revelam que os antepassados dos Arianos não tinham nascido na Terra, mas numa estrela da Via Láctea (Sírio é uma estrela da Via Láctea) “O Caminho de Ariaman é o caminho que vai duma estrela a Terra” (texto védico) A segunda ingerência atestada por numerosos textos, foi a dos venusianos.


Os aliens de Aldebaran e de Hiperbórea deram aos alemães uma tecnologia muito mais avançada do que a que os americanos tinham então. E nessa se incluíam mísseis, foguetes guiados, aviões a jato, eletrônica superior, submarinos de longo alcance etc. e os alemães nunca perderam uma batalha até o final de 1940... Sua ciência estava muito a frente a da Inglaterra e dos Aliados.Borman, Himmler, Georing, Hess e outros principais líderes nazistas eram todos iniciados, de graus avançados, na antiga Sociedade Vril dos atlantes, os quais atlantes ainda sobreviviam no século XX em muitas bases ou câmaras subterrâneas. A Sociedade Vril se relacionava com a Irmandade Golden Dawn, da qual o mais famoso mago do mundo, Aleister Crowley fazia parte, e a maioria dos membros da elite nazista e da SS eram aí iniciados. A estas sociedades ocultas e secretas, ou nos Cavaleiros Teutônicos ou até mesmo nos Cavaleiros de Malta, os comandantes do Eixo de Hitler e Mussolini eram totalmente fiéis. A Sociedade Thule da Alemanha e que recebeu seu nome da crença no Continente Perdido de Thule da Idade Dourada dos Super-Homens Teutônicos, era uma ordem secreta onde muito nacionais socialistas foram iniciados antes da guerra. Depois da Segunda Guerra Mundial, alguns cientistas alemães que deram a Hitler seus foguetes, jatos e força aérea superior, vieram para os EUA e se tornaram cidadãos americanos. Aqui inventaram o programa de foguetes militares, os aviões a jato americanos, e o programa espacial da NASA etc. Entre estes se incluíam Herman Oberth, o pai do foguete, o qual levou também o Dr. Werner Von Braun! (Eis aqui uma brutal mentira: a elite de sobreviventes da Gestapo e da SS passaram para a Cia e para a Interpol. A Cia foi criada inicialmente para estudar a ufologia, recolher ufos caídos e capturar seus tripulantes vivos, mormente os de Aldebaran, Pleiadeanos, Hiperbórea, e principalmente os alemães-ufonautas sobreviventes. Para os sirianos e alfa-cinzentos a Cia e outras agências fechavam os olhos. Planetas nos sistemas das Plêiades, no sistema de Orion e outros sistemas mais tinham se tornado devastações nucleares. Nos últimos 13.000 anos, a Terra havia conhecido duas guerras nucleares. Os Sirianos e Orionitas, inimigos da humanidade, estavam trazendo agora a tecnologia para uma terceira. No início da década de 1930, um grupo de aliens sirianos mais os alfa cinzentos (grupo K ou Kondroskans), assumindo o aspecto humano.





BREVE RESUMO DAS CONSTRUÇÕES QUE DEVIAM SER PRODUZIDAS EM SÉRIE

































O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foi nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios em vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 1. Pelo menos um Vril 7 e um grande modelo de Vril 7 com o nome de Odin teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem feito explodir todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.
O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:
1 - O Haunebu I, com 25 m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de vôo por volta de 4.800 km/h).
2 - O Haunebu II, com 32 m de diâmetro e sete exemplares, testado 100 vezes (velocidade de vôo perto de 6.000 km/h). Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em serie. Uma oferta teria sido feita pelas firmas de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome oficial desses pesados piões voadores teria sido DO-STRA (Dornier estratosférico).
3 - O Haunebu III, com 71 m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes (velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).
4 - O "Aparelho Andrômeda", astronave de 139 m que podia receber um Haunebu II, dois Vril 1 e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.
Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:
1 - aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para verificar a resistência a pressão da fuselagem;
2 - o Vril 7 provavelmente estacionou na "fortaleza dos Alpes" de março a abril de 1945 por razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzi-los para a América do Sul e para a Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra.

O QUE ACONTECEU COM AS NAVES ESPACIAIS APÓS A GUERRA?
Não podemos excluir uma produção de uma pequena série de Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIS que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas, O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos. Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de "experiência Phoenix" projeto precedido pela "experiência Philadelphia" de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de materialização e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isto seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver bibliografia).
Em 1938 houve uma expedição alemã ao antártico, conduzida pelo porta-aviões Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas, com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias semanas sob a água. Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente.
Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma.
Podemos então fazer a pergunta: "Por que os aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947?" Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de 8 semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que aconteceu então?
O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa: “É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar ataques de aviões que podem voar de um pólo ao outro”.
Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior [84].
Em seu livro Zeitmaschinen (Máquinas de Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Júnge-Ratthofer escreveu: “Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços (...). Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19.º ensaio em vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945, decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental. O que resultou disso, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados indubitavelmente de forma artificial, foram vistos acima da Escandinávia e provocaram um grande alarme nos aliados no Oriente e no Ocidente”.
Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de sino, eram também às vezes "objetos voadores não identificados" em forma de charuto, os quais são denominados OVNIS.
Existem autores que dizem que esses OVNIS não se assemelhavam, em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge.
Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüência, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIS, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIS, existe uma porcentagem particularmente elevada de seres muitos belos da espécie "ariana", loiros com olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).
Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na RDA.
Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e de filmes, como, por exemplo, a documentação com 6o minutos, UFO Geheimnisse des 3.º Reiches (Segredos dos ovnis do 3.º Reich) (MGA Áustria/Royal Atíantis - Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que, por ocasião da conferência sobre os OVNIS em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs. O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre WeiterentwickIung (armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior) J. F. Lehmanns Verlag, Múnchen, 1971.
Compreendeis agora porque tudo o que se refere aos OVNIS passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby anglo americano-sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.
A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?
Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído intacta na Floresta Negra em 1936. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.
Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo, o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Ou (Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Company fabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha, veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler.
Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o inicio, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial.
Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade da imprensa e onde se ensina a verdade?
Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, US$139.000 para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller [85].




LA GRAN TRADICIÓN HIPERBÓREA



LA GRAN TRADICIÓN HIPERBÓREA



  



1.      La antigua Thule de los Orígenes

2.      Las migraciones arias

3.      El Tíbet, Agartha y el Vril

4.      La Swástika, el Águila, las Runas y la Obra Alquímica





 




1- La antigua Thule de los Orígenes 



Los mitos de la antigüedad guardan memoria de una antigua tierra mágica que explica el origen de la humanidad y de la antigua civilización de la Hiperbóreal, Patria original de los arios. En el Tíbet, antes de ser invadido y destruido por el marxismo, en los templos eran guardados con celo viejos manuscritos que se referían a ese pasado hoy acallado por quienes dominan el mundo.

Los arios hindos nos dicen que el continente Ártico, hace milenios, era un lugar de clima templado y con una naturaleza generosa. Hiperbórea, tierra mágica liberada del tiempo del mundo, fue creada por una raza superior: los hiperbóreos. Su civilización participaba del conocimiento trascendente o espiritual y estaba formada por seres venidos de las estrellas de sangre pura, además de por semidivinos y por arios. Estos últimos se llamaban también “ariyas”, de donde proviene la palabra “ario”, que viene a decir “nacido dos veces” o “iluminado”.

El origen de Hiperbórea se halla en los límites del tiempo, cuando en el cielo hubo una confrontación entre Jehová, dios del mundo material, y las huestes espirituales de Lucifer. En esta contienda cósmica se produjo la “traición de los Traidores Blancos”.  Mediante esta estrategia, encadenando la consciencia divina en el mundo, Jehová trata de dar entidad a su mundo ilusorio. Jehová necesita del elemento divino pero sometido a su designio.

En consecuencia, a raíz de esta situación, el espíritu quedó encadenado en la materia y el alma del mundo, dando lugar a una estirpe de semidivinos. Esta estirpe se hallará desde entonces entre dos mundos y en medio de una terrible confrontación cósmica. Tratando de ayudar a sus hijos semidivinos, los Dioses Blancos crean Hiperbórea, un territorio libre del mundo desde el que luchan para rescatar a los suyos de la cárcel de la materia.

Hiperbórea estaba situada más allá del océano boreal y aislada del mundo, según una versión del mito, por una muralla de constitución vítrea. En otras versiones la muralla mágica era de piedra, al estilo de las construcciones ciclópeas del mundo antiguo. Gracias a esta separación, la pureza racial no estaba amenazada y podían vivir en armonía. Cuando los dioses hiperbóreos hubieron de partir para retornar más allá de las estrellas, antes de marchar dejaron en la tierra un objeto especialmente sagrado: el Gral o Grial. Este objeto, la esmeralda de la Corona de Lucifer, tiene la virtud de permitir a los espíritus caídos mantener el vínculo con el mundo de los dioses.

Tras un cataclismo planetario, Hiperbórea desapareció y aquella eterna primavera ártica dio paso a un clima frío e inhabitable. Los descendientes de los arios que quedaron sobre la superficie de este planeta hubieron de emigrar hacia regiones más al sur. Así, los arios emigrarían fundando la legendaria civilización del Gobi, en el Asia y migrando también hacia Escandinavia. Los innumerables restos de fauna congelada en las islas árticas hoy inhabitables, como la isla de Vrangelja (Vrangel), al norte de Siberia, en pleno Océano Ártico, así como los yacimientos de carbón de las islas árticas como Spitsberg (Noruega), son la demostración de que en otro tiempo aquellas tierras polares, hoy inhabitables, fueron lugares de naturaleza exuberante. De esta manera, la Patria original de los arios sería sepultada por los hielos polares.

En su libro “Nos. Libro de la resurección”, el escritor chileno Miguel Serrano, rebusca el origen de los arios, llegando a la conclusión de que el Génesis de la biblia judía es un relato atlante adulterado. De hecho, se hallaría más cerca de la realidad lo que Platón dice en su Critias y en el TimeoSerrano recurre a la mitología griega para referirse al origen del “hombre” explicando que “al principio, un hombre surgió de la tierra. Se llamaba Evénor y desposó a Leucippe. Tuvieron una hija, Clito. De ella se “enamoró” Poseidón”. Esto es, Poseidón, o una raza divina, vendría a cohabitar con las “hijas de los hombres” o las surgidas de la tierra, “enamorándose”, y cruzándose con ellas. De esta forma se engendraron los héroes semidivinos, no immortales ya. “En verdad, los dioses griegos son los héroes y reyes (semi-divinos)de la Atlántida-HiperbóreaPoseidón y Clito dan a luz las cinco parejas de gemelos de los diez reyes de la Atlántida. Los Dioscuros, Castor y Pollux (Polo) son una de estas parejas. También lo sería Jasón. Por lo menos es un rey del Gral, como Heracles-Hércules”. Aquí, Miguel Serrano indica que el gemelo en cada una de las 5 parejas de reyes gemelos de la Atlántida, en lugar de una entidad material es el “doble” divino de un mismo “semidivino”. De esta manera, cada semidivino tendría en un mundo astral, paralelo, un doble divino. O también podríamos decir que cada semi-divino tiene dos naturalezas: una mortal y otra divina. Serrano llega a la conclusión de que “se desprende de todo esto que existen varias humanidades. La humanidad divina de los hiperbóreos, la semidivina de los héroes descendientes de los divinos mezclados y la de los animales-hombre, los sudra, los pasu, los esclavos de la Atlántida, tal vez los robots de la Atlántida que de algún modo sobrevivieron a su hundimiento. Platón nos cuenta la destrucción de la Atlántida, debiendo referirse a una catástrofe acaecida con mucha posterioridad a la inmensa tragedia de la que sólo hay memoria en el registro akásico del universo. De aquella no se salvan más que los divinos hiperbóreos en sus vimanas o “discos volantes”, yendo a otros astros. (¿a Venus, la estrella matutina?). El eje de la tierra se desvía, nacen las estaciones, involuciona la Segunda Tierra. La Primera Tierra pasa a serla Tierra Interior, "hueca”. Cuando los divinos retornan, tras edades (Lucifer es uno de sus jefes) encuentran todo cambiado. En la superficie hay seres extraños irreconocibles (Evénor, Leucippe, Clito?)”.

Cuenta la leyenda que los divinos mezclaron su sangre con los “hijos de la tierra”, transfiriéndoles “fuego de los dioses” (que Prometeo entregara a los hombres), esto es, su sangre divina, y Lucifer y sus huestes entran en la Tierra Hueca, donde edifican el Reino de Agartha. También los Edda se refieren al mismo asunto del“Libro de Enoc” y del Mahabharata”, presentando a los Vanes y los Ases como extraterrestres. Son los ángeles del “Libro de Enoc” que enseñan a los hombres la ciencia, el arte y la civilización. Los escritos antiguos nos hablan de un conflicto bélico legendario entre parientes de la misma sangre, los Ases y los Vanes, o los Pandavas y los Koravas de la Guerra del Mahabharata. Los Ases provienen del monte Elbruz, en el Cáucaso, y son guiados por Odín-Wotan con su hacha mágica. Los Vanes se hallan al norte. Atlas o Irmín sería un Vanes. De la unión de Ases yVanes vendrían los germanos que guardan en su sangre la memoria de los ancestroshiperbóreos. Eurípides se refería a Hiperbórea como el “País del Ámbar” (la región báltica y el sur de Escandinavia), región situada al norte, de donde provendrían losarios. Así mismo, según Miguel Serrano, los Tuathas de Dannan de la leyenda irlandesa, son los mismos que los germanos identifican como los Ases, esto es, los extraterrestres descendidos de los astros.

En el citado Libro de Enoc aparece el relato en el cual Lamec, padre de Noé afirma:“He tenido un hijo diferente a los demás; no es como los hombres, sino que parece un hijo de los ángeles del cielo”. Robert Charroux, por su parte, sostiene la posibilidad de que Noé fuera un hiperbóreo, ya que su padre lo describe con “la carne blanca como la nieve y roja como la flor de la rosa, y su cabellera blanca como la lana; sus ojos eran hermosos...”. Y efectivamente, ése es el aspecto de los antiguos hiperbóreos.

Hay que memorizar, nos informa de nuevo el autor galo, que los nórdicos sitúan la patria de los hiperbóreos y su capital, Thule, en el extremo septentrión donde, se cree, debieron aterrizar los primeros seres llegados de las estrellas. Estos hiperbóreos, según germanos, celtas y las antiguas tradiciones, proporcionaron la raza de los hombres superiores que se hundió con su continente cuando se produjo el cataclismo mundial o el “hundimiento de la Atlántida”.



2- Las migraciones arias

Los filósofos e investigadores nacionalsocialistas identifican la swástika o esvástica como el signo de reconocimiento de los arios, siendo además el signo del Sol Negro espiritual y del Origen. Los arios representaron la swástica allá por donde pasaron en su marcha a través del mundo, lo cual , según Alfred Rosenberg, “demuestra que las partes más diversas del mundo antiguo fueron colonizadas por la raza nórdica”.

De esta forma, los arios, en tanto que se alejaban de su lugar de origen, iban llevando su civilización a las diversas partes del mundo, instalándose y levantando imperios. Pero la consecuencia de esto era la pérdida de la pureza racial original, al mezclarse con las razas “hombre-animal” que hallaban y se les agregaban en las regiones meridionales. Los primeros arios tras la desaparición de la Hiperbóreapolar, los hiperbóreos que se salvan de la catástrofe, emigran con la swástika dextrógira, en dirección del Gobi, tierra verde, de grandes bosques, en aquel entonces, y allí fundan una gran civilización, cuyos restos aún podrían encontrarse bajo las estepas y las arenas de los desiertos del Asia central. Esta civilización también desaparece. Miguel Serrano dice que pudo ser debido a causa de una explosión atómica. A esta catástrofe se estaría refiriendo la historia bíblica de la mujer de Lot y la Estatua de Sal. Según el profesor Hermann Wirth, la gran emigración del Gobi de los pueblos Aryo-Godos que logran salvarse de la catástrofe que ha transformado en un árido desierto a esas regiones (actual desierto del Gobi, entre China y Mongolia), ha sido robada y falseada por el judío, que sería una tribu o infra-casta de parias que se mantendría parasitando en la periferia de ese éxodo. Se apropiaría así el judío del mito y la leyenda (las 12 Tribus, “los Cuarenta Años de peregrinación en el Desierto”, etcétera) traspolando los acontecimientos a los desiertos del Sinaí y tierras de Palestina, donde al final arribarían, como un grupo o tribu de indeseables. Se dice que habría un manuscrito que explicaría esta historia que, según Miguel Serrano, puede conservarse en una sinagoga o en los mismos subterráneos del Vaticano. De aquella antigua migración aria en Asia aún perduran leyendas y conocimientos secretos como los que anteriormente nos referíamos a los templos del Tíbet anterior a la invasión marxista. Los arios que más cerca permanecieron del origen fueron aquellos que se establecieron en Escandinavia. Allí, su pureza perduró con mucha más firmeza que en el resto de los lugares que losarios colonizaran. Esta patria nórdica posterior a la pérdida de Hiperbórea, Escandinavia, será el origen de las últimas migraciones de arios hacia regiones más meridionales de Europa y Asia cercana. Así, desde Escandinavia, migrarán los descendientes de los arios que vendrán a civilizar Troya, el Hélade y posteriormente Alba Longa, los creadores del Imperio de Roma.

Los fundadores de las civilizaciones del Asia eran gente de raza aria. Un ejemplo es Irán (“Arián”), que toma su nombre de sus antiguos conquistadores originales. Hasta 1979, el Shah era el “Señor de los Arios”. No es necesario aclarar el origen de la civilización de la India, la cual es fundada y civilizada por los arios provenientes del norte. También se sabe que hacia el Siglo I D.C. el noroeste de China era habitado por gente de raza blanca o “caucásica” que hablaba un idioma llamado tochario. A principios del siglo XX, arqueólogos alemanes y franceses que excavaron en las provincias del noroeste chino descubrieron los grandes parecidos entre esta lengua supuestamente aislada y los idiomas germánicos y celtas. Recientes excavaciones en la provincia de Xinjiang han descubierto cuerpos momificados de gente que vivió hace entre 4000 y 2400 años. Los cuerpos habían sido preservados increiblemente bien y de acuerdo al New York Times, “…los arqueólogos apenas podían creer lo que veían…”. Las momias tenían narices largas al igual que los cráneos, pelo rubio o rojizo, labios finos y otros rasgos inconfundiblemente arios. Una momia de una joven adolescente de pelo rubio se ha convertido en una atracción para turistas. Aparentemente era una princesa de hace unos 3.000 años ya que fue envuelta en ropas bordadas de lana y cuero junto con bellas joyas, jarros y ornamentos de oro, plata y jade. El Dr. Víctor H. Mair de la Universidad de Pensilvania dijo: “Debido a que los cuerpos encontrados son sin duda de la familia indoeuropea y porque datan de un periodo lo suficientemente antiguo como para tener relación con la expansión de los indoeuropeos desde su lugar de origen, jugarán un papel crucial en la determinación del mismo (el lugar de origen)”.

Hacia el año 1167 de nuestra era, nace de la tribu de los Kiyad un niño que será llamado Temujin, en el ámbito geográfico por donde discurre el río Onon, al nordeste de Ulaan Baatar (actual capital de Mongolia), esto es, en el extremo oriente de Asia, al norte de China. Su tribu provenía de una unión entre turcos e iranios y, en contra de lo que pueda parecer, no eran parientes ni de lejos de los chinos, sus ancestrales enemigos. Temujin era de pelo rojizo, tez blanca, de raza blanca y ojos verdes grisáceos. En 1206, tras años de duras y sangrientas batallas fraticidas, Temujin y sus hombres salieron victoriosos. El siglo XIII había hecho acto de presencia y era el momento propicio para que todos asumieran los designios de un gran Khan. De esta forma, en 1206 fue convocada la “kurultai” o asamblea de notables mongoles. En ella abandonó su nombre Temujin para asumir el de Gengis Khan, fundador del imperio más extenso de la historia. El Khan era un eugenésico que mejoraba los genes de su horda al emparejar a sus guerreros con las mejores mujeres apresadas. La SS, conocedora de que el propio Gengis Khan (quien llevaba una esvástica en su sello) y sus élites no eran de raza mongólica sino descendientes de antiguos atlantes, realizó una edición especial en un sólo volumen de un libro sobre el caudillo mongol para sus tropas. El mismo Hitler admiraba el genio organizador de Gengis Khan y en una ocasión afirmó que “¡Si Gengis Khan fue realmente el gran hombre que la historia nos muestra, entonces es que era ario!”

Todo esto nos indicaría la presencia de la raza blanca en número importante hasta en el extremo oriente de Asia, especialmente a la cabeza de las grandes civilizaciones. En la actualidad, los ainos, pueblo de raza blanca, aún  permanecen en varios miles de individuos en las islas de Yeso (Japón), mitad Sur de Sajalín y algunas de las Kuriles (Rusia), en el Océano Pacífico. Los ainos habitaban las actuales islas del Japón antes que los mongólicos. De hecho, en la raza del Japón actual, aún pueden apreciarse rasgos raciales que indican alguna mezcla con esta raza blanca. SegúnCharroux, los “gigantes” hiperbóreos tendrían actualmente una descendencia en los “sumotori” (luchadores de sumo) que, en el Japón son personajes sumamente populares, situados en la jerarquía inmediatamente después de los dioses y el emperador. El historiador Pierre Darcourt cree que “al comienzo los sumotori se reclutaban entre los gigantes aínos de piel clara. Los aínos, como decimos, son blancos, protocaucasianos, que habrían emigrado a través de Siberia. Su dios “Kamu” englobaba el sol, el viento, el océano y el oso. Estos montañeses, contrariamente a los mongólicos, son velludos, de piel sonrosada y poderosos, bebedores de alcohol caliente, eran formidables luchadores...”. Los demás japoneses, de tez cobriza, serían originarios de las islas polinesias, de Malasia y sur de China. En el proceso de decadencia, los aínos habrían sido vencidos. “Los mongólicos –prosigue Darcourt– se llevaron hacia el sur a las bellas mujeres blancas de sus adversarios y de su unión nacieron mestizos asiáticos que se convirtieron en los primeros guardias de corps del emperador”.

Hitler afirma que “el ario es el Prometeo de la humanidad” y, según la cosmovisión nacionalsocialista, esta raza ha llevado la civilización hasta los lugares más remotos de la Tierra, desde Europa hasta el Asia, África o la misma América de los tiempos “pre-colombinos”. Todavía hoy en día, podemos ver esculpido el rostro del ario en lugares tan remotos como las estatuas megalíticas de la isla de Pascua. En la misma África, las ruinas de “Zimbawe”, construcciones de piedra que nunca construyeron negros, fueron edificadas por gentes, de las cuales ya se ha perdido la memoria. En Norteamérica, hallamos también numerosos restos de la presencia de arios, como entre los indios Mandan, en Missouri, los megalitos de estilo celta y torres redondas en Nueva Inglaterra, las ruinas vikingas en L’anse Aux Meadow (Newfoundland), las inscripciones rúnicas en Dighton Rock, Conecticut y en Minesotta.

En todo el área de Centro y Sud América, hallamos leyendas referentes a “dioses blancos” a las que ya nos hemos referido en el primer capítulo, leyendas que tienen un fundamento real y basado en hechos históricos positivos. Y es que la presencia de hombres de raza blanca en América con anterioridad a la llegada de los españoles está documentada en las mismas crónicas de los conquistadores españoles, quienes se encontraron en su “descubrimiento” con individuos y pueblos enteros de raza blanca, y es aún observable en diversas regiones “indígenas”, como por ejemplo, en la región andina peruana de Chachapoyas. En esta región montañosa situada en las fuentes del Amazonas, sobre la enorme selva americana, a más de 2.000 metrosde altitud sobre el nivel del mar, libre ya de los terribles calores y mosquitos tropicales, en un ambiente fresco y verde, en la actualidad existen aún lo que se conocen como “gringoitos”, personas de rasgos europeos, cabellos rubios, que no provienen de colonos europeos, sino que su presencia en la región está documentada como anterior a la conquista española. Ya los conquistadores españoles hicieron mención en sus crónicas a estos blancos de Chachapoyas, y especialmente a la belleza de sus mujeres. En una crónica se cita el nacimiento de un niño al que los chachapoyas consideraban como hijo de los dioses, por ser tan rubio y tan blanco que aun era difícil encontrarlos así en la misma Europa. Los españoles que conquistan América definen a los chachapoyas blancos, rubios y de elevada estatura, por lo general, un palmo más que los mismos españoles. Loschachapoyas blancos recordaban la memoria de que sus antepasados provenían del este. Al este de Chachapoyas está la región selvática del Amazonas y más allá el Atlántico. Entre las representaciones que han quedado escritas en diversos edificios, podemos ver dibujos y figuras representaciones de barcos de grandes proporciones, lo que nos da a entender que los primeros chachapoyas, bien podían haber llegado desde Europa a América vía marítima. Siguiendo las corrientes oceánicas, desde el oeste de África habrían llegado hasta las costas de Sud América, para, remontando el curso del río Amazonas en barco, finalmente instalarse en las más frescas regiones andinas, evitando el calor tropical. Los chachapoyaseran temidos guerreros. Utilizaban como arma hondas idénticas a las de los antiguos habitantes de las islas Baleares. Eran maestros en el arte de la trepanación del cráneo, para aliviar la presión craneal, al igual que los celtas. También coinciden con los celtas en que coleccionaban cabezas cortadas de sus enemigos. Construían casas de piedra redondas, con un diámetro de entre 7 y 9 metros, casas idénticas a las celtas. Todavía hoy pueden verse las ruinas de las murallas de su imperio, muros enormes en elevaciones montañosas que recuerdan fortalezas europeas. Unas esculturas de rasgos indoeuropeos que impasibles observan el horizonte, halladas entre barrancos en las montañas, son muy similares a las que encontramos más hacia el oeste, en el Océano Pacífico, en la isla de Pascua. Cuando el conquistador español Orellana, remontando el río Amazonas, llegó a las inmediaciones de la actual Manaos, los indios de la región le hablaban de unos hombres blancos, altos y rubios que vivían en ciudades más allá de la selva y que guardaban tesoros inmensos. Más adelante, los conquistadores españoles, se encontraron con una delegación de 4 hombres blancos rubios y altos, bien vestidos y de formas educadas, quienes preguntaron a los españoles sobre la intención que tenían. Los españoles les dijeron que buscaban convertir la región al cristianismo y someterles a la corona de Castilla. Se despidieron y nunca más volvieron a encontrarlos. ¿Podían haber sido unos enviados chachapoyas, o tal vez de algún otro centro poblado por blancos?. ¿Cuál es el origen de los primeros chachapoyas blancos que llegaron a América mucho antes de la llegada de los españoles?. ¿Qué hacían en aquella región?. Si nos centramos en los actuales descendientes de los chachapoyas blancos, vemos cómo entre ellos predominan aún rasgos raciales nórdicos, cabellos rubios, ojos claros, piel blanca rosada o pecosa, pese a que el mestizaje amerindio se halle muy introducido. Si bien, ateniéndonos a la historia oficial, nos puede parecer un misterio, esto nos demuestra que América fue conocida y habitada de muy antiguo por pueblos arios, quienes, tal vez, fueron los descendientes de los “dioses blancos” creadores de los antiguos imperios.

Séis siglos antes de Cristo, surge en el norte ario de la India el budismo. Según diversos estudiosos afines al nacionalsocialismo y al fascismo, como el mismoJulius Évola, en su forma más pura, quitando las impurezas culturales mestizas que ha sufrido con posterioridad, Buda fue un “iluminado”, un “ariya” que respondía al nombre de Siddharta, un hombre de raza aria que se mantuvo fiel al código de honor y lealtad de los antiguos hiperbóreos que antaño habitaban Thule, y que vino a denunciar la creciente degeneración y bastardización del brahmanismo de su época. El barón Julius Évola, investigador del budismo, nos dice que este, en su forma original, es de espíritu puramente ario y de una visión anterior  a la humanidad actual. ( “La Doctrina del Despertar. El budismo y su finalidad práctica”. Editorial Grijalbo, SA.).

Como vemos, es indiscutible que las semillas de la ideología nacionalsocialista tienen su origen, además de en los antiguos mitos y relatos nórdicos, en las lejanas tierras del Asia (donde se hallan numerosas swástikas que allí se encuentran desde hace miles de años) y en las civilizaciones mágicas de la antigüedad. Es más, según la interpretación nacionalsocialista del budismo, éste propondría una clara división entre los arios (“iluminados”) y las otras razas, incapaces por sí mismas de alcanzar la verdadera sabiduría y el conocimiento. Según el nacionalsocialismo, al tomar medidas contra la mezcla racial, se estaba  preservando la pureza espiritual, y en consecuencia se estaba frenando la degradación humana.



3- El Asia. Agartha y el Vril

En el corazón del Asia, hallamos las montañas más altas del mundo y una inmensa meseta, el Tíbet, situada a una media de más de cuatro mil metros de altitud sobre el nivel del mar. La guerra mágica que movió los hilos de la historia hizo que las relaciones entre la Alemania nacionalsocialista y el Tíbet fueran más allá de la mera rutina diplomática. Durante el Tercer Reich, Alemania mantuvo en el Tíbet diversos delegados y observadores y la celebrada expedición SS de 1938-1939 realizó multitud de estudios sobre las más diversas cuestiones. Himmler trataba de verificar la hipótesis de que tras el hundimiento de la Atlántida, el Tíbet fue habitado por atlantes blancos y que en ese lugar del mundo aún es guardado el conocimiento de los antiguos y las entradas a su “reino subterráneo”.

En el Tíbet se conserva el mito ario que habla de reinos ocultos, pero principalmente subterráneos, conocidos como Agartha o Shambhala. Como hemos visto anteriormente, Belicena Villca señala que Agartha es el Reino Oculto de los Dioses Liberadores mientras que afirma que Shambhala es el Reino de los Dioses Traidores y de la Fraternidad Blanca, afecta a los planes de Jehová.

Existen otras tradiciones o interpretaciones que afirman que Shambhala sería la capital del Reino de Agartha de la misma manera que Thule es la capital de Hiperbórea.

Sir Edward Bulwer-Lytton, diplomático y miembro de la elitista Golden Dawn, escribió en 1871 una novela titulada La raza futura”. En esta se narra la aventura de un pueblo superior (los Vril-ya) que emerge del reino subterráneo, en el cual se había exiliado tras un cataclismo en la superficie exterior de la tierra, y que dispone de una energía cósmica denominada vril. En dicha novela también se menciona la guerra entre razas y se considera a los habitantes de ese mundo subterráneo como descendientes de los arios originales. Según esta tradición viva en diversas partes del Asia, este pueblo vive en el interior de la tierra y es superior en todos los niveles, tanto en el desarrollo personal como en el desarrollo y los logros materiales, a los hombres de la superficie de la tierra. Además, se identifica con propósitos benéficos y estaría regido por el “Rey del mundo”, siendo depositario de legendarias civilizaciones desaparecidas, como Lemuria y la Atlántida. René Guenón, en su libro ”El rey del mundo”, examinó las diversas tradiciones religiosas que confirman esta idea, según la cual las culturas posteriores se nutren de un origen ario. Por otra parte, para algunos ocultistas, la esvástica es el gran símbolo del reino subterráneo, que sería recogido por las tradiciones iniciáticas orientales y occidentales; sobre todo, por el budismo y el hermetismo. En esta interpretación, dicho símbolo recrea la rotación del Universo en torno a un centro fijo generador del movimiento.

En esta misma línea en la que también se inscribe la célebre Mme. Blavatsky, se sitúan otros ideólogos que mostraron gran interés por Agartha y que despertaron el interés del nazismo. Durante el III Reich se enviaron diversas expediciones al Tíbet en busca de dicho reino subterráneo. Aún hoy continúa ejerciendo un gran poder de fascinación el documental “El secreto del Tíbet”, fruto de una expedición nazi al Tíbet, que sigue siendo un indiscutible testimonio de unos años en que el Tíbet era un lugar ignoto para el resto del mundo.

El propósito original de estas expediciones fue muy similar al que motivó la prevista expedición de Tiahuanaco, y se basaba en la creencia según la cual las montañas más altas del mundo podrían haber sido el refugio de una raza aria primigenia proveniente de la Atlántida tras el diluvio. Según el mito de Agartha los ariosprimigenios habrían creado reinos subterráneos en los que seguirían conservando los secretos antiguos. Esta idea vino avalada por el ingeniero Ferdynand Ossendowski, quien, en su libro “Bestias, hombres, dioses” (1920-1921), describe cómo en su huída de los bolcheviques a través de Asia central, tuvo noticia del reino subterráneo de Agarthi, lugar en que se habrían refugiado los supervivientes de grandes continentes hundidos y que sería la sede de un Señor del Mundo. Edmund Kiss se encargaría de vincular el mito de Agarthi Agartha con la cosmogonía glacial de Hörbiger quien ya apuntaba a una relación entre la Atlántida y el techo del mundo (Tíbet).

La expedición alemana logró crear una actitud positiva respecto a Alemania por parte de los tibetanos. Bajo el lema del “Encuentro de la esvástica occidental con la oriental” lograron establecerse contactos políticos de alto nivel con el gobierno tibetano que se manifestaron, entre otros, en la declaración oficial de amistad queQutuqtu de Rva-sgren, el regente tibetano, puso por escrito a la atención del“notable señor Hitler, rey de los alemanes, que ha conseguido hacerse con el poder sobre el ancho mundo”. También en el documental se ve una larga cola de tibetanos que acuden a ofrecer regalos a “los primeros alemanes que son recibidos aquí” (lo que no es del todo cierto, ya que Schäfer había participado anteriormente en dos expediciones al Tíbet realizadas por un equipo germano-estadounidense).

Nimrod del Rosario relata la conspiración urdida por Schäfer en su expedición al Tíbet sirviendo a los intereses de Shambhala. Su  expedición al Tíbet regresó con el Kangschur, un conjunto de sagradas escrituras tibetanas en 108 volúmenes. Además sus jefes, recibieron el ritual del Tantra Kalachakra. Dicho ritual es la “iniciación suprema” del budismo tibetano, pero, paradójicamente, puede ser administrada a profanos a precio de 120 $ (año 2001 en Barcelona por el Dalai Lama). Esta iniciación vincula a Shambhala en el momento de la lucha final entre las fuerzas del bien y del mal.

Entre los nacionalsocialistas que se aventuraron por las altas regiones del Himalaya y el Tíbet, encontramos en lugar preferente a Heinrich Harrer, quien narra sus aventuras en su libro “Siete años en Tíbet”. Harrer es detenido el 1 de septiembre de 1939 en la India, justo al empezar la guerra y finalmente, tras varios intentos, consigue fugarse del campo de concentración donde estaba detenido por los ingleses alcanzando el Tíbet el 17 de mayo de 1944. Gracias a los delegados alemanes que permanecían en Lasha, Harrer pudo establecer contacto con las autoridades tibetanas, llegando a convertirse finalmente en instructor y hombre de confianza del Dalai Lama.

Harrer estaba incorporado a la “Orden Negra” (la SS) desde 1938 y era miembro de los wandervogel o “pájaros errantes”. Este era un movimiento juvenil que predicaba el retorno a la naturaleza y un estilo de vida alejado de la dinámica urbana, y muchos de sus miembros eran montañeros y escaladores. Cuando los ingleses le detienen enla IndiaHarrer estaba junto a otros camaradas en una espedición para alcanzar la cumbre del Nanga Parvat (que en el idioma local quiere decir “Nuestra Montaña”), un “ocho mil” del Himalaya, de 8126 metros de altitud, en el actual estado de Pakistán. Un año antes, en 1938, cuando ya era un SSHarrer y otros tres escaladores del mismo cuerpo, ascendieron por primera vez la cumbre del Eiger (Suiza) por la cara norte. La aventura se considera aún hoy en día una azaña del alpinismo. Durante los tres días que duró la ascensión Hitler estuvo informado de los progresos de la expedición y, tras su brillante resultado, quiso conocer a los protagonistas. Cuentan las crónicas que el Führer les recibió emocionado y les dijo: “Camaradas ¿qué habéis hecho?”, el propio Harrer contestó: “hemos escalado la cumbre del Eiger para llegar a nuestro Führer”.

Aunque nunca se haya declarado oficialmente, se ha citado documentos desclasificados tras la guerra según los cuales en el búnker de Berlín se hallaron varios cuerpos de guerreros con rasgos asiáticos, lo que vendría a demostrar que la relación con el Asia tuvo gran importancia para el III Reich.



4- La Swástika (esvástica), el Águila, las Runas y la Obra Alquímica 











La Esvástica.
La swástika o esvástica es el signo considerado por muchos investigadores como el más antiguo de los empleados por los hombres. Está extendido por todo el planeta y es conocido su uso en civilizaciones como los indoarios, chinos, japoneses, indios, hindues, mongoles, celtas, aztecas, vascos y muchas otras. Su significado más antiguo es el del símbolo del sol nórdico, como hemos explicado anteriormente y sabemos que era objeto de culto y respeto, siendo signo de los Señores o arios. Está vinculado al mundo mágico, espiritual y a  los “dioses cósmicos” como Siva, dios indo-ario que tenía en sus representaciones inscrita la swástika y que es portador de la misma energía universal que porta Odín o Wotan (llamado Odín en Escandinavia y Wotan en Germania). No obstante más que en cualquier otro aspecto, vamos a centrarnos en la swástika cruz gamada hindú, al ser ésta de especial interés para los nacionalsocialistas y  para el FührerAdolf Hitler.

La cruz gamada significa “la gran rueda del llegar a ser”, rueda que gira irresistiblemente sobre su propio centro inmutable marcando su destino, su manifestación espacio-temporal. En el Cuaderno de la SS nº 3 de 1944, Fritz Reich describe el sentido en el girar de la esvástica: “Sí, el crepúsculo de los dioses es totalmente absurdo sin un nuevo amanecer de los mundos en la óptica germánica. La victoriosa transformación de los malos en buenos se cumplirá cuando “los malos llegarán a ser mejores y Balder regresará”. La certeza aria más sagrada quiere que la luz triunfe finalmente sobre las tinieblas, el bien sobre el mal. Encontró su manifestación intemporal en las enseñanzas del gran persa arioZaratustra en una época ilustre”.

La swástika “sinistrógira”, es decir, orientada hacia la izquierda, simboliza el camino de retorno hacia el origen, hacia Hiperbórea. Dice Miguel Serrano que la swástikaes un signo del sol nórdico de origen aryo, posthiperbórico. Tras la pérdida deHiperbórea, junto con el desviarse del Eje terrestre y darse así comienzo a las estaciones, los arios hiperbóreos aportan este signo de origen rúnico de la Runa Gibur, representando el sol promotor del Año Terrestre y del movimiento de las cuatro estaciones. Así, los cuatro brazos de la swástika representarían la primavera, el verano, el otoño, el invierno y su movimiento, desde el centro fijo e inmutable dentro del círculo del año. Según sea el lado a que se dirijan las prolongaciones de la Cruz, así será el movimiento de la swástika. El “Hitlerismo Esotérico”, el nacionalsocialismo esotérico, sostiene que cuando se mueve hacia la derecha –swástika Dextrógira– se estaría significando la pérdida de la Edad Áurea o Dorada, tras el hundimiento de Hiperbórea, con el desvío del Eje terrestre. Estaswástika dextrógira simboliza el Éxodo o migración Polar de los semidivinos arioshiperbóreos, la variación del movimiento giratorio de la tierra sobre sí misma y el “salto a los Polos”, según explica Miguel Serrano. Puede comprobarse esta variación en las conchas de caracoles marinos y de algunas piedras de gran antigüedad, encontradas en la Antártica, cuyas espirales están girando en dirección contraria a la rotación actual de la Tierra. La swástika “dextrógira” está girando en dirección a los punteros del reloj y de la Tierra actual. La swástika Levógira o siniestrógira (hacia la izquierda), que eligiera el nacionalsocialismo, gira en dirección inversa a las manecillas del reloj y del tiempo de la tierra actual. Es así la swástikadel regreso a HiperbóreaLa Guerra Esotérica de Hítler fue hecha siguiendo esta misma dirección: Polonia, Dinamarca, Francia, Grecia, Cáucaso. Desde ahí se habría dirigido por Siberia al Desierto del Gobi y al Polo Norte, para nuevamente enderezar el Eje de la Tierra y recuperar la Edad Dorada. Miguel Serrano nos dice que el AvatâraAdolf Hitler, dispuso finalmente el retorno a la HiperbóreaExtraterrestre (la anterior a la Hiperbórea Nórdica), para desde allí transfigurar la Tierra. Con esta explicación se ha dejado claro el absurdo de todas las explicaciones simplistas de una supuesta swástika levógira demoníaca y otra dextrógira benéfica. También la religión Bo, del antiguo Tíbet, anterio al Budismo Mahayánico, tenía como emblema la swástika levógira del nacionalsocialismo. La swástika, en cualquiera dirección que se represente, es originalmente un símbolo rúnico, como ya hemos explicado, de los pueblos nórdicos y heroicos, arios y blancos, de origen divino.
La swástika terrestre:
La swástika del agua:
La swástika del fuego:
La swástika del aire:

El mismo dios Thor, “dios de la fragua y de los herreros”, representante por excelencia de la mitología nórdica, porta el martillo con la Swástika, con el cual protege a los hijos del Sol Negro. Se hace notorio recordar la celebración nacionalsocialista del solsticio de verano, momento de la victoria de la luz del Sol sobre las tinieblas, o de “los hombres del sol sobre los de las tinieblas”.

El Águila.
Respecto al águila imperial, Alfred Rosenberg, afirma que los “aryas” situados en las más elevadas mesetas y regiones del Asia Central hicieron del “pájaro de las cumbres (el águila) el rey de las montañas… aquél que puede mirar el Sol de frente, cara a cara…”. El Águila del Imperio, portadora del signo del imperio (laswástika) y situada sobre el estandarte nacionalsocialista alemán es el mismo signo de las invencibles legiones romanas, o el de las tropas napoleónicas. Dice la Tradición, que el Emperador Juliano, el “último emperador romano”, la noche antes de morir por una herida de guerra en Persia, tuvo una visión: vio el Águila del Imperio de Roma (signo de Zeus-Júpiter) que volaba hacia Oriente, hacia el Asia, para refugiarse por casi dos milenios en las montañas más altas del mundo (el Himalaya). Transcurrido el  tiempo indicado, el águila, volvía a Occidente portando el símbolo sagrado (la swástika) para que el Imperio lo aclamara. Es este el contexto en el que debemos hallar el significado del águila nazi trayéndonos la esvástica desde las montañas más altas del mundo. De esta forma, el nacionalsocialismo alemán pretendía hacerse depositario de la Tradición imperial, reivindicando para sí,  el derecho de ser legítimo heredero del Imperio (Reich) Romano y del águila deZeus-Júpiter.

Las Runas.
Algunos opinan que el alfabeto rúnico se desarrolló tomando como base el griego, pero otros investigadores han hallado evidencias de una escritura prerrúnica muy antigua que data de finales de la Edad de Hielo. El alfabeto rúnico tiene 24 letras y cada letra tiene en sí misma un significado mágico y místico simultáneamente.



El conocimiento de las runas  lo consiguió Wotan (Odín) colgándose por nueve días en el árbol cósmico del espanto (Yggdrasil) e hiriéndose con una lanza en el costado, en lo que es una práctica iniciática chamánica. Proyectadas en rituales mágicos, los antiguos germanos dotaban a las runas de grandes poderes. Tácito describe en su “Germania” una práctica oracular a base de varas de madera con unos grabados que eran runas. Debidamente ritualizadas, las inscripciones rúnicas en espadas u otros objetos los dotaban de un poder excepcional. Sobre las runas dela SS, su origen se sitúa en los antiguos guerreros germánicos, los cuales esculpían los signos rúnicos sagrados en la vaina de las espadas que utilizaban en el combate. Se les atribuía a estos signos un valor mágico de sabiduría, protección y poder, siendo grabadas también en los navíos y los lugares solemnes para dar seguridad y estabilidad al pueblo. Los SS se identificaban con estos guerreros germánicos teutones y con su mitología por ser guardianes ancestrales de la Patria nórdica.

El barón Sebottendorf, fundador de la Orden de Thule, consideraba que las runas constituían “el poder esotérico primigenio”Rudolf J. Gorsleben trató de reconstruir la ciencia espiritual de las runas y de sus poderes mágicos como conductoras de la energía que anima el universo entero e influye en el mundo material. Así, las runas son el vínculo entre el macrocosmos y el microcosmos del hombre ario posibilitando la unión mística con Dios. Según Gorsleben, la más sagrada de todas las runas seríaHagal, que se hallaría presente en el hexágono, la flor de lis de la heráldica e incluso en la pirámide de Keops, ya que la civilización aria primigenia había sobrevivido bajo diversas formas culturales. Gorsleben afirmaba que las distintas formas de cristalización mineral serían proyecciones sólidas y geométricas de las runas, su materialización cósmica.

El conocido ariosofista Guido von List, en 1902, cuando fue operado de cataratas, sufrió once meses de ceguera transitoria en el transcurso de la cual su ojo interior le hizo vislumbrar la religión germánica y el origen de las runas, revelaciones a partir de las cuales trató de reconstruir la lengua aria primigenia que dio lugar a todas las demás. Este lenguaje es un lenguaje mágico en el cual cada palabra tiene un poder vinculado a un principio absoluto. List interpretó, por una parte las letras y sonidos de las runas y, por otra, las inscripciones y emblemas antiguos y expuso sus resultados en “El secreto de las runas” (1907). El ocultismo rúnico surgido de este trabajo constituyó la principal clave del esoterismo de List, que obtuvo notable popularidad a comienzos del siglo XX, especialmente durante la Primera Guerra Mundial.

Karl María Wiligut, conocido como algunos como el “Rasputín” de Himmler, aseguraba haber recibido sus conocimientos ocultistas de su abuelo Karl. ParaWiligut las runas contienen en su código cifrado la historia entera de la creación del hombre, originada en tiempos inmemoriales en los territorios del Polo Norte. Allí había residido una raza etérea y luminosa de profundísima sabiduría que, sin embargo, había ido degenerando con el tiempo a causa de la degradación racial producida por su mezcla de sangre con las razas telúricas. En la actualidad sólo los iniciados tienen acceso al misterioso lenguaje de las runas, accesible a través de claves secretas.

Himmler encargó a Wiligut el diseño de un anillo con el que honrar los méritos extraordinarios de los miembros más destacados de la SS, el llamado anillo de la calabera (Totenkopfring), que se entregaba acompañado de un certificado que describía tanto la ornamentación como su simbolismo. En este anillo, figuran la esvástica y tres signos rúnicos. cuyo significado ha sido tomado casi literalmente deGuido von List:
- La leyenda de la esvástica es “sé uno con Dios, el Eterno”.
- La runa Hagal“vela por el universo que hay en ti y dominaras el universo”.
- La runa Sol“el espítu creador siempre vence”.
- La doble runa Sig, seguida de lo que parece una superposición de la runa Tyr con la Os, ideada por el propio Wiligut: “la fuerza de tu espíritu te hace libre”.

La Obra Alquímica.
Finalmente, interesante comentar que los colores de la bandera nacionalsocialista alemana (negro, blanco y rojo) son los de la Alemania Imperial, aunque no es casualidad que sean los que utilizaran los discípulos de Manes, en la religión maniqueísta y los de la tradición hermética. Así, según la alquimia, el hombre iniciado en esta vía, experimentaría en la iniciación el proceso de la obra (alquímica) al negroo “nigredo”, la obra al blanco o “albedo” y finalmente, la obra al rojo o “rubedo”, esto es, la conversión, mediante la necesaria iniciación, del hombre vulgar en el hombre espiritual, gracias al proceso alquímico de:
-la nigredo o negro (descomposicion),
-la albedo o blanco, (purificación) y
-la rubedo o rojo, (la Resurección o la Materia  Incorruptible).


 FONTE: IGNACIO ONDARGAIN 

Os alemães em suas expedições no interior de nosso planeta acabaram encontrando não os remanescentes do antigo povo hiperbóreo, mas sim aqueles que tinham sido expulsos por eles da superfície de nosso planeta há milhares de anos, os cientistas nazistas acabaram virando reféns deste povo, o povo de lblis.

Por: Jan Van Helsing


"Quando tudo começou, o céu era aqui na terra. O globo terrestre era o lugar onde
a presença divina queria ficar-mais do que em mundos espiritualmente evoluídos.
Os homens, porém, expulsaram a presença divina de suas casas através de uma árvore da sabedoria,
de um homem que matou o próprio irmão, de todas as coisas ruins que faziam uns aos outros...

Como foram os homens que baniram a presença divina, só os próprios homens
podem trazê-la de volta. E isso começou com Abraão, que proclamou a unidade do mundo como um todo.

E termina conosco; sim, com todos nós. Nossa geração trará o Céu de volta à Terra."


Rabino Menachem Mendel Schneerson, memórias
(Den Himmel auf die Erde bringen [Trazendo o céu à terra], p.21)

Texto extraído do livro "Governo Oculto do Mundo"-De Wulfing von Rohr
Ed. Madras, p.11, edição 2002






Um comentário:

  1. Bastante didático vosso sote, camarada! interessante, voltaremos a nos falar.Talvez da próxima vez possa eu fazer à você comentários específicos e pertinentes.

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